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PROGRAMA JORNAL E EDUCAÇÃO ANJ Mudanças e novos rumos 2007.

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Apresentação em tema: "PROGRAMA JORNAL E EDUCAÇÃO ANJ Mudanças e novos rumos 2007."— Transcrição da apresentação:

1 PROGRAMA JORNAL E EDUCAÇÃO ANJ Mudanças e novos rumos 2007

2 COMITÊ ANJ RESP. SOCIAL CONTEÚDOS GOVERNANÇA CORPORATIVA CIDADANIA CORPORATIVA COMITÊ EDITORIAL ANJ COMITÊ GESTÃO ANJ INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO RENÚNCIA FISCAL Jornal Educação Lei Rouanet FIA - IR Princípios Relevância Cadeia Valores Premissas Visão solidária Orientações

3 PROPOSTA DE ATUAÇÃO Direta Indireta conteúdos Nacionais aprovados ANJ Disseminação Local Estadual Nacional Seminário semestral Cursos Site Seminário anual informes

4 Projeto que deve ser desenvolvido de forma a permitir que as empresas de comunicação possam participar efetivamente do processo de redesenho social brasileiro por meio da promoção da leitura e da escrita, fomento à educação e à cidadania ativa. Tudo isso em perfeita sintonia com o seu negócio, dando visibilidade ao produto jornal e sendo beneficiadas por estratégias potencialmente capazes de gerar aumento de circulação, sustentabilidade e valorização do meio. JORNAL E EDUCAÇÃO Conceito e Premissa ANJ

5 VISÃO ANJ Ganhos EmpresariaisGanhos Sociais Familiarizar novos públicos (Prospecção) Formar novos leitores; (mercado futuro) Sobrevivência do negócio; (Sustentabilidade) Aumento da demanda; (Circulação) Satisfação e Reputação; (Fidelização) Valorização da marca; (Ativo Intangível) Incremento conceito de serviço; (Marketing Social) Diferenciação competitiva; (Avaliação Externa) Consistência de informações; (Balanço Social) Relacionamento e Alianças (Cadeia de Valor) Capitalizar a convergência mídia e educação (Estratégia de oportunidade) Promover o uso correto e eficiente do conteúdo do jornal no ensino-aprendizagem; (Relevância do meio) Fomentar o acesso à informação como um direito cidadão; (Democratização) Oferecer recurso voltado à melhoraria educacional e social; (Potencializar competências) Aperfeiçoar as práticas de leitura e escrita no ambiente escolar; (Compromisso com a educação) Apoiar o desenvolvimento das comunidades onde atua; (Fazer diferença social)

6 PARCERIA TODOS PELA EDUCAÇÃO... toda criança e jovem de 4 a 17 anos estará na escola.... toda criança de 8 anos saberá ler e escrever.... todo aluno aprenderá o que é apropriado para sua série.... todos os alunos vão concluir o Ensino Fundamental e Médio.... o investimento na educação básica será garantido e bem gerido. Até 7 de setembro de

7 PJE – DESAFIOS ANJ 07/08 Criar Indicadores nacionais (avaliação); Oferecer programa de orientação com foco em gestão e resultados (capacitação); Trabalhar em rede (reduzir custos e potencializar resultados); Garantir Visibilidade 1 – projetos associados (jornal ANJ e site); Garantir Visibilidade 2 – Programa ANJ (campanha de mídia) Enquadramento PJE-ANJ na Lei Rouanet (Benefício Fiscal); Inclusão dos jornais distribuídos no IVC (circulação); Refazer o site (facilidades e capacitação) Ampliar o número de projetos no Brasil; Tangibilizar parceria com o Todos pela Educação;

8 EXPECTATIVAS ANJ Projetos dos jornais associados 1. Que os associados desenvolvam projetos com parâmetros, metas e objetivos alinhados ao conceito e às premissas definidos pela ANJ; 2. Que os associados promovam a distribuição de exemplares inteiros, pelo menos de cinco das sete edições semanais, distribuídos no dia ou posteriormente em forma de encalhe, por um período nunca inferior a um semestre; 3. Que os projetos ofereçam orientação técnica e pedagógica aos públicos envolvidos (secretarias de educação, professores, coordenadores pedagógicos, universidades, outros); 4. Que os projetos possibilitem avaliação; 5. Que promova aproximação empresa-escola, empresa-academia, empresa-comunidade;

9 EXPECTATIVAS ANJ em relação aos projetos de JE 6. Que a coordenação do projeto participe das avaliações nacionais promovidas pelo Comitê de Jornal na Educação da ANJ; 7. Que o modelo adotado integre todas as iniciativas da empresa afinadas com a questão educacional: Jovens Leitores, Repórter Mirim, Cadernos Especiais de Educação, Programas de Visita, etc., dentro de uma política única de sustentabilidade, responsabilidade social e qualificação da marca do veículo. 8. Que o projeto mantenha-se, preferencialmente, independente de qualquer instância de governo - seja federal, estadual ou municipal - a fim de garantir solução de continuidade nas mudanças decorrentes de eleições, fidelidade à fundamentação pedagógica, não ingerência política e, acima de tudo, a independência editorial do veículo.

10 GANHOS E PERDAS GanhosPerdas Trabalhar dentro do conceito real de projeto; Alinhar-se às metas do Todos pela Educação; Habilitar-se para obter vantagens decorrentes de acordos nacionais liderados pela ANJ; Habilitar-se para usar o selo nacional do Programa de Jornal e Educação e Unesco; Boa vontade e interesse por parte de secretarias de educação, escolas e entidades como Undime e Consed; Respeitabilidade social e educacional; Trabalhar com conceito equivocado de projeto; Não atender as metas do Todos pela Educação; Dificuldade de mensurar resultados; Impossibilidade de construir indicadores próprios e participar das avaliações nacionais: Impossibilidade de beneficiar- se dos acordos nacionais; Impossibilidade de usar os selos do Jornal e Educação e Unesco; Dificuldade de obter apoio das entidades importantes do setor educacional;

11 MODELO DE SUCESSO Parceria Acadêmica Conteúdos/Avaliação DECISÃO DIRETORIA ENTENDIMENTO EDITORIAL ENVOLVIMENTO COMERCIAL/CIRCULAÇÃO FUNDAMENTAÇÃOCAPACITAÇÃOAVALIAÇÃOIndicadores sociaisIndicadores empresariais Área Comercial Área Circulação Lei Rouanet Renúncia Fiscal

12 Caminhos para garantir credibilidade, otimizar recursos e potencializar resultados Planejamento e Gestão Clarice López de Alda

13 PROPOSTA OFICINA Apresentar o formato mínimo de construção e apresentação de Projetos Sociais; Analisar e discutir a importância da Gestão de projetos sociais; Dar subsídios à Logística de Funcionamento interna e junto às escolas; Levar cada coordenador/equipe a elaborar um Plano de Gestão para o seu projeto;

14 PROJETOS SOCIAIS Tendências e Desafios Que dêem ênfase em ações locais; Que promovam a articulação/parceria entre a sociedade civil e esferas de governo: união, estados e municípios; Que contemplem Gestão em Rede; Que sejam ou busquem auto-sustentabilidade; Que garantam avaliação de impacto; Que tenham credibilidade e visibilidade.

15 Quais os nossos interesses e objetivos específicos? Qual é o mercado no qual estamos inseridos? Qual o problema social que queremos combater? Qual será a área de nossa atuação e interferência? Qual nosso público-alvo? Que atividades e estratégias devemos desenvolver para atingir nossos objetivos? Quais as parcerias que devemos fazer? Quais as iniciativas que já existem na empresa e que que podemos agregar e otimizar em nosso projeto? Como organizar nossa proposta? Quais os recursos disponíveis? Onde buscar mais? Quais os nossos limites? Como motivar para a adesão? PROJETOS SOCIAIS Reflexão inicial

16 PROJETOS SOCIAIS Um bom projeto deve.... Ser conciso, claro e sustentado em dados confiáveis; Ter objetivos qualificados e quantificáveis; Ter ênfase na ação local; Ter orçamento real; Oferecer garantia financeira e operacional; Contemplar a articulação entre esferas de governo: união, estados e municípios; Prever Gestão em Rede; Comprometer-se com a execução de projetos ou ações relativas a programas continuados; Ter um gestor capaz, articulado e reconhecido; Ter um responsável Técnico eficiente e eficaz.

17 PROJETOS SOCIAIS Estrutura básica Dados da Instituição; Justificativa; Objetivo geral; Objetivos Específicos; Resultados Esperados; Plano de Implementação; Plano de Monitoramento e Avaliação de resultados; Orçamento e Cronograma; Anexos.

18 Identificar cenário interno e externo para definir: Missão: A razão de ser do projeto. O que justifica sua existência (crenças e valores). Visão: Onde se pretende chegar (se possível, no tempo). Princípios: Descentralização, Parcerias, Integração, Comprometimento, Ética (limites e baliza). Objetivos: O que se pretende atingir (efetividade). Identificar e otimizar recursos disponíveis; Estabelecer metas e objetivos - cronograma Definir estrutura, estratégias, atribuições e ações; Definir critérios e formas de acompanhamento e avaliação. PROJETOS SOCIAIS Planejamento

19 PROJETOS SOCIAIS Objetivos Geral e Específicos Objetivo Geral Dizer o que pretende na forma direta a realidade que se quer transformar a partir do projeto É a ação mais distante, a mais longe, o ponto de partida para todas as ações do projeto Objetivos Específicos É a resposta desejada da população alvo, devem prever resultados quantificáveis. Define o tempo; o número de pessoas e a faixa etária. Responde as perguntas: O que? Quando? Quanto? Resultados? Público alvo do projeto e benefícios e/ou mudanças positivas quantificáveis.

20 Proposta que abre múltiplas frentes e possibilidades de atuação, mas que exige, por parte do veículo ao qual está vinculado, não apenas que os interesses sociais sejam colocados acima dos interesses empresariais, mas uma equipe capaz de desenvolver tais atividades com qualidade e comprometimento, garantindo, assim, sua necessária credibilidade e valorização. PROJETO JORNAL E EDUCAÇÃO

21 A democratização da informação; A familiarização de professores e alunos com o meio jornal; O gosto pela leitura; A leitura significativa e contextualizada; A aproximação dos conteúdos com a realidade; A elaboração de saberes individuais e coletivos; A capacidade de receber criticamente os meios de comunicação; Auxiliar no pensar e agir cidadão a partir da entendimento do ambiente social mais amplo; Devemos assegurar Atuação na escola PROJETO JORNAL E EDUCAÇÃO

22 EscolaComunidade AcademiaPúblico Interno PROJETO JORNAL EDUCAÇÃO Dimensões e Possibilidades

23 JORNAL NA ESCOLA recurso de apoio pedagógico Aprendizagem Interação Assuntos Interesses Pessoas Uso criativo do jornal em sala de aula

24 GESTÃO Depois de estabelecer os objetivos, premissas e restrições existentes, o planejamento é a única forma de identificar a melhor estratégia de implementação de projetos Planejamento É a arte de definir os meios e recursos necessários para atingir os objetivos. Mas não é suficiente a escolha de um curso de ação para alcançar objetivos de projeto. Este curso de ação deve ser testado, visando garantir a probabilidade de sucesso Estratégia É a arte de aplicar os meios disponíveis ou explorar condições favoráveis com vista a objetivos específicos definidos pelo projeto Princípios

25 GESTÃO Como fazer um plano de gestão? Qual a estrutura mínima indispensável ? Como atingir os objetivos do projeto e atender ao interesse de todos? Como potencializar recursos e resultados? Foco InternoFoco Externo Desafios

26 GESTÃO Eficácia é a capacidade de produzir o efeito desejado, o resultado previsto. Eficiência é a capacidade de utilizar os insumos adequadamente, de forma racional e econômica. Efetividade é a capacidade de produzir uma diferença positiva num dado contexto, de forma permanente. Alinhamento Conceitual

27 GESTÃO Parcerias Planejamento Logística Sustentabilidade Benefícios Fiscais Visibilidade Avaliação Estratégia

28 Garantir o envolvimento dos demais setores da empresa no projeto; Garantir a logística de desenvolvimento; Garantir a sustentabilidade do projeto; Garantir a Visibilidade do projeto; Agregar valor e complementar às ações e projetos já existentes; Mostrar o impacto e a importância do projeto para a empresa; Enquadrar o projeto na Lei Rouanet/FIA GESTÃO Ações Internas

29 Dar visibilidade ao projeto (Marketing); Agenda de eventos (Marketing); Campanhas especiais de assinatura (Vendas); Clube do Jovem Leitor (Clube do Assinante); Programa de Visitas (Redação/impressão/MKT) Agenda workshop estudantes (Redação) Jornalista Mirim (Redação) Concursos (Redação e Marketing) Aplicação de pesquisa (MKT/comercial/redação) GESTÃO Parcerias Internas

30 Consed/Undime – ANJ (apoio e reconhecimento); Universidades e faculdades (conteúdos/avaliação); ONGs e entidades do 3.º Setor (Violência/Arte); Sindicato das Escolas Particulares local (patrocínio, apoio logístico e divulgação); Secretarias de Educação (palestras, apoio logístico operacional, visibilidade) Sistema S (projetos de leitura, educação do trabalhador e educação à distância). Exemplo: SESI – Teleaulas Entidades e empresas (patrocínio). GESTÃO Parcerias Externas

31 Qual a quantidade de jornais disponíveis? Como serão formados os lotes? Como serão entregues? Temos recursos para pagar o transporte? Como será feita a adesão das escolas? Quanto tempo as escolas permanecerão no projeto? Qual a infra-estrutura para capacitação? Precisaremos buscar parcerias externas para viabilizar a proposta geral do projeto? Como fazer o acompanhamento na escola? Como será aplicada a avaliação? Qual a capacidade de atendimento futura? GESTÃO Logística Operacional

32 Quem banca o projeto? É auto-sustentável? Ele depende do quê e de quem para funcionar? Qual a sua garantia de continuidade? Estamos vendendo o projeto interna e externamente de forma adequada e efetiva? Estamos aproveitando todas as oportunidades? Venda de anúncios Franquia Social Parcerias de apoio econômico Patrocínio de materiais GESTÃO Sustentabilidade

33 Previmos um acompanhamento contínuo, responsável e construtivo no passo a passo das nossas atividades? Estabelecemos ferramentas de controle e avaliação de resultados empresariais e sociais? A avaliação será interna ou externa? O quê e para quê vamos avaliar? A avaliação será quantitativa ou qualitativa? Como e onde vamos divulgar os resultados? Estamos preparados e podemos reestruturar nosso trabalho caso a avaliação assim indique? GESTÃO Avaliação de Resultados

34 Divulgamos nosso trabalho de forma adequada interna e externamente? Somos percebidos como relevantes pela empresa e pelos públicos que queremos atingir? Temos materiais de divulgação adequados? Estes materiais contemplam todas as dimensões do projeto? Temos interesse em capitalizar a parceria com o Todos pela Educação? Estamos divulgando adequadamente o trabalho das escolas? Temos espaço no jornal? GESTÃO Visibilidade

35 O projeto está vinculado ao jornal ou a uma ONG (instituto, fundação) da empresa? O desenho do projeto contempla as ações culturais exigidas pelo Ministério da Cultura (Lei Rouanet)? O projeto já foi aprovado pelo Conselho Municipal ou estadual da Criança e do Adolescente (FIA)? GESTÃO Benefícios Fiscais

36 DICAS DE SUCESSO Nenhum planejamento consegue ser efetivamente cumprido sem que: Sejam estabelecidas as estruturas básicas de atuação; Sejam conhecidas e assumidas todas as responsabilidades de todas as partes envolvidas; Seja desenvolvido e mantido um mecanismo claro de comunicação e apoio técnico-operacional; Seja desenvolvida e aplicada uma forma objetiva de avaliação ;

37 PROPOSTA ESTRUTURAL Coordenação Geral Coordenação Pedagógica Professor Facilitador Coordenação Projeto na escola Interlocutor Secretaria Educação

38 ESTRATÉGIA DE GESTÃO JUNTO A ESCOLA EnvolvimentoPlanejamento Desenvolvimento Avaliação

39 GESTÃ0 PJE NA ESCOLA Envolvimento Identificar Secretarias e escolas Fomentar A presença do jornal na sala de aula - conteúdo Motivar O uso da criatividade e descoberta de possibilidades no jornal Orientar Para melhoria contínua e ampliação da presença do jornal nas escolas Planejamento Definir Utilização individual ou interdisciplinar Roteirizar Periodicidade Horários Necessidades Otimizar Compartilhamento dos lotes, a fim de atender todas as demandas Sistematizar Práticas alinhadas à proposta pedagógica da escola atendida

40 GESTÃO PJE NA ESCOLA Desenvolvimento Conectar Incentivar a coesão da equipe para facilitar a realização dos objetivos do projeto Organizar Definir processos e atividades alinhados com os objetivos Motivar Estimular a criação de ambiente de interesse comum motivando para práticas criativas e inovadoras Comunicar Propor e sustentar canais de comunicação eficazes que propiciem, atualização permanente, troca de experiência e trabalho coletivo. Avaliação Acompanhar Processos operacionais e pedagógicos, a fim de corrigir e aprimorar o projeto Aferir Dificuldades Facilidades Resultados quantitativos e qualitativos obtidos durante o processo e ao final do período letivo. Medir Impacto social e pedagógico sobre comunidade escolar Identificar Indicadores de qualidade de gestão capazes de melhorar processos e resultados

41 COORDENAÇÃO GERAL Definir e implementar as estratégias de ação, ampliação e/ou substituição de escolas e professores no projeto; Firmar parcerias internas e externas; Estabelecer e acompanhar a logística de distribuição dos lotes às escolas cadastradas; Estabelecer calendário de capacitação, workshops, palestras, visitas e eventos para facilitadores e alunos; Agendar as participações dos professores e escolas; Fornecer materiais de apoio, sempre que necessários e/ou produzidos; Elaborar pesquisas para aferição de impactos e resultados; Identificar e dar visibilidade aos cases das escolas; Prestar todo e qualquer esclarecimento demandado por parceiros e professores;

42 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Elaboração de materiais com fundamentação pedagógica; Contato formal com as secretarias de educação e academia; Formatação de cursos de capacitação; Ministrar oficinas, cursos e palestras; Acompanhamento nas escolas; Auxiliar na gestão do projeto; Elaborar pesquisas para aferição de impactos e resultados; Prestar todo e qualquer esclarecimento demandado por parceiros e professores;

43 INTERLOCUTOR SECRETARIAS Ser a interface entre as escolas e a coordenação do projeto; Disseminar as propostas do projeto e estimular o seu desenvolvimento; Acompanhar a utilização dos materiais – uso para leitura - pelas escola; Receber, conferir e distribuir os lotes para as escolas participantes; Discutir e facilitar a elaboração de calendário para os professores facilitadores participarem das oficinas de orientação previstas para a região; Acompanhar o processo de desenvolvimento do projeto nas escolas, receber e encaminhar sugestões;

44 Gerenciar a chegada e distribuição dos lotes; Gerenciar a utilização dos jornais enviados como material permanente entre os professores envolvidos; Distribuir e recolher relatórios e pesquisas aplicadas pela coordenação geral do projeto; Informar a direção geral sobre alterações no número de professores e alunos envolvidos; Identificar e oferecer experiências exitosas; Agendar e viabilizar visitas e participação em eventos. Disseminar as propostas do projeto e estimular o seu desenvolvimento entre os professores da escola; COORDENADOR NA ESCOLA

45 RECOMENDAÇÕES 1. Estimular a integração do projeto na escola e na comunidade: envolver professores,alunos, e pais permitindo visões diferentes sobre a mídia jornal e as atividades que são executadas diretamente no Projeto; 2. Estimular o registro e memória: filmagens, fotografias, ilustrações, certificados, dados e informações que documentem reuniões, encontros, apresentações, pesquisas estudos...

46 As pessoas podem ser dividas em três grupos: Os que fazem as coisas acontecerem; Os que olham as coisas acontecerem; e os que ficam se perguntando o que foi que aconteceu. H.J.Brown ( )

47 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOTTA, Paulo Roberto. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. RJ, Editora Record, OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento Estratégico – Conceitos e Metodologias Práticas. SP, Editora Atlas, PAULA E SILVA, Antonio Luiz. Utilizando o Planejamento como Ferramenta de Aprendizagem. SP, Instituto Fonte, Editora Global, CAMPOS, Marques Maria Eugênia, ABEGÃO, Luis Henrique, e DELAMARO, Maurício Cesar. O planejamento de Projetos Sociais: dicas, técnicas e Metodologias. Ed. USP, 2006.


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