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NÃO-FERMENTADORES DE CARBOIDRATOS Ivanaldo Amâncio da Silveira UFRN.

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Apresentação em tema: "NÃO-FERMENTADORES DE CARBOIDRATOS Ivanaldo Amâncio da Silveira UFRN."— Transcrição da apresentação:

1 NÃO-FERMENTADORES DE CARBOIDRATOS Ivanaldo Amâncio da Silveira UFRN

2 VIAS METABÓLICAS EMBDEN-MEYERHOF PARNAS ou VIA GLICOLÍTICA ANAERÓBICA FERMENTATIVA ENTNER-DOUDOROFF ou VIA AERÓBICA OXIDATIVA WARBURG-DICKENS ou HÍBRIDA

3 FLUXOGRAMA

4 EPIDEMIOLOGIA MEIO AMBIENTE MICROBIOTA NORMAL(raras) RESISTÊNCIA INTRÍNSECA BACTÉRIAS OPORTUNISTAS PREVALÊNCIA

5 PATOLOGIA BACTEREMIAS PNEUMONIAS ITU FERIDAS CIRÚRGICAS DOENÇAS DE BASE NEOPLASIAS FIBROSE CÍSTICA DOENÇA GRANULOMATOSA CRÔNICA

6 COMPORTAMENTO de NF BGN ou CBGN CITOCROMO-OXIDASE(+) ou (--) TSI INATIVO MAC-CONKEY(+) ou (--) RESISTÊNCIA aos ANTIB

7 PRINCIPAIS REPRESENTANTES Pseudomonas aeruginosa 75% Acinetobacter spp. 10% Stenotrophomonas maltophilia 5% Complexo Burkholderia cep

8 PROVAS CHAVES PARA IDENTIFICAÇÃO DE BGN-NF CRESCIMENTO EM MAC CONKEY OXIDASE / MOTILIDADE METABOLISMO OXIDATIVO METABOLISMO ASSACAROLÍTICO PIGMENTO / ODOR

9 CLASSIFICAÇÃO ATUAL BASE NA HOMOLOGIA DO rRNA: GRUPO I GRUPO II GRUPO III GRUPO IV GRUPO V

10 BGN-NF IDENTIFICAÇÃO INICIAL EXAME MACROSCÓPICO DA CULTURA EXAME MICROSCÓPICO EXAME DA MOTILIDADE

11 BGN-NF IDENTIFICAÇÃO INICIAL EXAME MACROSCÓPICO DA CULTURA P. aeruginosa P. fluorescens

12 BGN-NF IDENTIFICAÇÃO INICIAL EXAME MACROSCÓPICO DA CULTURA P. stutzeri B.cepacia Acinetobacter

13 BGN-NF IDENTIFICAÇÃO INICIAL EXAME MICROSCÓPICO

14 EXAME DA MOTILIDADE-FLAGELOS

15 LEIFSON RUNYON RYU

16 NÚMERO e TIPO DE FLAGELOS (COLORAÇÃO)

17 MEIOS de CULTURA – BGN-NF BGN-NFnãosãobactérias fastidiosas(meios simples) Mesmos meios para enterobactérias Atividade metabólica baixa Aeróbias estritas Oxidativo – pequena produção de ácido

18 MEIOS de CULTURA – BGN-NF identificação bioquímica MOTILIDADE OXIDASE O-F NITRATO LIPASE DNASE GELATINA ADH LDC URÉIA-INDOL CITRATO ESCULINA

19 MEIO 0-F HUGH e LEIFSON

20 ARGININA ORNITINA LISINA

21 LISINA,ARGININA,ORNITINA REAÇÃO POSITIVA: Intensificação da cor REAÇÃO NEGATIVA: a cor original é mantida Lisina => cadaverina Arginina => citrulina Ornitina => putrescina INDICADOR de pH: Púrpura de bromocresol

22 MEIO URÉIA – INDOL

23 AGAR CITRATO DE SIMMONS

24 HIDRÓLISE DA ESCULINA

25 REDUÇÃO DO NITRATO Determina a capacidade de um organismo reduzir o nitrato a nitrito ou a gás nitrogênio livre Distribuir 6-7 ml em tubos de 16x160 mm 5 ml em tubos de 12x120mm com tubo de Duhram Inocular 2-3 gotas da suspensão bacteriana no caldo nitrato e incubar ˚C por h

26 INTERPRETAÇÃO Reativos de Griss Griss A Ácido sulfanílico……..0,8 g Ácido acético 5N…….100mL Griss B Alfa naftilamina………0,5 g (ou dimetil naftilamina 0,6 g) Ácido acético 5N…….100 mL Cor vermelha: Nitrato+

27 GÊNERO / PSEUDOMONAS OXIDASE(+) MOTILIDADE(+) M.OXIDATIVO: P. aeruginosa, P.fluorescens P.putida, P.veronii, P.monteilli(recentes) P.stutzeri, P.mendocina, P.luteola P.oryzihabitans, P.alcaligenes P.pseudoalcaligenes

28 PIOCIANINA e MC

29 Pseudomonas aeruginosa CARACTERES GERAIS: BGN MÓVEIS, AERÓBIOS, NÃO- ESPORULADOS HEMÓLISE, OXIDASE(+), PIOCIANINA CRESCEM à 35° e 42°C em MC (COLÔNIAS GRANDES,MUCÓIDES e BRILHO METÁLICO) ODOR CARACTERÍSTICO

30 Pseudomonas em AS

31 FATORES de VIRULÊNCIA da P. aeruginosa FÍMBRIAS ou PILI e FLAGELOS ANTÍGENO de SUPERFÍCIE(LPS) EXOTOXINAS A e S ELASTASE PROTEASE ALCALINA FOSFOLIPASE C

32 PATOLOGIA PACIENTES QUEIMADOS FERIDAS ITU INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS FIBROSE CÍSTICA INFECÇÕES OCULARES OTITES TRAQUEOSTOMIZADOS CATETERIZADOS

33 IDENTIFICAÇÃO P.aeruginosa MEIOS DE ISOLAMENTO: CONVENCIONAIS: AS e MC SELETIVOS: ACETAMIDA e CETRIMIDA

34 Pseudomonas em TSI e MC

35 TSA / P.aeruginosa IMIPENEM MEROPENEM AZTREONAM PIPERACILINA +TAZOBACTAMA CEFEPIME CEFTAZIDIME CIPRO AMINOGLICOSÍDEOS RESISTÊNCIA INTRÍNSECA: AP AMX CF SMT+TMT

36 Acinetobacter baumannii CARACTERES GERAIS: OPORTUNISTA AMBIENTES ÚMIDOS ITU I.RESPIRATÓRIAS PERITONITES ENDOCARDITE MENINGITE IDENTIFICAÇÃO: CBGN e IMÓVEIS OXIDASE(--) CRESCEM EM MC R à PN OXIDAÇÃO DA GLICOSE(ÁCIDOS)

37 Acinetobacter spp. Aspecto do Gram e colônias no MC

38 Stenotrophomonas spp. HABITAT NATURAL (meio aquático) FITOPATÓGENO HOSPITAL (monitores de pressão arterial, nebulizadores, água deionizada, soluções desinfetantes, máquinas de diálise)

39 PATOLOGIA PNEUMONIA HOSPITALAR associada à ventilação mecânica, traqueostomia; FIBROSE CÍSTICA IMUNODEPRIMIDOS USO CONTINUADO DE ATB

40 CARACTERES GERAIS: BGN MÓVEIS AS e MC OXIDASE(--) DNASE (+) LISINA(+) OF-MALTOSE(+) OF-GLICOSE e OF-LACTOSE(--) RESISTÊNCIA INTRÍNSECA AMG BETA-LACTÂMICOS IPM FLUOROQUINOLONAS S (SMT+TMT),CLO e CAZ

41 Stenotrophomonas em AS e no meio UNI-N/F-TEK

42 COMPLEXO B.cepacia INTRODUÇÃO: BURKHOLDER em 1950 P.cepacia, 1992 YABUCHI 22 ESPÉCIES JÁ DESCRITAS

43 ESPÉCIES de INTERESSE CLÍNICO: B.mallei B. pseudomallei COMPLEXO B. cepacia(9 ESPÉCIES) B.gladioli

44 PATOLOGIA CBC SEPSE FIBROSE CÍSTICA DOENÇA GRANULOMATOSA CRÔNICA MENINGITE ENDOCARDITE PNEUMONIA e ITU

45 IDENTIFICAÇÃO BIOQUÍMICA da B. cepacia: CRESCIMENTO EM AS e MC LISINA(+) e OXIDASE VARIÁVEL SÃO ARGININA e PYR(--) R à POL e AMG S à SMT+TMT

46 Burkholderia cepacia

47 Burkholderia cepacia em MC

48 Shewanella putrefaciens


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