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Orientação Técnica: Dislexia: Subsídios de Ensino para as Escolas na Identificação dos Alunos Disléxicos Kelly pereira macedo Educação Especial Diretoria.

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1 Orientação Técnica: Dislexia: Subsídios de Ensino para as Escolas na Identificação dos Alunos Disléxicos Kelly pereira macedo Educação Especial Diretoria Região Mogi das Cruzes

2 OBJETIVOS Proporcionar aos participantes a atualização de conhecimentos relativos à Dislexia, com base em múltiplos enfoques Permitir a análise crítica e comparativa sobre tais enfoques Fornecer subsídios que contribuam para o levantamento de indicadores que evidenciem a natureza das dificuldades apresentadas pelo aluno considerado como sendo aquele que apresenta dislexia Fomentar a correlação teórico-prática sobre os diferentes aspectos envolvidos na compreensão acerca da dislexia que resulte na otimização da atuação pedagógica com alunos considerados disléxicos

3 A dislexia no contexto da educação inclusiva Inclusão Se insere num movimento social que busca uma sociedade mais igualitária e mais justa, que respeite a dignidade da pessoa humana e os direitos estabelecidos pelo estado democrático Processos sociais de exclusão

4 PRINCÍPIOS DA INCLUSÃO Diversidade Igualdade Oportunidade Participação Flexibilidade Educação para todos

5 Objetivos da construção de uma sistema educacional inclusivo Combater atitudes discriminatórias a fim de criar comunidades acolhedoras à construção de uma sociedade inclusiva para alcançar a educação para todos

6 Educação Inclusiva Escola: espaço de apropriação e construção do conhecimento. Escola que garante: - Individualidade; - Identidade; - Equidade (ideais democráticos); - Remoção de barreiras para a aprendizagem; - Participação de toda comunidade escolar.

7 Princípio fundamental da escola inclusiva A escola deve reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos e assegur uma educação de qualidade, Pois Todas as crianças devem aprender juntas sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter

8 Educação inclusiva Promoção de igualdade de acesso à escola por grupos minoritários Alunos com NEE Assegurar uma educação efetiva Oferecer suporte pedagógico Construir rede de solidariedade

9 Elementos essenciais da Inclusão Crianças. Todas freqüentam as escolas: - Na sala regular; - Com apoio apropriado.

10 Elementos essenciais da Inclusão Professores. Todos aceitam a responsabilidade por todos os alunos: - Recebendo apoio apropriado; - Tendo oportunidade para um maior desenvolvimento profissional.

11 Elementos essenciais da Inclusão Escolas. Ressignificam os seus valores: -Reestruturando a organização, o currículo e a avaliação; -Superando as barreiras para que todos possam aprender e participar; - Oferecendo condições adequadas para responder às necessidades de todos os seus alunos e professores.

12 Educação Inclusiva, Necessidades Educacionais Especiais e o aluno com Dislexia discussão conceitual e implicações na prática pedagógica

13 Necessidades Educacionais Especiais Expressão que resgata a funcionalidade do processo educativo; Considera o que o aluno requer em relação a atendimento, recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas; Desloca o foco do aluno e direciona paras as respostas educacionais que ele precisa para poder aprender.

14 Word Federation of Neurology (2001) Dislexia: transtorno da aprendizagem da língua escrita que ocorre apesar de uma inteligência normal, da ausência de problemas sensoriais ou neurológicos, de instrução escolar considerada adequada, de oportunidades socioculturais suficientes. Trata-se de uma definição formulada em função de critérios excludentes.

15 International Dyslexia Association (1994)- Associação Brasileira de Dislexia Dislexia: distúrbio específico da linguagem, de origem constitucional, caracterizado pela dificuldade em decodificar palavras simples incompatíveis em relação à idade da pessoa. Apesar de submetida a instrução convencional, ter adequada inteligência, oportunidade sócio-cultural e não possuir distúrbios cognitivos e sensoriais, a criança falha no processo de aquisição da linguagem. A dislexia é apresentada em várias formas de dificuldades com diferentes formas de linguagem, freqüentemente incluídos problemas leitura, em aquisição e capacidade de escrever e soletrar.

16 Organização Mundial da Saúde (1993)- CID 10 Dislexia: comprometimento específico e significativo no desenvolvimento das habilidades de leitura, o qual não é unicamente justificado por idade mental, problemas visuais ou escolaridade inadequada. A habilidade de compreensão da leitura, o reconhecimento de palavras, a habilidade de leitura oral e o desempenho de tarefas que requerem leitura podem estar todos afetados. Dificuldades para soletrar estão freqüentemente associadas a transtorno específico da leitura e muitas vezes permanecem na adolescência mesmo depois de que algum progresso na leitura tenha sido feito. (...). Crianças com transtorno específico da leitura, seguidamente têm uma história de transtornos específicos do desenvolvimento da fala e da linguagem, e uma avaliação abrangendo funcionamento corrente da linguagem muitas vezes revela dificuldades contemporâneas sutis. (...)

17 Dislexia do desenvolvimento Fatores neurológicos: -Anomalias de migração celular que afetam a região perisilviana - hemisfério esquerdo entre a 16ª e a 24ª semana gestacional -Anomalias do desenvolvimento do córtex cerebral e outras estruturas do SNC Acarretam comprometimento funcional da rede neural

18 Dislexia do desenvolvimento Em estudos mais atuais são tidos como fatores agravantes: Fatores ambientais - Pedagógicos - Psicológicos - Sócio-econômicos - Culturais

19 Considerações sobre as (in) definições Disfunções no processamento da informação auditiva, visual e na integração auditivo-visual comprometem a leitura acarretando problemas em atividades intraneurosensoriais = ênfase unicamente nas capacidades percptomotoas : - Apenas um processamento (visual ou auditivo): repetição de palavras e cópia - Uso de dois ou mais processamentos (ex.: Auditivo-visual): Leitura oral ou escrita sob ditado (LURIA, 1963)

20 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Dislexia X Distúrbio de aprendizagem X Dificuldade de aprendizagem

21 Dislexia X Distúrbios de Aprendizagem Distúrbio de aprendizagem Caracterizado pela presença de disfunção neurológica responsável por problemas na escrita, na leitura e no cálculo matemático Dificuldade de aprendizagem Déficit específico da atividade escolar

22 Dislexia X Distúrbios de Aprendizagem Distúrbio de aprendizagem Caracterizado pela presença de disfunção neurológica que se manifesta por dificuldades específicas na aquisição e uso das habilidades de audição, fala, leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático Dificuldade de aprendizagem Déficit específico da atividade escolar especificamente relacionados a problemas de origem pedagógica (CIASCA; Rossini, 2000)

23 Dislexia X Distúrbios de Aprendizagem Dist. Aprendizagem - Inteligência normal - Presença de dist. Fonológico, falhas nas habilidades sintáticas, semânticas e pragmáticas das linguagens oral e escrita pré- escolar e escolar - Comprometimento da habilidade narrativa para contagem, recontagem e compreensão de histórias (atenção, memória e Dislexia - inteligência normal - presença ou não de distúrbio fonológico antes da escolarização - falhas nas habilidades fonológicas, sintáticas e semânticas da linguagem escrita

24 percepção), dificuldade quanto ao número de frases completas, à organização do texto, ao uso de elementos coesivos entre as frases, seqüenciamento lógico de eventos no texto e dificuldades em responder a perguntas inferenciais presentes na estrutura textual habilidade narrativa comprometida para recontagem de histórias (uso de memória) com dificuldade com o conteúdo textual (número de palavras e unidades de ação), com a complexidade da sentença e uso de pronomes referenciais

25 - déficits no processamento das informações auditivas e visuais - dificuldade em organizar, planejar e executar atividades matemáticas isoladas e com leitura prévia (resolução de problemas matemáticos com enunciados) - déficits na função expressiva e alteração no processamento das informações auditivas e visuais - dificuldade em realizar atividades matemáticas que envolvam leitura prévia (resolução de problemas matemáticos com enunciados)

26 Dislexia X Distúrbios de Aprendizagem Diagnóstico diferencial Dislexia de desenvolvimento: defasagem entre o desempenho esperado nas habilidades de leitura e escrita e o desempenho efetivamente observado com comprometimento do processo de aprendizagem iniciado na fase escolar Distúrbio de aprendizagem: comprometimento do processo de desenvolvimento e aprendizagem desde os primeiros anos de vida

27 Dislexia X Distúrbios de Aprendizagem Raciocínio lógico- matemático como parâmetro diferencial Dislexia de desenvolvimento: não há dificuldade no entendimento da execução de um cálculo matemático em si, mas em seu enunciado, pelas dificuldades de compreensão do texto Distúrbio de aprendizagem: dificuldade não só na execução, mas na resolução de problemas com enunciado

28 Dislexia: abordagem clínica X abordagem educacional ABORDAGEM EDUCACIONAL práticas sociais perpassadas pelas singularidades despatologização da aprendizagem fracasso escolar multiplicidade de fatores

29 Dislexia: abordagem clínica X abordagem educacional ABORDAGEM EDUCACIONAL multiplicidade de fatores: lingüístico: manifestações da linguagem tais como: fala ininteligível, produção verbal alterada e limitada quanto à qualidade e quantidade, sintaxe imatura, progressão temática... psicossocial: adaptação social (aspectos interacionais) e componentes psicológicos (estrutura emocional)...

30 Dislexia: abordagem clínica X abordagem educacional ABORDAGEM EDUCACIONAL cognitivo: processamento das informações (atenção, seleção, memória, percepção... acadêmico: aspectos envolvidos e utilizados no aprendizado formal da leitura e escrita...

31 Dislexia: abordagem clínica X abordagem educacional ABORDAGEM EDUCACIONAL sócio-culturais (condições de letramento anterior ao acesso escolar; falta de acesso aos bens culturais socialmente valorizados, entre outros)

32 Aprendizagem escolar e fatores psicossociológicos, relacionais e contextuais Necessidade de identificação desses aspectos: - Investigar os elementos dos contextos educativos escolares e sua importância no desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem e no rendimento dos alunos (escola e sala de aula) - Se distanciar da perspectiva mais biológica que privilegia apenas os aspectos individuais e considerar a idéia de multiplicidade/diversidade de fatores

33 Aprendizagem escolar e fatores psicossociológicos, relacionais e contextuais A necessidade de adequação do ensino às características individuais - Modo como o aluno pode ser auxiliado a enfrentar as atividades escolares - Refletir entre posso fazer ou como posso fazer - Centrar-se no processo de realização da atividade e não apenas nos resultados - Interpretar os erros como algo natural e que é possível aprender com os fracassos

34 Aprendizagem escolar e fatores psicossociológicos, relacionais e contextuais - Perceber a incerteza relativa aos resultados como um desafio e não como uma ameaça - Priorizar atividades nas quais o aluno pode se destacar - Avaliar a própria atuação com critérios pessoais flexíveis idéia cristalizada no professor de que tem dificuldade para solucionar as dificuldades de seus alunos - Considerar o professor como uma fonte de orientação e ajuda/mediador

35 Sintomas Disléxicos (Ianhez; Nico, 2002); (Cuba dos Santos, 1987) -Aspectos relacionados à linguagem: Desempenho inconstante com relação à aprendizagem da leitura e escrita Dificuldade com os sons das palavras e, consequentemente, com a soletração Escrita incorreta, com trocas, omissões, junções e aglutinações de fonemas Relutância para escrever Confusão entre letras de formas vizinhas : moite/ noite, espuerda/esquerda

36 Sintomas Disléxicos (Ianhez; Nico, 2002); (Cuba dos Santos, 1987) -Aspectos relacionados à linguagem: Confusão entre letras foneticamente semelhantes: tinda/ tinta, popre/pobre, gomida/comida Omissão de letras e/ou sílabas: giado/guiado, entrando/ encontrando Adição de letras e/ou sílabas: muimto/muito, fiaque/ fique União de uma ou mais palavras e/ou divisão inadequada de vocábulos: a mi versário/aniversário, eraumaves umome/era uma vez um homem Leitura e escrita em espelho

37 Relutância ao escrever Críticas: -Pode evidenciar o medo e a repulsa que o aluno desenvolve diante da atividade da escrita.Medo de manipular a escrita, de tentar, errar e ser rotulado como imaturo, lento, incapaz e disléxico. -O medo deve provocar uma reflexão acerca do contexto social e educacional vigente bem como a história singular da criança com a escrita.

38 Confusão entre letras, trocas, omissões e adições de letras ou sílabas Críticas: -Revela as hipóteses sobre a escrita que os sujeitos estão construindo. -No processo de construção da escrita o sujeito pode escrever usando só vogais, repetindo sílabas. -Quanto a aglutinação, demonstra que o aluno usa na escrita as pistas prosódicas da fala. Não compreende como se dá a segmentação das palavras na escrita.

39 Leitura e escrita em espelho Críticas: -Sujeitos com comprometimentos cerebrais não irão manifestar problemas só na escrita. -Leitura e escrita espelhada, longe de ser sintoma de doença, pode indicar que o aluno ainda não apreendeu as noções básicas dessa modalidade de linguagem quanto aos aspectos gráficos e funcionais.

40 Perspectiva discursiva A linguagem não é uma estrutura pronta, um sistema abstrato de formas normativas que deve ser registrado por um aprendiz inerte, passivo (Bakhtin) A linguagem é uma ação, um trabalho constantemente construído e modificado pelo sujeito. (Franchi)

41 Itens considerados pré-requisitos para a aprendizagem da escrita Organização espaço-temporal; Noções de lateralidade; Noções de esquema corporal; Discriminação e percepção auditiva; Memórias tátil e cinestésica; Memórias imediata e de longo prazo; Praxias orofaciais; Movimentos manuais grossos e finos; Coordenação viso-motora; Postura.

42 Críticas Habilidades motoras com o lápis, lateralidade, memorização, conhecimento do esquema corporal, não garantem sucesso na aquisição da leitura e da escrita; É por meio da própria linguagem que os alunos atuam sobre o mundo estruturando a realidade, e, por isso, a atividade lingüística desempenha papel fundamental na constituição da percepção, memorização, lateralidade etc.

43 Atuação Interdisciplinar Pedagogo Fonoaudiólogo Psicopedagogo Psicólogo Neurologista

44 Atuação Interdisciplinar Pedagogo Favorecer o acesso ao currículo ao propor adequações mais ou menos significativas, a fim de que tal flexibilidade curricular permita o ajuste de seu fazer pedagógico às necessidades do aluno

45 Atuação Interdisciplinar Fonoaudiólogo Favorecedor de situações de estimulação das habilidades de aprendizagem que repercutam nas atividades escolares que exigem a leitura e a escrita

46 Atuação Interdisciplinar Psicopedagogo. Articula, apoiado na psicologia da educação e ensino escolar, conhecimentos das práticas educativas escolares.

47 Atuação Interdisciplinar Psicólogo. Contribui interferindo nos processos de mudanças comportamentais em situações educativas em geral e, escolares.

48 Atuação Interdisciplinar Neurologista Identificação dos fatores neurológicos que possam estar envolvidos por meio de exames de neuroimagem funcional: tomografia por emissão de pósitrons (PET), tomografia monofotônica (SPECT) e os estudos funcionais de ressonância magnética (RMF) que podem medir a atividade metabólica envolvida na atividade cerebral ampliadamente distribuída.

49 Formas de intervenção pedagógica no processo de ensino aprendizagem do aluno considerado disléxico: procedimentos e orientações Ressignificação da prática pedagógica nas classes comuns Adequação do aspecto físico da sala de aula Ação didática-pedagógica transdisciplinar Uso de recursos tecnológicos Uso de pesquisa como estratégia Aprendizagem cooperativa Revisão dos procedimentos de avaliação Participação da comunidade Organização de adequações curriculares

50 Escola de qualidade / Escola Inclusiva Remove barreiras para aprendizagem e participação de todos os alunos. Promove a interação entre alunos, professores, familiares e funcionários. Estimula e desenvolve as competências e habilidades de todos os alunos. Avalia e providencia os recursos para acessibilidade curricular e física dos alunos com NEE.

51 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais Desse modo: A representação direta da oralidade na escrita é suficiente para a criança alcançar a apropriação da escrita? As ocorrências em desacordo com as convenções do sistema de escrita devem ou não ser consideradas patológicas?

52 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais É necessário que o professor considere que fato singular, que aspecto do contexto, de forma ou de significação lingüística, ou ainda, que possível combinação desses fatores pode ter adquirido saliência particular para a criança, colocando-se assim, na origem do problema para o qual passa a buscar uma solução, ainda que muitas vezes episódica e circunstancial

53 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais Ex.: As trocas na fala e na escrita: geralmente são compreendidas como decorrentes de dificuldades com a correspondência grafema-fonema e trabalhadas com tarefas de consciência fonológica

54 Oficina de Textos: análise textual Consciência fonológica Se refere à habilidade de refletir explicitamente sobre a estrutura sonora das palavras, percebendo-as como uma seqüência de fonemas. Quando uma criança apresenta alteração na consciência fonológica, nada mais é do que apresentar dificuldade para entender o princípio alfabético da escrita, que é a compreensão da relação entre as letras e os sons e o que eles representam ( a criança precisa relacionar os componentes sonoros da palavra com as letras da palavra)

55 Oficina de Textos: análise textual Situações em que não há correspondência letra-som Uma mesma letra pode ser articulada com base em sons distintos (sapato e casa) Um mesmo som pode ser grafado por diferentes letras (fonema [g] por g e j; [X] em próximo e exame) Letras que não têm som nenhum na fala, mas que estão presentes na escrita (h em hoje)

56 Oficina de Textos: análise textual Situações em que não há correspondência letra-som Possibilidades de muitas palavras serem pronunciadas de maneiras distintas em função das variedades lingüísticas (pastel, leite) As letras podem apresentar um valor silábico (apto, afta) Utilização de duas letras para representar um som (guerra, queijo)

57 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais - Instabilidade quanto ao domínio das diferentes possibilidades de representar, graficamente, um determinado som representações múltiplas (xeio, maxa, xega, civocê demonstram confusão com o uso de x, ch e s)

58 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais - Confusão com o uso de m e n: tanbe, nãoven - Confusão com uso de r: matan, acaban, acumula

59 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais - assistematicidade do uso de marcação de nasalidade: maxa, lipa, dengue, tanbe - assistematicidade quanto à compreensão sobre a quantidade de elementos que podem compor uma sílaba: bancas, banco, brica

60 Oficina de Textos: análise textual Aspectos formais - Instabilidade no uso de critérios de utilização de espaços em branco na escrita: segmentação na escrita. Hipossegmentações: civocê, nãoven, nosvasos, tesasas, propipa, denguepodemata. Hipersegmentações: e le, a reia

61 ...O importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão. Fala de Riobaldo, personagem de grande sertão veredas João Guimarães rosa ( ).

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