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A EXPERIÊNCIA DO CENTRO RISOLETA NEVES DE ATENDIMENTO NA REGIÃO METROPOLITANA Juiz de Fora, 08 de Outubro de 2009. MARIA ISABEL DE A. BERALDO FONSECA SUPERVISORA.

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1 A EXPERIÊNCIA DO CENTRO RISOLETA NEVES DE ATENDIMENTO NA REGIÃO METROPOLITANA Juiz de Fora, 08 de Outubro de MARIA ISABEL DE A. BERALDO FONSECA SUPERVISORA

2 Gênero GÊNERO: Marco em relação as diferenças entre homens e mulheres. GÊNERO: Marco em relação as diferenças entre homens e mulheres. GÊNERO: A palavra gênero começa a ser utilizada nos anos 80 do século XX, pelas feministas americanas e inglesas, para explicar a desigualdade entre homens e mulheres concretizada em discriminação e opressão das mulheres. GÊNERO: A palavra gênero começa a ser utilizada nos anos 80 do século XX, pelas feministas americanas e inglesas, para explicar a desigualdade entre homens e mulheres concretizada em discriminação e opressão das mulheres. Construção Social do Masculino e do Feminino Construção Social do Masculino e do Feminino A diferença Biológica é apenas o ponto de partida para a construção social do que é ser homem e ser mulher A diferença Biológica é apenas o ponto de partida para a construção social do que é ser homem e ser mulher

3 Gênero SEXO É DIFERENTE DE GÊNERO SEXO: D SEXO: Diferenças fisiológicas existentes entre os homens e as mulheres Gênero: Maneira que as diferenças entre mulheres e homens assumem nas diferentes sociedades, no transcorrer da história. O sexo é uma categoria biológica insuficiente para explicar os papéis sociais atribuídos ao homem e à mulher O sexo é uma categoria biológica insuficiente para explicar os papéis sociais atribuídos ao homem e à mulher

4 GÊNERO As diferenças físicas existem! Não podem ser negadas Não podem ser potencializadas. Ex: Hormônios

5 GÊNERO SOCIALCULTURALECONÔMICO

6 RELAÇÃO SOCIOCULTURAL SOCIEDADE PATRIARCAL SOCIEDADE PATRIARCAL HOMEM NÃO CHORA;HOMEM NÃO CHORA; PROVOCOU TEM QUE BATER MESMO;PROVOCOU TEM QUE BATER MESMO; NÃO PODE BRINCAR DE BONECA;NÃO PODE BRINCAR DE BONECA; COR AZUL, ROSA COR DE MENINA; COR AZUL, ROSA COR DE MENINA; MULHER TEM QUE SERVIR O HOMEM;MULHER TEM QUE SERVIR O HOMEM; SALVE AS LINDAS E DEIXE AFOGAR AS FEIAS (CAMISETA)SALVE AS LINDAS E DEIXE AFOGAR AS FEIAS (CAMISETA)

7 GÊNERO RELAÇÃO DE DOMINAÇÃO - GERALMENTE DE HOMENS EM RELAÇÃO AS MULHERES. (Lei /06) - GRUPOS VULNERÁVIES - GÊNERO: É O CONJUNTO DE CARACTERISTICAS SOCIAIS, CULTURAIS, ECONÔMICAS, POLÍTICAS, PSICOLÓGICAS ATRIBUIDAS AS PESSOAS DE FORMA DIFERENCIADA DE ACORDO COM O SEXO.

8 GÊNERO NEGOCIAR! NEGOCIAR! A VIOLÊNCIA DE GÊNERO É BASEADA NA DESIGUALDADE DAS RELAÇÕES A VIOLÊNCIA DE GÊNERO É BASEADA NA DESIGUALDADE DAS RELAÇÕES GÊNERO É A PRIMEIRA FORMA DE SIGNIFICAR AS RELAÇÕES DE PODER GÊNERO É A PRIMEIRA FORMA DE SIGNIFICAR AS RELAÇÕES DE PODER QUANDO NÃO É POSSÍVEL NEGOCIAR HÁ DOMINAÇÃO QUANDO NÃO É POSSÍVEL NEGOCIAR HÁ DOMINAÇÃO DOMINAÇÃO: É UM CONJUNTO DE RELAÇÕES DE PODER ASSIMÉTRICAS ONDE A POSSIBILIDADE DE REAÇÃO PODE NÃO EXISTIR. DOMINAÇÃO: É UM CONJUNTO DE RELAÇÕES DE PODER ASSIMÉTRICAS ONDE A POSSIBILIDADE DE REAÇÃO PODE NÃO EXISTIR.

9 GÊNERO FATORES MACROSSOCIAIS: VALORES E CRENÇAS PATRIARCAIS VALORES E CRENÇAS PATRIARCAIS CONCEPÇÃO DE PODER CONCEPÇÃO DE PODER USO DA FORÇA USO DA FORÇA MODELOS DE VIOLÊNCIA MODELOS DE VIOLÊNCIA IMPUNIDADE IMPUNIDADE MODELO AFETIVO MODELO AFETIVO VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL ATENDIMENTO INADEQUADO ATENDIMENTO INADEQUADO LENTIDÃO LENTIDÃO DESORGANIZAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS DESORGANIZAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS FALTA DE FORMAÇÃO TEÓRICA FALTA DE FORMAÇÃO TEÓRICA

10 GÊNERO FATORES MICROSOCIAIS: PROBLEMAS ECONÔMICOS PROBLEMAS ECONÔMICOS DEPENDÊNCIA QUIMICA DEPENDÊNCIA QUIMICA DESEMPREGO DESEMPREGO AUTORITARISMO AUTORITARISMO FATORES PSICOSSOCIAIS: AUTO ESTIMA AUTO ESTIMA ISOLAMENTO ISOLAMENTO IDENTIDADE IDENTIDADE CULPA CULPA MEDO MEDO VERGONHA VERGONHA

11 Atendimento ligado diretamente ao enfoque de gênero e a aplicabilidade da Lei /06 OBJETIVO DO CERNA: ROMPER COM O CICLO DE VIOLÊNCIA COMO? NO PRIMEIRO MOMENTO NÃO SE SABE EM UM SEGUNDO MOMENTO – definição da usuária junto a equipe PÚBLICO ALVO: MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA MAIORES DE 18 ANOS. DEMANDA: DEMANDA: Espontânea (marcação telefone ou pessoalmente) Espontânea (marcação telefone ou pessoalmente) Encaminhamento da Rede Encaminhamento da Rede Primeiro contato da usuária é com a secretária Importância do treinamento de toda a equipe Equipe multidisciplinar

12 ATENDIMENTOS ACOLHIMENTO: ACOLHIMENTO: É O PRIMEIRO ATENDIMENTO FEITO PELA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR É O PRIMEIRO ATENDIMENTO FEITO PELA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DOIS PROFISSIONAIS – SERVIÇO SOCIAL E PSICOLOGIA – OLHARES DOIS PROFISSIONAIS – SERVIÇO SOCIAL E PSICOLOGIA – OLHARES DIFERENTES E ENCAMINHAMENTOS DIFERENTES. DIFERENTES E ENCAMINHAMENTOS DIFERENTES. OBJETIVOS: OBJETIVOS: ACOLHER ACOLHER OUVIR A USUÁRIA OUVIR A USUÁRIA ENTENDER A SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA ENTENDER A SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DEIXAR A USUÁRIA CIENTE DE SEUS DIREITOS DEIXAR A USUÁRIA CIENTE DE SEUS DIREITOS CASO SEJA DEMANDA DO CERNA A USUÁRIA TERÁ APOIO PSICOSSOCIAL E JURÍDICO, CASO NÃO, A USUÁRIA SERÁ ENCAMINHADA PARA O ÓRGÃO COMPETENTE

13 ATENDIMENTOS Atendimento Psicológico Atendimento Psicológico Tem por meta resgatar a identidade das usuárias,fortalecendo sua individualidade, autonomia, auto estima. Tem por meta resgatar a identidade das usuárias,fortalecendo sua individualidade, autonomia, auto estima. Mudar a posição de vitima e de medo. Mudar a posição de vitima e de medo. Pontuar o ciclo de violência Pontuar o ciclo de violência Verbalização/ conscientização Verbalização/ conscientização Atendimento Social : Atendimento Social : Tem como objetivo amortecer o impacto imediato de eventos ligados ao ambiente social tanto da usuária quanto das pessoas diretamente afetadas. Tem como objetivo amortecer o impacto imediato de eventos ligados ao ambiente social tanto da usuária quanto das pessoas diretamente afetadas. Atendimento Jurídico: Atendimento Jurídico: Orientação e acompanhamento do andamento processual junto à usuária. Orientação e acompanhamento do andamento processual junto à usuária. Trabalhamos junto à usuária e não para a usuária. TEMPO: TEMPO: Varia de acordo com a demanda psicossocial e jurídica de cada usuária. Varia de acordo com a demanda psicossocial e jurídica de cada usuária.

14 REDE NÃO É POSSIVEL TRABALHAR SOZINHO NÃO É POSSIVEL TRABALHAR SOZINHO ENCAMINHAMENTO ENCAMINHAMENTOREDE: ARTICULAÇÃO POLÍTICA ENTRE PARES (IGUAIS) CUJO O OBJETIVO É COMPARTILHAR CAUSAS E PROJETOS DE MODO IGUALITÁRIO,DEMOCRÁTICO E SOLIDÁRIO PARA FORTALECER PROPÓSITOS IMEDIATOS OU FUTUROS. ARTICULAÇÃO POLÍTICA ENTRE PARES (IGUAIS) CUJO O OBJETIVO É COMPARTILHAR CAUSAS E PROJETOS DE MODO IGUALITÁRIO,DEMOCRÁTICO E SOLIDÁRIO PARA FORTALECER PROPÓSITOS IMEDIATOS OU FUTUROS.

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18 ESTABELECENDO A REDE UMA REDE DE ESTABELECE A PARTIR DE: UMA REDE DE ESTABELECE A PARTIR DE: CONHECIMENTO: O QUE É UMA REDE? CONHECIMENTO: O QUE É UMA REDE? CONHECIMENTO E INTERAÇÃO DO OUTRO CONHECIMENTO E INTERAÇÃO DO OUTRO COMPARTILHAMENTO DE PODERES,AÇÕES E SABERES COMPARTILHAMENTO DE PODERES,AÇÕES E SABERES RECONHECIMENTO DOS OBJETIVOS,PROJETOS,ATIVIDADES E RECUROS RECONHECIMENTO DOS OBJETIVOS,PROJETOS,ATIVIDADES E RECUROS

19 REDE Pressupostos para o trabalho em rede: Horizontalidade Horizontalidade Descentralização Descentralização Conexão/articulação Conexão/articulação Interação Interação Funcionamento democrático Funcionamento democrático Circularidade Circularidade

20 OBRIGADA! OBRIGADA!


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