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A Palavra de Deus: Estudo apologético (FERREIRA&MYATT, págs. 121-141)

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1 A Palavra de Deus: Estudo apologético (FERREIRA&MYATT, págs )

2 INTRODUÇÃO A variedade de teorias sobre a revelação divina evidencia que as pessoas não se satisfazem com o silêncio dos céus. A busca do conhecimento divino muitas vezes desemboca na negação da singularidade da revelação de Deus nas Escrituras (Apologetas sem Bíblia). Deus é um ser racional e se comunica racionalmente. Precisamos levar a sério a comunicação proposicional (de conteúdo racional).

3 Emanuel Kant Kant acertou: as coisas não existem como coisas em si, ou seja, como fatos brutos sem interpretação. Todo conhecimento é interpretação. Mas ele errou ao asseverar que a mente humana constrói a verdade através da sua interpretação, sem poder realmente conhecer o que as coisas à mente são.

4 As categorias da mente humana são uma representação finita das categorias da mente de Deus e, por isso, existe uma correspondência, mesmo que limitada, entre as duas. Deus revelou as proposições, informações e verdades necessárias para que nós pudéssemos ter um relacionamento pessoal com ele. (Franklin Ferreira, p.121)

5 I. Irracionalismo teológico Contra a neo-ortodoxia e o liberalismo pós- moderno afirmamos que a revelação é tanto proposicional quanto pessoal. Quando Rudolf Bultamnn e Paul Tillich negam que a veracidade das Escrituras como história seja pertinente à fé cristã atual, somos obrigados a discordar. /.../ O valor existencial do simbolismo se encontra exatamente no fato de que o símbolo corresponde à intervenção literal de Deus na história. Eliminar a história, como fez Bultmann, significa modificar radicalmente o próprio significado do símbolo.

6 Uma das principais razões do programa de desmitologização bultmanniano era a impossibilidade de o homem moderno, à luz da ciência, crer na cosmovisão bíblica. O erro de Bultmann foi o de achar que a tecnologia negaria o sobrenatural. Não é a presença da ciência que obriga uma pessoa a abandonar a crença no sobrenatural, mas sim a presença de um preconceito filosófico presente nos pressupostos do teólogo liberal.

7 Em Karl Barth, a doutrina da Palavra de Deus e a cristologia correspondem-se reciprocamente. A Palavra de Deus nos confronta com a Escritura, mas a Escritura não é, no sentido verdadeiro, Palavra de Deus – é apenas testemunho dela e aponta para a eterna Palavra de Deus.

8 Karl Barth e Emil Brunner pretendiam defender a realidade da revelação, destacando a noção de que a revelação é um encontro com Deus, mas cometeram o erro de colocar isso em oposição à revelação proposicional. Barth, em sua luta por ser cristocêntrico em sua teologia, minou a base do conhecimento de Cristo. A aplicação do seu entendimento paradoxal na revelação abriu as portas para o irracionalismo em sua teologia.

9 Toda revelação de Deus é coerente e consistente, tendo como seu alvo supremo a exaltação da pessoa de Jesus. A revelação especial de Deus possibilita um encontro pessoal com esse mesmo Jesus. Porém, esse encontro acontece somente quando se crê na verdade sobre ele (Jo 8.24). Para ter confiança que nossa experiência é com Jesus e, não com um falso deus, a experiência deve ser guiada pelo conteúdo objetivo e racional das proposições da revelação de Deus que descrevem quem Deus é (p.124).

10 ... sem as informações proposicionais da Bíblia, nós não temos como distinguir entre o Deus verdadeiro e os milhares de falsos deuses das seitas e religiões não- cristãs (p.124,125).

11 II. O ocultismo Segundo a Escritura, nem todas as fontes de revelação são confiáveis. As religiões tradicionais, como o animismo e o espiritismo, ao confundir o divino com a criação, olham para uma fonte de conhecimento errada. A Escritura condena a prática de adivinhação.

12 A Escritura condena a prática de adivinhação. Confiar no xamã ou num adivinho significa abandonar o Deus verdadeiro por um poder incompetente e inferior (Is ). Somos obrigados a rejeitar quaisquer tentativas de comunicação com espíritos, quer os orixás das religiões afro-brasileiras, quer os espíritos dos mortos canalizados pelos médiuns do espiritismo ou da Nova Era.

13 III. As seitas As seitas apelam para canais de revelação com autoridade igual às Escrituras. Paulo, porém, afirma que a revelação especial, dotada de autoridade, sobre a qual a igreja é construída, vem por meio dos profetas, dos apóstolos e de Cristo (Ef 2.20).

14 Ao confiar na autoridade do papa, das tradições e nos concílios, a igreja católica se impõe como mediadora entre o povo e Deus (1 Tm 2.5). Uma acusação comum feita contra a Escritura, por parte das seitas, é a de que o texto bíblico foi corrompido e que o Evangelho verdadeiro foi perdido. Então, caberia à seita a tarefa de restaurar as verdades perdidas, através de novas revelações do fundador ou profeta do movimento (mórmons).

15 IV. A revelação, a Escritura e a igreja católica A igreja católica crê na inerrância da Bíblia, porém não na sua suficiência. E também a limitou quando o Concílio Vaticano II definiu que a Bíblia ensina sem erro a verdade que Deus quis colocar nas Escrituras para nossa salvação. Além de incluir os apócrifos.

16 V. A inerrância limitada Se as verdades da Bíblia fossem mutáveis, seria um livro morto, fraco e incapaz de responder às nossas necessidades mais profundas. (p.134)

17 VI. A Escritura, o alicerce de uma cosmovisão racional O problema do conhecimento é o da localização da Referência Suprema. Na análise final, só há duas possibilidades: a cosmovisão da Bíblia e a da autonomia da criatura, que localiza algum aspecto da criação como essa referência suprema.

18 Ao dialogarmos com um não- cristão sobre a Bíblia, a pergunta fundamental deve ser: qual é a autoridade final na área do conhecimento? Se o incrédulo negar a veracidade da Escritura, o cristão tem o direito de exigir que ele produza outra base válida. Se não conseguir, não terá direito algum de criticar o crente.

19 O problema de quem nega que Deus deu uma revelação inerrante na Escritura é que essa pessoa ficará sem um ponto de referência para o conhecimento que transcende o universo finito e contingente, pois se os princípios para interpretar o mundo estão no próprio mundo, e o mundo é o resultado de processos controlados pelo acaso, então o universo é uma coleção de fatos brutos e sem interpretação prévia.


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