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Engenharia Elétrica. Normas e Procedimentos de Projeto Elétricos visa propiciar conhecimentos no uso de normas técnicas e normas de usuário das organizações.

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1 Engenharia Elétrica

2 Normas e Procedimentos de Projeto Elétricos visa propiciar conhecimentos no uso de normas técnicas e normas de usuário das organizações que apresentam Procedimentos de Projeto, Regras, Diretrizes ou Características Técnicas para Produtos, Processos ou Métodos de Produção. APRESENTA Ç ÃO

3 © PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S.A. Direitos exclusivos da PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S.A. PINTO FILHO, Antonio Engenheiro Eletricista. Rio de Janeiro, 2007.

4 ABNT ANP NTP PROMINP IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers IEC International Electrotechnical Commission FFC ALGUMAS SIGLAS IMPORTANTES

5 National Fire Protection Association INMETRO OMC ABEMI ABIMAQ LSC Luiz Sebastião Costa Sala And.- bl F- Laboratório de Engenharia Elétrica tel: UERJ res NFPA

6 Normaliza ç ão é a maneira de organizar atividades pela cria ç ão e utiliza ç ão de Regulamentos e Normas, elabora ç ão, publica ç ão e promo ç ão do emprego destas Normas e Regulamentos. Normas NORMAS T É CNICAS s ã o documentos estabelecidos por CONSENSO e aprovados por uma institui çã o ou organismo reconhecido, que fornecem para uso comum e repetido, Regras, Diretrizes ou Caracter í sticas para Produtos, Processos ou M é todos de Produ çã o, cujo cumprimento é VOLUNT Á RIO, visando à otimiza ç ão de benef í cios para as empresas e para a comunidade.

7 - em todos os setores de projetos, constru ç ão, industrias e seus segmentos; - na produ çã o de bens de capital, de bens de insumos, de componentes e partes; - na produ ç ão de produtos acabados; - nos setores de servi ç os. Aplicação das normas técnicas

8 Vantagens da utiliza ç ão das normas t é cnicas O uso de normas oferece a devida seguran ç a, tanto para o FABRICANTE quanto para o CONSUMIDOR atrav é s da ado çã o volunt á ria de uma Norma uma norma objetiva padronizar: -Simbologia; -Terminologia; -Caracter í sticas T é cnicas - M é todos de ensaio; - Procedimentos; - Cor; etc.

9 Elaboração de normas técnicas O Sistema Brasileiro prevê a elabora ç ão de Normas T é cnicas em dois foros distintos, coordenados pela ABNT: Comitês Especializados - Ó rgãos respons á veis pela coordena ç ão e planejamento das atividades de normaliza ç ão em uma á rea ou setor espec í fico. São respons á veis pela integra ç ão da ABNT no Sistema de Normaliza ç ão Internacional.

10 Elaboração de normas técnicas Organismos de Normaliza çã o Setorial (ONS) - Organismo p ú blico, privado ou misto, sem fins lucrativos, que tem atividade reconhecida no campo da normaliza çã o em um dado dom í nio setorial. É credenciado pela ABNT, segundo crit é rios aprovados pelo CONMETRO - Conselho Nacional de Metrologia, Normaliza ç ão e Qualidade Industrial

11 Níveis de normalização A atividade de normaliza ç ão tem lugar em diversos n í veis, de modo a servir a um prop ó sito espec í fico. As normas podem ser elaboradas em quatros n í veis distintos:

12 Divisão da normalização no Brasil A normaliza ç ão no Brasil est á dividida em duas á reas: - Normas T é cnicas, que s ã o de caracter í sticas VOLUNT Á RIAS e CONSENSADAS; - Regulamentos T é cnicos, de car á ter OBRIGAT Ó RIO.

13 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Fundada em 1940 órgão responsável pela normalização técnica no país entidade privada, sem fins lucrativos reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução N.º 7 do CONMETRO, de membro fundador e exclusiva representante da: ISO - International Organization for Standardization COPANT - Comissão Panamericana de Normas Técnicas AMN - Associação Mercosul de Normalização NORMAS TÉCNICAS OFICIAIS

14 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT Endereço: Av. Treze de Maio 13/ 28 and. Telefone (21) página: pesquisa catalogo de normas

15 Normalização no campo da eletricidade, eletrônica e telecomunicações compreendendo geração, transmissão e distribuição de energia; instalações elétricas e equipamentos eletro-eletrônicos, inclusive para atmosferas explosivas; dispositivos e acessórios elétricos; instrumentação; condutores elétricos; iluminação; compatibilidade eletromagnética, no que concerne a terminologia, requisitos técnicos, métodos de ensaio e generalidades No âmbito da Energia Elétrica, a ABNT possui o: CB-03 - COMITÊ BRASILEIRO DE ELETRICIDADE

16 Organismo de Normalização Setorial que visa dotar o Setor de Petróleo com um acervo de Normas Técnicas que reflitam suas necessidades e interesses, elaborando, atualmente, Normas em: - Asfalto - Combustíveis e Produtos Especiais - Lubrificantes - Distribuição e Armazenamento de Combustíveis - Sistemas de Transporte de Petróleo e Derivados. Na área do petróleo e gás natural, a ABNT possui o: ONS-34 - INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMBUSTÍVEIS - IBP, que é o:

17 PRINCIPAIS ENTIDADES NORMATIVAS DEUTSCHES INSTITUT FUR NORMUNG e. V. - DIN O DIN, instituto alemão para a normalização, fundada em Seu escritório principal está em Berlim. Desde 1975 foi reconhecido pelo governo alemão como o corpo nacional dos padrões e representa interesses alemães em nível internacional e europeu. Idioma: Alemão e Inglês URL:

18 INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION – IEC Commission électrotechnique internationale A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) é uma organização global que prepara e publica padrões internacionais para tecnologias elétricas, eletrônicas e relacionadas. Estes servem como uma base para a normalização nacional e como referências ao projeto de encarregados e contratos internacionais. Idioma: Inglês e Francês *** URL: ***

19 INTERNATIONAL ORGANIZATION for STANDARDIZATION - ISO O ISO é uma rede dos institutos nacionais de normalização de 146 países, onde participa um membro por país. A secretaria central é em Genebra, Switzerland Idioma: Inglês e Francês URL:

20 NATIONAL FIRE PROTECTION ASSOCIATION - NFPA A missão do NFPA Internacional (instituição sem fins lucrativos) é reduzir pelo mundo o ônus do fogo e os outros perigos na qualidade de vida fornecendo e advogando códigos e padrões cientificamente baseados do consenso, pesquisa, treinamento e instrução. Idioma: Inglês URL:

21 ASSOCIACIÓN MERCOSUR DE NORMALIZACIÓN - AMN A Asociación Mercosur de Normalización é uma associação civil, sem fins lucrativos, não governamental, reconhecida pelo Grupo Mercado Comum - GMC. É o único organismo responsável pela gestão da normalização voluntária no âmbito do Mercosul Idioma: Espanhol e Português URL: Outras: ANSI, NEMA, etc.

22 NORMAS DO USUÁRIO Entidades normativas particulares Empresas ou organismos da sociedade civil, que por necessidade de padronização de seus processos produtivos ou administrativos, são levadas a elaborar normas, regulamentos, etc, com o objetivo de padronizar atividades repetitivas no âmbito de suas instalações, em seu país ou fora, para seu uso e eventualmente de seus fornecedores.

23 Com a criação e ampliação dos Sistemas da Qualidade nos paises filiados a OMC – Organização Mundial do Comércio, o conjunto de normas e regulamentos internos de cada empresa passou a ser encarado como um patrimônio técnico, que exigiu a criação, em cada empresa de um SETOR DA QUALIDADE, ficando este setor encarregado da guarda, elaboração, revisão, controle e disponibilização, a todos os funcionários, dos padrões e procedimentos, sempre em sua versão mais atualizada. Citamos, como exemplo, a PETROBRAS

24 Normas técnicas Petrobrás – NPTs requisitocontratacao/requisito_normastecnicas.asp *** Orientações para adquirir Normas Técnicas Petrobrás 1. A PETROBRAS não comercializa suas NTPs; 2. As NTPs são de propriedade exclusiva da PETROBRAS e, portanto, sujeitas às leis de direito que regem o assunto; 3. As NTPs são para uso interno da PETROBRAS, por pessoal próprio capacitado para essa utilização ou por pessoal por ela treinado para tal;

25 4. A utilização das NTPs cedidas pela PETROBRAS a um fornecedor de bens ou serviços é supervisionada por pessoal próprio da Companhia capacitado, por pessoal por ela treinado ou por pessoal que tenha reconhecida capacitação para usá-las; 5. Em caso de empresa constante de "vendor-list" da PETROBRAS, a unidade de contato (Materiais, Engenharia, unidade operacional etc.) decide se deve ou não fornecer a norma ou se só fornece quando houver contrato, considerando se o fornecimento é freqüente ou não, dentre outros;

26 6. A PETROBRAS pode ceder suas NTPs a entidade ou empresa não constante de "vendor-list", em circunstâncias especiais, a critério de cada unidade da Companhia, não envolvendo sua cessão qualquer responsabilidade quanto ao seu uso; 7. O pedido de cessão de NTPs a uma unidade da PETROBRAS deve ser formalizado pelo titular da entidade ou empresa receptora que as vai utilizar ou guardar; 8. A entidade ou empresa receptora de NTPs cedidas pela PETROBRAS só pode disponibilizá-las para outro em casos perfeitamente justificáveis, com autorização prévia da unidade da Companhia cedente, estando o novo receptor sujeito às mesmas regras aqui estabelecidas

27 9. A PETROBRAS revisa suas NTPs sem prévio aviso; 10. A PETROBRAS não se compromete a manter um receptor de NTPs atualizado por novas emissões, a menos que tal obrigação conste de documento assinado por uma unidade da Companhia, ficando a atualização nos demais casos a critério da unidade da PETROBRAS cedente; 11. Qualquer cópia de uma NTP deve mostrar claramente que se trata de uma NTP copiada; 12. A modificação de qualquer item de uma NTP descaracteriza o documento como uma NTP.

28 2 ª aula - REVISÃO 1- Normas T é cnicas

29 Normas s ã o documentos estabelecidos por CONSENSO e aprovados por uma institui çã o ou organismo reconhecido, que fornecem para uso comum e repetido, Regras, Diretrizes ou Caracter í sticas para Produtos, Processos ou M é todos de Produ çã o, cujo cumprimento é VOLUNT Á RIO, visando à otimiza ç ão de benef í cios para as empresas e para a comunidade.

30 Elaboração de normas técnicas 2 foros distintos: CB - Comitês Especializados -normaliza ç ão em uma á rea ou setor espec í fico ONS – Organismos de Normaliza ç ão Setorial -normaliza ç ão em um dado dom í nio setorial

31 Normalização no campo da eletricidade, eletrônica e telecomunicações compreendendo geração, transmissão e distribuição de energia; instalações elétricas e equipamentos eletro-eletrônicos, inclusive para atmosferas explosivas; dispositivos e acessórios elétricos; instrumentação; condutores elétricos; iluminação; compatibilidade eletromagnética, no que concerne a terminologia, requisitos técnicos, métodos de ensaio e generalidades No âmbito da Energia Elétrica, a ABNT possui o: CB-03 - COMITÊ BRASILEIRO DE ELETRICIDADE

32 Organismo de Normalização Setorial que visa dotar o Setor de Petróleo com um acervo de Normas Técnicas que reflitam suas necessidades e interesses Na área do petróleo e gás natural, a ABNT possui o: ONS-34 - INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMBUSTÍVEIS - IBP

33 Níveis de normalização

34 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT órgão responsável pela normalização técnica no país Fundada em ???? Responsável pelas NORMAS TÉCNICAS OFICIAIS no Brasil ??? 1940

35 NORMAS DO USUÁRIO Entidades normativas particulares Empresas ou organismos da sociedade civil, que por necessidade de padronização de seus processos produtivos ou administrativos, são levadas a elaborar normas, regulamentos, etc, com o objetivo de padronizar atividades repetitivas no âmbito de suas instalações, em seu país ou fora, para seu uso e eventualmente de seus fornecedores. Exemplo – Normas Técnicas Petrobras – NTP´s

36 2º aula - NORMAS REGULAMENTADORAS

37 NORMAS REGULAMENTADORAS O Sistema da Qualidade do CONMETRO possui um conjunto de normas de uso compulsório, ou seja, todas as etapas, deste o projeto, a execução e funcionamento de uma unidade industrial estão regidas por elas e suas determinações não podem ser ignoradas. Este conjunto de normas é de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, são as NRs., cuja filosofia é a proteção ao trabalhador no seu ambiente de trabalho. Na área elétrica a NR-10 (Norma Regulamentadora – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade)

38 A NR-10 / 2004 O grande propósito da NR-10, após sua revisão em 2004, foi: estabelecer os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. definindo as disposições mínimas para a proteção da saúde e segurança destes em relação aos riscos elétricos (anexo II e III)

39 A seguir veremos os diversos aspectos da NR-10 aplicáveis às chamadas áreas classificadas contra risco de explosão. São medidas de cumprimento obrigatório por parte das empresas, no sentido de garantir que uma instalação industrial atenda aos níveis mínimos de segurança exigidos pela NR-10, são eles: 1- A necessidade de identificar os riscos de explosão, o que é conseguido pelos estudos de classificação de áreas. (Área 0, 1 e 2) 2- A necessidade de que estas áreas sejam equipadas com materiais e equipamentos elétricos e eletrônicos apropriados para estes locais classificados com risco de explosão

40 3- A necessidade de ter um Laudo de Regularização dos sistemas elétricos nesses locais, caso se suspeite que a instalação foi modificada indevidamente ou por alguma razão haja suspeita de risco envolvendo o funcionamento das áreas de processo, e 4- A necessidade de treinar (capacitando ou qualificando) todos os seus profissionais que lidam com esses equipamentos.

41 - a verificação da documentação classificando os riscos das diversas áreas físicas; - a verificação da certificação dos equipamentos existentes, que devem ser adequados a classificação estabelecida; - a integridade desses equipamentos; - a prova do treinamento que os trabalhadores tiveram para garantir a boa operação desses equipamentos. Os documentos exigidos pela Norma incluem:

42 A necessidade da inspeção Nas instalações elétricas em geral e principalmente em áreas sujeitas a riscos de explosão, que possuem características especiais para operação em segurança, devem-se realizar uma inspeção inicial, antes de colocar em funcionamento uma unidade ou um conjunto de aparelhos, de acordo com as Normas (ex. item 7 NBR 5410).

43 Durante a operação as instalações, materiais e equipamentos se deterioram devido a: - Ao uso ou ao mau uso, vida útil, - Corrosão, - Exposição a produtos químicos, - Acumulação de pó e de sujeira no equipamento, - Entrada de água, - Danos mecânicos, presença de vibrações anormais, - Modificações ou ajustes / intervenções não autorizadas, - Manutenção inadequada, etc.

44 - Inspeções periódicas que devem se realizar em função da possível deterioração dos componentes; - Uma vigilância contínua e, se necessário, proceder a uma manutenção que garanta a conservação das condições de segurança, de acordo com a norma de manutenção IEC Para assegurar que a instalação se mantenha em condições satisfatórias durante a vida útil, é necessário uma vigilância continua por pessoal qualificado através de:

45 - definir a sua periodicidade; - determinar o grau da inspeção. Uma vez fixados o período e o grau de inspeção, são usadas inspeções por amostragem para reafirmar ou modificar a periodicidade e o grau da inspeção definidos. É necessário nas inspeções periódicas:

46 Definições básicas: Inspeção: é uma ação que compreende uma revisão cuidadosa dos elementos de uma instalação desenvolvida sem ou com desmontagem parcial, complementada eventualmente por medições com o objetivo de se ter uma conclusão confiável sobre a condição dos elementos inspecionados.

47 Tipos de inspeção exigidos: A) As inspeções iniciais (item 7 da NBR 5410, p.ex) B) As inspeções periódicas podem ser do tipo visual ou apurado, podendo conduzir à necessidade de uma inspeção detalhada. C) As inspeções por amostragem podem ser do tipo visual, apurada ou detalhada, devendo-se determinar a composição da amostragem tendo em conta o seu propósito. para verificar, p. ex., os efeitos das condições ambientais, vibrações, etc sobre os itens da instalação. O nível da inspeção é estabelecido pela Norma IEC Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Patr 17.

48 Os três diferentes graus de inspeção: A) A inspeção de grau visual é aquela que permite detectar sem o uso de equipamentos de acesso ou ferramentas, defeitos evidentes a olho nu. B) A inspeção de grau apurado é aquela que compreende os aspectos da inspeção visual, identificando também defeitos evidentes mediante a utilização de equipamentos de acesso, tais como escadas.

49 C) A inspeção de grau detalhado que compreende todos os aspectos cobertos pela inspeção visual e apurada, identificando também defeitos que ficam evidentes apenas com a abertura de invólucros, portanto, fazendo uso de ferramentas e equipamentos de ensaios e medições, conforme necessário. Importante: as inspeções do tipo visual e apurada podem ser feitas com os sistemas sob-tensão, enquanto que as inspeções detalhadas exigirão que os equipamentos sejam desenergizados

50 Na inspeção de equipamentos elétricos em áreas classificadas devem ser verificados os seguintes pontos: - Se o material é adequado para a classificação definida para a área, - Se o grupo é adequado ao risco, - Se a temperatura máxima superficial é adequada a temperatura de ignição do gás ou vapor presentes no local,

51 - Se a entrada de cabos nos invólucros é correta, - Se a identificação dos circuitos esta disponível e é clara, - Se o tipo de cabo é adequado, - Se a execução das selagens é correta ou se os prensa-cabos encontram-se corretamente instalados, - Se é correto o ajuste das proteções de sobrecarga dos demarradores, etc.

52 3ª aula – REVISÃO 2 - Normas Regulamentadoras

53 NORMAS REGULAMENTADORAS Conjunto de normas de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, são as NRs., cuja filosofia é a proteção ao trabalhador no seu ambiente de trabalho. Na área elétrica a NR-10 (Norma Regulamentadora – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade)

54 A NR-10 / 2004 O grande propósito da NR-10: estabelecer os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

55 Aspectos da NR-10 aplicáveis às chamadas áreas classificadas contra risco de explosão. 1- A necessidade de identificar os riscos de explosão, o que é conseguido pelos estudos de classificação de áreas. (Área 0, 1 e 2) NTP 2706; NTP 2166 e NTP A necessidade de que estas áreas sejam equipadas com materiais e equipamentos elétricos e eletrônicos apropriados para estes locais classificados com risco de explosão Palestra do Eng. Hamilton da COOPER Crouse-Hinds

56 3- A necessidade de ter um Laudo de Regularização (trabalho da NR 10 feito) dos sistemas elétricos nesses locais, caso se suspeite que a instalação foi modificada indevidamente ou por alguma razão haja suspeita de risco envolvendo o funcionamento das áreas de processo, e 4- A necessidade de treinar (capacitando ou qualificando) todos os seus profissionais que lidam com esses equipamentos. Ex. cursos PROMINP

57 - a verificação da documentação classificando os riscos das diversas áreas físicas; - a prova do treinamento que os trabalhadores tiveram para garantir a boa operação desses equipamentos. Os documentos exigidos pela Norma incluem:

58 A necessidade da inspeção Nas instalações elétricas em geral e principalmente em áreas sujeitas a riscos de explosão, que possuem características especiais para operação em segurança, devem-se realizar uma inspeção inicial, antes de colocar em funcionamento uma unidade ou um conjunto de aparelhos, de acordo com as Normas (ex. item 7 NBR 5410).

59 Durante a operação as instalações, materiais e equipamentos se deterioram devido a: -Corrosão, - Exposição a produtos químicos, - Entrada de água, - Danos mecânicos, presença de vibrações anormais, - Manutenção inadequada, etc.

60 - Inspeções periódicas que devem se realizar em função da possível deterioração dos componentes; - manutenção que garanta a conservação das condições de segurança, de acordo com a norma de manutenção IEC Para assegurar que a instalação se mantenha em condições satisfatórias durante a vida útil, é necessário uma vigilância continua por pessoal qualificado através de:

61 Definições básicas: Inspeção: é uma ação que compreende uma revisão cuidadosa dos elementos de uma instalação desenvolvida sem ou com desmontagem parcial, complementada eventualmente por medições com o objetivo de se ter uma conclusão confiável sobre a condição dos elementos inspecionados.

62 Tipos de inspeção exigidos: A) As inspeções iniciais (item 7 da NBR 5410, p.ex) B) As inspeções periódicas podem ser do tipo visual ou apurado, podendo conduzir à necessidade de uma inspeção detalhada. C) As inspeções por amostragem podem ser do tipo visual, apurada ou detalhada, devendo-se determinar a composição da amostragem tendo em conta o seu propósito. para verificar, p. ex., os efeitos das condições ambientais, vibrações, etc sobre os itens da instalação. O nível da inspeção é estabelecido pela Norma IEC Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Patr 17.

63 Os três diferentes graus de inspeção: A) A inspeção de grau visual é aquela que permite detectar sem o uso de equipamentos de acesso ou ferramentas, defeitos evidentes a olho nu. B) A inspeção de grau apurado é aquela que compreende os aspectos da inspeção visual, identificando também defeitos evidentes mediante a utilização de equipamentos de acesso, tais como escadas.

64 C) A inspeção de grau detalhado que compreende todos os aspectos cobertos pela inspeção visual e apurada, identificando também defeitos que ficam evidentes apenas com a abertura de invólucros, portanto, fazendo uso de ferramentas e equipamentos de ensaios e medições, conforme necessário. Importante: as inspeções do tipo visual e apurada podem ser feitas com os sistemas sob-tensão, enquanto que as inspeções detalhadas exigirão que os equipamentos sejam desenergizados

65 Na inspeção de equipamentos elétricos em áreas classificadas devem ser verificados os seguintes pontos Palestra do Eng. Hamilton: - Se o material é adequado para a classificação definida para a área, - Se o grupo é adequado ao risco, - Se a temperatura máxima superficial é adequada a temperatura de ignição do gás ou vapor presentes no local, etc.

66 - Se a entrada de cabos nos invólucros é correta, - Se a identificação dos circuitos esta disponível e é clara, - Se o tipo de cabo é adequado, - Se a execução das selagens é correta ou se os prensa-cabos encontram-se corretamente instalados, - Se é correto o ajuste das proteções de sobrecarga dos demarradores, etc.

67 3 ª aula – Manutenção de equipamentos e materiais

68 Manutenção de equipamentos e materiais Manutenção: Combinação de ações executadas para conservar uma instalação ou um elemento dela em condições de operação. Toda manutenção deve ser documentada com os registros necessários garantindo que o equipamento se mantem de acordo com o seu projeto original. Na manutenção não poderá haver modificações sem a devida autorização, já que isto pode conduzir a uma diminuição do nível de segurança, como por exemplo:

69 - Deve-se ter cuidado para não interferir com os meios empregados pelo fabricante para reduzir os efeitos de cargas eletrostáticas. - Deve-se manter o tipo e potência da lâmpada e reator se houver, em uma determinada luminária, para não produzir temperaturas excessivas em caso de substituição destes componentes. - Deve-se manter a montagem original, como certificado, para luminárias, já que mudanças podem originar temperaturas excessivas no corpo das mesmas.

70 Retirada de Equipamento Elétrico para Manutenção Caso seja necessário retirar um equipamento de serviço, o equipamento e seu circuito de alimentação devem estar: - Corretamente protegidos e isolados, - Desligados de toda fonte de energia e isolados, ou ainda - Desconectados de toda fonte de energia e ligados a terra Em caso de retirada de serviço de um equipamento de forma permanente a alimentação deve ser desligada de toda fonte de energia devendo ser cortado e isolado com material adequado

71 Instalação de Equipamentos e Materiais em Ambientes Agressivos Deve-se verificar se os equipamentos elétricos tenham sido especificados para resistirem às condições do ambiente em que estão instalados. pois, materiais elétricos instalados em áreas classificadas podem ser afetados pelas condições do ambiente em que é utilizado, p.ex.: temperatura ambiente, pela corrosão, ataques químicos, etc.

72 Todas as partes das instalações devem ser mantidas limpas e livres de acumulação de poeiras ou substâncias que possam causar um aumento excessivo da temperatura interna do item, devido a uma maior dificuldade na troca térmica do invólucro com o ambiente. Deve-se ter cuidado para evitar a geração de eletricidade estática durante a limpeza do material elétrico. É necessário assegurar-se que há proteção contra intempérie do material. Devem-se substituir as juntas de estanqueidade danificadas.

73 - Reparação: Ação de restabelecer um material defeituoso à sua condição de uso e em concordância com a norma adequada. - Revisão : Ação de restabelecer à sua condição de uso, um material usado ou armazenado por um período de tempo, porém, que não está defeituoso. Devem ser utilizados os meios de reparação mais apropriados para cada elemento especifico de um equipamento, tanto se os meios forem do fabricante original ou de um reparador competente usando equipamento adequado. Reparação e Revisão de Material Utilizado em Atmosferas Explosivas

74 norma IEC Explosive atmospheres - Part 19: Equipment repair, overhaul and reclamation orienta sobre os meios de conservação, sobre a segurança elétrica e requisitos de funcionamento de materiais reparados; define os procedimentos para garantir, depois da reparação, a conformidade do material com o disposto no respectivo Certificado de Conformidade ou com as disposições da norma apropriada para a proteção contra as explosões, se o Certificado não estiver disponível.

75 Devem ser utilizados os meios de reparação mais apropriados para cada elemento especifico de um equipamento, tanto se os meios são os do fabricante original ou de um reparador competente usando equipamento adequado. O reparador deve estar informado de certos requisitos específicos da legislação nacional correspondente que podem regular as ações de reparação ou revisão

76 O usuário deveria assegurar-se que o organismo encarregado da reparação cumpra com as disposições apropriadas das normas que se referem particularmente ao controle e garantia da qualidade, as exigências relativas aos equipamentos das oficinas e o conhecimento das pessoas envolvidas diretamente com a reparação ou a revisão. O organismo reparador deve ter uma equipe de reparação e revisão apropriada, assim como o material necessário para poder efetuar as verificações e ensaios exigidos, levando em conta o tipo de proteção do material.

77 A informação disponível para a reparação ou revisão deve incluir detalhes sobre: - Especificação técnica; - Funcionamento e condições de uso; - Instruções para a desmontagem e montagem; - Limitações de certificação, quando existirem; - Marcação (incluindo a marcação da certificação).

78 4ª aula REVISÃO 3 - Manutenção de Equip. e Mat.

79 Manutenção de equipamentos e materiais Manutenção: Combinação de ações executadas para conservar uma instalação ou um elemento dela em condições de operação. Toda manutenção deve ser documentada com os registros necessários garantindo que o equipamento se mantem de acordo com o seu projeto original.

80 - - Deve-se manter a montagem original, como certificado, para luminárias, já que mudanças podem originar temperaturas excessivas no corpo das mesmas.

81 Retirada de Equipamento Elétrico para Manutenção Caso seja necessário retirar um equipamento de serviço, o equipamento e seu circuito de alimentação devem estar: - Corretamente protegidos e isolados, desligados de toda fonte de energia e/ou ligados a terra

82 Todas as partes das instalações devem ser mantidas limpas e livres de acumulação de poeiras ou substâncias que possam causar um aumento excessivo da temperatura interna do item, devido a uma maior dificuldade na troca térmica do invólucro com o ambiente. Deve-se ter cuidado para evitar a geração de eletricidade estática durante a limpeza do material elétrico. É necessário assegurar-se que há proteção contra intempérie do material. Devem-se substituir as juntas de estanqueidade danificadas.

83 Definições: - Reparação: Ação de restabelecer um material defeituoso à sua condição de uso e em concordância com a norma adequada. - Revisão : Ação de restabelecer à sua condição de uso, um material usado ou armazenado por um período de tempo, porém, que não está defeituoso. Reparação e Revisão de Material Utilizado em Atmosferas Explosivas

84 norma IEC Explosive atmospheres - Part 19: Equipment repair, overhaul and reclamation orienta sobre os meios de conservação, sobre a segurança elétrica e requisitos de funcionamento de materiais reparados; define os procedimentos para garantir, depois da reparação, a conformidade do material com o disposto no respectivo Certificado de Conformidade.

85 Devem ser utilizados os meios de reparação mais apropriados para cada elemento especifico de um equipamento por meio de um reparador competente usando equipamento adequado. O reparador deve estar informado dos requisitos específicos da legislação nacional correspondente que podem regular as ações de reparação ou revisão do equipamento.

86 Rever daqui em diante O usuário deve assegurar-se que o organismo encarregado da reparação cumpra com as disposições apropriadas das normas que se referem particularmente ao controle e garantia da qualidade, as exigências relativas aos equipamentos das oficinas e o conhecimento das pessoas envolvidas diretamente com a reparação ou a revisão. O organismo reparador deve ter uma equipe de reparação e revisão apropriada, assim como o material necessário para poder efetuar as verificações e ensaios exigidos, levando em conta o tipo de proteção do material.

87 A informação disponível para a reparação ou revisão deve incluir detalhes sobre: - Especificação técnica; - Funcionamento e condições de uso; - Instruções para a desmontagem e montagem; - Limitações de certificação, quando existirem; - Marcação (incluindo a marcação da certificação).

88 4ª aula – Especificações Técnicas

89 Inserir aula do FLC

90 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA – equipamento e material A determinação das características técnicas de um equipamento ou material, passa necessariamente pela descrição de suas características principais, informadas clara, concisa e objetivamente, de modo a não restar dúvidas para os demais membros de uma equipe de projetos e de terceiros envolvidos. ESPECIFICAÇÃO de um EQUIPAMENTO ELÉTRICO Normalmente são elaborados dois documentos: Especificação Técnica Folha de Dados

91 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA É um documento que abrange toda a família de equipamentos similares e tem o objetivo de esclarecer os fabricantes quanto a aspectos gerais que aquele equipamento precisa atender, p.ex.: condições do ambiente onde o equipamento será instalado normas de projeto e ensaios especificação da pintura documentação que o fabricante deve enviar características construtivas especiais, caso existam, etc. No âmbito da Petrobrás, as Especificações Técnicas são substituídas pelas NTPs – Normas Técnicas Petrobrás.

92 ABRIR ET-QDL-1 IDEM ET-PLC-6 no pen drive - apresentação PEFF

93 FOLHA de DADOS Documento específico para um determinado equipamento – no caso de existir mais de um equipamento rigorosamente idêntico a Folha de Dados - FD – será a mesma, porém nela estarão indicados os números de identificação de cada equipamento e a quantidade total de equipamentos a serem adquiridos segundo aquela FD. No âmbito da Petrobrás existem Folhas de Dados padrão – FD - que devem ser elaboradas de acordo com as NTPs relativas as FDs.

94 ABRIR FD-QDL-1 no pen drive - apresentação PEFF

95 ESPECIFICAÇÃO de um MATERIAL ELÉTRICO normalmente são elaborados dois documentos: FOLHA de ESPECIFICAÇÃO é equivalente à Folha de Dados usada para a compra de equipamentos, porem possui algumas particularidades: enquanto que as FDs são formulários a serem preenchidos, a Folha de Especificação de Material – FE – é um formulário em branco, que recebe um texto com todas as informações técnicas necessárias, podendo ser informado um modelo e fabricante de referencia, que será usado pelos proponentes para encontrar um produto similar.

96 REQUISIÇÃO DE MATERIAL tem o objetivo de grupar materiais de um mesmo tipo, de modo que a área de suprimentos, encarregada de obter as propostas técnicas, tenha sua tarefa facilitada, pois ao invés de enviar para os proponentes as FEs separadamente, envia um conjunto de FEs que interessam a um determinado fabricante, grupadas pelas Requisições de Material – RMs.

97 ABRIR RM-QDL-1RM-QDL-1 IDEM PLCPLC no pen drive – apresentação PEFF

98 NORMAS DA ABNT NTPs e FDs do SISTEMA da QUALIDADE da PETROBRÁS BIBLIOGRAFIA OUTROS na apostila

99 5ª aula REVISÃO 4 - Especificações Técnicas

100 5ª aula – Certificado de Conformidade de Produtos

101 CERTIFICADO DE CONFORMIDADE de PRODUTOS A certificação de conformidade é um conjunto de atividades no qual um produto é encaminhado a um laboratório credenciado e submetido aos ensaios previstos nas normas aplic á veis (brasileiras ou internacionais), para verificar se ele atende a todos os requisitos exig í veis. Ferramentas utilizadas: Ensaio de Tipo e/ou de Rotina Avaliação do Sistema de Qualidade de Fabricação Amostragem / Auditoria

102 Caso o produto seja aprovado em todos os testes, seu fabricante recebe um Certificado de Conformidade: documento que tamb é m estabelece obrigações ao fabricante no sentido de que todas as pe ç as produzidas doravante, mantenham as caracter í sticas daquele prot ó tipo aprovado Tipos de certificação

103 certificação voluntária: o fabricante de um determinado produto procura um laboratório credenciado e ensaia seu produto segundo normas - nacionais ou internacionais – com o objetivo de: melhorar sua imagem junto ao consumidor; diferenciar-se em rela çã o a seus concorrentes; credenciar-se para fornecer seu produto no exterior; etc. exemplo de certifica ç ão volunt á ria: bloco cerâmico para alvenaria, cacha ç a, outros

104 certificação compulsória por força de lei, portaria ou regulamento: um determinado produto, só pode ser comercializado se possuir um Certificado de Conformidade, emitido por organização reconhecida no âmbito do Sistema da Qualidade de um determinado país. O CONMETRO coordena e supervisiona a política nacional de metrologia, normalização industrial e certificação da qualidade de produtos e serviços. exemplo de certifica ç ão compuls ó ria: equipamentos el é tricos e eletrônicos para uso em unidades industriais que processam substâncias inflam á veis ( á reas classificadas).

105 Identificação da certificação (para o produto certificado):

106 Identificação da certificação 1- Na marcação do produto certificado devem constar as informações estabelecidas na IEC – 0 (antiga NBR 9518). 2- Para pequenos componentes, quando não houver condições para a marcação como indicado na Figura, é permitida a indicação do logo do INMETRO e do OCP sem seus respectivos nomes. Não havendo condições para esta marcação, a mesma deverá ostentar, no mínimo, os campos 3 (marcações mínimas exigidas pelas Normas) e 4 (Número do Certificado). Neste caso o produto deverá ser embalado e sua embalagem deverá conter todos os campos abaixo descriminados.

107 Identificação de um produto certificado 1 - Identificação do fornecedor; 2 - Identificação do modelo ou tipo; 3 - Símbolos: BR-Ex, tipo de proteção, grupo do equipamento elétrico, classe de temperatura e / ou temperatura máxima de superfície e marcações adicionais exigidas pela norma específica para o respectivo tipo de proteção; 4 - Número do certificado, incluindo as letras X ou U, quando aplicável

108 Principais organismos do Sistema Brasileiro da Qualidade INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 26 de junho de 1862, Dom Pedro II promulgava a Lei Imperial nº 1157 e com ela oficializava o sistema métrico decimal francês. em 1961, foi criado o Instituto Nacional de Pesos e Medidas (INPM), que implantou a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade, e instituiu o Sistema Internacional de Unidades (S.I.). em 1973, nascia o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, o INMETRO, que no âmbito de sua ampla missão institucional, objetiva fortalecer as empresas nacionais.

109 O INMETRO O Inmetro objetiva fortalecer as empresas nacionais, aumentando sua produtividade por meio da adoção de mecanismos destinados à melhoria da qualidade de produtos e serviços. Missão: promover qualidade de vida do cidadão e a competitividade da economia através da metrologia e da qualidade. é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).

110 COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES do INMETRO: - Executar as políticas nacionais de metrologia e da qualidade; - Verificar a observância das normas técnicas e legais, no que se refere às unidades de medida, métodos de medição, medidas materializadas, instrumentos de medição e produtos pré-medidos; - Manter e conservar os padrões das unidades de medida, assim como implantar e manter a cadeia de rastreabilidade dos padrões das unidades de medida no País; - Fortalecer a participação do País nas atividades internacionais relacionadas com metrologia e qualidade, além de promover o intercâmbio com entidades e organismos internacionais;

111 - Prestar suporte técnico e administrativo ao Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Conmetro; - Fomentar a utilização da técnica de gestão da qualidade nas empresas brasileiras; - Planejar e executar as atividades de creditação de laboratórios de calibração e de ensaios, de provedores de ensaios de proficiência, de organismos de certificação, de inspeçãoe de treinamento; - Coordenar, no âmbito do Sinmetro, a certificação compulsória e voluntária de produtos, de processos, de serviços e a certificação voluntária de pessoal.

112 CONMETRO - Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. colegiado interministerial que exerce a função de órgão normativo do Sinmetro e que tem o Inmetro como sua secretaria executiva. Integram o Conmetro: os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Ciência e Tecnologia; da Saúde; do Trabalho e Emprego; do Meio Ambiente; das Relações Exteriores; da Justiça; da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento; da Defesa; o Presidente do Inmetro e os Presidentes da ABNT, da CNI e do Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC.

113 COMPETE AO CONMETRO: - Formular, coordenar e supervisionar a política nacional de metrologia, normalização industrial e certificação da qualidade de produtos, serviços e pessoal, prevendo mecanismos de consulta que harmonizem os interesses públicos, das empresas industriais e dos consumidores; - Assegurar a uniformidade e a racionalização das unidades de medida utilizadas em todo o território nacional; - Estimular as atividades de normalização voluntária no país; - Estabelecer regulamentos técnicos referentes a materiais e produtos industriais;

114 - Fixar critérios e procedimentos para certificação da qualidade de materiais e produtos industriais; - Fixar critérios e procedimentos para aplicação das penalidades nos casos de infração a dispositivo da legislação referente à metrologia, à normalização industrial, à certificação da qualidade de produtos industriais e aos atos normativos dela decorrentes; -Coordenar a participação nacional nas atividades internacionais de metrologia, normalização e certificação da qualidade.

115 PRINCIPAIS NORMAS TÉCNICAS aplicáveis a instalações em áreas classificadas normas ABNT normas IEC onde não couber ANSI, NFPA, NEMA, IEEE etc. em áreas classificadas é um capítulo à parte em nosso pais, tendo sido decisiva a atuação da Petrobrás no sentido de implantar em suas instalações as normas ABNT e IEC.

116 6ª aula REVISÃO 5 - Certificado de Conformidade de Produtos

117 6ª aula – Apresentação de Trabalho

118 ESPERO QUE TENHAM APROVEITADO AS AULAS SUCESSO NA CARREIRA ESTOU À DISPOSIÇÂO NO QUE PUDER SER ÚTIL abraços

119 FIM


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