A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Caderno de Boas Práticas dos Professores de Arte das Escolas Estaduais de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 Feliz é aquele.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Caderno de Boas Práticas dos Professores de Arte das Escolas Estaduais de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 Feliz é aquele."— Transcrição da apresentação:

1 Caderno de Boas Práticas dos Professores de Arte das Escolas Estaduais de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina

2 1 Orientação Prezados Professores, Apresentamos a versão preliminar do Caderno de Boas Práticas dos Professores dos Componentes Curriculares dos Anos Finais do Ensino Fundamental. As próximas páginas apresentam boas práticas com enfoque pedagógico, apontadas e implementadas por professores de Arte que alcançaram bons resultados na aprendizagem e nas avaliações dos alunos. O conteúdo deste trabalho foi produzido a partir do debate e reflexão entre professores indicados pelas 47 Superintendências Regionais de Ensino do Estado de Minas Gerais. Este Caderno não pretende ser uma receita pronta e engessada, mas sim um instrumento para guiar o professor de Arte na condução de um trabalho organizado e voltado para atingir o melhor rendimento dos alunos. É importante ressaltar que, como esta é uma versão preliminar, ela estará aberta à complementação a partir das experiências e contribuições de todos os professores do Estado que obtiveram sucesso ao levar a educação de qualidade a todos os jovens de Minas Gerais. 1

3 2 Este Caderno apresenta Boas Práticas do Professor de Arte distribuídas em 5 eixos fundamentais Ensino e Avaliação da Aprendizagem Gestão de Sala de Aula Planejamento de Ensino Garantir a formação integral dos alunos através do desenvolvimento dos conhecimentos, das competências e habilidades, de valores e atitudes, considerando as avaliações internas e externas, de forma a assegurar a evolução e o crescimento dos estudantes e o alcance das metas de proficiência da escola. Garantir intervenções pedagógicas necessárias, no tempo certo. Garantir um clima de acolhimento, de respeito e colaboração entre professor e alunos no desenvolvimento do processo pedagógico. Cuidar e educar o aluno construindo relações afetivas na sala de aula. Garantir o planejamento de ensino com aulas significativas, contextualizadas, metodologias e técnicas de ensino em consonância com as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas pelo aluno em Arte. 2

4 Engajamento dos pais e da comunidade Engajamento com a equipe da escola, SRE, SEE e desenvolvimento profissional Incluir os pais no acompanhamento da aprendizagem dos filhos. Envolver a comunidade no desenvolvimento de projetos de ensino. Participar ativamente do desenvolvimento de uma equipe pedagógica, alinhada com os objetivos do Projeto Político- Pedagógico da escola. Buscar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento profissional contínuos. 3

5 4 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas 1.1 Participação em reuniões coletivas de discussão e planejamento de ensino. Conhecer e comprometer-se com o Projeto Político-Pedagógico da escola. Conhecer e comprometer-se com o acordo de resultados e as metas da SEE,SRE e Escola, discutindo e planejando ações coletivas para alcançá-los. Conhecer e cumprir o Calendário Anual da Escola para planejar coletivamente as ações pedagógicas e executá-las com eficácia ao longo do ano escolar. Participar assiduamente das reuniões promovidas pela escola, reconhecendo-se como participante imprescindível do processo educativo. Elaborar o planejamento de ensino com aulas significativas, contextualizadas, multidisciplinares, com metodologias e estratégias de ensino que favoreçam a apropriação das capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas pelos alunos. Reunir-se com professores do mesmo componente curricular, considerando o ano de escolaridade, para planejar e elaborar as avaliações diagnósticas. Mapear os resultados das avaliações diagnósticas para adequar o planejamento às necessidades da turma e às dificuldades individuais. Criar grupos para estudar as legislações e orientações referentes ao ensino e aprendizagem do aluno e sua progressão escolar, como também aquelas relacionadas à implementação dos Projetos da SEE presentes na escola, como: PIP, GDP, PEAS, PROETI, PRONATEC e outros. 4

6 5 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas 1.2 Elaborar o planejamento de ensino, coerente com as orientações do Projeto Político-Pedagógico, de forma gradual e progressiva, contemplando todos os eixos do CBC de Língua Portuguesa e estabelecendo as habilidades a serem desenvolvidas em cada etapa escolar. Conhecer o Projeto Político – Pedagógico, e o CBPP, utilizar os CBC, o Livro Didático, com discernimento, e outros materiais que possibilitem a seleção de tópicos e temas relevantes ao desenvolvimento das habilidades necessárias a cada ano de escolaridade. Apropriar-se das concepções de ensino/aprendizagem explicitadas no PPP da escola e planejar, a partir dessas, as atividades pedagógicas necessárias ao desenvolvimento das habilidades elencadas nos CBC. Reconhecer os CBC como currículo obrigatório em todas as escolas públicas estaduais de MG e elaborar o planejamento de ensino em consonância com os mesmos. Conhecer os resultados e as metas das avaliações internas e externas pactuadas com a escola, para estabelecer no plano de ensino atividades que contribuam para o alcance das mesmas; Analisar e considerar os resultados das avaliações diagnósticas para elaboração do planejamento das aulas. Elaborar e reelaborar o planejamento anual e /ou bimestral, revendo-o e adequando-o às habilidades ainda não consolidadas pelos alunos. Participar de reuniões pedagógicas e de Módulos ll, para diagnosticar, discutir, planejar e propor ações necessárias para a melhoria da aprendizagem dos alunos. 5

7 6 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas 1.3 Evidenciar o caráter interdisciplinar do componente curricular Língua Portuguesa, possibilitando o desenvolvimento dos eixos e habilidades, de forma coletiva na escola. Planejar projetos interdisciplinares que visem ao desenvolvimento da leitura e interpretação das linguagens verbal e não verbal em todos os componentes curriculares. Planejar aulas que valorizem todas as linguagens, como a música, o teatro, a pintura, entre outras, visando ao desenvolvimento de habilidades presentes em todos os componentes curriculares. Compartilhar com todos os educadores o compromisso de desenvolver a competência leitora e escritora de todos os alunos, em todos os componentes curriculares. Elaborar instrumentos para registro dos resultados obtidos pelos alunos, nas atividades de seu componente curricular, desenvolvidas nos projetos interdisciplinares, para promover a avaliação contínua e, caso necessário, redirecionar as práticas pedagógicas. Planejar oficinas interdisciplinares, com a participação de todos os alunos e Equipe Docente, em que o professor do Componente Curricular coordene os trabalhos propostos, culminando essas tarefas com gincanas, feiras, quizzes e outros, que envolvam toda comunidade escolar. Planejar projetos interdisciplinares com os temas transversais; Planejar atividades utilizando conceitos de outros Componentes Curriculares que contribuam para mostrar como outras culturas se organizam, expressam-se e constroem o conhecimento. 6

8 7 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Estabelecer programação exequível de ações pedagógicas, dispostas de maneira simples, capazes de propiciar a consolidação das aprendizagens estabelecidas para cada etapa do ano letivo. 1.4 Programar ações pedagógicas, fazendo o acompanhamento da eficácia das mesmas e replanejando, sempre que necessário, com o objetivo de consolidar habilidades. Elaborar projeto bimestral, abordando temas transversais em consonância com os CBC. Elaborar planejamento em consonância com o PPP da escola e com os CBC, atentando-se para o uso de metodologias que atendam às especificidades da turma. Planejar a prática de monitoria entre alunos, de trabalhos em grupos ou em duplas, favorecendo a interação entre eles e a construção do conhecimento. Planejar meios para compartilhar com a comunidade escolar os trabalhos realizados pelos alunos, como: recital de poesias, dramatizações, seminários, entre outros, para valorizar a expressão oral, corporal e a interação. Definir com clareza as habilidades que se pretende desenvolver em cada atividade planejada, bem como os prazos e os envolvidos. 7

9 8 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Estabelecer os materiais didático- pedagógicos necessários ao desenvolvimento do Plano de Ensino. 1.5 Conhecer e selecionar o acervo da biblioteca da escola para utilização em sala de aula. Planejar formas de conservação dos materiais didáticos a serem utilizados. Solicitar à direção da escola, quando necessário, a aquisição de materiais importantes para o desenvolvimento do trabalho; Conhecer e planejar a utilização dos Laboratórios para desenvolvimento das aulas. Definir os materiais de acordo com o tema a ser trabalhado. Produzir material concreto e/ou confeccionar jogos educativos. Selecionar fontes pedagógicas, como: internet, site do CRV, Portal do Professor, TV Escola e utilizar o material disponível, para o desenvolvimento de aulas práticas e criativas. Selecionar os gêneros textuais adequados à etapa escolar e às necessidades de aprendizagem dos alunos para o trabalho diário em sala de aula. Selecionar jornais, revistas, livros didáticos, jogos, gibis, recursos tecnológicos e audiovisuais, bem como materiais reciclados e outros para enriquecimento da prática pedagógica. Analisar o Livro Didático, com discernimento, enriquecendo-o com atividades criativas e recursos didáticos apropriados, disponíveis na escola. Identificar recursos existentes para o desenvolvimento de experimentos e práticas simples, possíveis de serem realizados na própria sala de aula. 8

10 9 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Elaborar roteiros/planos de aula e sequências didáticas, com proposição coerente de atividades, considerando as propostas do planejamento de ensino e as necessidades de aprendizagem do aluno, evidenciadas nas avaliações diagnósticas e processuais. 1.6 Reunir-se com os demais professores, no módulo II, para planejamento de atividades e ações pedagógicas que favoreçam a aprendizagem de todos os alunos. Elaborar e executar planos de aula de acordo com as necessidades diagnosticadas nas avaliações, promovendo a intervenção pedagógica no tempo certo. Planejar o desenvolvimento de atividades coerentes e graduais em nível de complexidade, objetivando a aprendizagem do aluno. Planejar a intervenção pedagógica, utilizando estratégias de ensino direcionadas para as necessidades de aprendizagem apresentadas pelos alunos. Acessar registros de desempenho dos alunos em anos anteriores e analisá-los de forma integrada à situação atual do aluno, para direcionar o planejamento. Planejar atividades desafiadoras que envolvam situações- problema visando à construção do conhecimento pelo aluno. Solicitar a colaboração do Analista de seu Componente Curricular do PIP/EF da SRE para planejamento das aulas, caso necessário. Socializar com o Especialista os planos de aula que estão sendo desenvolvidos em sala de aula. 9

11 10 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Planejar aulas significativas, levando em conta os interesses socioculturais e a realidade do aluno, o desenvolvimento de sua autonomia e a promoção de trabalho em equipe, ampliando sua leitura de mundo. 1.7 Identificar e valorizar o conhecimento prévio dos alunos para planejar atividades práticas e significativas a partir do contexto sociocultural desses e de oportunidades de troca de experiências. Planejar a realização de enquetes com os alunos, para conhecer seus anseios quanto à diversificação das aulas e aos assuntos a serem discutidos, para elaborar atividades condizentes com seus interesses. Planejar atividades que favoreçam o desenvolvimento da habilidade de expressão oral e corporal, por meio de discussões que contribuam para a formação crítica e para autonomia discursiva dos alunos. Planejar aulas que abordem a música, a literatura e outras manifestações culturais da região contribuindo para ampliar sua leitura de mundo. Planejar o trabalho com os princípios da ética e cidadania por meio de jogos, elaboração e desenvolvimento de projetos socioculturais. Planejar intercâmbio entre escolas e ou salas de aula para apresentação de palestras em que os alunos de um ano escolar apresentem seus trabalhos para outros alunos. Planejar situações que possibilitem desenvolver a autonomia do aluno, como participação em seminários, debates, jure e fórum de discussões com o objetivo de contribuir com a formação crítica do mesmo. Planejar trabalhos em grupos,em sala de aula, visando à integração entre os alunos e à melhoria da aprendizagem. 10

12 11 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Planejar aulas que possibilitem aos alunos o desenvolvimento de atitudes e procedimentos de leitor e escritor para a construção autônoma de conhecimentos. 1.8 Planejar momentos para o hábito de leitura, tanto para seu enriquecimento cultural, quanto para servir de exemplo para os alunos. Considerar a utilização constante do espaço da biblioteca e outros, adequando-os para a prática planejada de leitura em todos os Componentes Curriculares. Criar situações que possibilitem desenvolver a autonomia discursiva e o posicionamento crítico dos alunos, tais como: seminário, debate júri simulado, fóruns de discussões, entre outros, a partir de textos, livros, filmes, temas da atualidade. Planejar trabalhos de pesquisas para os alunos, com mediação do professor, de forma que os objetivos propostos sejam alcançados; Planejar projetos, oficinas de leitura e produção de textos, para a formação proficiente dos alunos na leitura e escrita, em todos os Componentes Curriculares. Planejar atividades que possibilitem o desenvolvimento do hábito de revisão e reescrita dos textos, pelos alunos, utilizando estratégias de apreciação entre professor/aluno, aluno /aluno e análise coletiva. Planejar atividades que relacionem a norma culta com os conhecimentos sobre a língua escrita que o aluno traz, propondo atividades de leitura e escrita de tipos e gêneros textuais que possibilitem a compreensão das variações linguísticas de acordo com a função sociocomunicativa em todos os Componentes Curriculares. 11

13 12 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Planejar aulas que possibilitem aos alunos o desenvolvimento de atitudes e procedimentos de leitor e escritor para a construção autônoma de conhecimentos. 1.8 Planejar aulas valendo-se da seleção de livros adequada à faixa etária e ao trabalho com a literatura, em conformidade com os CBC. Planejar atividades que explorem e ampliem o vocabulário do aluno utilizando termos específicos de cada Componente Curricular e construir um caderno de glossário. Considerar os diferentes tipos de aprendizagem (auditiva, visual, sinestésico) dos alunos, no planejamento das atividades, para melhorar sua aprendizagem. Elaborar projetos que estimulem a produção escrita e a troca de informações entre professores e alunos utilizando, dentre outros, os recursos tecnológicos que são familiares aos alunos (webquests, blogs, wikis, chats de textos, chats de voz e outros). 12

14 13 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Buscar metodologias de ensino adequadas e inovadoras para despertar o interesse e desenvolver a aprendizagem dos alunos. 1.9 Atualizar-se sobre práticas pedagógicas inovadoras, acessando o CRV, outros sites e outras fontes, para diversificação e aprimoramento das metodologias educacionais. Reunir -se com os demais educadores para compartilhar experiências exitosas e criar novas metodologias capazes de desenvolver a aprendizagem. Planejar atividades de pesquisas, com orientação para o aluno, delimitando o tema e explicando como coletar e selecionar informações, como desenvolver o ponto de vista e fazer síntese. Planejar a divulgação das pesquisas realizadas pelos alunos, de forma a envolvê-los na definição de maneiras criativas de apresentação. Planejar atividades que possibilitem a leitura de textos com temas variados e atuais, adequados à faixa etária dos alunos, para desenvolver as habilidades de Língua Portuguesa e, consequentemente, dos outros componentes curriculares. Planejar aulas utilizando diferentes estratégias de ensino, tais como aulas teóricas, pesquisas, práticas dirigidas, grupos de discussão, excursões, entre outras. Elaborar maquetes explorando os conceitos de razão e proporção em todas as áreas. 13

15 14 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Buscar metodologias de ensino adequadas e inovadoras para despertar o interesse e desenvolver a aprendizagem dos alunos. 1.9 Planejar atividades que utilizem materiais concretos e atrativos para despertar o interesse dos alunos, tais como: cartilhas de campanhas públicas, folders, banners, outdoor, revista em quadrinhos e outros para trabalhar temas transversais. Planejar situações prazerosas de aprendizagem com atividades lúdicas estimulando o raciocínio e transformando a sala de aula em oficinas de aprendizagem. Organizar o espaço físico escolar, no intuito de propiciar diferentes lugares de ensino. Promover jogos em sala de aula em suas diferentes dimensões: 1) Jogos de construção são aqueles que trazem ao aluno um assunto desconhecido fazendo com que, por meio da manipulação de materiais ou de perguntas e respostas, ele sinta a necessidade de uma nova ferramenta, de um novo conhecimento para resolver determinada situação – problema. 2) Jogos de treinamento são aqueles criados para que o aluno utilize várias vezes o mesmo tipo de pensamento e conhecimento matemático, não para memorizá-lo, mas, sim, para abstraí-lo, estendê-lo, ou generalizá-lo, como também, para aumentar sua autoconfiança e sua familiarização com o mesmo. 3) Jogos de aprofundamento são utilizados depois de o aluno ter construído ou trabalhado determinado assunto. 4) Jogos estratégicos são aqueles em que o aluno deve criar estratégias de ação para uma melhor atuação como jogador, onde deve criar hipóteses e desenvolver um pensamento sistemático, podendo pensar múltiplas alternativas para resolver um determinado problema. 14

16 15 Planejamento de Ensino 1 Boa Prática Ações concretas Promover um ambiente de sala de aula estimulador e propício à aprendizagem Considerar a afetividade como uma ação pedagógica fundamental para a construção de um ambiente de sala de aula propício à aprendizagem. Planejar formas de interação entre professor/aluno, estabelecendo regras de convivência, visando ao bom relacionamento interpessoal. Definir a organização do espaço da sala de aula, inovando a disposição das carteiras, agrupando os alunos em duplas, trios e outros, para desenvolvimento de atividades planejadas. Criar espaços contextualizados para abordar o tema a ser desenvolvido e para divulgar os trabalhos realizados pelos alunos; Planejar dinâmicas de grupo com temas diversos, para tornar o ambiente da sala de aula mais agradável e descontraído. Selecionar materiais, definir estratégias, interagir com professores das diferentes áreas de ensino, a fim de promover discussões sobre determinados temas, realizar contação de histórias, palestras, entre outros. Considerar a necessidade de conversar com os alunos antes de cada aula, realizando um preâmbulo sobre o que será desenvolvido, inserindo o aluno na atividade. Definir espaços temporais para ouvir o aluno, conhecer sua história de vida e permitir momentos de manifestação de suas ideias. 15

17 16 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas Desenvolver as habilidades necessárias à construção de conhecimento e expressão em artes visuais. Conhecer, estudar e se apropriar do Eixo Temático I do CBC aplicando- o na prática diária de sala de aula. Trabalhar, sempre, com contextualização histórica e sociocultural, produção artística e apreciação de obras de artes visuais. Realizar atividades em que os alunos sejam estimulados a identificar, reconhecer, relacionar e contextualizar as diferentes funções e modos de linguagem visual e da articulação dos seus elementos constitutivos. Proporcionar atividades artístico-visuais em que o aluno tenha oportunidade de realizar sua expressão e conhecimento, bidimensional e tridimensionalmente, fazendo uso de vários materiais, suportes, técnicas, temas. Desenvolver oficinas de leitura e apreciação do objeto artístico, utilizando imagens, vídeos e obras de arte com foco nos elementos estruturais e de composição das obras, oportunizando a reflexão acerca das linguagens artístico-visuais no intuito de desenvolver o senso crítico do aluno (consultar orientações pedagógicas de Arte no CRV). Estimular pesquisas de artistas e obras de artes visuais produzidas em Minas Gerais identificando suas principais características. Promover exposições dos trabalhos elaborados em sala de aula, proporcionando vivências significativas em arte, para que o aluno possa apreciar produções individuais e coletivas, possibilitando, assim, o desenvolvimento da autoconfiança e da participação efetiva de todos.

18 17 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas Desenvolver as habilidades necessárias à construção de conhecimento e expressão em dança. Conhecer, estudar e se apropriar do Eixo Temático II do CBC aplicando- o na prática diária de sala de aula. Trabalhar, sempre, com contextualização histórica e sociocultural, produção artística e apreciação de danças. Proporcionar momentos de criações coreográficas e sequência de movimentos com diferentes ritmos musicais, fazendo uso da sinestesia através dos movimentos corporais e expressivos (consultar Roteiro de Atividades de Arte no CRV). Promover espetáculos de Dança na escola com a participação, sempre que possível, da comunidade escolar, proporcionando vivências significativas em arte, para que o aluno possa apreciar estas produções, possibilitando, assim, o desenvolvimento da autoconfiança e da participação efetiva de todos. Possibilitar aos alunos a aquisição do conhecimento de danças da nossa e de outras culturas através de pesquisas, refletindo sobre a importância da consciência corporal no processo de construção social do corpo. Desenvolver oficinas de leitura e apreciação de Dança, utilizando imagens, vídeos com foco nos gestos, expressão e movimentos, oportunizando a reflexão acerca das produções artísticas no intuito de desenvolver o senso crítico do aluno (consultar orientações pedagógicas de Arte no CRV). Estimular pesquisas sobre as manifestações folclóricas como linguagens artísticas construtoras da identidade brasileira, dando enfoque às manifestações presentes nas diferentes regiões do país.

19 18 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas Desenvolver as habilidades necessárias à construção de conhecimento e expressão em música. Conhecer, estudar e se apropriar do Eixo Temático III do CBC aplicando-o na prática diária de sala de aula. Trabalhar, sempre, com contextualização histórica e sociocultural, produção artística e apreciação de manifestações musicais. Propiciar ao aluno o conhecimento da estrutura básica do discurso e a grafia musical, reconhecendo ruído, som, timbre, melodia, duração, altura, densidade. Apresentar as diferentes modalidades e funções da música (Religiosa, profana, tradicional, contemporânea, ambiental, regional, folclórica, dentre outras). Planejar atividades que despertem o interesse do aluno pelo conhecimento dos diversos gêneros musicais; Possibilitar a pesquisa de diferentes ritmos brasileiros no sentido ampliar o conhecimento e valorização da música nacional das diferentes regiões do país. Identificar e incentivar as habilidades musicais dos alunos, proporcionando vivências significativas em arte, para que o aluno possa respeitar o gosto musical de cada um, promovendo a convivência harmoniosa entre os diversos estilos. Estimular apresentações, festivais ou performances musicais na escola, divulgando e valorizando os talentos musicais dos alunos, com a participação, sempre que possível, da comunidade escolar.

20 19 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas Desenvolver as habilidades necessárias à construção de conhecimento e expressão em teatro. Conhecer, estudar e se apropriar do Eixo Temático IV do CBC aplicando-o na prática diária de sala de aula. Trabalhar, sempre, com contextualização histórica e sociocultural, produção artística e apreciação de peças teatrais. Propiciar apreciação e analise da linguagem teatral por meio de peças que possibilitem os alunos identificarem os elementos teatrais (espaço, tempo, ritmo e movimento). Proporcionar momentos de criação e improvisação de movimentos, gestos e voz, para a caracterização de um personagem (consultar Roteiro de Atividades de Arte no CRV). Promover peças teatrais na escola com a participação, sempre que possível, da comunidade escolar, proporcionando vivências significativas em arte, para que o aluno possa apreciar estas produções, possibilitando, assim, o desenvolvimento da autoconfiança e da participação efetiva de todos. Possibilitar aos alunos a aquisição do conhecimento do teatro da nossa e de outras culturas através de pesquisas, refletindo sobre sua importância no contexto social. Desenvolver oficinas de leitura e apreciação de peças teatrais, utilizando textos e/ou vídeos com foco nas modalidades, funções e formas teatrais, oportunizando a reflexão acerca das produções teatrais no intuito de desenvolver o senso crítico do aluno (consultar orientações pedagógicas de Arte no CRV).

21 20 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.5 Estabelecer, no planejamento, as formas e os períodos de avaliação diagnóstica e processual, de maneira coerente com o Projeto Político-Pedagógico da Escola. Dialogar com professores que lecionaram em anos anteriores para as turmas com que determinado professor trabalha no ano em curso, buscando informações sobre aqueles alunos que necessitam de acompanhamento diferenciado. Conhecer o Projeto Político-Pedagógico da Escola para planejar as atividades avaliativas. Participar da elaboração de um calendário de aplicação das avaliações diagnósticas. Avaliar diariamente e continuamente os alunos durante o ano letivo, utilizando diferentes instrumento e formas de avaliação, tais como: portfólio, relatos, registros diários, provas em dupla ou em grupo, provas orais e com consulta, provas individuais, apropriando-se de todos os recursos definidos no Projeto Político-Pedagógico da Escola. Analisar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais para a realização da intervenção pedagógica adequada à necessidade de aprendizagem do aluno, no tempo certo. Determinar instrumentos de avaliação processual que privilegiem a oralidade, a produção e interpretação de textos. Diversificar os instrumentos de avaliação de acordo com as propostas presentes no Projeto Político-Pedagógico. 20

22 21 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.6 Conhecer, valorizar e utilizar os resultados das avaliações do Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública- SIMAVE (PROEB, PAAE) e de outras avaliações externas. Estudar, juntamente com a Equipe Pedagógica da escola, os resultados obtidos, considerando sua importância no processo educacional. Apropriar-se dos resultados gerados pelas avaliações externas como ferramenta para a reflexão e avaliação do ensino oferecido pela escola e planejar intervenções pedagógicas em favor da aprendizagem do aluno. Participar de grupos de estudo entre os professores para compreender com solidez a escala de proficiência e o que ela representa na aprendizagem dos alunos. Informar os resultados das avaliações externas à comunidade escolar e, buscar juntamente com esta, a melhoria desses resultados. Utilizar os resultados das avaliações externas como norteadores para a elaboração do Plano de Intervenção Pedagógica. Diagnosticar as habilidades e competências não consolidadas e replanejar a ação pedagógica com foco na superação das dificuldades e na melhoria da proficiência dos alunos. Envolver os professores dos demais Componentes Curriculares em atividades que promovam o desenvolvimento da leitura e da escrita. 21

23 22 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.7 Elaborar e aplicar avaliações diagnósticas e processuais para identificar as necessidades dos alunos. Selecionar as habilidades dos CBC de acordo com o ciclo de aprendizagem dos alunos, para a elaboração das avaliações diagnósticas. Utilizar os bancos de itens disponíveis na internet, ENEM e outros como fonte de pesquisa, para a elaboração de avaliações diagnósticas e processuais. Corrigir, comentar e analisar cada item com os alunos, levantando hipóteses, esclarecendo dúvidas, apropriando-se do momento para o redirecionamento das ações e estratégias de ensino. Registrar, analisar e utilizar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais, para planejar as intervenções pedagógicas necessárias e compatíveis com os níveis de proficiência dos alunos. Utilizar as avaliações do Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE) como mais um recurso para o planejamento de novas atividades. 22

24 23 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.8 Registrar, analisar e utilizar os resultados das avaliações diagnósticas e processuais para planejar as intervenções pedagógicas necessárias e no momento certo, compatíveis com os níveis de proficiência dos alunos. Participar das reuniões pedagógicas, ativamente, sugerindo atividades e projetos interdisciplinares que possam melhorar a proficiência dos alunos. Manter atualizados os registros que evidenciam as dificuldades e os avanços de cada aluno para planejamento de atividades que promovam a superação das dificuldades. Criar atividades diferenciadas em sala de aula, de modo a atender aos alunos nos diferentes níveis de proficiência (baixo desempenho, intermediário e recomendado). Elaborar e implementar o plano de intervenção pedagógica, conforme as necessidades de aprendizagem dos alunos, registrando o nome daqueles que serão atendidos, as habilidades não consolidadas, as ações, o responsável e o período necessário para a superação das dificuldades apresentadas. Agrupar temporariamente, em sala de aula, os alunos que possuem as mesmas dificuldades, para o atendimento diferenciado. Reunir-se com os pais dos alunos periodicamente, para discutir a evolução dos alunos apontando desafios e sugerindo ações de melhoria. Planejar um cronograma para a intervenção, juntamente com a Equipe Pedagógica, em que sejam definidos os dias da semana e as habilidades que poderão ser trabalhadas em todos os componentes curriculares, em favor do desenvolvimento da competência leitora e lógico-matemática. 23

25 24 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.9 Analisar e relacionar os resultados das avaliações externas e internas, para tomada de decisões relativas às ações pedagógicas que possibilitem o alcance dos objetivos estabelecidos. Discutir nas reuniões de Conselho de Classe, ações que viabilizem transformações no processo ensino/aprendizagem, tornando-o eficaz e possibilitando o alcance dos objetivos propostos. Analisar e utilizar os dados obtidos nas avaliações internas e externas e, a partir dos pontos que precisam ser melhorados, buscar alternativas para realizar a intervenção pedagógica e obter resultados satisfatórios. Elaborar atividades que possibilitem aos alunos a consolidação das habilidades em que apresentam dificuldades. Repassar os resultados das avalições diagnósticas internas e externas, à comunidade escolar, com o objetivo de colher sugestões de intervenção para a melhoria do nível de proficiência dos alunos. Trabalhar atividades para o desenvolvimento das habilidades de maior complexidade, a fim de garantir que os alunos que apresentam nível recomendado possam avançar ainda mais. Conhecer a estrutura dos itens que compõem as avaliações externas, utilizando-os em sala de aula, com a finalidade de familiarizar os alunos com esse modelo de avaliação. 24

26 25 Ensino e Avaliação da Aprendizagem em Arte 2 Boa Prática Ações concretas 2.10 Assegurar a progressão contínua dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens significativas. Estudar as resoluções, pareceres, decretos, ofícios e toda a legislação da SEE/MG que define a progressão parcial e suas implicações, buscando, quando necessário, o auxílio do Especialista em Educação Básica da escola,do Analista da SRE/MG e do Inspetor Escolar que acompanha a escola. Oferecer aos alunos oportunidades de recuperação da aprendizagem durante o bimestre, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas que possibilitem a revisão dos conteúdos e consequentemente, a consolidação de pré-requisitos para que assim, os alunos tenham condições de apreender os próximos conteúdos. Utilizar-se de todas as práticas pedagógicas para acompanhar o desempenho do aluno e intervir, no tempo certo, para garantir sua aprendizagem. Propiciar atendimento ao aluno com dificuldade de aprendizagem, seja em dupla, pequenos grupos, individualizado, dentro ou fora da sala. Promover parceria com outros servidores da escola para fazer da intervenção pedagógica uma prática sistemática e contínua. Registrar todas as atividades de intervenção pedagógica realizadas durante a progressão contínua dos alunos, acompanhando, assim, os avanços dos mesmos. Realizar intervenção pedagógica no tempo certo, garantindo acompanhamento individual do desempenho dos alunos em relação às expectativas propostas, criando oportunidades de aprendizagem para os alunos que apresentem baixo desempenho escolar. 25

27 26 Gestão da Sala de Aula 3 Boa Prática Ações concretas Estabelecer um clima de acolhimento, respeito e colaboração entre o professor e os alunos, construindo relações afetivas na sala de aula. 3.1 Desenvolver aulas que transcendam os conteúdos, resgatando, principalmente, os valores humanos. Propor atividades que fortaleçam a autoestima, a cooperação, o respeito às diferenças individuais e o combate ao preconceito; Trabalhar a afetividade, a amabilidade e a cordialidade no cotidiano da sala de aula. Promover um ambiente agradável e acolhedor na sala de aula para melhorar a aprendizagem dos alunos; Trabalhar com expectativas positivas em relação à capacidade dos alunos de construir relacionamentos saudáveis e desenvolver a aprendizagem. Estabelecer acordo de convivência, a fim de manter um ambiente de diálogo harmonioso entre professor e aluno. Desenvolver atividades recreativas e/ou dinâmicas de grupo, para promover a afetividade e o respeito mútuo. Promover e participar de propostas de apadrinhamento e aconselhamento de uma turma. 26

28 27 Gestão da Sala de Aula 3 Boa Prática Ações concretas 3.2 Conscientizar os alunos sobre a importância do trabalho em equipe. Desenvolver os trabalhos em grupos, favorecendo o desenvolvimento das produções dos alunos, o respeito às diferenças socioculturais, a ênfase à proposta do fazer, socializar e refazer. Organizar grupos de trabalho, conforme proposta de intervenção pedagógica já prevista, proporcionando superação das dificuldades e avanços na aprendizagem dos alunos. Facilitar a formação de grupos heterogêneos para o trabalho em sala de aula, onde ocorra integração e cooperação mútua entre os alunos com diferentes níveis de aprendizagem. Utilizar da liderança de alguns alunos para dinamizar os trabalhos em equipe, orientando-os a estimularem a criatividade e participação de todos os alunos. Orientar e incentivar os alunos mais proficientes na aprendizagem a serem multiplicadores e mediadores de saberes, por meio da prática de monitoria entre os colegas. Intervir, sempre que necessário, nos trabalhos em grupo, para garantir a todos uma participação efetiva e igualitária. Organizar grupos de trabalho em sala de aula, incentivando os alunos a ajudar uns aos outros 27

29 28 Gestão da Sala de Aula 3 Boa Prática Ações concretas Construir, coletivamente, na sala de aula, algumas normas de comportamento ético- moral e de combate à discriminação. 3.3 Construir, coletivamente, um código de convivência que garanta a disciplina, a harmonia em sala de aula e as relações interpessoais. Definir, democraticamente, representantes de turmas (aluno/professor) para mediar conflitos em sala ou resolver situações-problema. Afixar em sala de aula as regras criadas coletivamente, em lugar visível e de fácil acesso, retomando-as sempre que necessário. Elaborar, junto aos alunos, uma cartilha com os direitos e deveres dos alunos que sirva de orientação para uma boa convivência em sala de aula, combatendo os preconceitos e discriminação. Criar estratégias para a inclusão de todos os alunos, em todas as atividades, favorecendo a participação ativa dos mesmos. Trabalhar vídeos motivacionais, sessões de cinema, promover palestras, confeccionar painéis, com descrição de normas e valores, bem como buscar parcerias com os programas educativos como PEAS, CRAS, sempre que possível. Trabalhar textos, fatos, filmes, exposições, dentre outros, que favoreçam o debate dos alunos sobre temas relacionados à ética e aos valores morais. 28

30 29 Gestão da Sala de Aula 3 Boa PráticaAções concretas Elaborar coletivamente as respostas para a quebra das regras de convivência. Mediar os conflitos, possibilitando a compreensão da importância do respeito às regras de convivência social. Dirigir-se ao aluno com firmeza e segurança, sem agressividade, preservando o respeito e a afetividade. Proporcionar aos alunos momento de reflexão, de pedir desculpas e discutir os motivos que os levaram a quebrar as regras. Promover rodas de conversa em sala de aula, com o objetivo de discutir situações de desentendimento e refletir sobre as consequências de determinadas ações, oportunizando ao aluno, colocar-se no lugar do outro. Identificar as habilidades dos alunos que apresentam problemas disciplinares para inseri-los em projetos pedagógicos, artísticos e desportivos que valorizem suas habilidades. Estabelecer a comunicação entre Gestão Escolar, Equipe Pedagógica, professores, alunos, pais ou responsáveis, para esclarecimentos a respeito da quebra de regras na convivência no ambiente escolar. Divulgar para toda a comunidade escolar o regimento interno da escola. 3.4 Criar respostas eficazes à quebra de regras de convivência. 29

31 30 Gestão da Sala de Aula 3 Boa Prática Ações concretas Acreditar e ter altas expectativas em relação à capacidade de aprender de seus alunos e persistir para que todos aprendam Buscar novas metodologias que possibilitem a participação efetiva de todos os alunos em sala de aula, e, ao mesmo tempo, promovam o sucesso individual e coletivo. Acreditar na capacidade de aprender dos alunos, acompanhar e elogiar sempre os avanços na aprendizagem. Reconhecer e valorizar as habilidades dos alunos, incentivando-os a se expressarem em diversas manifestações artísticas e culturais, respeitando seus limites e criatividade. Participar das capacitações oferecidas pela SEE/MG e pela SRE e compartilhar experiências de sucesso com outros profissionais da área, a fim de inovar as estratégias de ensino para promover a aprendizagem da turma e resgatar a capacidade de aprender dos alunos que demonstram maior dificuldade. Desenvolver atividades utilizando estratégias diversificadas, buscando estimular e atingir as múltiplas inteligências. Promover atividades inovadoras e diversificadas para uma aprendizagem efetiva e eficaz dos alunos, valendo-se de festivais de música, poesia, dança, torneios esportivos, olimpíadas do conhecimento, oficinas que valorizem a arte e trabalhos manuais, persistindo na consolidação das habilidades.

32 31 Engajamento dos pais e da comunidade 4 Boa Prática Manter uma boa comunicação com os pais de seus alunos. 4.1 Ações concretas 31 Receber os pais com cordialidade na escola. Contribuir para o envolvimento dos pais nas atividades pedagógicas desenvolvidas pela escola (projetos, reuniões motivadoras, eventos culturais, Amigos da Escola, plantão pedagógico, gincanas, Dia da Família na Escola, Dia D Toda Escola pode fazer a diferença e outros). Colaborar com a Equipe Gestora da escola na preparação de encontros com os pais, a fim de assegurar a participação efetiva deles, valorizando as sugestões por eles apresentadas. Participar de reuniões com os pais para a divulgação e análise dos resultados das avaliações internas e externas, bem como do Plano de Intervenção Pedagógica. Informar os pais sobre os critérios das avaliações realizadas durante os bimestres e sobre as unidades de estudo programadas para o decorrer do ano letivo. Utilizar o caderno dos alunos como meio de comunicação direta com os pais, registrando os avanços ou desafios em relação à aprendizagem dos alunos. Solicitar à Equipe Gestora da escola o agendamento de atendimentos individuais aos pais dos alunos para conversar sobre a vida escolar de seus filhos, juntamente com a especialista e demais professores. Sugerir temas para a realização de palestras para os pais, que abordem assuntos importantes para a educação dos filhos. Envolver pais e comunidade no cumprimento das metas da escola.

33 32 Engajamento dos pais e da comunidade 4 Boa Prática Ações concretas Incentivar a participação dos pais de seus alunos na construção e desenvolvimento do Projeto Político- Pedagógico Contribuir para a divulgação das reuniões a serem realizadas na escola, para estimular a participação dos pais e ressaltar a importância do Projeto Político - Pedagógico. Valorizar e incentivar a participação dos pais no Dia D Toda Escola pode fazer a diferença. Colaborar para realização de encontros com os pais, visando à divulgação dos resultados das avaliações externas e internas e do acordo de metas da escola, explicando para eles a importância dessas informações na construção do PPP da escola. Ajudar a esclarecer à comunidade escolar o que é o Projeto Político- Pedagógico, como funciona, quem o elabora, qual a sua finalidade e importância para o bom desenvolvimento da escola. Estimular a participação efetiva dos pais, membros do Colegiado, na implementação, disseminação das ideias, princípios e valores que norteiam o Projeto Político-Pedagógico da escola, bem como o monitoramento do cumprimento das ações estabelecidas.

34 33 Engajamento dos pais e da comunidade. 4 Boa Prática Ações concretas Contribuir para a integração da escola no seu contexto sociocultural Elaborar projetos que abordem e valorizem a história local. Compartilhar com a comunidade as atividades escolares por meio de feiras artísticas, culturais e científicas, saraus, peças teatrais, exposições, atividades esportivas, a fim de promover a participação e a interação entre comunidade e escola. Participar de eventos culturais, artísticos e recreativos da comunidade, respeitando as diversidades socioculturais. Valorizar a música, a produção artística e cultural da região, integrando-as ao contexto escolar. Buscar, em conjunto com a Equipe Gestora, parcerias com a comunidade e com instituições governamentais e não- governamentais, para estimular o aprendizado além do âmbito escolar e ampliar as relações entre escola e comunidade. Convidar pais para ministrar palestras, participar de entrevistas, rodas de conversa sobre suas experiências de vida ou outros temas, em conformidade com as demandas de projetos em desenvolvimento na sala de aula. Elaborar pesquisa para se ter a visão de como o aluno entende a escola: importância, perspectivas, relação escola-futuro- profissão; a partir desse levantamento, elaborar estratégias que atendam à realidade da comunidade escolar.

35 34 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional 5 Boa Prática Ações concretas Participar da construção e implementação do Projeto Político-Pedagógico da Escola Conhecer as legislações que orientam a construção e implementação do Projeto Político-Pedagógico. Demonstrar disponibilidade e interesse em participar da elaboração e execução do Projeto Político-Pedagógico, uma vez que se trata de documento que norteia toda a prática pedagógica da escola. Participar de grupos de estudo para compreender a filosofia da escola, analisar suas dificuldades e necessidades, definir e direcionar a proposta de trabalho a ser descrita no Projeto Político-Pedagógico. Contribuir com a elaboração de ações exequíveis para o Projeto Político-Pedagógico da escola. Valorizar e implementar as ações propostas no Projeto Político-Pedagógico, em sua prática cotidiana. Rever, sempre que necessário, as propostas e verificar se as ações definidas no Projeto Político-Pedagógico estão sendo implementadas. Destacar as práticas pedagógicas de sucesso e socializá-las para a comunidade escolar.

36 35 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional 5 Boa Prática Ações concretas Participar de atividades coletivas e interagir com os colegas Participar, efetivamente, junto com toda a equipe da escola, de todas as atividades e eventos escolares, como: gincanas literárias, feiras científicas, atividades esportivas e artísticas, olimpíadas do conhecimento, entre outras. Participar,construtivamente,das reuniões de Módulo II e demais reuniões, propondo temas para estudos, expondo seus projetos e suas descobertas, compartilhando práticas pedagógicas exitosas. Participar e promover minicursos de capacitação, ministrados pelos e para os próprios professores da escola. Refletir sobre questões pedagógicas da escola e buscar as soluções, em conjunto, com os colegas e Especialista. Agir sempre com respeito, ética e cordialidade com todos e em todas as situações. Participar, efetivamente, do Conselho de Classe, realizando registros do desempenho e evolução dos alunos, visando o planejamento das ações de intervenção pedagógica. Propor momentos de interação, reflexão e troca de experiências, envolvendo toda a comunidade da escola com atividades coletivas e dinâmicas. Participar de trabalhos coletivos de planejamento e desenvolvimento de ações, projetos, avaliações e atividades que visem sua melhoria profissional.

37 36 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional 5 Boa Prática Ações concretas 5.3 Refletir sobre sua prática em sala de aula e buscar o seu aperfeiçoamento contínuo. 36 Estudar continuamente o CBC, assim como o Revista Pedagógica do PROEB, dando ênfase às habilidades e competências não consolidadas pelos alunos. Participar assiduamente das reuniões de Módulo II para avaliação e replanejamento das ações pedagógicas. Participar dos cursos de capacitação na área oferecidos pela SEE/MG, SRE/MG, MAGISTRA e outros, para aperfeiçoamento profissional contínuo. Participar de capacitações, seminários e congressos na área específica e de temas correlacionados. Buscar conhecimento em livros, internet e outras fontes para a realização de práticas pedagógicas diferenciadas. Compartilhar experiências com colegas da escola e de outras instituições para inovar suas práticas. Utilizar as ferramentas de avaliação do aluno como fonte de reflexão para elaboração de novas estratégias de ensino. Consultar o site do CRV (Centro de Referencia Virtual do Professor) e o Portal do Professor do Ministério da Educação, para apropriar-se de suas orientações, visando o aprimoramento das práticas pedagógicas. Buscar o apoio da Equipe Pedagógica da escola para orientações e melhoria da prática pedagógica. Utilizar as avaliações dos alunos como alternativa para a autoavaliação de sua prática pedagógica.

38 37 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional 5 Boa Prática Ações concretas 5.4 Realizar autoavaliação e buscar feedback. 37 Realizar autoavaliação, levantando pontos positivos e pontos que necessitam de melhoria em relação ao trabalho, a fim de replanejar a prática pedagógica. Analisar os resultados das avaliações internas e externas considerando seus dados relevantes, tanto para o diagnóstico da aprendizagem do aluno, quanto para nortear a intervenção pedagógica e a prática em sala de aula. Rever a prática pedagógica, a metodologia e os procedimentos didáticos, com o objetivo de aprimorar o que apresenta resultado positivo e reformular o que apresenta resultados insatisfatórios. Dar oportunidade aos alunos de avaliarem as aulas, ainda que anonimamente. Elaborar o Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual (PGDI), juntamente com o Diretor da Escola, em consonância com a necessidade de melhoria da prática pedagógica e da aprendizagem dos alunos. Definir prioridades de mudanças na prática de sala de aula, após realização do feedback com a Equipe Gestora, adotando medidas de aperfeiçoamento pessoal e profissional. Considerar a Avaliação de Desempenho Individual (ADI) como instrumento de alinhamento entre as metas individuais e as metas da escola, garantindo a aprendizagem de todos os alunos.

39 Caderno de Boas Práticas dos Professores de Arte das Escolas Estaduais de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. Paulo Freire


Carregar ppt "Caderno de Boas Práticas dos Professores de Arte das Escolas Estaduais de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais-2012 Feliz é aquele."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google