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Encontro Nacional de Tecnologia da Informação I Encontro de Governança em TI Outubro/2011.

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1 Encontro Nacional de Tecnologia da Informação I Encontro de Governança em TI Outubro/2011

2 GOVERNANÇA DE TI - Um conceito para começar... Capacidade organizacional exercida pelo conselho, pela administração executiva e pela administração de TI para controlar a formulação e implementação da estratégia de TI e, com isso, assegurar a fusão entre os negócios e a Tecnologia da Informação. (Win Van Grembergen)

3 SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

4 CENÁRIO Novas Atribuições da STN. Demandas Reprimidas e Crescentes por Produtos e Serviços. Falta de capacidade operacional para atender à todas as expectativas existentes.

5 ALGUNS PROBLEMAS ENFRENTADOS Dificuldade em: priorizar ações; gerenciar projetos; implementar novas soluções; preservar o conhecimento técnico; manter padrões ao longo do tempo.

6 NOVA FORMA DE ATUAÇÃO Concurso Público para o perfil de TI. Criação de uma equipe de planejamento. Elaboração de um Plano Estratégico de TI para a STN. Busca da padronização e da integração das soluções de TI. Integração de ações de: Análise e melhoria de processos; Planejamento Estratégico; e Desenvolvimento de soluções de TI. Foco no cliente.

7 CONTEXTO DiagnósticoDiagnóstico Estratégia Estratégia Diretrizes Diretrizes Plano Plano de Ação de Ação Plano Plano de Ação de Ação Etapas da Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação – PETI/STN:

8 DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO DiagnósticoDiagnóstico Estratégia Diretrizes Plano de Ação Plano de Ação Situação da TI na STN Situação da TI no Mercado Benchmarking Recomendações da Consultoria Etapas da Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação – PETI/STN:

9 DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO Sistemas utilizados pelas Coordenações construídos sem a preocupação com perspectiva corporativa e a integração com os demais sistemas. Conseqüências da falta de integração: Redundância de dados armazenados; Retrabalho decorrente da operação de sistemas redundantes; Probabilidade de geração de informações inconsistentes; Falta de padrões tecnológicos; Aumento do risco operacional.

10 ESTRATÉGIAESTRATÉGIA Diagnóstico Estratégia Estratégia Diretrizes Plano de Ação Plano de Ação Mapeamento dos processos atuais Seminário Interno Definição da Estratégia de TI Proposição da Nova Estrutura Organizacional da TI na STN Etapas da Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação – PETI/STN:

11 ESTRATÉGIA - MINTZBERG Estratégia é um plano ou algo equivalente – uma direção, um guia ou um curso de ação para o futuro, um caminho para ir daqui até ali; Estratégia é um padrão, isto é, consistência em comportamento ao longo do tempo; Estratégia é uma posição, isto é, a localização de determinados produtos em determinados mercados. Como reitera Michael Porter, Estratégia é a criação de uma posição única e valiosa, envolvendo um conjunto diferente de atividades; Estratégia é uma perspectiva, isto é, a maneira fundamental de uma organização fazer as coisas; Estratégia é um truque, isto é, uma manobra específica para enganar um oponente ou concorrente.

12 PARTES DA DECLARAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE TI DA STN Missão Prover e viabilizar soluções de TI de modo a contribuir para o cumprimento das atividades do Tesouro Nacional. Visão Ser referencial de excelência em Soluções de TI para a STN e para a Administração Pública Federal.

13 PARTES DA DECLARAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE TI DA STN Valores: Trabalho em Equipe; Competência; Versatilidade / Flexibilidade; Capacidade de Realizar; Criatividade; Comprometimento; Responsabilidade; Iniciativa; e Comunicabilidade.

14 PARTES DA DECLARAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE TI DA STN Negócio Prover e gerenciar soluções e serviços de TI para a Secretaria do Tesouro Nacional. Mercado Secretaria do Tesouro Nacional, instituições financeiras e usuários do SIAFI.

15 PARTES DA DECLARAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE TI DA STN Clientes Secretarias adjuntas, coordenações-gerais e servidores da STN; Entidades externas que demandam informações à STN; Banco Central do Brasil, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal; TCU e CGU; Estados e Municípios brasileiros; Organismos Internacionais (como BID, BIRD e FMI); Outras instituições do Ministério da Fazenda; e O público SIAFI em geral.

16 PARTES DA DECLARAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE TI DA STN Terceirização de serviços de TI As atividades de gestão de demandas, gestão de projetos de TI, análise de negócio, modelagem de processos, especificação e gestão de requisitos, administração de dados e administração de segurança deverão ser executadas preferencialmente por servidores da própria STN. Tal iniciativa visa garantir: o controle administrativo das ações; a integração, segurança e a continuidade das soluções; bem como, a manutenção do conhecimento de negócio dentro da STN.

17 QUESTIONAMENTOSQUESTIONAMENTOS Quem deve priorizar as ações e projetos de TI? Como assegurar a capacidade de implementação das ações e projetos escolhidos? Como analisar as demandas em conjunto, de modo a atendê-las de forma integrada e planejada?

18 SOLUÇÕES PROPOSTAS Criação do Comitê Diretivo de TI Reestruturação organizacional da COSIS

19 SITUAÇÃO ORIGINAL Ausência de estratégias de TI formalizadas e consolidadas na STN Subsecretaria I Subsecretaria III Secretário do Tesouro Nacional Subsecretaria IV Subsecretaria II Subsecretaria VI Subsecretaria V Ações de TI

20 SITUAÇÃO PROPOSTA Estratégia de TI unificada que fornecerá suporte à Estratégia de Negócio da STN Demandas por Soluções de TI Estratégia de TI da STN Estratégia de Negócio da Instituição Subsecretaria I Subsecretaria III Secretário do Tesouro Nacional Subsecretaria IV Subsecretaria II Subsecretaria VI Subsecretaria V

21 PROPOSTA: CRIAÇÃO DE UM COMITÊ DIRETIVO DE TI Fórum adequado para definir e priorizar metas e projetos de TI Subsecretaria I Subsecretaria III Secretário do Tesouro Nacional Subsecretaria IV Subsecretaria II Subsecretaria VI Subsecretaria V Comitê Diretivo de TI

22 COMPOSIÇÃO DO COMITÊ DIRETIVO DE TI Composição do Comitê : Subsecretários da STN; Coordenador-Geral da TI; Coordenador-Geral da Desenvolvimento Institucional. Principal Atribuição do Comitê : Estabelecer prioridades de implementação de projetos de TI em âmbito corporativo na STN

23 RESPONSABILIDADE SOBRE OS MACROPROCESSOS

24 DIRETRIZESDIRETRIZES Diagnóstico Estratégia Diretrizes Diretrizes Plano de Ação Plano de Ação Customização dos Processos De TI da STN Definição de Padrões Tecnológicos Especificação das Diretrizes Operacionais de TI Etapas da Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação – PETI/STN:

25 DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES: PRODUTOS GERADOS DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES: PRODUTOS GERADOS Contratação de Terceiros para prestação de serviços de TI Desenvolvimento de Soluções (Sistemas) na STN Aquisição de Produtos de TI Uso de Recursos Computacionais Controle de Acesso aos Recursos Computacionais

26 Algumas premissas deverão ser observadas na terceirização dos serviços de TI: Os terceiros deverão respeitar os padrões tecnológicos da STN; O conhecimento tecnológico deverá ser mantido dentro da STN; As atividades de análise e modelagem de negócio deverão ser realizadas preferencialmente por profissionais da STN; Todo e qualquer novo serviço a ser contratado deverá estar associado a um projeto; Os projetos de TI deverão detalhar claramente os requisitos de TI necessários para a solução; Os critérios de aceitação dos produtos e serviços fornecidos por terceiros deverão ser estabelecidos previamente e terão que ser observados quando da execução dos mesmos; As soluções somente serão contratadas se houver recursos suficientes e se as mesmas forem aprovadas pelo comitê de TI. DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES: PRODUTOS GERADOS DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES: PRODUTOS GERADOS

27 PLANO DE AÇÃO Diagnóstico Estratégia Diretrizes Plano Plano de Ação de Ação Plano Plano de Ação de Ação Identificação dos Projetos Elaboração do Plano de Ação Início da Execução do Plano Estratégico Etapas da Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação – PETI/STN:

28 CONSULTOR DE NEGÓCIO 28 1)A COSIS ainda estava distante do negócio. 2)Havia um baixo comprometimento das áreas de negócio com relação às demandas por elas apresentadas. 3)Não havia visibilidade plena do que a COSIS faz. 4)O processo de priorização de demandas de TI poderia ser aperfeiçoado.

29 CONSULTOR DE NEGÓCIO 29 O enfrentamento dos problemas identificados pressupõe a busca da governança das ações de TI, com dois tópicos principais: Qualidade das Demandas Viabilidade Necessidade (Objetivos/Metas) Indicadores Eficiência e Eficácia das Ações Melhor tratamento das demandas Responsabilização pelas solicitações Tempestividade Visão integrada dos projetos e atividades

30 CONSULTOR DE NEGÓCIO 30 Capacidade DemandadaCapacidade Real Conhecimento Expectativas Classificação / Planejamento Priorização Impactos Estimativas Metas Controle Comprometimento Avaliação Incertezas ATUAÇÃO DO CONSULTOR

31 RESUMO DAS AÇÕES IMPLEMENTADAS

32 PERGUNTAS?PERGUNTAS? 32 Maria Betânia Gonçalves Xavier Coordenadora-Geral de TI da COSIS/STN Tel.: +55 (61) Contatos:


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