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Estatinas nas Síndromes Coronarianas Agudas Cláudia Martins Cleiton Franklin José Alvaro Amaral.

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Apresentação em tema: "Estatinas nas Síndromes Coronarianas Agudas Cláudia Martins Cleiton Franklin José Alvaro Amaral."— Transcrição da apresentação:

1 Estatinas nas Síndromes Coronarianas Agudas Cláudia Martins Cleiton Franklin José Alvaro Amaral

2 Função das estatinas Principal recurso disponível para redução do LDL- colesterol; Diminuição da morbidade e mortalidade cardiovascular por doença aterosclerótica; Outras alterações: inflamação, oxidação, coagulação, função endotelial e vasorreatividade.

3 Fisiopatologia das SCA Ruptura de placa aterosclerótica vulnerável Exposição de substâncias trombogênicas + formação de trombo Obstrução da coronária Isquemia

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6 Colesterol e IAM Pfohl e cols.: análise do perfil lipídico de pacientes com IAM na admissão hospitalar, no 1º, 2º e 10º dia após a admissão. Diminuição dos níveis de LDL-c, HDL-c, colesterol total e triglicérides no 1º dia Aumento da relação latosterol/colesterol após o 1º dia Retorno aos níveis basais após 10 dias

7 Colesterol e IAM O aumento da biossíntese de colesterol seria devido a uma maior necessidade de colesterol do miocárdio em reparação. “A diminuição da colesterolemia induzida pelo tratamento durante as SCA poderia trazer mais prejuízos do que benefícios?”

8 ESTUDOS OBSERVACIONAIS CONTROLADOS

9 OBSERVACIONAIS The Platelet Receptor Inhibition in Ischemic Syndrome Management (PRISM) Testar o papel das plaquetas nas SCA e o benefício das estatinas na taxa de eventos cardíacos; Análise retrospectiva de 1616 pacientes O uso de estatinas associou-se à redução da taxa de eventos cardíacos (OR de 0,49); Se a terapia fosse descontinuada durante a internação havia aumento do risco de desenvolvimento de eventos cardiovasculares (OR 2,93); Os pacientes apresentavam trombose intracoronariana e vasoespamos quando não utilizavam estatina.

10 Global Registry of Acute Coronary Events (GRACE) Comparou 20.000 pacientes que não iniciaram estatinas durante a internação com os que suspenderam estes medicamentos ou que continuaram seu uso durante este período; os pacientes que utilizaram reduziram o risco combinado de infarto do miocárdio, morte ou AVC (OR 0,66); O início de estatina durante a admissão hospitalar também foi considerado benefício (OR de 0,87) Pacientes que descontinuaram a terapia com estatinas na entrada tiveram risco similar aos que nunca usaram estatina (OR 1,02) Resultado semelhante ao National Registry of Myocardial Infarction e o estudo do Registro Sueco (RIKS_HIA) OBSERVACIONAIS

11 PAIS (Pravastatin in Acute Ischaemic Syndromes) e LAMIL (Lipids and Apolipoproteins after acute Myocardial Infarction) Esses dois estudos mostraram que a utilização de estatina (provastatina) após internação por SCA foi bem tolerado e produziu redução significativa do colesterol total e do LDL-c, além do aumento do HDL-c. CONTROLADOS CONTROLADOS

12 RECIFE (Reduction of Cholesterol in Ischemia and Function of the Endothelium) Randomizado, duplo-cego, prospectivo com 60 pacientes; Comparou o placebo com 40mg/dia de provastatina por 6 semanas; O objetivo era avaliar o efeito da rápida reduçãodo colesterol na reatividade endotelial vascular Observou-se redução do colesterol total e do HDL-c em 23% (p=0,05) e 33% (p=0,01), respectivamente. Postulou-se que a melhora da função endotelialseria o mecanismo pelo qual a queda de colesterol induziria estabilidade das placas ateroscleróticas levando à diminuição de IAMs e mortes por doença coronariana CONTROLADOS

13 Uso de estatinas em doses moderadas – O FLORIDA e o PACT Testaram o uso de doses moderadas de estatinas com resultados desapontadores em relação aos desfechos (morte, infarto e angina) apesar da redução significativa das taxas séricas de colesterol LDL-c CONTROLADOS

14 Uso de estatinas em doses elevadas – A To Z TRIAL Internacional, randomizado, duplo-cego que comparou a terapia intensiva iniciada tardiamente em pacientes com SCA; – Myocardial Ischemia Reduction with Aggressive Cholesterol Lowering (MIRACL) Duplo-cego, multicêntrico com 3086 pacientes; – Pravastatin or Atorvastatin Evaluation and Infection Therapy- Trombolysis in Myocardial Infarctation 22 (PROVE IT-TIMI 22) Os patrocinadores apostavam nos efeitos pleiotrópicos da provastatina (40mg/dia) contra atovastatina (80mg/dia) CONTROLADOS

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16 perspectivas Relação entre o HDl-colesterol e o risco da síndrome coronariana aguda

17 A intervenção farmacológica poderia reduzir precocemente o risco pós SCA? Risco de SCA Níveis de HDL-c Os estudos demonstram uma relação inversa entre os níveis de HDL-c e o risco entre pacientes com doença coronariana já manifesta.

18 ESTUDOS EM ANDAMENTO IMPROVE-IT: randomizado, duplo cego, 18000 pacientes com SCA que foram randomizados para 40mg/dia de sinvastatina ou a combinação de ezetimiba 10mg/dia e sinvastatina 40mg/dia. Podendo a dose da estatina subir pra 80mg/dia. Objetivo: redução do risco de evento composto por morte cardiovascular, eventos coronarianos e AVC.

19 24 HORAS TRIAL Proposta de estudo brasileiro; Verificar se a estratégia terapêutica do infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento de ST, durante a internação hospitalar, incluindo estatina potente, isolada ou associada ao uso de incretina, nas primeiras 24hs.

20 24 HORAS TRIAL Comparação entre o uso de estatina potente isolada ou associada a incretina, e o uso da mesma estatina isolada ou associada a insulina, para redução de mortalidade e os principais desfechos cardiovasculares (AVC, IC, choque cardiogênico, etc.). Poderá alterar diretrizes em infarto do miocárdio.

21 Conclusões e recomendações A SCA (angina instável e infarto agudo do miocárdio – supra de ST) apesar da revolução terapêutica recente, há um alto risco de recorrência de eventos coronarianos em curto prazo. O uso regular de estatinas demonstrou a redução de eventos coronarianos em pacientes de alto risco (incluindo diabéticos e DCA crônica).

22 Não tendo consenso sobre a utilização de estatinas, a IV Diretrizes Brasileira sobre dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose da SBC recomenda uso precoce com meta terapêutica de LDL-c de < 70mg/dl;

23 Outras recomendações Estatina precocemente em altas doses excetuando-se algumas doenças crônicas; Perfil lipídico nas primeiras 24hs do evento; Incluir estatinas no tratamento de curto e longo prazo;


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