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TÓRAX TÉCNICAS TC/RM Dr.Marcelo Queiroz Webimagem- 2011.

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1 TÓRAX TÉCNICAS TC/RM Dr.Marcelo Queiroz Webimagem- 2011

2 TÉCNICAS TC/RM Raio X Método raiológico primário TC Vantagens: Cortes seccionais, maior contraste e demonstração de estruturas de diferentes densidades: partes moles, parênquima, tecidos moles e osso.

3 TÉCNICAS TC/RM TC é melhor que o RX convencional pois suas imagens são obtidas pela maior sensibilidade dos detectores sobre sistemas filme ecran, e, rejeição da dispersão na técnica de tomografia com colimação fina O contraste iodado opacifica estruturas vasculares. Melhor contraste entre o pulmão aerado e anormalidades do parênquima.

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6 TÉCNICAS TC/RM Em virtude das pressões econômicas a participação do radiologista no processo tornou-se obrigatória. Conhecimento de riscos e benefícios; Indicações ; A especificidade de TC/RM;

7 TÉCNICAS TC/RM Indicações : TC:Natureza e extensão de tumores pulmonares e torácicos; RM avaliação de lesões cardiovasculares, tumores de sulco superior, anormalidades da parede torácica, massas torácicas que toquem a coluna e possam envolver a medula;

8 TÉCNICAS TC/RM A TC é mais indicada em casos de suspeita tumoral (pré e pós tratamento); A RM reconhecida pela capacidade de demonstrar fluxo sanguíneo e alto contraste entre as estruturas de partes moles (e o melhor: sem uso de radiação ionizante).

9 TÉCNICAS TC/RM RM O obstáculo mais significativo à RM é o parênquima aerado (baixa DP e tempo de relaxamento transversal curto (T2)). Além disso interfaces múltiplas ar- parênquima e respiração criam artefatos múltiplos; Calcificações muito baixo sinal são perdidas.

10 TÉCNICAS TC/RM Indicações específicas da RM no tórax: Dissecção, aneurismas e coarctação, tumores de sulco superior, lesões de plexo braquial, massas mediastinais, e algumas lesões pulmonares.

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12 TÉCNICAS TC/RM Preparação para o exame: Reduzir o tempo na sala de exame; Fora da sala: conseguir consentimento informado, realizar entrevista, planejar a estratégia/protocolo de aquisição de imagens; A disponibilidade do radiologista é fundamental para uma operação tranquila;

13 TÉCNICAS TC/RM Na RM: fundamental o tempo de exame; Se possível ajustar a sala da RM para vários exames semelhantes em sequência;

14 TÉCNICAS TC/RM Na RM: cuidado com implantes metálicos, cirurgias recentes, marca-passos,e, traumatismos. Pacientes com histórico de trabalho com laminas de metal ou lesão ocular, devem realizar um raio x simples que inclua órbita ( risco de lesões térmicas). Aparelhos ortopédicos em sua maioria podem ser submetidos, a menos que durante o exame a área fique quente ou morna.

15 TÉCNICAS TC/RM RM Fazer apnéia; Orientar quanto ao ruído; Ansiedade e crises do pânico não são incomuns;

16 TÉCNICAS TC/RM Parâmetros de Exame pela TC Posicionamento do Paciente: Decúbito dorsal Braços elevados Regiões póstero –basais hiperatenuantes (se for pesquisa de doença intersticial: realizar estudo em decúbtio ventral); Exame em decúbito lateral : mostrar material pendente em cavidade; distinguir processo pleural de anomalia do parênquima;

17 TÉCNICAS TC/RM RADIOGRAFIA DIGITAL PRELIMINAR Topograma reconstruído a partir de múltiplas imagens se possível incluindo o abdome superior. COLIMAÇÃO Convencional:7 a 8 mm sem intervalo. Helicoidal:Colimação geralmente 7 a 8 mm, com Pitch de 1 e reconstrói também com 7 a 8 mm. Multidetectores: 1- 1,5 mm.

18 TÉCNICAS TC/RM ESPAÇAMENTO ENTRE OS CORTES Regra geral: aquisição volumétrica sem intervalos. Em doenças intersticiais podem ser obtidos cortes finos com intervalos.

19 TÉCNICAS TC/RM CAMPO DE VISÃO (FOV-FIELD OF VIEW) Geralmente o limite é 512x512 Compensação: Quanto maior o FOV, maior o PIXEL, e portanto menor a resolução espacial. Portanto ajuste o FOV para atender apenas o diâmetro da caixa torácica.

20 TÉCNICAS TC/RM DOSE DE RADIAÇÃO A dose é alta Mulheres jovens (mama) e pediátricos. A dose é determinada por: voltagem, corrente, tempo de exame, campo de exame, ângulo de rotação, filtração, colimação, espessura do corte, e, espaçamento. Dose média 10 a 40 mGy.

21 TÉCNICAS TC/RM Reduzir a duas vezes a corrente do tubo de 400 mA, com redução análoga da dose de radiação, não produz alterações significativas em anormalidades de mediastino ou pulmão (pacientes médios).

22 TÉCNICAS TC/RM Ajustes da janela No tórax há uma grande faixa de valores de densidade em UH Estruturas ósseas densas (+600 UH) até o parênquima pulmonar (- 700UH-ar); Como os ajustes ultrapassam limites, devem ser empregadas janelas únicas para o estudo de estruturas específicas; Devem seguir orientações gerais, a janela deve estar no meio da densidade da estrutura a ser estudada e seu envoltório(pex:um nódulo de 100 UH, circundado de pulmão -700 UH, um bom nível de janela : -300 UH),

23 TÉCNICAS TC/RM A ADMINISTRAÇÃO DO MEIO DE CONTRASTE Jejum Sólidos 4-6 horas, líquidos 2 horas- vômitos; Se possível acesso venoso pré-sala de exames; Quando usar contraste: Gordura mediastinal insuficiente Diferenciar estrutura vascular ou aneurisma de outras lesões; Realce específico de massas; Diferenciar atelectasias de consolidações;

24 TÉCNICAS TC/RM A bomba injetora: Use agulhas 18, 20 ou 22; Prefira veia antecubital, segue pela basílica e VCS; Até 150 ml sendo 2-3,5 ml / segundo por 25 segundos e o restante 1 ml / segundo em bolo; Delay: retardo segundos;

25 TÉCNICAS TC/RM TCMD Utilize o Bolus Track Quando atinge 120 UH o disparador segue automaticamente;

26 TÉCNICAS TC/RM TC DE ALTA RESOLUÇÃO Indicações: Determinação de doença intersticial, sua extensão, atividade e distribuição; Local exato de biópsia; Evolução de doença e tratamento;

27 TÉCNICAS TC/RM TCAR Radiografias normais e clientes sintomáticos ; Asbestose e enfisema iniciais; Técnicas: Obtidas com apnéia em inpiração completa, cliente em decúbito dorsal; Decúbito ventral se necessário; Imagens em expiração podem mostrar o air trapping em doenças de vias aéreas (asma pex.);Nestes casos o pulmão aumenta sua atenuação e a porção que aprisiona o ar fica Hipoatenuante.

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30 TÉCNICAS TC/RM Não necessita imagens contíguas; A colimação deve ser de 1,0 mm. Na maioria das vezes é um complemento da aquisição volumétrica linear; Intervalos de 10 a 40 mm;

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32 TÉCNICAS TC/RM Cortes Finos Diferente da TCAR serve para lesões e áreas de interesse; TC Helicoidal (espiral) Movimento contínuo da mesa sob o feixe de raios x permitindo aquisições volumetricas ininterruptas, que são reconstruídas no plano axial.

33 TÉCNICAS TC/RM Nódulos Pulmonares: A TC helicoidal aumentou em 40% a detecção de nódulos em relação à convencional; Os nódulos são melhores detectados á medida que o intervalo de reconstrução diminui abaixo da colimação. Produz um maior número de imagens. Pitch maior que 1,0 não diminui a detectabilidade.Porém o limite é 1,5.

34 TÉCNICAS TC/RM Reformatação Bidimensional e Imagem Tridimensional Avaliação da origem de grandes massas Lesões adjacentes ao diafragma; Estudo da árvore traqueobrônquica; Colimação fina (1 a 3mm); Pitch1,0-1,5 Superposição de cortes helicoidais reconstruídos a 25-75% suprime o artefato de degrau.

35 TÉCNICAS TC/RM As reformatações tridimensionais são realizadas em MIP (maximum intensity projection). MIP: Imagens criadas pela projeção de raios imaginários através do volume de dados do exame.

36 TÉCNICAS TC/RM Angiotomografia por TC helicoidal e TCMD São melhores as imagens com 60 ml de contraste a 60%, do que as imagens com 120 ml. Empírico o delay a partir de 15 segundos. Ou técnica do teste em bolo. Injeta 10 a 15 ml na velocidade prevista e realiza imagem sequencial dinâmica, no arco aórtico ou na artéria pulmonar principal. Após atraso apropriado injeta a 3 a 4 ml / s, colimação de 3mm e velocidade da mesa de 6mm/s. Reformatações multiplanares a partir de imagens reconstruídas a intervalos de 2mm.

37 TÉCNICAS TC/RM Após atraso apropriado injeta a 3 a 4 ml / s, colimação de 3mm e velocidade da mesa de 6mm/s. Reformatações multiplanares a partir de imagens reconstruídas a intervalos de 2mm. Aplicação em TEP, aneurismas da aorta e dissecção. Apnéia e aquisições em sentido cranial.

38 TÉCNICAS TC/RM Vias aéreas: Colimação 2-3mm; Pitch de 1-2; Recosntruir com 1 a 2 mm; Utilizar Min-ip - imagens com projeção de intensidade mínima (imagem mínima através de raios imaginários- adquiridos e mapeados para uma imagem em escala de cinza;

39 TÉCNICAS TC/RM Geral RM Fazer uma sequencia T1-excelente representação da anatomia-mediastino e sua gordura brilhante, vasos e seu flow- void e intensidade intermediária dos linfonodos; T2 auxílio na detecção de patologias em partes moles (sensibilidade aumentada à água);

40 TÉCNICAS TC/RM Vantagem da RM: aquisição mulltiplanar direta (coronal, sagital oblíquo, sagitais e axiais); A RM é possível em qualquer plano; O movimento respiratório e o cardíaco são os maiores desafios; COPE e ROPE-técnicas exorcistas de reordenação de fase;

41 TÉCNICAS TC/RM Controle cardíaco Através de monitorizaçõ por ECG; Deflagra o sinal através do intervalo R-R. Monitores ventrais ou dorsais.

42 TÉCNICAS TC/RM Bobinas Duas bobinas mais usadas: Corporal de gradiente padrão e a bobina de superfície em fase; Pode usar a de ombro.

43 TÉCNICAS TC/RM Agentes de contraste Quelatos de gadolíneo EV (0,1mmol/kg ou 1ml/10kg); Poucas reações adversas. Cuidado na IRC.


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