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QUALIDADE DA ÁGUA E RISCO À SAÚDE: UMA ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES-SP Seminário PROÁGUA É

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Apresentação em tema: "QUALIDADE DA ÁGUA E RISCO À SAÚDE: UMA ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES-SP Seminário PROÁGUA É"— Transcrição da apresentação:

1 QUALIDADE DA ÁGUA E RISCO À SAÚDE: UMA ABORDAGEM EPIDEMIOLÓGICA Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES-SP Seminário PROÁGUA É SAÚDE: A consolidação da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano no SUS/SP, SAMA/CVS 13 de Novembro de VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS

2 ALIMENTO Toda substância ou mistura de substâncias no estado sólido, líquido ou pastoso ou qualquer outra forma adequada, com a finalidade de fornecer ao organismo humano os elementos normais à sua formação, manutenção e desenvolvimento. ÁGUA E DEMAIS ALIMENTOS Exposição drástica, permanente e inevitável para garantir a vida - RISCO

3 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w As mudanças ao longo do tempo: medidas de saneamento básico contribuem para o declínio das Doenças Infecciosas e Parasitárias mudanças recentes nos hábitos alimentares, nos processos tecnológicos de produção dos alimentos, a globalização do mercado de alimentos, a intensa mobilização da população alteram o perfil epidemiológico das doenças infecções emergentes - alteram o conceito tradicional sobre DIARRÉIA e SURTOS, e desafiam os controles vigentes

4 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w INFECÇÕES EMERGENTES E REEMERGENTES infecções que apareceram recentemente na população ou existiam mas, tem aumentado rapidamente em sua incidência e em abrangências geográficas mutações de patógenos avanços nos métodos de investigação e detecção melhoria dos SVE - DTA

5 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w ÁGUA COMO VEÍCULO DE DOENÇAS Gastroenterites/DIARRÉIAS ( 250 quadros clínicos ) Dermatites Meningoencefalites Outras w PATÓGENOS TRANSMITIDOS PELA ÁGUA Bactérias, vírus e parasitas Substâncias químicas/tóxicas, metais e outros

6 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w BACTÉRIAS Vibrios - Vibrio Cholerae Shigueloses Salmonella typhy outras salmoneloses E. coli O 157:H7 Campylobacter H. pylori Outras w Transmitidas Diretamente pela Água ou replicam nos Alimentos Contaminados

7 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w VIRUS Hepatite A e E Norwalk e similares Rotavirus Calicivirus Poliovirus (Enterovirus tipo I, II, III) Outros w São geralmente limitados a hospedeiros humanos, veiculados por água ou alimentos contaminados por fezes, não se replicam na água ou alimento, estáveis no meio ambiente, baixa dose infectiva e geralmente resistentes aos métodos de controle e desinfecção utilizados para bactérias.

8 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w PARASITAS Giardia Cryptosporidium Cyclospora Amebas e Naeglerias Outros w Tem geralmente uma variedade de hospedeiros humanos e animais, veiculados em formas de cistos ou oocistos por água ou alimentos contaminados por fezes, geralmente não se replicam na água ou alimento, estáveis no meio ambiente, baixa dose infectiva, muito baixas concentrações na água e alimentos, e resistentes aos métodos de controle e desinfecção utilizados para bactérias.

9 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS w OUTROS CONTAMINANTES Venenos químicos, pesticidas e outros Cobre Nitritos Hidróxido de Sódio Cloro Sabões líquidos Algas e outras toxinas Outros w Situações ainda pouco detectadas pelos SVE

10 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA w CONCEITO a) surto - mais de 1 caso individual de uma determinada doença b) 2 ou mais pessoas tem uma doença similar depois da ingestão de água (sistemas) ou exposição às águas de recreação c) evidências epidemiológicas que implicam a água como fonte provável da doença (são excluídas as contaminações por preparo/manipulação) [EPA, CDC e CSTE]

11 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA w OBJETIVOS caracterizar a epidemiologia dos surtos de doenças transmitidas pela água identificar o agente etiológico causador do surto e determinar a causa do surto treinar equipes como detectar, investigar e controlar atuação integrada de vários órgãos - VE, VS, Saneamento, Meio Ambiente, Agricultura, etc.. atuação em níveis integrados - locais, estaduais, federais e internacional nas iniciativas para prevenir as doenças

12 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA w EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS PELA ÁGUA Dados sobre os surtos - análise da tendência dos distintos agentes etiológicos causadores - parâmetro importante para a avaliação da adequação de tecnologias utilizadas para monitoramento da qualidade e segurança da água; indicador de necessidades de mudança dos métodos de controle e identificação de problemas Dados sobre o tipo de sistemas de água, rotinas de tratamento, sistema de distribuição e outros fatores ou múltiplos fatores (estudo das deficiências, HACCP) Águas para a recreação - piscinas, spas, lagos, parques aquáticos, etc..

13 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA/ALIMENTOS ¨ MDDA - monitorização simples da diarréia em unidades sentinelas - alerta às doenças de alto potencial alastrador e para detecção de surtos ¨Município DIR CVE CENEPI

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17 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA/ALIMENTOS ¨ VIGILANCIA DE SURTOS DE DTA - notificação dos surtos, visando a etiologia da doença e a identificação do alimento suspeito (equipes locais de VE, VS, Agricultura, etc.). w Município DIR CVE CENEPI

18 Número de surtos de DTA por etiologia, no ESP, nos anos de 1995 a agosto de 2000

19 Distribuição dos surtos de DTA por etiologia, no ESP

20 Distribuição dos surtos notificados segundo a fonte causadora, no ESP

21 Distribuição dos surtos notificados como a fonte causadora Água por agente etiológico, no ESP

22 Distribuição dos surtos notificados como a fonte causadora água + alimentos por agente etiológico, no ESP

23 Distribuição dos surtos de DTA por etiologia, no ESP

24 Distribuição dos surtos de DTA por fonte causadora, no ESP

25 Ocorrência (%) de surtos por tipo de local

26 Distribuição de surtos de DTA por municípios no estado de São Paulo

27 Surtos Notificados ao CVE no ano 2000 (Janeiro a Agosto) 50 surtos casos ¨ % Surtos por etiologia Desconhecida - 18,0%- 9 surtos (577 casos) Salmonella - 22,0% - 11 surtos (228 casos) E. coli - 2,0% - 1 surto (17 casos) Rotavírus - 6,0% - 3 surtos (45 casos) Hepatite A - 52% - 26 surtos (305 casos)

28 Distribuição dos surtos de DTA por etiologia, no ESP - Janeiro/Agosto 2000

29 Distribuição dos surtos de DTA segundo a fonte causadora no ESP

30 Distribuição dos surtos notificados como a fonte causadora Água por agente etiológico, no ESP - Jan/Ago 2000

31 Distribuição dos surtos notificados como a fonte causadora Água + Alimento por agente etiológico, no ESP - Jan/Ago 2000

32 Surto em General Salgado w Caracterização da cidade em seus aspectos demográficos, sociais e ambientais (entrevistas com as autoridades dos vários órgãos de governo na cidade) w Análise de todas as fontes de dados relacionadas com diarréia e o surto de 1999 w Análise dos prontuários dos pacientes w Construção de hipóteses w Estudo de Caso-Controle para caracterização do quadro clínico e estabelecimento dos alimentos de maior risco (água e verduras) - hipótese - parasita w Análise das condições do sistema de água e esgoto w Análises laboratoriais - pesquisa de bactéria, vírus e parasita

33 Água e esgoto

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36 1° Surto de Cyclospora cayetanensis

37 Mapeamento dos casos de Diarréia General Salgado

38 VIGILÂNCIA ATIVA DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA/ALIMENTOS w Considerações A investigação de surtos deve se embasar fortemente em critérios clínicos (quadro clínico, período de incubação, duração da diarréia) e estudos epidemiológicos Os surtos devido à água apontam para deficiências no sistema de tratamento e distribuição e de metodologias de controle da qualidade Os vírus e parasitas são de difícil detecção na água e alimentos em geral, e exigem técnicas laboratoriais mais sofisticadas Surtos de grande proporção, espalhados na comunidade, geralmente, podem estar associados à água e parasitas Os métodos comuns de monitoramento de qualidade (índice de coliformes, por ex. ) não são bons indicadores da inocuidade da água frente a alguns patógenos emergentes).

39 DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO HÍDRICA E ALIMENTAR - CVE/SES-SP w Nosso site na Internet w Nosso e. mail w Nosso telefone 0XX


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