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FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais AULA 3 Prof. Gildo Neves Baptista jr.

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1 FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais AULA 3 Prof. Gildo Neves Baptista jr

2 AULA PASSADA: AULA PASSADA: RASTREABILIDADE E CONTROLE DE MATERIAIS

3 REVISANDO REVISANDO O QUE É RASTREABILIDADE? O QUE É RASTREABILIDADE?

4 REVISANDO É a habilidade de traçar o caminho da história, aplicação, uso e localização de uma mercadoria individual ou de um conjunto de características de mercadorias, através de impressão de números de identificação conforme descreve a Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR ISSO 8402 (1994). É a habilidade de traçar o caminho da história, aplicação, uso e localização de uma mercadoria individual ou de um conjunto de características de mercadorias, através de impressão de números de identificação conforme descreve a Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR ISSO 8402 (1994).

5 REVISANDO QUAL SUA APLICABILIDADE? QUAL SUA APLICABILIDADE?

6 REVISANDO A RASTREABILIDADE pode ser aplicada sobre itens individuais de ferramenta ou sobre lotes de peças, ou podem ser códigos de datas para materiais de produção contínua ou uma combinação disto. A RASTREABILIDADE pode ser aplicada sobre itens individuais de ferramenta ou sobre lotes de peças, ou podem ser códigos de datas para materiais de produção contínua ou uma combinação disto.

7 REVISANDO QUAL SUA FINALIDADE? QUAL SUA FINALIDADE?

8 REVISANDO Assegurar que apenas materiais e componentes de qualidade entrem no produto final; Assegurar que apenas materiais e componentes de qualidade entrem no produto final; Identificar clara e explicitamente produtos que são diferentes, mas que se parecem a ponto de serem confundidos entre si; Identificar clara e explicitamente produtos que são diferentes, mas que se parecem a ponto de serem confundidos entre si; Permitir o retorno de produtos suspeitos numa base precisa; Permitir o retorno de produtos suspeitos numa base precisa; Localizar falhas e tomar medidas corretivas a preço mínimo. Localizar falhas e tomar medidas corretivas a preço mínimo.

9 REVISANDO NOVAS TECNOLOGIAS E OS SISTEMAS DE RASTREABILIDADE NOVAS TECNOLOGIAS E OS SISTEMAS DE RASTREABILIDADE

10 REVISANDO Com um sistema de RASTREABILIDADE, a identificação dos materiais assume uma importância maior já que cada lote recebido será atribuída uma identificação específica que deve acompanhar física e sistematicamente o material a ela associado para ser possível dispor da informação quando necessário. Com um sistema de RASTREABILIDADE, a identificação dos materiais assume uma importância maior já que cada lote recebido será atribuída uma identificação específica que deve acompanhar física e sistematicamente o material a ela associado para ser possível dispor da informação quando necessário.

11 REVISANDO AGENTES DO PROCESSO DE RASTREAMENTO AGENTES DO PROCESSO DE RASTREAMENTO

12 REVISANDO Consumidor Consumidor Cadeia produtiva Cadeia produtiva Agentes Certificadores Agentes Certificadores Agentes Facilitadores Agentes Facilitadores Agentes Reguladores Agentes Reguladores

13 REVISANDO O CÓDIGO DE BARRAS, o LEITOR DE CÓDIGO DE BARRAS, os equipamentos, os sensores, as informações sobre o processo industrial, o produto, as pessoas, Etiquetas ou gravações em alto relevo ou baixo relevo ou em qualquer outra forma compatível com o ambiente de armazenamento e processo de produção

14 REVISANDO RASTREABILIDADE E RECALL RASTREABILIDADE E RECALL

15 REVISANDO O RECALL tem por objetivo básico proteger e preservar a vida, saúde, integridade e segurança do consumidor. Supletivamente visa evitar prejuízos materiais e morais dos consumidores. O RECALL tem por objetivo básico proteger e preservar a vida, saúde, integridade e segurança do consumidor. Supletivamente visa evitar prejuízos materiais e morais dos consumidores.

16 E NOSSO ASSUNTO DE HOJE É: E NOSSO ASSUNTO DE HOJE É: GESTÃO DE ESTOQUES

17 CONHECER O PROCESSO E VARIÁVEIS DA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS CONHECER O PROCESSO E VARIÁVEIS DA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS

18 GESTÃO DE ESTOQUES O QUE SÃO ESTOQUES? O QUE SÃO ESTOQUES?

19 GESTÃO DE ESTOQUES São quaisquer quantidades de bens físicos que sejam conservados, de forma improdutiva, por algum intervalo de tempo.

20 GESTÃO DE ESTOQUES Estoques são considerados por Slack (1997, p. 381) como sendo a acumulação de recursos materiais em um sistema de transformação, e pode em alguns casos ser usado para descrever qualquer recurso armazenado.

21 GESTÃO DE ESTOQUES Para Correia (2000, pg. 43), estoques são acúmulos de recursos materiais entre fases específicas de processos de transformação e possuem uma propriedade fundamental que é uma arma, podendo ser usada para o bem ou para o mal da organização.

22 GESTÃO DE ESTOQUES O QUE SÃO ESTOQUES? O QUE SÃO ESTOQUES? Todos os bens e materiais mantidos por uma organização para suprir demandas futuras, podendo ser encontrados na forma de (tipos de estoque): matéria-prima, produto em processo (em elaboração/produção), produto acabado, materIais e embalagens e produtos necessários para manutenção, reparo e suprimentos de operações (ORTOLANI, 2002).

23 GESTÃO DE ESTOQUES POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM DE ESTOQUES?

24 GESTÃO DE ESTOQUES POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM DE ESTOQUES? 1- IMPOSSIBILIDADE OU INVIABILIDADE DE COORDENAR AS TAXAS DE SUPRIMENTO E DEMANDA;

25 GESTÃO DE ESTOQUES POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM DE ESTOQUES? 2- INCERTEZA DE PREVISÕES DE SUPRIMENTO OU DA DEMANDA;

26 GESTÃO DE ESTOQUES POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM DE ESTOQUES? 3- ESPECULAÇÃO PARA CRIAÇÃO DE VALOR E REALIZAÇÃO DE LUCRO;

27 GESTÃO DE ESTOQUES POR QUE AS EMPRESAS PRECISAM DE ESTOQUES? 4- DISPONIBILIDADE DO CANAL DE DISTRIBUIÇÃO.

28 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES

29 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES ESTOQUE NO CANAL DE DISTRIBUIÇÃO: ESTOQUE NO CANAL DE DISTRIBUIÇÃO: estoque em trânsito entre os pontos de estoque em trânsito entre os pontos de estocagem ou de produção;

30 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES ESTOQUE DE ANTECIPAÇÃO: ESTOQUE DE ANTECIPAÇÃO: estoque é gerado em antecipação às vendas sazonais;

31 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES ESTOQUE DE CICLO OU REGULAR: ESTOQUE DE CICLO OU REGULAR: é o estoque necessário para satisfazer a demanda média durante o tempo entre o reabastecimento sucessivos;

32 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES ESTOQUE DE SEGURANÇA: ESTOQUE DE SEGURANÇA: adicional ao estoque regular necessário para satisfazer a demanda média e as condições de prazo de entrega.

33 GESTÃO DE ESTOQUES TIPOS DE ESTOQUES ESTOQUE OBSOLETO OU MORTO: ESTOQUE OBSOLETO OU MORTO: é o estoque que se deteriora, tem a sua é o estoque que se deteriora, tem a sua validade vencida, ou é roubado ou perdida quando armazenado por um período de tempo.

34 GESTÃO DE ESTOQUES O QUE É GESTÃO DE ESTOQUES?

35 GESTÃO DE ESTOQUES É a Função que Planeja, Executa e Controla o fluxo de materiais nas condições mais eficientes e econômicas, partindo das especificações dos artigos a comprar, até a entrega ao cliente. (Trigueiro – 2007)

36 GESTÃO DE ESTOQUES QUAIS AS FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES?

37 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Determinar o que manter em estoque

38 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Determinar quando reabastecer

39 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Determinar quanto requisitar

40 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Acionar o processo de reabastecimento

41 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Receber, estocar e suprir os materiais conforme requerido pelos usuários

42 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Manter a acuracidade dos saldos

43 FUNÇÕES DA GESTÃO ESTOQUES Realizar saneamento do estoque

44 GESTÃO DE ESTOQUES

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54 O que podemos concluir?

55 GESTÃO DE ESTOQUES A Gestão de Estoques tem reflexos diretos e muitos significativos na eficiência operacional (desempenho) e nas finanças da empresa.

56 GESTÃO DE ESTOQUES Então, o que precisa ser feito para melhorar a Gestão? Então, o que precisa ser feito para melhorar a Gestão?

57 GESTÃO DE ESTOQUES É fundamental a utilização adequada dos recursos da empresa, tanto materiais quanto financeiros É fundamental a utilização adequada dos recursos da empresa, tanto materiais quanto financeiros

58 GESTÃO DE ESTOQUES É importante a alocação racional dos recursos de forma a maximizar e acelerar o retorno obtido sobre estes; É importante a alocação racional dos recursos de forma a maximizar e acelerar o retorno obtido sobre estes;

59 GESTÃO DE ESTOQUES Precisa-se de uma preocupação constante com a redução de custos e pela eliminação daqueles que são desnecessários Precisa-se de uma preocupação constante com a redução de custos e pela eliminação daqueles que são desnecessários

60 GESTÃO DE ESTOQUES É necessário a implementação de decisões que se destinem a É necessário a implementação de decisões que se destinem a aumentar o capital dos acionistas. aumentar o capital dos acionistas.

61 GESTÃO DE ESTOQUES DESAFIO DA GESTÃO DE ESTOQUES

62 GESTÃO DE ESTOQUES Aumenta o retorno de capital Diminuindo o capital investido em estoques Diminui o Ativo Aumenta o capital de giro

63 ATIVIDADE ATIVIDADE Caro aluno, com base no que estudamos na aula de hoje faça a seguinte atividade: ESTUDO DE CASO Leia o case a seguir e se imagine administrador dessa empresa. Que solução você daria para a problemática vivida por essa organização? Para responder esse caso escreva uma lauda, dissertando sobre a resolução do problema.

64 ATIVIDADE ATIVIDADE O Problema Foi relatado por seus proprietários a seguinte situação da empresa, o acúmulo de dívidas, atrasos constantes na folha de pagamento e o baixo faturamento da empresa, e desmotivação de todos colaboradores; Para ter uma real noção do tamanho do problema que estávamos nos deparando, realizamos um diagnóstico na empresa. Além da Fábrica possuía mais 7 lojas em diversas cidades, e clientes diferentes para cada uma delas. De acordo com seus proprietários e com o intuído de reduzir custos, pensaram logo em retirar a comissão de 2% das vendas de suas vendedoras, pedimos para que tivessem cautela e que aguardassem sobre a decisão da comissão. Diagnosticamos que a empresa não possuía um sistema que integra-se as informações das lojas e da fábrica, e que havia desencontro de informações sobre a posição de estoques entre as lojas; Não havia um critério definido de apuração de resultado em cada um de seus pontos de vendas, e nem sabia-se o ponto de equilíbrio de cada um e do conjunto, para buscar pelo menos um meta, romper o ponto de equilíbrio; Não tratava-se de custo na fábrica, faziam-se apenas estimativas para calcular o preço de venda final; As remessas de mercadorias para as lojas eram controladas apenas suas quantidades físicas, e somente sua entrada na loja, sem controle de estoque na fábrica; A empresa realizava mensalmente inventário de seu estoque. O giro do estoque estava tão baixo que acumulou-se um estoque de 22 mil peças nas 7 lojas, criando um tempo de permanência no estoque de 10 meses em relação as vendas na época.

65 ATIVIDADE Obrigatória colocação da fonte de pesquisa. Atividades copiadas ou iguais a de outros colegas serão invalidadas.

66 ATIVIDADE Utilize o Guia Minha Atividade é SFO! Disponível no AVA 39

67 Dúvidas Fórum Fórum Chat Chat

68 Fontes Fontes Imagens -+fotomp.jpg e png U/TORsGPA6bwI/AAAAAAAAAlY/mwSR1jMr1hk/s1600/logistica_integrada.gif

69 Fontes Fontes Bibliografia CAMPOS, Marcos R. R. Revista de Ciências Gerenciais. Vol. XII, N° 15, Ano FEITOZA, Cesar. Apostila de Gestão de compras e estoque MOROZOWSKI, Antonio C. Apostila de Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, A.; JOHNSTON, R. Administração da produção FAVARETTO, F. Uma contribuição ao processo de gestão da produção pelo uso da coleta automática de dados de chão de fábrica. Tese de Doutorado do Programa de Pós- Graduação em Engenharia Mecânica, USP, São Carlos, ORTOLANI, L. F. B. Logistica, gestão de estoques e sistemas de informação


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