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09. Objeções pós-estruturalistas e construtivistas (de Man, Derrida, Rorty) [Juliana P. Perez]

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1 09. Objeções pós-estruturalistas e construtivistas (de Man, Derrida, Rorty) [Juliana P. Perez]

2 Wittgenstein ( ): Crítica à concepção da linguagem como denominação de objetos e, portanto, crítica às teorias da representação (nesse sentido) Ênfase nos jogos linguísticos, constatação dos diferentes usos da linguagem Significado das palavras: dado pelo seu uso

3 Austin ( ) Observação da linguagem comum como ponto de partida da filosofia Linguagem comum como instrumento de análise e comparação para o filósofo enunciados indicativos (assertivos): um dos tipos de enunciados performativos

4 Estrutura : conjunto de leis de definem e instituem um âmbito de objetos ou de entes, estabelecendo relações entre eles e especificando seus comportamentos ou suas maneiras típicas de se desenvolverem. (Reale/Antiseri, p. 82) Estruturalismo nas Ciências Humanas (p. ex. Jakobson, Saussure, Levi-Strauss, Althusser, Lacan): contra existencialismo, subjetivismo idealista, humanismo personalista = homem sobre-determinado por estruturas não controláveis por ele.

5 Pós-estruturalismo: não oposição ao estruturalismo, mas um desenvolvimento do estruturalismo (corrente da filosofia continental), em concorrência com a tradição da filosofia analítica anglófona (Wittgenstein, Russell, Carnap, Austin, Searle, Putnam) Foucault, Derrida, Deleuze, Barthes, Kristeva, entre outros Linguagem não espelha realidade, mas a constitui

6 Searle: compreender um ato de fala significa compreender a intenção do emissor Derrida: sujeito ou intencionalidade não estão presentes no enunciado

7 Base da argumentação de Searle: Derrida errou, interpretação equívoca de Austin; Derrida cita pseudo-exemplos para sustentar sua teoria

8 Escrita, permanência, iterabilidade em Derrida: autor, do receptor, do contexto de produção estão ausentes do enunciado, portanto, comunicação (se é que existe!) é extremamente passível de falhas não é comunicação de uma consciência ou presença

9 DerridaSearle Iterabilidade/ reiterabilidade (recorrência ou repetibilidade de elementos linguísticos) Caracteriza linguagem força de ruptura com intenção de comunicação do ato de fala original Ameaça comunicação necessidade intrínseca à linguagem, caracteriza todos os sistemas de representação por questão de economia; Vantagem da comunicação Ausência produtor/receptor/ contexto Característica necessária da escritura Característica possível da escritura, mas não necessária intencionalidadeNão pode ser determinada em sua origem a partir do enunciado Possui o mesmo papel na linguagem oral ou escrita Contexto do enunciadoconceito absoluto, complexo e nao determinável de forma definitiva Responsável pelo sucesso ou não da comunicação

10 Acusação de leitura errada de Austin Ficção como parasitária aos atos de fala -> para S. não julgamento de valor, mas caráter secundário, derivativo, dependente da ficção com relação à linguagem comum Austin teria excluído o parasitismo, portanto, a iterabilidade, portanto a própria possibilidade dos enunciados/atos de fala performativos.

11 Iterabilidade não anula intencionalidade, não está em conflito com a intencionalidade de atos de fala, mas é uma característica necessária para as diferentes formas assumidas pela intencionalidade (p. 208)


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