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O INÍCIO DE UM PROJETO SE DÁ PELA NECESSIDADE DE DEMANDA DE MERCADO, DA ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO DA EMPRESA, DE UM AVANÇO TECNOLÓGICO, DE UMA SUGESTÃO DE.

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1 O INÍCIO DE UM PROJETO SE DÁ PELA NECESSIDADE DE DEMANDA DE MERCADO, DA ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO DA EMPRESA, DE UM AVANÇO TECNOLÓGICO, DE UMA SUGESTÃO DE CLIENTE, DE REQUERIMENTOS LEGAIS E POR OUTROS FATORES: definição do produto SISTEMA DE INFORMAÇÃO ATUANTE LEMBRAR DO APROFUNDAMENTO DOS ESTUDOS PASSO A PASSO ELABORANDO UM PROJETO

2 NÃO ABANDONA A IDÉIA SIM REINICIA O CICLO DE APERFEIÇOAMENTO DA IDÉIA ESQUEMA DO PROCESSO DE ESTUDO DO PROJETO

3 E DO CICLO DE VIDA DO PROJETO Distribuição do nível de atividade ao longo do ciclo de vida de um projeto – segundo Dinsmore Recursos e esforços iniciação Planeja- mento Execução/ Planejamento Encerramento tempo

4 DEFINIDO O INÍCIO DO PROJETO, SUA CONCEPÇÃO, É PREPARADO UM DOCUMENTO INICIAL CHAMADO DE TERMO DE ABERTURA DO PROJETO. PARA A ELABORAÇÃO DO TERMO DE ABERTURA DO PROJETO SÃO NECESSÁRIOS ESCLARECIMENTOS ÀS SEGUINTES PERGUNTAS: ELABORANDO UM PROJETO

5 QUAIS AS FILOSOFIAS E POLÍTICAS GERENCIAIS QUE NORTEARÃO O PROJETO? QUAIS OS OBJETIVOS E METAS PRINCIPAIS? QUAL SERÁ A AUTORIDADE REAL DO GERENTE DO PROJETO? COMO SERÁ A INTERFACE ENTRE O GERENTE E SUA EQUIPE COM A ALTA ADMINISTRAÇÃO, COM OS CLIENTES, USUÁRIOS E DEMAIS SETORES DA EMPRESA? QUAIS OS PRINCIPAIS MARCOS DO PROJETO? QUAIS AS PECULIARIDADES CONTRATUAIS? COMO SERÁ A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO PROJETO? QUAIS AS EXPECTATIVAS DO CLIENTE OU USUÁRIO? ELABORANDO UM PROJETO

6 O TERMO DE ABERTURA DEVE CONTER OS SEGUINTES PONTOS: JUSTIFICATIVA DO PROJETO REQUISITOS E NECESSIDADES, EXPECTATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO E IMPACTOS SOBRE O NEGÓCIO PREMISSAS E RESTRIÇÕES OBJETIVOS LISTA DE RESULTADOS PRINCIPAIS A SEREM ALCANÇADOS FASES, RESULTADOS E MARCOS (CRONOGRAMA) MEDIDAS DE DESEMPENHO RISCOS E DESAFIOS ESTIMATIVA DE RECURSOS PRINCIPAIS STAKEHOLDERS, PATROCINADOR, GERENTE ETC ELABORANDO UM PROJETO Ver modelo de termo

7 SEQUÊNCIA DE UM PLANO DO PROJETO Planejamento Do ESCOPO Detalhamento Do ESCOPO Definição de ATIVIDADES Planejam. de RECURSOS Sequência de ATIVIDADES Estimativa de Duração das ATIVIDADES Estimativa de Custos das ATIVIDADES Planejamento Gerenciamento Dos Riscos CRONOGRAMA ORÇAMENTO Desenvolvimento Do PLANO de Projeto FIM

8 O PRÓXIMO PASSO NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO É A ELABORAÇÃO DE SEU CRONOGRAMA COM BASE NOS TEMPOS ESTIMADOS DE CADA ATIVIDADE MOSTRANDO COMO AS SUAS DURAÇÕES E INTERDEPENDÊNCIAS SE RELACIONAM NO TEMPO É UMA FERRAMENTA FUNDAMENTAL DE PLANEJAMENTO E CONTROLE ESSA REPRESENTAÇÃO É FEITA ATRAVÉS DO GRÁFICO DE GANTT CRONOGRAMA Ver EXEMPLO

9 CRONOGRAMA

10 ORÇAMENTO Ver EXEMPLO RETORNAR

11 O MERCADO É O PONTO DE PARTIDA PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DEFINIÇÃO DO PRODUTO E SEU MERCADO POTENCIAL(SEGUIMENTO) CICLO DE VIDA DO PRODUTO CONFRONTO ENTRE DEMANDA (QUANTIDADE QUE OS CONSUMIDORES DESEJAM E PODEM COMPRAR A DETERMINADO PREÇO) E OFERTA ELASTICIDADE PREÇO DA DEMANDA REGIÃO GEOGRÁFICA (IMPORTANTE PARA DEFINIR A LOCALIZAÇÃO) PREÇO DE VENDA, CUSTO DE COMERCIALIZAÇÃO, ESTOQUES (IMPORTANTES PARA AS PROJEÇÕES DO PROJETO) MERCADO/LOCALIZAÇÃO

12 LOCALIZAÇÃO CONSISTE EM ENCONTRAR UMA LOCALIZAÇÃO QUE POSSIBILITE A MELHOR RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIOS QUE POSSIBILITE UM MAIOR LUCRO COMPATÍVEL COM A VIDA UTIL DO PRODUTO A LOCALIZAÇÃO TEM UMA NATUREZA DINÂMICA PELOS FATORES: EXPANDIR O QUE EXISTE E/OU SUBCONTRATAR RETER A FÁBRICA ATUAL E IMPLANTAR OUTRA RELOCALIZAR A FÁBRICA ATUAL MERCADO/LOCALIZAÇÃO

13 LOCALIZAÇÃO FATORES LOCACIONAIS PARA COMPARAÇÃO LOCALIZAÇÃO DEPENDENTE DAS ENTRADAS LOCALIZAÇÃO DEPENDENTE DAS ASÍDAS LOCALIZAÇÃO DEPENDENTE DO PROCESSO ÁGUA ENERGIA CLIMA MÃO DE OBRA TRANSPORTE ETC MERCADO/LOCALIZAÇÃO

14 COM BASE NO MERCADO E NA LOCALIZAÇÃO, É POSSÍVEL DEFINIR OS ASPECTOS DE ENGENHARIA DO PROJETO CONSIDERANDO OS SEGUINTES FATORES: A ESCALA DE PRODUÇÃO OU O TAMANHO DA EMPRESA EQUIPAMENTOS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO EXISTENTE ECONOMIA DE ESCALA POSSÍVEL PONTO DE EQUILÍBRIO PROJEÇÕES PARA AVALIAÇÃO ENGENHARIA

15 FATORES A CONSIDERAR NA DETERMINAÇÃO DA ENGENHARIA TAMANHO EM FUNÇÃO DOS CUSTOS TAMANHO EM FUNÇÃO DO MERCADO TAMANHO EM FUNÇÃO DA LOCALIZAÇÃO TAMANHO PELA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS TAMANHO E ASPECTOS TÉCNICOS TAMANHO ÓTIMO, QUE CONSIDERA TODOS OS FATORES MENCIONADOS ANÁLISES DE VIABILIDADE ECONÔMICA ENGENHARIA

16 É A DEFINIÇÃO DO QUADRO DE PESSOAL NECESSÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE A DEFINIÇÃO DO TIPO DE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL UTILIZADA ESSAS INFORMAÇÕES, VÃO COMPOR OS ESTUDOS DE ENGENHARIA E AS PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS DE CUSTOS, INVESTIMENTO, RECEITAS ETC, PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

17 ANALISAR AS IMPLICAÇÕES DA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO EM DETERMINADA REGIÃO VERIFICAR ALGUM IMPEDIMENTO LEGAL QUE POSSA EXISTIR E FORMAS DE RESOLVER ESSAS INFORMAÇÕES, VÃO COMPOR OS ESTUDOS DE ENGENHARIA E AS PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS DE CUSTOS, INVESTIMENTO, RECEITAS ETC, PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE JURÍDICO E MEIO AMBIENTE

18 COM BASE NAS PREVISÕES (ESCALA DE PRODUÇÃO) ELABORAR OS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS: COM BASE NESSES DEMONSTRATIVOS PROJETADOS, AVALIAR A ALTERNATIVA DE INVESTIMENTO ESSAS INFORMAÇÕES SÃO RESULTADOS DAS PROJEÇÕES E ORÇAMENTOS QUE VÃO SENDO ELABORADOS NO DECORRER DO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO CONTÁBIL

19 SÃO TODAS AS NECESSIDADES DE RECURSOS PARA A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO CAPITAL DE GIRO CUSTO DO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO PATENTES/MARCAS/FRANQUIA ETC EQUIPAMENTOS/MOVEIS/UTENSÍLIOS PRÉDIOS VEÍCULOS ETC. INVESTIMENTO

20 NESTA FASE, É POSSÍVEL SE FAZER UM CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO INVESTIMENTO TERRENO CONSTRUÇÃO EQUIPAMENTOS CAPITAL DE GIRO

21 É A DEFINIÇÃO DOS RECURSOS DISPONÍVEIS PARA O PROJETO, INTERNOS E/OU EXTERNOS É A BUSCA DE RECURSOS EM FONTES QUE POSSIBILITEM O RETORNO ESPERADO PARA O PROJETO BUSCAR AS FONTES DE RECURSOS ESTABELECIDAS NO INVESTIMENTO, NOS PRAZOS DEFINIDOS NO CRONOGRAMA NEGOCIAÇÃO DE PRAZOS E TAXAS ADEQUADAS FINANCIAMENTO

22 A CADA APROFUNDAMENTO DOS ESTUDOS DO PROJETO, VAI SE COMPLETANDO OS ORÇAMENTOS E DEFININDO OS CRONOGRAMAS PARA AS ANÁLISES SÃO OS SEGUINTES QUADROS FINANCEIROS QUADRO DE INVESTIMENTO QUADRO DE FONTES E APLICAÇÕES DE RECURSOS QUADRO DE PROJEÇÕES DE RESULTADOS FLUXO DE CAIXA CRONOGRAMAS E PROJEÇÕES DE CUSTOS E RECEITAS

23 ITENS CONSIDERADOS PARA A PROJEÇÃO DE RESULTADOS RECEITA BRUTA (-) ABATIMENTOS E IMPOSTOS RECEITA LÍQUIDA (-) CUSTO DE PRODUÇÃO / CMV = MARGEM BRUTA (-) DESPESAS COM PESSOAL (-) DESPESAS COM MANUTENÇÃO (-) DESPESAS ADMINISTRATIVAS = LUCRO OPERACIONAL (+-) RESULTADO FINANCEIRO = LUCRO ANTES DO IR (-) IR = LUCRO LÍQUIDO CRONOGRAMAS E PROJEÇÕES DE CUSTOS E RECEITAS

24 PROJEÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ENTRADAS LUCRO ANTES DO IR + DEPRECIAÇÃO + VALOR RESIDUAL: CAPITAL GIRO/ATIVO FIXO (-) SAÍDAS INVESTIMENTO PRÓPRIO AMORTIZAÇÕES FINANCEIRAS IMPOSTO DE RENDA PERIODO ANTERIOR = FLUXO DE CAIXA CRONOGRAMAS E PROJEÇÕES DE CUSTOS E RECEITAS

25 AVALIAÇÃO DE PROJETOS Adaptado de Mauro Sotile Estudo da Viabilidade Critério de Seleção Planejamento e execução dos Projetos Aprovados NA PRIORIZAÇÃO, DEVEMOS BASEAR-SE NO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (MISSÃO, VISÃO, ESTRATÉGIAS, OBJETIVOS, ETC.) FIM Exercícios Avaliação

26 VAMOS CONSTRUIR A PRIMEIRA PENEIRA CADA UM SUGERE UMA IDÉIA DE PROJETO: LISTAR AS IDÉIAS DE PROJETOS: Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

27 VAMOS SELECIONAR OS PROJETOS QUE SE ALINHAM COM O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA EMPRESA TENDA CONSTRUTORA: VISÃO:Ser a maior empresa em vendas e a melhor em retorno aos acionistas (ROI) do setor de incorporação, desenvolvimento urbano e construção, no segmento residencial Chegaremos lá com: (ESTRATÉGIA) Gente comprometida, focada em resultados e com uma cultura forte; Produtos diferenciados em todos os segmentos residenciais; Produtos competitivos que atendam às expectativas de qualidade e prazo de nossos clientes. VALORES: INOVAÇÃO e o desejo de atender o CLIENTE nos guia rumo aos RESULTADOS sem perder a QUALIDADE. GENTE que com OBJETIVIDADE diminui os CUSTOS, respeitando o MEIO AMBIENTE E COMUNIDADE. OBJETIVOS: Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

28 VAMOS SELECIONAR OS PROJETOS QUE SE ALINHAM COM OS OBJETIVOS DE EMPREENDEDORES: COM BASE NO CAPITAL DISPONÍVEL ? COM BASE EM INCENTIVOS FISCAIS E FINANCEIROS ? COM BASE NA CAPACIDADE TÉCNICA ? COM BASE EM TODOS ESSES FATORES ? OU COM BASE EM OUTROS FATORES QUE SE ALINHEM COM OS INTERESSES DOS INVESTIDORES Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

29 CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DE PROJETOS CONSIDERANDO: Economia Capitalista Projeto Privado Investimento com capital terceiros e/ou próprio Com Metodologia Quantitativa Considerando a Teoria da Administração Financeira e parte da Teoria do Bem estar Social Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

30 CONSIDERANDO TEORIA DA AVALIAÇÃO FINANCEIRA (ponto de vista da empresa e/ou Capital Próprio) Estimar os BENEFÍCIOS (Ganhos e Receitas) Social e/ou Privado Estimar os CUSTOS -Social e/ou Privado ELABORAR UM FLUXO DE CAIXA Comparar os resultados com base nos indicadores Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

31 INDICADORES DE VIABILIDADE DO PROJETO (Clemente,p:171) Valor Presente Líquido Taxa Interna de Retorno (TIR) Índice Benefício/Custo Período de Recuperação (pay-back) Análise de Sensibilidade Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

32 EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO 1 Considere que, para uma empresa cuja TMA é 10% a.a., surjam duas propostas de investimento. A primeira exige investimento inicial de R$ ,00, e trás benefícios anuais de R$ 3.000,00. A segunda requer investimento inicial de R$ ,00 e apresenta benefícios anuais na ordem de R$ 5.500,00. Para ambas as propostas, o valor residual é de 12% do valor original após 8 anos de uso. Calcule os indicadores econômico-financeiros (VPL, TIR, PAYBACK e IBC) e elabore um relatório para justificar a escolha da melhor proposta. Leonidas Lopes de Camargo AVALIAÇÃO DE PROJETOS

33 EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO 2 Uma empresa, cuja TMA é 8% ao mês, precisa decidir entre a compra de dois equipamentos com as seguintes características: Leonidas Lopes de Camargo Equipamento AEquipamento B Investimento InicialR$ ,00R$ ,00 Valor ResidualR$ ,00R$ ,00 Benefícios MensaisR$ ,00 Vida Útil (meses)12 Calcule os indicadores de análise (VPL, TIR, PAYBACK e IBC) e elabore um relatório para justificar a escolha da melhor proposta AVALIAÇÃO DE PROJETOS

34 EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO 3 O Departamento de engenharia está estudando a possibilidade de redução de custos por meio da modernização dos equipamentos e instalações. Um dos estudos aponta uma redução de mão-de-obra por meio da compra de equipamentos de base microeletrônica para substituir os atuais. As perspectivas da substituição são apresentadas no quadro abaixo: Leonidas Lopes de Camargo Estimativas Investimento InicialR$ ,00 Redução anual dos custos (DRE)R$ ,00 Valor ResidualR$ ,00 Vida Econômica5 anos Depreciação Linear AnualR$ ,00 TMA10% AVALIAÇÃO DE PROJETOS

35 Continuação EXERCÍCIOS DE AVALIAÇÃO 3 Para uma Alíquota de Imposto de Renda de 35%, pede-se: a) Analisar a viabilidade do projeto antes do IR b) Analisar a viabilidade do projeto após o IR c) Analisar a viabilidade de alugar a máquina por R$ ,00 a.a. d) Analisar as conseqüências de 60% do investimento inicial ser financiado pelo sistema SAC com juros de 8% a.a. Leonidas Lopes de Camargo fim AVALIAÇÃO DE PROJETOS

36 FLUXO DE CAIXA - DADOSDADOS Do ponto de vista do empreendimento, sem financiamento e Sem Imposto de Renda: Perí odo Lucro A.IR Pelo DRE DepreciaçãoFluxo de Caixa 123 = formulário CONSIDERAR A DEPRECIAÇÃO SE O FLUXO DE CAIXA FOI RETIRADO DE UM DRE CASO CONTRÁRIO, DESCONSIDERAR E UTILIZAR O SALDO DO FLUXO DE CAIXA ADICIONAR AO FLUXO VALOR RESIDUAL E CAPITAL DE GIRO AVALIAÇÃO DE PROJETOS

37 FLUXO DE CAIXA DADOSDADOS Do ponto de vista do empreendimento, SEM financiamento e COM Imposto de Renda: Per íod o Fluxo de Caixa Antes IR Depre- ciação Renda Tributável Imposto de Renda (30%) Fluxo de Caixa Após IR 123 = = i%*35= ADICIONAR AO FLUXO VALOR RESIDUAL E CAPITAL DE GIRO AVALIAÇÃO DE PROJETOS

38 FLUXO DE CAIXA DADOSDADOS Do ponto de vista do Capital Próprio, COM financiamento de e COM Imposto de Renda: Pe- río- do Fluxo de Caixa Antes IR Amor tiza- ção JurosDepre ciação Renda Tributá- vel Imposto de Renda (30%) Fluxo de Caixa Após IR 12345=1-36= i% * 5 7= ADICIONAR AO FLUXO VALOR RESIDUAL E CAPITAL DE GIRO formulário AVALIAÇÃO DE PROJETOS

39 FLUXO DE CAIXA Períodos n INVESTIMENTO FONTES (-) ENTRADAS DE CAIXA SAÍDAS DE CAIXA SALDO DE CAIXA (-) VER ANEXO AS PLANILHAS DE ELABORAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA (-) IR ( se houver, consid.deprec AVALIAÇÃO DE PROJETOS

40 FLUXO DE CAIXA (Ver modelo planilha)Ver modelo planilha Períodos012...n INVESTIMENTO(-) Imóveis Instalações Físicas Máquinas e Equipamentos Móveis e Utensílios Veículos Gastos Pré Operacionais Capital de Giro AVALIAÇÃO DE PROJETOS

41 FLUXO DE CAIXA (Ver modelo planilha) Períodos012...n FONTES DE FINANCIAM. Capital Próprio Capital de Terceiros AVALIAÇÃO DE PROJETOS

42 FLUXO DE CAIXA (Ver modelo planilha) Períodos012...n ENTRADAS DE CAIXA Vendas à Vista Recebto.Vendas a Prazo Receitas Não Operacionais Valor Residual Ativo Fixo Valor do Cap. de Giro AVALIAÇÃO DE PROJETOS

43 FLUXO DE CAIXA (Ver modelo planilha) Períodos012...n SAÍDAS DE CAIXA Amortização Financiamento Despesas Financeiras Aluguéis Matéria Prima Materiais Salários Etc (menos depreciação) AVALIAÇÃO DE PROJETOS

44 VALOR PRESENTE LÍQUIDO É A DIFERENÇA ENTRE O VALOR INVESTIDO E O VALOR DOS SALDOS DE CAIXA ESPERADOS, DESCONTADOS PARA A DATA INICIAL, UTILIZANDO-SE UMA TAXA DE DESCONTO (UMA TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE)

45 VALOR PRESENTE LÍQUIDO O VALOR POSITIVO DO VPL REPRESENTA QUE OS BENEFÍCIOS (Fluxo de Caixa) FORAM SUFICIENTES PARA A RECUPERAÇÃO TOTAL DO INVESTIMENTO E POSSIBILITOU AINDA UM EXCEDENTE. QUANTO MAIOR O EXCEDENTE, MAIS ATRATIVO É O PROJETO

46 VALOR PRESENTE LÍQUIDO EXEMPLO Um projeto com investimento de , sendo para Ativo Fixo com vida útil de 10 anos com valor residual de 10% e para Capital de Giro. O projeto pode gerar lucros anuais de $ Antes de Juros e IR de 30%. Do investimento, R$ são de terceiros a 10% a.a. em 6 anos, pelo sistema SAC e o saldo é próprio. Ir para planilhaIr para planilha formulário RETORNAR

47 TAXA INTERNA DE RETORNO TIR É outro importante indicador para mensurar a viabilidade do projeto Um Projeto é viável, se a TIR for maior do que a taxa mínima de atratividade (TMA) Matematicamente, A TIR é a taxa que torna nulo o VPL A TIR pode ser considerada como a potencialidade do projeto gerar retornos A TIR é a taxa de remuneração do capital investido

48 TAXA INTERNA DE RETORNO TIR Matematicamente, a TIR pode ser representada pela Fórmula: OU SEJA: QUANDO O VPL FOR ZERO, ESSA SERÁ A TAXA DE RETORNO A taxa pode ser encontrada pela calculadora hp (irr) ou pela planilha eletrônica ou até mesmo por interpolação do VPL A diferença entre a TMA e a TIR é a margem de segurança do projeto. Ir para planilhaIr para planilha

49 ÍNDICE BENEFÍCIO/CUSTO Indica quanto se ganha por unidade de capital investido Esse indicador, embora útil para avaliar projeto, não é recomendável para selecionar o melhor entre diversos projetos viáveis Aceita-se projeto em que IBC > 1 RETORNAR

50 ÍNDICE BENEFÍCIO/CUSTO O IBC pode ser calculado pela fórmula: Do Exemplo dado, com investimento FC 0 de R$ ,00 e a somatória dos Fluxos de Caixa atualizados (Ponto de vista do empreendimento sem financiamento) a 10% de ,15 O IBC é de: / = 1,18 Ir para a planilha

51 PERÍODO DE RECUPERAÇÃO PAYBACK É o tempo necessário para a recuperação do investimento realizado Quanto maior o PRI, maior será o risco relacionado ao tempo Para calcular o PRI, toma-se o Fluxo de Caixa atualizado a uma determinada taxa, acumulando-se período a período o Valor presente de cada benefício, até que a soma se iguale ao Investimento.

52 PERÍODO DE RECUPERAÇÃO PAYBACK Do Exemplo dado, com investimento FC 0 de R$ ,00 e a somatória dos Fluxos de Caixa atualizados (Ponto de vista do empreendimento sem financiamento) a 10% de ,15 No Período 9 já foram recuperados R$ ,5 dos ,00, Faltando R$ 1.783,43 a ser recuperado com os R$ ,57 de benefícios do período 10 PRI = 9 + (1.783,43/27.373,57) = 9,065. Ir para planilha

53 ANÁLISE DE SENSIBILIDADE EM TODO PROJETO, EXISTE A INCERTEZA DAS PROJEÇÕES : COMPORTAMENTO FUTURO DA ECONOMIA; QUAL TAXA DE DESCONTO UTILIZAR; O COMPORTAMENTO FUTURO DA DEMANDA; O COMPORTAMENTO FUTURO DOS CUSTOS E DESPESAS; PARA DESENVOLVER A ANÁLISE DE SENSIBILIDADE, BASTA VARIAR, UM DE CADA VEZ OS PARÂMETROS DE ENTRADA, ANOTANDO OS RESULTADOS DOS INDICADORES COM OS RESULTADOS, PODE-SE VERIFICAR OS RISCOS DO PROJETO A DETERMINADA SITUAÇÃO

54 EXEMPLO Um projeto com investimento de , sendo para Ativo Fixo com vida útil de 10 anos com valor residual de 10% e para Capital de Giro. O projeto pode gerar lucros anuais de $ Antes de Juros e IR de 30%. Do investimento, R$ são de terceiros a 10% a.a. em 6 anos, pelo sistema SAC e o saldo é próprio. Ir para planilhaIr para planilha S FIN E IR S FIN C IR C FIN E IR RETORNAR

55 Escopo do projeto O ESCOPO DO PROJETO REFERE-SE À DEFINIÇÃO DAS FRONTEIRAS ENTRE DETERMINADAS TAREFAS. DEFINE ONDE TERMINA UM TRABALHO E COMEÇA OUTRO (BASE PARA O CRONOGRAMA) O ESCOPO DEFINE A ABRANGÊNCIA DO PROJETO

56 Planejamento de Capital Humano O GERENCIAMENTO DO CAPITAL HUMANO PODE SER VISTO SOB 3 DIMENSÕES ADMINISTRATIVO E BUROCRÁTICO DEFININDO AS FUNÇÕES, RECRUTAMENTO E SELEÇÃO, SALÁRIOS, BENEFÍCIOS ETC. DE ALOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA: DEFININDO QUANTAS PESSOAS COM QUAIS QUALIFICAÇÕES DURANTE QUAL PERÍODO DE TEMPO COMPORTAMENTAL: NECESSIDADES DE TREINAMENTO, COMO MOTIVAR, COMO RESOLVER CONFLITOS ETC.

57 GERENCIAMENTO DE RISCO EM AMBIENTE ESTÁVEL AS DECISÕES PODEM SER TOMADAS PELA EXPERIÊNCIA EM SITUAÇÕES DE CERTEZA, AS DECISÕES PODEM SER PROGRAMADAS DECISÕES EM CONDIÇÕES DE RISCO OU INCERTEZA NÃO SÃO PROGRAMÁVEIS ASSIM, GERENCIAR RISCOS É UM PROCESSO SISTEMÁTICO DE ANÁLISE DE POSSÍVEIS RISCOS QUE POSSAM OCORRER COMO DADOS FÍSICOS OSCILAÇÕES ECONÔMICAS E DE MERCADO RISCOS TECNOLÓGICOS ETC. A ANÁLISE DE SENSIBILIDADE PODE AUXILIAR


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