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CERTO E ERRADO CERTO E ERRADO. SER HUMANO SER HUMANO.

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Apresentação em tema: "CERTO E ERRADO CERTO E ERRADO. SER HUMANO SER HUMANO."— Transcrição da apresentação:

1 CERTO E ERRADO CERTO E ERRADO

2 SER HUMANO SER HUMANO

3 SER HUMANO n n COMPOSTO DE: - - I. Racionalidade Faculdades n n Inteligência n n vontade - - II. Sensibilidade Tendências n n Deleitáveis n n Combativas

4 FACULDADES RACIONAIS I. FACULDADES RACIONAIS n n INTELIGÊNCIA VISA A VERDADE Ação n n Conhecer Operações n n Raciocinar, abstrair, conceituar, deduzir...

5 INTELIGÊNCIA Faz o papel de guia Deve dirigir as nossas decisões Portar-se de acordo com a razão É farol que ilumina o caminho FACULDADES RACIONAIS I. FACULDADES RACIONAIS

6 VISA O BEM Ação n n Querer Operações n n Amar, decidir, esforçar-se, etc FACULDADES RACIONAIS I. FACULDADES RACIONAIS VONTADE

7 Motor FACULDADES RACIONAIS I. FACULDADES RACIONAIS VONTADE

8 APETITES II. APETITES DELEITÁVEL Responsável pela busca do prazer Fuga da dor COMBATIVO Responsável pela reação de enfrentamento e agressividade. Reações de medo dos problemas SENSIBILIDADE

9 II. APETITE DELEITÁVEL Instintivamente buscamos o agradável e fugimos do que traz dor. Satisfações que reforçam o cumprimento de funções naturais. SENSIBILIDADE

10 binômio prazer ou desprazer Inclinação aos bens sensíveis n n Reações de desejo Prazer, gosto, desejo, gozo, etc. Rejeição ao mal sensível n n Reações de repulsa dor, tristeza, aversão, etc. II. APETITE DELEITÁVEL SENSIBILIDADE

11 II. APETITE COMBATIVO Reação instintiva que leva a ser agressivo diante das coisas difíceis. A vida exige um mínimo de violência para vencer o comodismo. SENSIBILIDADE

12 SENSIBILIDADE n n II. APETITE COMBATIVO n n binômio enfrentar ou fugir n n Bens difíceis de atingir. n n Reações de esperança (possível). n n Reações de desânimo (impossível). Males difíceis de evitar n n Reações de audácia (superável) n n Reações de medo (insuperável) n n Reações de irritação (padecendo a dificuldade)

13 TEMPERAMENTAL Humor variável. Altos e baixos. Reações desproporcionadas às solicitações externas. Tendência ao pessimismo e desânimo.

14 VIRTUDES

15 VIRTUDES n n Qualidade no agir: virtude - - virtude: hábito bom. - - aquisição pela repetição de atos bons. - - a vontade se desenvolve quando é exigida. - - a vontade fica atrofiada quando tudo são comodidades.

16 VIRTUDES Um dia sem treino eu começo a perceber as falhas! Dois dias sem treino, percebe o maestro!! Três dias sem treino, percebe o público!!!

17 ÉTICA n n Processo de melhoria contínua - - identificar fatos, atitudes que correspondem a problemas éticos, pessoais e coletivos. - - conhecer as causas destes problemas. - - definir os meios e procedimentos para atacar os problemas nas causas.

18 SISTEMA ESPONTÂNEO n n Não é possível formalizar todos os aspectos de um comportamento amistoso! n n Atuação tendo como base critérios e princípios: fazem o papel de bússola para as decisões. n n É algo que faz funcionar bem a empresa. n n A organização requer muito mais do que está previsto no sistema operativo.

19 ÉTICA DAS VIRTUDES

20 ÉTICA n n O que é a ética - - A CIÊNCIA QUE ESTUDA o comportamento consciente do homem. - - conduta escolhida de acordo com uma razão equilibrada. - - leva à máxima perfeição.

21 ÉTICA n n A que leva a falta de ética? - - caotização da vida pessoal. - - desordem no entorno social. - - ineficácia.

22 ÉTICA n n O que pretende a ética? -. - realização profunda da pessoa.

23 ÉTICA n n Fundamentação nos princípios éticos - - veracidade, imparcialidade, lealdade, solidariedade, etc. - - conformidade da atuação com os princípios. - - estruturação harmônica da personalidade. - - trabalho de qualidade é resultado da qualidade pessoal.

24 ÉTICA n n Princípios básicos - - faz o bem e evita o mal. - - querer positivamente o bem dos outros assim como se quer o próprio bem.

25 ÉTICA n n Liberdade e responsabilidade - - inteligência e vontade livre. - - responsabilidade pela própria edificação. - - escolhas livres aqui e agora, podem edificar ou corromper a personalidade.

26 ÉTICA n n Ética das aparências - - falta da convicção do que é certo e do que é errado. - - agir pelo medo de ser flagrados em alguma ilegalidade ou transgressão. - - qualidade aparente (levar vantagem)

27 ÉTICA n n Ética da mediocridade - - mediocridade, ideal de fazer a média. - - evitar o mal.

28 ÉTICA n n Ética das virtudes - - fazer positivamente o bem, partir para o procedimento valioso. - - afogar o mal em abundância de bem. - - jogar no campo da qualidade no "agir" não só do "fazer".

29 VIRTUDES FUNDAMENTAIS n FACULDADE RACIONAL Inteligência Guiada pelos primeiros princípios. Guiada pelos primeiros princípios. Faz o bem e evita o mal. Faz o bem e evita o mal. Querer o bem do outro como se quer o próprio bem Querer o bem do outro como se quer o próprio bem Qualidade de decisão ou Prudência (reta razão ao agir)

30 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Prudência

31 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Prudência

32 VIRTUDES FUNDAMENTAIS n FACULDADE RACIONAL Vontade n Guiada pela inteligência è è Justiça (dar a cada um o que é devido) Qualidade de relacionamento

33 VIRTUDES FUNDAMENTAIS

34 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Justiça

35 VIRTUDES FUNDAMENTAIS n SENSIBILIDADE APETITES DELEITÁVEIS (desfrutar) APETITES DELEITÁVEIS (desfrutar) Governadas pela inteligência Governadas pela inteligência n n Moderação n n Otimização das reações de prazer/desprazer n n Qualidade afetiva ou emotiva

36 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Moderação

37 VIRTUDES FUNDAMENTAIS n SENSIBILIDADE APETITES COMBATIVOS APETITES COMBATIVOS Governadas pela inteligência Governadas pela inteligência n Fortaleza n Otimização das tendências enfrentar/fugir n n Qualidade de empreendimento

38 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Fortaleza

39 VIRTUDES FUNDAMENTAIS INTELIGÊNCIA: PRUDÊNCIA VONTADE: JUSTIÇA APETITES DELEITÁVEL: MODERAÇÃO PRAZER/DOR COMBATIVO: FORTALEZA ENFRENTAR/FUGIR

40 VIRTUDES FUNDAMENTAIS Prudência: qualidade de decisão Prudência: qualidade de decisão Justiça: qualidade de relacionamento Justiça: qualidade de relacionamento Moderação: qualidade emotiva Moderação: qualidade emotiva Fortaleza: qualidade de empreendimento Fortaleza: qualidade de empreendimento

41 CONEXÃO DAS VIRTUDES Não se pode ser justo se não se é forte! Não se pode ser justo se não se é forte! Não se pode ser prudente, justo ou forte sem ser moderado! Não se pode ser prudente, justo ou forte sem ser moderado! A prática de uma leva ao crescimento das outras! A prática de uma leva ao crescimento das outras!

42 COMO CONSEGUIR BONS HÁBITOS? ROTINAS!

43 AFIAR O INSTRUMENTO Dedicar um tempo a adquirir critérios éticos. Ler textos sobre os valores. Definir metas de crescimento nas virtudes fundamentais.

44 Ignora-se o comportamento e o hábito. Estágio UM: Inconsciente e Sem Habilidade

45 Estágio Um: Inconsciente e Sem Habilidade

46 Estágio DOIS : Consciente e Sem Habilidade Estágio UM: Inconsciente e Sem Habilidade

47 Toma-se consciência de um novo comportamento, mas ainda não se tem prática. Estágio DOIS : Consciente e Sem Habilidade

48

49 Estágio UM: Inconsciente e Sem Habilidade Estágio TRÊS : Consciente e com Habilidade

50 Com a experiência se sente confortável com o novo comportamento ou prática Estágio TRÊS : Consciente e com Habilidade

51

52 Estágio DOIS : Consciente e Sem Habilidade Estágio UM: Inconsciente e Sem Habilidade Estágio TRÊS : Consciente e com Habilidade

53 Estágio UM : Inconsciente e Sem Habilidade Estágio DOIS : Consciente e Sem Habilidade Estágio TRÊS : Consciente e com Habilidade Estágio QUATRO : Inconsciente e com Habilidade

54 Estágio Quatro: Inconsciente e Habilidoso Este é o estágio em que você já não tem que pensar.

55

56 Estágio Quatro: Inconsciente e Habilidoso Neste estágio não tem que tentar ser uma boa pessoa, pois é uma boa pessoa.boa pessoa

57 MOTIVAÇÃO

58 MOTIVAÇÃO Três tipos distintos de valores podem ser percebidos para definir a ação. a percepção destes tipos valores origina um tipo diferente de motivação. MOTIVAÇÃO: EXTRÍNSECA, INTRÍNSECA OU TRANSCENDENTE

59 MOTIVAÇÃO n n motivação extrínseca - - agente move-se devido às recompensas ou possíveis punições.

60 MOTIVAÇÃO n n motivação intrínseca agente move-se por causa da satisfação que espera obter pelo fato de realizar a ação.

61 MOTIVAÇÃO n motivação transcendente agente move-se por causa da utilidade das próprias ações para outra(s) pessoa(s).

62 QUALIDADE MOTIVACIONAL n n TRÊS MÉDICOS A motivação dominante de cada um produzirá a longo prazo conseqüências positivas ou negativas no seu comportamento.

63 QUALIDADE MOTIVACIONAL motivação dominante extrínseca: conseguir o máximo de honorários do paciente.

64 QUALIDADE MOTIVACIONAL motivação dominante intrínseca: como aproveitar ao máximo a oportunidade de aprender que possibilita o tratamento

65 QUALIDADE MOTIVACIONAL motivação dominante transcendente: a preocupação essencial é a de curar o doente.

66 QUALIDADE MOTIVACIONAL Quando os motivos de tipo transcendente já não pesam nas decisões das pessoas a vida das organizações resulta impossível.

67 QUALIDADE MOTIVACIONAL motivação dominante extrínseca:... motivação dominante intrínseca:... motivação dominante transcendente:... Adolescente, estudante....


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