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FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA É O PROCESSO DE PLANEJAR, IMPLEMENTAR E CONTROLAR OS FLUXOS EFICIENTES DE MATERIAIS E INFORMAÇÕES, DESDE.

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1 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA É O PROCESSO DE PLANEJAR, IMPLEMENTAR E CONTROLAR OS FLUXOS EFICIENTES DE MATERIAIS E INFORMAÇÕES, DESDE O PONTO DE ORIGEM ATÉ O PONTO DE CONSUMO (CADEIA DE SUPRIMENTO), COM O PROPÓSITO DE ATENDER ÀS NECESSIDADES DOS CLIENTES. APLICÁVEL A PRODUTOS E SERVIÇOS APLICÁVEL A PRODUTOS E SERVIÇOS NÃO ATUA NAS ATIVIDADES DA PRODUÇÃO NÃO ATUA NAS ATIVIDADES DA PRODUÇÃO NÃO ATUA NAS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO NÃO ATUA NAS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO PODE INCLUIR FLUXO FINANCEIRO PODE INCLUIR FLUXO FINANCEIRO

2 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL MISSÃO DA LOGÍSTICA - DISPOR O PRODUTO/SERVIÇO CERTO, NO LUGAR CERTO, NO TEMPO CERTO E NAS CONDIÇÕES DESEJADAS, AO MESMO TEMPO EM QUE FORNECE A MAIOR CONTRIBUIÇÃO À EMPRESA (CRIA VALOR). - DISPOR O PRODUTO/SERVIÇO CERTO, NO LUGAR CERTO, NO TEMPO CERTO E NAS CONDIÇÕES DESEJADAS, AO MESMO TEMPO EM QUE FORNECE A MAIOR CONTRIBUIÇÃO À EMPRESA (CRIA VALOR). IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA CUSTOS CUSTOS INTEGRAÇÃO INTEGRAÇÃO ATENDIMENTO PERSONALIZADO ATENDIMENTO PERSONALIZADO CRIA: VALOR DE TEMPO (ESTOQUES) e CRIA: VALOR DE TEMPO (ESTOQUES) e VALOR DE LUGAR (TRANSPORTES) VALOR DE LUGAR (TRANSPORTES) VALOR DE FORMA: ÁREA DE PRODUÇÃO VALOR DE FORMA: ÁREA DE PRODUÇÃO VALOR DE POSSE: ÁREA DE MARKETING / FINANÇAS VALOR DE POSSE: ÁREA DE MARKETING / FINANÇAS

3 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL ATIVIDADES DA LOGÍSTICA: variam em função da estrutura organizacional da empresa e de seu grau de verticalização na cadeia de suprimento.. SERVIÇO AO CLIENTE. PREVISÃO DE VENDAS. ARMAZENAGEM. TRANSPORTES. GESTÃO DE ESTOQUES. SUPRIMENTO. análise de localização. embalagem. controle de produtos devolvidos. recuperação e descarte de sucata. manutenção de informações

4 GERENCIAMENTO DE CADEIAS DE SUPRIMENTO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO REDE LOGÍSTICA / SUPPLY CHAIN ESTRATÉGIAS DE LOCALIZAÇÃO LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGIAS DE ESTOQUES ESTRATÉGIAS DE TRANSPORTES NÍVEL DE SERVIÇO AO CLIENTE AO CLIENTE

5 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL CADEIA DE SUPRIMENTO – SUPPLY CHAIN FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES RECURSOS RECURSOS MATERIAIS MPPPPA + SUPRIMENTO ADM. DE MATERIAIS DISTRIBUIÇÃO ARMAZENAGEM E TRANSPORTES L O G Í S T I C A E M P R E S A R I A L

6 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL CADEIA DE SUPRIMENTO – SUPPLY CHAIN FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES INFORMAÇÕES INFORMAÇÕES RECURSOS RECURSOS MATERIAIS MPPPPA OBJETIVOS CONFLITANTES MARKETING: RECEITA ALTA / DISPONIBILIDADE DE PRODUTOS ALTA / MARKETING: RECEITA ALTA / DISPONIBILIDADE DE PRODUTOS ALTA / ESTOQUES ALTOS ESTOQUES ALTOS PRODUÇÃO: CUSTOS DE PRODUÇÃO BAIXOS / NÍVEL DE PRODUÇÃO ALTO PRODUÇÃO: CUSTOS DE PRODUÇÃO BAIXOS / NÍVEL DE PRODUÇÃO ALTO LOTES DE PRODUÇÃO GRANDES / ESTOQUES ALTOS LOTES DE PRODUÇÃO GRANDES / ESTOQUES ALTOS FINANÇAS: INVESTIMENTOS E CUSTOS BAIXOS / CUSTOS FIXOS MENORES / FINANÇAS: INVESTIMENTOS E CUSTOS BAIXOS / CUSTOS FIXOS MENORES / ESTOQUES BAIXOS ESTOQUES BAIXOS

7 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL CADEIA DE SUPRIMENTO – SUPPLY CHAIN FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES INFORMAÇÕES RECURSOS RECURSOS MATERIAIS MPPPPA NOVOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO NOVOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CLIENTES MAIS EXIGENTES CLIENTES MAIS EXIGENTES CICLO DE VIDA DE PRODUTOS MAIS CURTOS CICLO DE VIDA DE PRODUTOS MAIS CURTOS COMPETIÇÃO EXTERNA COMPETIÇÃO EXTERNA DEMANDAS POR PARCERIAS DEMANDAS POR PARCERIAS CONFLITOS ENTRE DEPARTAMENTOS CONFLITOS ENTRE DEPARTAMENTOS NOVAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO

8 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL CADEIA DE SUPRIMENTO – SUPPLY CHAIN FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES INFORMAÇÕES RECURSOS RECURSOS MATERIAIS MPPPPA INTEGRAÇÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO: AGREGA + VALOR AO CLIENTE ATUAÇÃO CONJUNTA: FORNECEDOR / EMPRESA / CLIENTE ATUAÇÃO CONJUNTA: FORNECEDOR / EMPRESA / CLIENTE TEMPO DE RESPOSTA MENOR / MELHOR ATENDIMENTO TEMPO DE RESPOSTA MENOR / MELHOR ATENDIMENTO OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS E DE GESTÃO / FLEXIBILIDADE OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS E DE GESTÃO / FLEXIBILIDADE + QUALIDADE / PREÇO JUSTO / + DISPONIBILIDADE DE PRODUTOS + QUALIDADE / PREÇO JUSTO / + DISPONIBILIDADE DE PRODUTOS

9 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL CADEIA DE SUPRIMENTO – SUPPLY CHAIN FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES INFORMAÇÕES RECURSOS RECURSOS MATERIAIS ESTRATÉGIA EMPRESARIAL - A EMPRESA NO FUTURO ESTABELECER UMA VISÃO DE SUA CADEIA LOGÍSTICA ESTABELECER UMA VISÃO DE SUA CADEIA LOGÍSTICA IDENTIFICAR POSSÍVEIS PONTOS DE IMPACTOS FUTUROS EM SEU NEGÓCIO IDENTIFICAR POSSÍVEIS PONTOS DE IMPACTOS FUTUROS EM SEU NEGÓCIO DEFINIR SEU PAPEL COMO AGENTE DE CRIAÇÃO DE VALOR AO CLIENTE DEFINIR SEU PAPEL COMO AGENTE DE CRIAÇÃO DE VALOR AO CLIENTE DEFINIR AS AÇÕES NECESSÁRIAS PARA INFLUENCIAR SUA CADEIA DEFINIR AS AÇÕES NECESSÁRIAS PARA INFLUENCIAR SUA CADEIA LOGÍSTICA NA DIREÇÃO DESSA VISÃO LOGÍSTICA NA DIREÇÃO DESSA VISÃO +++ NOVOS NEGÓCIOS / LUCRATIVIDADE / PRODUTIVIDADE / CRESCIMENTO +++ NOVOS NEGÓCIOS / LUCRATIVIDADE / PRODUTIVIDADE / CRESCIMENTO

10 FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL SALES VIDAL REDE DE SUPRIMENTO – SUPPLY NETWORK FONTE 2 FORNECE- DOR 1 PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DOR 1 VAREJISTA 2 CONSUMI- DORES FORNECE- DOR 2 FONTE 1 FONTE 3 DISTRIBUI- DOR 2 VAREJISTA 1 VAREJISTA 3 UMA CADEIA DE SUPRIMENTO NÃO É UMA CADEIA DE NEGÓCIOS COM RELACIONAMENTOS UM A UM, MAS UMA REDE DE TRABALHO (NETWORK) COM MÚLTIPLOS NEGÓCIOS E RELACIONAMENTOS!

11 GESTÃO DE ESTOQUES ASPECTOS OPERACIONAIS ASPECTOS OPERACIONAIS ASPECTOS FINANCEIROS ASPECTOS FINANCEIROS SALES VIDAL GESTÃO DE ESTOQUES PLANEJAMENTO / IMPLEMENTAÇÃO / CONTROLE. POLÍTICA DE ESTOQUES. QUANDO E QUANTO COMPRAR / QUANTO MANTER EM ESTOQUE CRIA VALOR DE TEMPO PARA OS CLIENTES DETERMINA O NÍVEL DE SERVIÇO AO CLIENTE ESTOQUES QUAISQUER QUANTIDADE DE BENS FÍSICOS MANTIDOS, DE FORMA IMPRODUTIVA, POR ALGUM INTERVALO DE TEMPO. QUAISQUER QUANTIDADE DE BENS FÍSICOS MANTIDOS, DE FORMA IMPRODUTIVA, POR ALGUM INTERVALO DE TEMPO.

12 GESTÃO DE ESTOQUES IMPORTÂNCIA REDUÇÃO E CONTROLE DOS CUSTOS TOTAIS REDUÇÃO E CONTROLE DOS CUSTOS TOTAIS MELHORIA DO NÍVEL DE SERVIÇO MELHORIA DO NÍVEL DE SERVIÇO SALES VIDAL ALTO NÍVEL DE SERVIÇO x REDUÇÃO DE ESTOQUES MELHORIAS NA PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO PARCERIAS ENTRE CLIENTES E FORNECEDORES OPERADORES DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (TI) TIPOS DE ESTOQUES 1.MATÉRIAS-PRIMAS 2.PRODUTOS EM PROCESSAMENTO 3.PRODUTOS ACABADOS

13 GESTÃO DE ESTOQUES ESTRATÉGIA EMPRESARIAL GARANTIR GARANTIR UMA DETERMINADA DISPONIBILIDADE DE PRODUTO UMA DETERMINADA DISPONIBILIDADE DE PRODUTO COM O MENOR NÍVEL DE ESTOQUE POSSÍVEL COM O MENOR NÍVEL DE ESTOQUE POSSÍVEL SALES VIDAL REDUÇÃO DE ESTOQUES 1.DIVERSIDADE DE PRODUTOS 2.ELEVADO CUSTO DE OPORTUNIDADE 3.REDUÇÃO DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

14 GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL PLANEJAMENTODACAPACIDADE PLANEJAMENTOAGREGADO PREVISÃO DE DEMANDA SISTEMA M R P ESTUDO DE MERCADO PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO PREVISÃO DE DEMANDA LONGO PRAZO LONGO PRAZO MÉDIO PRAZO MÉDIO PRAZO CURTO PRAZO CURTO PRAZO

15 PREVISÃO DE DEMANDA ESTIMATIVA DE VENDAS FUTURAS; ESTIMATIVA DE VENDAS FUTURAS; PONTO DE PARTIDA PARA O PLANEJAMENTO PONTO DE PARTIDA PARA O PLANEJAMENTO GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL PADRÕES DE DEMANDA TENDÊNCIA: CRESCENTE / ESTACIONÁRIA / DECRESCENTE TENDÊNCIA: CRESCENTE / ESTACIONÁRIA / DECRESCENTE SAZONALIDADE: COMPORTAMENTOS SEMELHANTES EM ÉPOCAS SAZONALIDADE: COMPORTAMENTOS SEMELHANTES EM ÉPOCAS BEM DEFINIDAS DO ANO BEM DEFINIDAS DO ANO VARIAÇÃO ALEATÓRIA: OCORRÊNCIAS AO ACASO, CAUSAS NÃO VARIAÇÃO ALEATÓRIA: OCORRÊNCIAS AO ACASO, CAUSAS NÃO IDENTIFICÁVEIS IDENTIFICÁVEIS CICLO DE NEGÓCIOS: MOVIMENTOS TÍPICOS DAS ECONOMIAS CICLO DE NEGÓCIOS: MOVIMENTOS TÍPICOS DAS ECONOMIAS CAPITALISTAS MODERNAS CAPITALISTAS MODERNAS A PREVISÃO É UMA CIÊNCIA INEXATA E, NO ENTANTO, UMA FERRAMENTA INESTIMÁVEL

16 GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL 3.AS PREVISÕES SÃO MAIS PRECISAS PARA FAMÍLIAS OU GRUPOS DE P/S. O COMPORTAMENTO DE ITENS INDIVIDUAIS DE UM GRUPO É. O COMPORTAMENTO DE ITENS INDIVIDUAIS DE UM GRUPO É ALEATÓRIO MESMO QUANDO O GRUPO TEM CARACTERÍSTICAS ALEATÓRIO MESMO QUANDO O GRUPO TEM CARACTERÍSTICAS MUITO ESTÁVEIS. MUITO ESTÁVEIS. PRINCÍPIOS DE PREVISÕES 1.AS PREVISÕES CONTÊM ERROS!.ENVOLVIMENTO HUMANO / COMPORTAMENTO DA ECONOMIA / FUTURO. ENVOLVIMENTO HUMANO / COMPORTAMENTO DA ECONOMIA / FUTURO 2.CADA PREVISÃO DEVE INCLUIR UMA ESTIMATIVA DE ERRO. ESTATÍSTICA: VARIABILIDADE DA DEMANDA EM TORNO DA MÉDIA 4.AS PREVISÕES SÃO MAIS PRECISAS PARA PERÍODOS MAIS PRÓXIMOS. O FUTURO PRÓXIMO IMPÕE MENOS INCERTEZAS QUE O DISTANTE;. O FUTURO PRÓXIMO IMPÕE MENOS INCERTEZAS QUE O DISTANTE;. ESPERA-SE QUE AMANHÃ TUDO SEJA MUITO IGUAL AO QUE É HOJE!. ESPERA-SE QUE AMANHÃ TUDO SEJA MUITO IGUAL AO QUE É HOJE! JÁ, PARA DAQUI A UM ANO, ALGO DEVERÁ MUDAR! JÁ, PARA DAQUI A UM ANO, ALGO DEVERÁ MUDAR!

17 TIPOS DE DEMANDA GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE – IDI ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE – IDI. VENDAS DEPENDE DO MERCADO / SEM CONTROLE DIRETO DA EMPRESA. VENDAS DEPENDE DO MERCADO / SEM CONTROLE DIRETO DA EMPRESA. TÉCNICAS DE PREVISÃO – MÉTODOS QUALITATIVOS. TÉCNICAS DE PREVISÃO – MÉTODOS QUALITATIVOS MÉTODOS QUANTITATIVOS MÉTODOS QUANTITATIVOS. Ex.: PRODUTOS ACABADOS / PEÇAS / ITENS FINAIS. Ex.: PRODUTOS ACABADOS / PEÇAS / ITENS FINAIS BICICLETA, DVD, RÁDIO, AUTOMÓVEL, COLCHÃO, DESODORANTE BICICLETA, DVD, RÁDIO, AUTOMÓVEL, COLCHÃO, DESODORANTE ITENS DE DEMANDA DEPENDENTE – IDD ITENS DE DEMANDA DEPENDENTE – IDD. A DEMANDA DEPENDE DA DEMANDA DE UM IDI. A DEMANDA DEPENDE DA DEMANDA DE UM IDI. NÃO PRECISAM SER PREVISTAS: DERIVAM DA DEMANDA DE IDI. NÃO PRECISAM SER PREVISTAS: DERIVAM DA DEMANDA DE IDI SISTEMA MRP – QUANDO E QUANTO COMPRAR SISTEMA MRP – QUANDO E QUANTO COMPRAR. Ex.: MATÉRIA-PRIMA / PEÇAS PARA MONTAGEM. Ex.: MATÉRIA-PRIMA / PEÇAS PARA MONTAGEM GUIDON, CORRENTE, SELIM, PNEUS, FREIOS, CATRACA, ETC. GUIDON, CORRENTE, SELIM, PNEUS, FREIOS, CATRACA, ETC.

18 TÉCNICAS DE PREVISÃO DA DEMANDA GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL MÉTODOS QUALITATIVOS MÉTODOS QUALITATIVOS. BASEADOS NA OPINIÃO E EXPERIÊNCIAS DE ESPECIALISTAS. BASEADOS NA OPINIÃO E EXPERIÊNCIAS DE ESPECIALISTAS VENDEDORES / GERENTES / EXECUTIVOS VENDEDORES / GERENTES / EXECUTIVOS PESQUISA DE MERCADO / CONSUMIDORES PESQUISA DE MERCADO / CONSUMIDORES. CASOS DE APLICAÇÃO. CASOS DE APLICAÇÃO TENDÊNCIAS GERAIS DOS NEGÓCIOS TENDÊNCIAS GERAIS DOS NEGÓCIOS DEMANDA POTENCIAL FUTURA DEMANDA POTENCIAL FUTURA DEMANDA DE NOVOS PRODUTOS E SERVIÇOS DEMANDA DE NOVOS PRODUTOS E SERVIÇOS ANALOGIA HISTÓRICA ANALOGIA HISTÓRICA TESTES DE PROTÓTIPOS TESTES DE PROTÓTIPOS MÉTODO DELPHI MÉTODO DELPHI

19 TÉCNICAS DE PREVISÃO DA DEMANDA GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL MÉTODOS QUANTITATIVOS MÉTODOS QUANTITATIVOS a) TÉCNICAS EXTRÍNSECAS a) TÉCNICAS EXTRÍNSECAS. BASEADAS EM INDICADORES EXTERNOS RELACIONADOS À DEMANDA. BASEADAS EM INDICADORES EXTERNOS RELACIONADOS À DEMANDA DOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA DOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA A DEMANDA DO PRODUTO É FUNÇÃO DE OUTRAS ATIVIDADES A DEMANDA DO PRODUTO É FUNÇÃO DE OUTRAS ATIVIDADES VENDAS DE TIJOLOS x NÍVEL DA CONSTRUÇÃO CIVIL VENDAS DE TIJOLOS x NÍVEL DA CONSTRUÇÃO CIVIL VENDAS DE PNEUS x CONSUMO DE GASOLINA VENDAS DE PNEUS x CONSUMO DE GASOLINA VENDAS DE ITENS DA CESTA BÁSICA x NÍVEL DA RENDA FAMILIAR VENDAS DE ITENS DA CESTA BÁSICA x NÍVEL DA RENDA FAMILIAR. DEMANDA DE PRODUTOS x INDICADORES ECONÔMICOS. DEMANDA DE PRODUTOS x INDICADORES ECONÔMICOS. DEMANDA DE PRODUTOS x PREVISÕES (GOVERNO/ORGANIZAÇÕES). DEMANDA DE PRODUTOS x PREVISÕES (GOVERNO/ORGANIZAÇÕES) TRATA-SE DE UMA PREVISÃO COM BASE EM OUTRA PREVISÃO TRATA-SE DE UMA PREVISÃO COM BASE EM OUTRA PREVISÃO. TÉCNICA UTILIZADA NA PREVISÃO TOTAL DOS PRODUTOS DE UMA. TÉCNICA UTILIZADA NA PREVISÃO TOTAL DOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA OU DE FAMÍLIAS DE PRODUTOS EMPRESA OU DE FAMÍLIAS DE PRODUTOS. PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO. PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO

20 TÉCNICAS DE PREVISÃO DA DEMANDA GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL MÉTODOS QUANTITATIVOS MÉTODOS QUANTITATIVOS b) TÉCNICAS INTRÍNSECAS b) TÉCNICAS INTRÍNSECAS. BASEADAS EM DADOS INTERNOS RELACIONADOS À DEMANDA DOS. BASEADAS EM DADOS INTERNOS RELACIONADOS À DEMANDA DOS PRODUTOS DE UMA EMPRESA PRODUTOS DE UMA EMPRESA. UTILIZAM DADOS HISTÓRICOS – REGISTRADOS E DISPONÍVEIS. UTILIZAM DADOS HISTÓRICOS – REGISTRADOS E DISPONÍVEIS. O QUE ACONTECEU NO PASSADO IRÁ SE PEPETIR NO FUTURO!. O QUE ACONTECEU NO PASSADO IRÁ SE PEPETIR NO FUTURO!. O MELHOR GUIA PARA O FUTURO É O QUE ACONTECEU NO PASSADO. O MELHOR GUIA PARA O FUTURO É O QUE ACONTECEU NO PASSADO. APLICADAS PARA PREVISÃO DE DEMANDA DE IDI. APLICADAS PARA PREVISÃO DE DEMANDA DE IDI EXEMPLOS DE TÉCNICAS INTRÍNSECAS. A DEMANDA DESTE MÊS SERÁ IGUAL À DO MÊS PASSADO. A DEMANDA DESTE MÊS SERÁ IGUAL À DO MESMO MÊS DO ANO PASSADO. MÉTODO DAS DUAS GAVETAS. MÉDIAS MÓVEIS: SIMPLES / PONDERADA / SUAVIZAÇÃO EXPONENCIAL. SÉRIES TEMPORAIS E REGRESSÃO LINEAR (MÉTODOS CAUSAIS)

21 SAZONALIDADE GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL ALGUNS PRODUTOS TÊM UM PADRÃO DE DEMANDA SAZONAL OU ALGUNS PRODUTOS TÊM UM PADRÃO DE DEMANDA SAZONAL OU PERÓDICO PERÓDICO. TRAJES DE BANHO / LUZES DE ÁRVORE DE NATAL / OVOS DE PÁSCOA. TRAJES DE BANHO / LUZES DE ÁRVORE DE NATAL / OVOS DE PÁSCOA. CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA – PICO DAS 16 ÀS 19 HORAS. CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA – PICO DAS 16 ÀS 19 HORAS. COMPRA DE ALIMENTOS – FINAL DE SEMANA E ANTES DE FERIADOS. COMPRA DE ALIMENTOS – FINAL DE SEMANA E ANTES DE FERIADOS ÍNDICE SAZONAL INDICA O GRAU DE VARIAÇÃO SAZONAL DE UM PRODUTO: INDICA O GRAU DE VARIAÇÃO SAZONAL DE UM PRODUTO:. QUANTO A DEMANDA, DURANTE UM DETERMINADO PERÍODO,. QUANTO A DEMANDA, DURANTE UM DETERMINADO PERÍODO, SERÁ MAIOR OU MENOR QUE A DEMANDA MÉDIA DO PRODUTO. SERÁ MAIOR OU MENOR QUE A DEMANDA MÉDIA DO PRODUTO. IS = DEMANDA MÉDIA PARA O PERÍODO DEMANDA MÉDIA PARA TODOS OS PERÍODOS* * DEMANDA DESESTACIONALIZADA

22 RASTREAMENTO DA PREVISÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES SALES VIDAL É O PROCESSO QUE COMPARA A DEMANDA REAL COM A PREVISÃO, É O PROCESSO QUE COMPARA A DEMANDA REAL COM A PREVISÃO, OBTENDO-SE O ERRO DE PREVISÃO (VARIAÇÃO). OBTENDO-SE O ERRO DE PREVISÃO (VARIAÇÃO). DEVE POSSIBILITAR UMA REAÇÃO AO ERRO DE PREVISÃO: DEVE POSSIBILITAR UMA REAÇÃO AO ERRO DE PREVISÃO:. REPLANEJAMENTO. REPLANEJAMENTO. DIMINUIÇÃO DO ERRO. DIMINUIÇÃO DO ERRO VARIAÇÃO POR VIÉS. ERRO SISTEMÁTICO EM QUE A DEMANDA REAL SE MOSTRA CONSISTENTEMENTE ACIMA OU ABAIXO DA DEMANDA PREVISTA. CONSISTENTEMENTE ACIMA OU ABAIXO DA DEMANDA PREVISTA.. QUANDO EXISTE VIÉS, A PREVISÃO DEVER SER ALTERADA VISANDO UMA MAIOR PRECISÃO. MAIOR PRECISÃO.. QUANDO OCORRE UM ERRO OU VIÉS GRANDE, SUAS CAUSAS DEVEM SER IDENTIFICADAS E AÇÕES CORRETIVAS/PREVENTIVAS IMPLEMENTADAS. IDENTIFICADAS E AÇÕES CORRETIVAS/PREVENTIVAS IMPLEMENTADAS. VARIAÇÃO ALEATÓRIA. VARIAÇÃO AO ACASO, EM TORNO DA DEMANDA MÉDIA. A VARIABILIDADE DEPENDERÁ DO PADRÃO DE DEMANDA DO PRODUTO. NADA DEVE (PODE) SER FEITO PARA AJUSTAR A PREVISÃO

23 GESTÃO DE ESTOQUES MANTER OS NÍVEIS DE ESTOQUE DE ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CORRESPONDE À DEFINIÇÃO DE QUANDO COMPRAR E QUANTO COMPRAR CONTROLE DE ESTOQUE QUANDO COMPRAR. quais as datas de recebimento de itens comprados à terceiros? 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE TEMPO Q

24 GESTÃO DE ESTOQUES 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE TEMPO Q. nem sempre a taxa de consumo permanece constante;. pode ocorrer atraso na data de ressuprimento de materiais. Estoque de segurança / Estoque mínimo. uma parte do estoque médio destinada a cobrir variações de curto prazo de demanda e de tempo de ressuprimento. Q MIN

25 GESTÃO DE ESTOQUES 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE TEMPO Q. o estoque de segurança passa a ser o referencial para a data de ressuprimento;. o que corresponde a uma margem de segurança para que o estoque não atinja a cota zero, paralizando a produção e/ou as vendas, e trazendo os impactos negativos pertinentes. Q MIN

26 GESTÃO DE ESTOQUES 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE TEMPO Q a) QUANDO COMPRAR - PONTO DE PEDIDO (PP) Condições: consumo médio e tempo de ressuprimento constantes CM = 40 un/diaTR = 4 dias40 x 4 = 160 un. Q MIN TR PP TR = TP + TF + TT PP = CM. TR + Q MIN [quant. de estoque]

27 GESTÃO DE ESTOQUES 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE b) QUANTO COMPRAR - LOTE ECONÔMICO DE COMPRA (LEC) - quantidade a comprar (ou fabricar) que minimiza o Custo de Estoques: CT = CI + CP + CM + CFE CT - custo total de estoques CI - custo do item (preço do item na aquisição) CP - custo do pedido: custos incorridos desde o pedido até o seu recebimento, incluindo o transporte, inspeção, escritório, pessoal; CM - custo de manter estoque: custos de capital, armazenagem, manuseio, instalações, equipamentos, seguros, perdas, etc. CFE - reflete as consequências de falta de estoque: vendas perdi- das, perda de imagem e futuros negócios. Difícil mensuração.

28 GESTÃO DE ESTOQUES 1. ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE b) QUANTO COMPRAR - LOTE ECONÔMICO DE COMPRA (LEC) CT = CI + CP + CM + CFE CT = D. C I + D/Q C. C P + (Q C /2 + Q MIN ). C M CT = D. C I + D/Q C. C P + Q C /2. C M + Q MIN. C M No ponto mínimo: Q c = LEC e dCT/dQ C = 0 dCT/dQ C = 0 2. D. C P 2. D. C P Logo: LEC = quant / compra C M C M

29 GESTÃO DE ESTOQUES 2. ITENS DE DEMANDA DEPENDENTE CONTROLE DE ESTOQUE O QUANDO E O QUANTO COMPRAR SÃO DETERMINADOS EM FUNÇÃO DA PROGRAMAÇÃO DE FABRICAÇÃO DOS ITENS DE DEMANDA INDEPENDENTE. MRP - Material Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Material Planejamento das Necessidades de Material É uma técnica utilizada para converter a previsão de um item de demanda independente em uma programação das necessidades das partes componentes do item (demanda dependente) A partir da data e da quantidade em que um produto é necessário, obtém-se as datas e as quantidades em suas partes componentes deverão estar disponíveis para a manufatura dos mesmos. Sistemas informatizados: grande diversidade de itens.

30 GESTÃO DE ESTOQUES M R P 1. QUAIS SÃO OS ITENS COMPONENTES? 2. QUANTO COMPRAR DE CADA ITEM? 3. QUANDO COMPRAR DE CADA ITEM? CONTROLE DE ESTOQUE LISTADEMATERIAIS RELATÓRIOS DE CONTROLE DE ESTOQUES CONTROLEDEESTOQUES PROGRAMADAPRODUÇÃO PLANEJ.DACAPACIDADE PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO M R P

31 GESTÃO DE ESTOQUES SALES VIDAL POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES FONTES FORNECE- DORES PROCESSA- DORES DISTRIBUI- DORES VAREJISTAS CONSUMI- DORES 1. VISIBILIDADE DA DEMANDA PONTO DE DESACOPLAMENTO DA DEMANDA – PDD O PONTO ATÉ O QUAL A DEMANDA REAL PENETRA NUMA SEQUÊN- O PONTO ATÉ O QUAL A DEMANDA REAL PENETRA NUMA SEQUÊN- CIA DE OPERAÇÕES EM DIREÇÃO AO FORNECEDOR INICIAL. CIA DE OPERAÇÕES EM DIREÇÃO AO FORNECEDOR INICIAL.

32 GESTÃO DE ESTOQUES SALES VIDAL POLÍTICA R: REAGIR À DEMANDA NA PRODUÇÃO E NA DISTRIBUIÇÃO. A DEMANDA REAL PENETRA NA PRODUÇÃO E A MAIOR. A DEMANDA REAL PENETRA NA PRODUÇÃO E A MAIOR PARTE DOS ESTÁGIOS REAGE À DEMANDA; PARTE DOS ESTÁGIOS REAGE À DEMANDA;. SE O PDD ESTÁ LOCALIZADO NO FORNECEDOR. SE O PDD ESTÁ LOCALIZADO NO FORNECEDOR INICIAL, A REAÇÃO TOTAL É POSSÍVEL. INICIAL, A REAÇÃO TOTAL É POSSÍVEL. POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES POLÍTICA P: PLANEJAR A PRODUÇÃO E A DISTRIBUIÇÃO. A DEMANDA É VISÍVEL NA PARTE FINAL DA CADEIA. A DEMANDA É VISÍVEL NA PARTE FINAL DA CADEIA (VAREJO/CONSUMIDOR) E A MAIOR PARTE DOS (VAREJO/CONSUMIDOR) E A MAIOR PARTE DOS ESTÁGIOS PLANEJA SUAS OPERAÇÕES COM BASE EM ESTÁGIOS PLANEJA SUAS OPERAÇÕES COM BASE EM PREVISÕES DE VENDAS; PREVISÕES DE VENDAS;. SE O PDD ESTÁ LOCALIZADO NO CONSUMIDOR FINAL,. SE O PDD ESTÁ LOCALIZADO NO CONSUMIDOR FINAL, O PLANEJAMENTO TOTAL É NECESSÁRIO. O PLANEJAMENTO TOTAL É NECESSÁRIO.

33 GESTÃO DE ESTOQUES SALES VIDAL POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES 2.VISIBILIDADE DA DEMANDA x TEMPO DE RESPOSTA EXISTE VISIBILIDADE VISIBILIDADE DA DEMANDA DA DEMANDA NÃO EXISTE VISIBILIDADE VISIBILIDADE DA DEMANDA DA DEMANDA OPERAÇÕES COM TR LONGO OPERAÇÕES COM TR CURTO ANALISAR AS DEMAIS CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO, DA DEMANDA E DA OPERAÇÃO PROVAVELMENTE PLANEJAR POR PREVISÃO DE VENDAS REAGIR À DEMANDA REAL PLANEJAR POR PREVISÃO DE VENDAS ANALISAR AS DEMAIS CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO, DA DEMANDA E DA OPERAÇÃO PROVAVELMENTE REAGIR À DEMANDA REAL

34 GESTÃO DE ESTOQUES SALES VIDAL POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES 3. ESTÁGIO DA CADEIA ONDE É GERADA A INFORMAÇÃO PARA A TOMADA DE DECISÃO ( R / P ) ESTÁGIO POSTERIOR – PRÓXIMO AO CONSUMIDOR FINAL ESTÁGIO POSTERIOR – PRÓXIMO AO CONSUMIDOR FINAL ESTÁGIO ANTERIOR – PRÓXIMO AO FORNECEDOR ESTÁGIO ANTERIOR – PRÓXIMO AO FORNECEDOR A REAÇÃO À DEMANDA TEM SEU INÍCIO NO ESTÁGIO POSTERIOR, ONDE É A REAÇÃO À DEMANDA TEM SEU INÍCIO NO ESTÁGIO POSTERIOR, ONDE É ORIGINADA E TRANSMITIDA A INFORMAÇÃO PARA O ESTAGIO ANTERIOR ORIGINADA E TRANSMITIDA A INFORMAÇÃO PARA O ESTAGIO ANTERIOR APONTANDO A NECESSIDADE DE RESSUPRIMENTO; APONTANDO A NECESSIDADE DE RESSUPRIMENTO; O PLANEJAMENTO TEM SEU INÍCIO NO ESTÁGIO ANTERIOR, COM BASE EM O PLANEJAMENTO TEM SEU INÍCIO NO ESTÁGIO ANTERIOR, COM BASE EM ESTIMATIVAS OU PREVISÕES DAS NECESSIDADES DE CONSUMO FUTURAS ESTIMATIVAS OU PREVISÕES DAS NECESSIDADES DE CONSUMO FUTURAS DO ESTÁGIO POSTERIOR. DO ESTÁGIO POSTERIOR.

35 GESTÃO DE ESTOQUES SALES VIDAL POLÍTICAS DE GESTÃO DE ESTOQUES 4. QUANTIDADE DE PRODUTO A SER MOVIMENTADA ENTRE OS ESTÁGIOS > QUANTIDADE IGUAL ÀS NECESSIDADES REAIS/ESTIMADAS > QUANTIDADE IGUAL ÀS NECESSIDADES REAIS/ESTIMADAS (QINR/QINE) (QINR/QINE) > QUANTIDADE DESVINCULADA DAS NECESSIDADES REAIS/ESTIMADAS > QUANTIDADE DESVINCULADA DAS NECESSIDADES REAIS/ESTIMADAS (QDNR/QDNE) (QDNR/QDNE). REAÇÃO COM A MOVIMENTAÇÃO DE QINR DO ESTÁGIO POSTERIOR - MODELOS DE GESTÃO DE ESTOQUES JIT NA PRODUÇÃO - MODELOS DE GESTÃO DE ESTOQUES JIT NA PRODUÇÃO. REAÇÃO COM A MOVIMENTAÇÃO DE QDNR DO ESTÁGIO POSTERIOR - MODELOS DE TAMANHO DE LOTE ECONÔMICO E DE PONTO DE PEDIDO - MODELOS DE TAMANHO DE LOTE ECONÔMICO E DE PONTO DE PEDIDO. PLANEJAMENTO COM A MOVIMENTAÇÃO DE QINE DO ESTÁGIO POSTERIOR - MODELOS DE PROGRAMAÇÃO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS (MRP) E - MODELOS DE PROGRAMAÇÃO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS (MRP) E DE DISTRIBUIÇÃO (DRP) DE DISTRIBUIÇÃO (DRP). PLANEJAMENTO COM A MOVIMENTAÇÃO DE QDNE DO ESTÁGIO POSTERIOR - MODELOS DE GESTÃO DE ESTOQUES QUE MOVIMENTAM AS NE PARA O - MODELOS DE GESTÃO DE ESTOQUES QUE MOVIMENTAM AS NE PARA O PRÓXIMO PERÍODO, ACRESCIDAS DE UMA MARGEM DE SEGURANÇA PRÓXIMO PERÍODO, ACRESCIDAS DE UMA MARGEM DE SEGURANÇA

36 GESTÃO DE ESTOQUES UMA EFICAZ GESTÃO DE ESTOQUES REQUER UM ESTREITO ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA EMPRESARIAL, ATRAVÉS DO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO. CONTROLE DE ESTOQUE AQUI, PROCURAMOS MOSTRAR QUE A GESTÃO DE ESTOQUES É BEM MAIS ABRANGENTE DO QUE ALGUMAS TÉCNICAS DE CONTROLE DE ESTOQUES. A GESTÃO DE ESTOQUES DEVE SER VISTA COMO UMA DAS ATIVIDADES PRINCIPAIS DA LOGÍSTICA, CAPAZ DE PROPORCIONAR IMPACTOS SIGNIFICATIVOS NOS RESULTADOS FINAIS DAS ORGANIZAÇÕES. A GESTÃO DE ESTOQUES SE CONFUNDE COM A GESTÃO DA LOGÍSTICA, REPRESENTADA PELA INTERFACE DE SEUS OBJETIVOS E ATIVIDADES COM AS DEMAIS ATIVIDADES DA LOGÍSTICA, DA PRODUÇÃO, DE MARKETING E DE FINANÇAS.


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