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A Trindade Santa: Estudo apologético (FERREIRA&MYATT, págs. 187-194)

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1 A Trindade Santa: Estudo apologético (FERREIRA&MYATT, págs )

2 Introdução Os vários conceitos sobre Deus podem ser divididos em dois grupos: 1º) A cosmovisão daqueles que negam a distinção entre a criação e o Criador; 2º) O único que afirma essa distinção de maneira consistente.

3 O Uno e o Múltiplo Não é por acaso que o problema do uno e do múltiplo tem sido o principal problema na história da filosofia ocidental.

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5 O animismo, o panteísmo e o espiritismo O animismo das religiões antigas e do candomblé começou com a idéia de uma realidade impessoal, caótica e indefinível. Desse caos primevo surgiram os deuses, que criaram as demais coisas. Não é preciso uma hierarquia de deuses ou espíritos para mediar a relação entre os seres humanos e o único Deus verdadeiro.

6 A tendência de interpretar a realidade última como um ser impessoal deixa o ser humano com questões e dificuldades existenciais profundas. Qual é o significado da pessoalidade dos seres humanos, se ela surgiu daquilo que é impessoal? Contrariando essas religiões, a fé cristã propõe que a realidade original é: (1) pessoal, (2) distinta do universo criado e (3) encerra em si tanto a diversidade quanto a unidade.

7 O naturalismo filosófico No naturalismo, o ateu sempre cai na armadilha da tensão entre o acaso (diversidade) e o fatalismo (unidade impessoal). A desvalorização da pessoa é o resultado inevitável da redução da realidade ulterior aos elementos da matéria e da energia impessoais, que compõem o universo físico.

8 O monoteísmo não-trinitário A negação da Trindade fere a pessoalidade de Deus. Num deus monopessoal não existe a realidade de relacionamentos e amor como parte de sua essência como ser divino. No islamismo, Alá não experimenta amor por suas criaturas. A ênfase permanece no poder e na obediência.

9 Os argumentos das testemunhas de Jeová são bem representados no folheto Deve-se crer na Trindade? Ele contém várias deturpações bíblicas e históricas. Por exemplo, a Torre de Vigia procura mostrar que a doutrina da Trindade não foi ensinada pelos pais ante-nicenos. O folheto cita Justino de Roma, Ireneu de Lion, Clemente de Alexandria, Tertuliano e Hipólito, para criar a impressão de que esses homens ensinaram que Jesus era inferior a Deus. Em cada caso, as citações são toscamente tiradas do contexto. De fato uma leitura das fontes originais revela numerosas citações que demonstram que todos aceitavam a plena divindade de Jesus.

10 Vejamos a citação de Hipólito: Hipólito, falecido por volta de 235 DC, disse que Deus é o Deus uno, o primeiro e o Único, o Fazedor e Senhor de tudo, que nada tinha de coevo [contemporâneo] com ele... Mas ele era Um Só, sozinho; que, querendo-o, trouxe à existência o que não existia antes, como o pré-humano Jesus que foi criado (p.7).

11 Evidentemente, a Torre de Vigia está contando com que seus adeptos não procurem o texto original. Se lessem o original, veriam o seguinte: Deus, subsistindo só, e não tendo nada contemporâneo com Ele, determinou a criar o mundo. E concebendo o mundo em mente, e legislando e proferindo a palavra, Ele o fez; e de imediato ele apareceu, formado como tinha O agradado. Para nós, então, é simplesmente suficiente saber que nada tinha de coevo com Deus. Ao lado dele não havia nada; mas Ele, enquanto existindo só, contudo existia em pluralidade (p.7).

12 A Torre de Vigia citou o texto de Hipólito, mutilando a parte que não concorda com a sua doutrina. A discussão de Hipólito, no contexto, mostra que o Logos, Jesus Cristo, fazia parte da pluralidade de Deus, que foi revelado para salvar o mundo depois da criação. Deixaremos que o próprio leitor tire suas conclusões sobre a ética da Torre de Vigia.


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