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Dep. Carlos Coelho Dr. Rodrigo Moita de Deus 29.Agosto.2012 Falar...claro Falar claro !

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Apresentação em tema: "Dep. Carlos Coelho Dr. Rodrigo Moita de Deus 29.Agosto.2012 Falar...claro Falar claro !"— Transcrição da apresentação:

1 Dep. Carlos Coelho Dr. Rodrigo Moita de Deus 29.Agosto.2012 Falar...claro Falar claro !

2 A. Comunicar Bem B. Contactos com a Comunicação Social C. Os novos meios FALAR,...CLARO FALAR CLARO ! D. 15 Conselhos para falar em público

3 COMUNICAR BEM

4 Em Democracia o povo é quem decide. Comunicar: O que está a acontecer ? O que se está a fazer ? Quais são os anseios e os problemas das pessoas ? FAZER POLÍTICA É COMUNICAR

5 EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR OS 3 ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO

6 eleitor O peixinho dourado tem uma memória de 3 segundos.

7 comportamento eleitoral

8

9 O cérebro funciona por compartimentos É possível identificar a actividade de cada um destes compartimentos

10 a memória visual é maior que a auditiva

11

12 zoning-out o cérebro desliga assim que uma tarefa se torna familiar

13 Um est í mulo visual chega primeiro à parte da emoção. Só depois, meio segundo depois, chega ao processamento racional.

14 se as pessoas só memorizam 3 segundos, cuidado com os 3 segundos

15 Em 1960, o tempo m é dio de cita ç ão em TV era 60 segundos. Hoje é de 7 segundos soundbite

16 Como se faz um soundbite

17 Nunca erro e raramente tenho dúvidas geração rasca Porcaria na ventoinha Que se lixem as eleições o país está de tanga beijar uma mulher que fuma é como lamber um cinzeiro

18 KISS

19

20 Tecnologia think tank Accountability desenvolvimento governance simplex Emprego palavras cool ambiente Crescimento

21 política empreiteiro negócio assessor palavras no no troika dinheiro austeridade

22 CONTACTOS COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL

23 Tem um trabalho a realizar, como qualquer um de nós Tem que contar uma história, interessante e actual Não tem que compreender, plenamente, aquilo fazemos Necessita de conflito/controvérsia para alimentar a história Precisa de um t í tulo ! Conhecer o Adversário... Jornalista

24 Cuidados a ter numa conferência de imprensa É necessário ? Os jornalistas vêm ? Fizemos ontem ? Escolher dia e hora (jornais regionais) Convocatória 5 dias Confirmação na véspera Tamanho da sala Luz (fotos e contra-luz) Décor (estrutura móvel)

25 Outros cuidados Rádio: voz firme - usar notas mas não ler - usar pausas Som: Qualidade – ruído - feed-back - teste Entrevistas: há algo a dizer? ter fotos

26 Usar roupa escura, evitar padrões Fornece forma, transmite confiança e credibilidade Inclinar o corpo ligeiramente de frente para a câmara Dá-lhe mais presença Nunca olhar directamente para a câmara Tende a parecer confuso (a menos que tenha muita experiência) Olhar para o entrevistador Evite a síndrome de olhos errantes Controlar o cenário Um cenário dinâmico retira a concentração do público. Relaxar e sorrir Um sorriso no momento certo cria empatia com a audiência Entrevista :: Televisão

27 O trabalho de um entrevistado é comunicar mensagens chave. Não é responder a perguntas Falar para o público Ser directo, claro e breve sem exasperação, com classe Não às respostas evasivas (... fragilidades...) Como falar com jornalistas Mensagens-chave

28 OS NOVOS MEIOS

29 Quantas pessoas estão na sala? Quantos se consideram cidadãos informados? Quantos têm facebook, blog ou twitter? Quantos viram ontem o telejornal? Quantos viram ontem o facebook? Quantos estão ligados? Quantas pessoas estão na sala?

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33 15 CONSELHOS PARA FALAR EM PÚBLICO

34 1 Vaidade = auto-confiança em excesso O que fazer com as mãos ? NÃO TER MEDO DO MEDO

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36 2 Aparentar mais firmeza do que se sente Olhar de frente para as pessoas ou por cima das cabeças NÃO ATRAIR OS ABUTRES, SER FIRME !

37 3 INTERVENÇÃO: –S–Ser racional transportar emoção PEDIDOS ESCLARECIMENTO –Q–Querer esclarecer enervar o adversário RESPONDER A ESCLARECIMENTOS... NÃO COMEÇAR A FALAR SEM DEFINIR O OBJECTO E O INTUITO Definir Ideias-Chave. Ordenar ideias e argumentos

38 4 Discursar é comunicar = Falar com... NÃO IGNORAR A AUDIÊNCIA

39 5 Não se OUVE um discurso: VÊ-SE ! Há que representar o discurso Transmitir argumentos e... Emoção Fala-se com o corpo. Não apalhaçar Cuidado com os tiques NÃO ESQUECER: OS OUTROS VÊEM AGut MRS

40 Um gesto vale mil palavras NÃO ESQUECER: OS OUTROS VÊEM

41 6 As pessoas só votam em quem confiam ! TENHA ATENÇÃO À SUA IMAGEM

42 1986 tenha cuidado com a imagem

43 2004

44 7 Não ao discurso monocórdico NÃO FALAR SEM SENTIR O QUE SE DIZ

45 8 Primeiro discurso GANHAR A SIMPATIA DO PÚBLICO Seja modesto sem ser humilde ou simplório Primeiro

46 9 Breve e conciso (<20) Não falar demais (cuidado sem papel) Mas não falar depressa demais Recusar o discurso redondo NÃO SER CHATO RedondoConcreto

47 10 As linguagens são diferentes, Bloqueio psicológico… O risco de pedir a outrém para escrever NUNCA DECORAR UM DISCURSO ESCRITO

48 11 Incluir grandes princípios que todos têm de subscrever… NUNCA DESCURAR AS DEFESAS Não há solidariedade sem reduzir as diferenças gritantes entre os cidadãos ! Não há progresso justo em Portugal sem que ele se faça sentir em todas as regiões do País Reduzir as assimetrias de Desenvolvimento entre o litoral e o interior, o Norte e o Sul, a cidade e o campo Informação ! Participação cidadãos Qualidade de Vida, Ambiente, Bem-estar, Transparência da Adm.

49 12 RESPONDER QUE NÃO SE SABE Nunca tinha visto este problema sob esse ângulo. Parece-me interessante, talvez perigoso (ou inaplicável) mas gostaria de pensar um pouco melhor antes de me pronunciar. Invocou argumentos novos que merecem reflexão. Se reagisse de imediato não lhe faria justiça. Prefiro valorizar os seus argumentos, pesá-los com outras opiniões e voltar ao assunto na próxima oportunidade.

50 Bloquear o impacto negativo responder brevemente de uma forma não específica Bloquear: Fico feliz por ter feito essa pergunta… "Ponte" com uma transição suave mudar de assunto para nossa mensagem Ponte: "O que é importante lembrar... É interessante, no entanto,... " Não querendo fugir à pergunta, convém lembrar..." Não é minha área de especialização o que posso dizer é …

51 13 Não afirmar o que não se sabe ou de que se não tem provas Parece-nos que... ATACAR COM FIRMEZA, PROTEGENDO A RETAGUARDA

52 ATACAR COM FIRMEZA, PROTEGENDO A RETAGUARDA A confirmarem-se os rumores que correm, temos de apurar responsabilidades e retirar consequências… jurídicas e políticas ! políticas e criminais… Estamos preocupados com as informações que circulam que, a confirmarem-se, são prova da mais grave irresponsabilidade e de aproveitamento ilícito de recursos públicos ! Boatos com esta gravidade têm de ser desmentidos sob pena de minarem a credibilidade de autarcas que, até prova em contrário, devem merecer a nossa consideração.

53 14 Evitar ataques pessoais. Insinuar com fundamento e com clareza. Representar a indignação: deixá-los envergonhados NUNCA ATACAR COM MALDADE, DOSEAR A AGRESSIVIDADE PCPPSCDS

54 Ser simpático quando se ataca: Ser filho-da-mãe educadinho NUNCA ATACAR COM MALDADE, DOSEAR A AGRESSIVIDADE RodGC

55 15 Recorrer à defesa da honra NUNCA ADMITIR SER INFERIORIZADO PELA IDADE/SEXO/COR GC

56 15. NUNCA ADMITIR SER INFERIORIZADO PELA IDADE/SEXO/COR Vejo-o nervoso, agressivo e precipitado. Não sei o que o perturba mais: se o facto de ser jovem, de ser mulher ou de ser preta. Qualquer dos receios só por si já o deveria embaraçar. Concentre-se no que aqui afirmei e na razão que me assiste. Tudo o mais é preconceito que o deveria envergonhar. O sangue-frio valoriza a reac ç ão e impede o disparate


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