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A valiação e Q ualidade dos R ecursos E lectrónicos Dra. Maria Pinto Universidade de Granada Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet.

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1 A valiação e Q ualidade dos R ecursos E lectrónicos Dra. Maria Pinto Universidade de Granada Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

2 Economia do Conhecimento Paradigma emergente: o conhecimento considera-se o recurso chave de uma organização A nova fonte de riqueza é, e será, o saber e o conhecimento humano, individual e colectivo Desenvolve-se a organização inteligente, baseada em sistemas que aprendem A criação de novos ambientes de aprendizagem e o acesso eficaz às fontes virtuais de saber demandam uma atenção especial à produção e utilização de conteúdos digitais A inovação será uma boa estratégia de mudança Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

3 O ensino tradicional dá lugar a um ensino virtual e a uma grande infraestrutura de aprendizagem global, onde milhares de estudantes interactuam numa ampla rede de provedores integrados por instituições educativas e profissionais A socialização do conhecimento terá como resultado o facto de que será tão importante encontrar informação como validar esta mesma informação e utilizá-la. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto Socialização do Conhecimento

4 Algumas Reflexões O impacto das tecnologias de informação e comunicação, a gestão do conhecimento e a tendência para a globalização são elementos que necessitam de um contexto educativo distinto. O novo modelo educativo, centrado na alfabetização digital, deve integrar as tecnologias de informação, comunicação e a aprendizagem e-learning. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

5 O Contexto Europeu A economia europeia, apoiada na sociedade de conhecimento, será dinâmica e competitiva e garantirá um crescimento económico sustentado e uma maior coesão social. Desta forma, fomenta-se tanto a promoção do conhecimento como a inovação dos sistemas educativos. Trata-se de levar os cidadãos a adquirir competências genéricas de uso das TIC e de apostar na sua aplicação para inovar e melhorar os processos de aprendizagem. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

6 Conceitos Emergentes Gestão de Qualidade Total Avaliação dos serviços Satisfação do usuário e dos grupos de interesse Melhora para a qualidade Em definitivo, a avaliação, a qualidade e a inovação são elementos básicos para este novo milénio Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

7 Qualidade da Informacão A qualidade é o conjunto de atributos, características e propriedades de um produto ou serviço. A qualidade já não é só uma meta, mas um requisito mínimo para a subsistência. A informação é a matéria prima para os processos de aprendizagem e aquisição de conhecimento A capacidade de seleccionar informação de qualidade determinará o êxito do indivíduo neste novo contexto da sociedade do conhecimento. A qualidade da informação de um recurso será determinada pela sua capacidade de satisfazer as necessidades de informacão da pessoa que o usa. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

8 Dimensões da Qualidade da Informação Refere-se à qualidade da informação em si, ao seu valor objectivo. Consideram-se os seguintes aspectos: rigor científico integridade objectividade precisão Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto QUALIDADE INTRINSECA

9 Dimensões da Qualidade da Informação Está relacionada com o contexto em que se acede à informação e com a adequação às necessidades do sistema e do usuário. –Relevância: dimensão de avaliação subjectiva condicionada pelo tipo de utilizador. –Valor acrescentado. –Actualidade da informação –Quantidade de informação proporcionada –Utilidade –Adequação ao usuário. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto QUALIDADE CONTEXTUAL

10 Dimensões da Qualidade da Informação Refere-se à estrutura e aos restantes aspectos técnicos: –Tipo de formato –Claridade –Concisão –Compatibilidade –Design –Flexibilidade Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto Consideram-se os seguintes aspectos, referentes ao acesso à informação: Tempo de espera Navegação QUALIDADE REPRESENTACIONAL QUALIDADE DO ACESSO

11 Os novos Recursos Electrónicos A criação de novos ambientes de aprendizagem e o acesso eficaz às fontes digitais exigem uma atenção especial no uso e produção dos conteúdos e instrumentos multimédia. Estimular o mercado das entidades públicas na criação de novos materiais que viabilizem e enriqueçam o uso formativo das TIC é um objectivo europeu Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

12 Avaliar Recursos Electrónicos É necessário abordar a qualidade e a acessiblidade das TIC com fins pedagógicos e de aprendizagem. Deve apostar-se na inovação, na avaliação e formação como elementos estructurais de uma intervenção tecnológica que contribua para a informação enquanto factor de desenvolvimento e melhoria das práticas educativas Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

13 Necessidade de avaliar Recursos Electrónicos A maior parte da informação criada hoje em dia é produzida sobre a forma de recurso electrónico. O crescimento exponencial de tais recursos exige a criação de um sistema de filtração que retenha apenas aqueles que garantem um nível mínimo de qualidade. Qualquer sistema de avaliação contribui significativamente para este efeito. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

14 Necessidade de Avaliar O aumento da quantidade materiais pedagógicos em suporte informático leva-nos a reflectir acerca da qualidade técnica e pedagógica desses materiais, assim como acerca das suas condições de uso. A melhoria de aprendizagem encontra-se significativamente relacionada com as características dos recursos educativos utilizados e seus níveis de qualidade. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

15 A Avaliação é um Valor Social Tem algumas características –PUBLICIDADE, no sentido de difundir os dados seleccionados –DIÁLOGO com os usuários –AUTONOMIA dos agentes –DEMOCRATIZAÇÃO da avaliação dos especialistas Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

16 Valores Sociais e Institucionais que inspirem Critérios de Avaliação Equidade Eficácia Conservação Excelência Cidadania Liberdade Legitimidade SOCIAIS INSTITUCIONAIS Missão Função principal da institução Objectivos Resultados desejados Prioridades Classificação de preferências Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

17 Porquê Avaliar crescimento exponencial de recursos electrónicos educativos ausência de práticas regulares de avaliação exigência de avaliação e certificação dos recursos educativos preocupações quanto à qualidade pedagógica de muitos recursos necessidade de credibilidade académica, científica e comercial Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

18 Instrumentos de Avaliação É necessário conhecer as características que definem a qualidade dos recursos electrónicos para poder avaliá-los e utilizá-los Neste sentido, empregam-se alguns métodos: -Lista de verificação e controlo -Opinião do usuário -Opinião do especialista -Supervisão e controlos prévios Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

19 Métodos de Avaliação BASEADO NO ESPECIALISTA: guias, análises de conteúdo AGÊNCIAS DE AVALIAÇÃO: bibliotecas digitais, listas de verificação e controlo CENTRADO NO DESIGN: painel de especialistas, entrevistas e inquéritos, utilização em contexto CENTRADO NO USUÁRIO: listas de verificação e controlo, mostras de observação… A TENDÊNCIA ACTUAL É QUE PARA CADA MOMENTO EXISTA UM TIPO DE AVALIAÇÃO APROPRIADA, AINDA QUE SE TENDA PARA MODELOS MISTOS Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

20 Porquê Certificar Para identificar os produtos educativos de qualidade e de reconhecido valor segundo determinadas dimensões de análise Para orientar o professor na selecção de recursos electrónicos de apoio à aprendizagem. Para establecer selos de qualidade, que deverão ser, posteriormente, uma referência para as instituições educativas Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

21 BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO SERVIÇOS UNIVERSITÁRIOS SÍTIOS VIRTUAIS ACADÉMICOS RECURSOS ELECTRÓNICOS PROJECTOS EDUCATIVOS Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto A nossa experiência como avaliadora

22 Modelos de Avaliação Empregues SOSIG Internet Catalogue, 2004 ALEXANDER & TATE, 2003 URFIST, 2002 CHAO, 2001 SMALL&ARNONE, 1999 (WebMAC) DESIRE, Project, 1998 NIELSEN, J SMITH, A. G, 1997 Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

23 Modelos de Avaliação Empregues STUFFLEBEAN, D (Michigan University) ELAR (Electronic Learning Assessment Resource), California Learning Resource Network Guía TEEM, 2005 Guía SACAUSEF, 2005 KEC (Key Evaluation Checklist) Scriven, 2005 Columbia University Electronic Resources, 2004 Interactive Content Development Guide (Canadá) 2004 U-FE (Utilization-Focused ), Patton, 2002 Guía RIP (Francia) 1999 Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

24 VISIWEB Avaliação de Sítios Virtuais Académicos Projecto financiado pelo Ministério de Educação e Ciência dos_2003/EA /VISIWEB.pdf dos_2003/EA /VISIWEB.pdf Participaram especialistas de 5 universidades Método de avaliação por especialistas Design de checklists: literatura em uso Análise individual/colectiva Análise transversal Elaboração de relatório de síntese avaliado Proposta de recomendações Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

25 Critérios de Avaliação Autoridade Actualização Conteúdo Estrutura Acessibilidade Navegabilidade Funcionalidade Interacção Design Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

26 Autoridade Reconhecimento social do autor Declaração de princípios e propósito do sítio virtual Competência no domínio INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

27 Actualização Grau de actualização Actualidade da informação Existência de links obsoletos INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

28 Conteúdo Exaustividade Consistência Pertinência Objectividade INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

29 Estrutura Claridade conceptual Presença de elementos descritivos e identificativos Consistência organizativa Hierarquização da informação Identificação das novidades Serviços de valor acrescentado INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

30 Acessibilidade Design compatível com diferentes navegadores e resoluções de ecrã Versões alternativas de visualização Cumprimento da normativa WAI Ajuda para a navegação e compreensão de conteúdos Versões em outras línguas INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

31 Navegabilidade Visibilidade de menu de conteúdos Existência de mapa do sítio Permeabilidade interna (existência de links internos) INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

32 Funcionalidade Pertinência dos títulos e adequação entre estes e as secções a que correspondem Sistema próprio de busca de conteúdos Velocidade de descarga das várias páginas Existência de mapa com links INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

33 Interacção Existência de correio de sugestões Existência de inquérito para o usuário sobre o sítio virtual Alusão ao tempo de resposta às perguntas do usuário Sistema de ajuda para o usuário INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

34 Design Homogeneidade visual entre páginas Simplicidade de design Tipografia textual adequada (estilos e formatos) INDICADORES CRITÉRIO Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

35 Pautas para a análise dos dados Atribuição de valor às respostas: 1 (nada), 2 (pouco), 3 (bastante) e 4 (muito) Para cada critério calculamos o valor em percentagem sobre o máximo possível Atribui-se uma pontuação a cada critério segundo a seguinte escala de equivalências: PercentagemPontuação Entre Não aceitável Entre Regular Entre Aceitável Entre Boa Entre Muito boa Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto Avaliação prévia da importância relativa de cada critério

36 Qualidade e Avalaiação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

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38 Projecto financiado pela Direcção Geral de Universidades, Domínio temático: análise e tratamento de informação Objectivos –Directório avaliado de recursos digitais –Repositório documental Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

39 Metas –Ser uma guia de recursos digitais avaliados para a aprendizagem –Orientar os usuários de Internet na eleição dos recursos de qualidade produzidos nos últimos vinte anos –Ser uma ferramenta para profissionais, com vocação de subject gateway especializado Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

40 Metodologia Avaliação mista: especialistas/alunos –Selecção de recursos –Categorização –Avaliação e ponderação –Recomendação –Revisão/Actualização Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

41 Design da lista de verificação Definição do conteúdo do domínio e tipos de recursos Revisão da investigação relevante e uso da experiência Elaboração de uma lista candidata de aspectos a avaliar Definição breve de cada aspecto Definição dos critérios Design da versão inicial da checklist e ponderação Implicação dos alunos na revisão e crítica da lista Listagem dos aspectos que necessitam atenção Revisão do conteúdo da checklist Validação da checklist Aplicação da checklist Revisão e melhoria em intervalos apropriados Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

42 Processo de avaliação Análise individual (especialistas)/colectiva Análise individual alunos/contraste e validação Elaboração de relatório de síntese com avaliação Proposta de recomendação Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

43 CIBERABSTRACTS: Critérios DIMENSÕES –Identificação –Autoridade (QUEM) –Conteúdos (QUÊ) –Pedagógicos (POR QUÊ) –Técnicos (COMO) –Funcionais (PARA QUÊ) Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

44 CIBERABSTRACTS: Critérios AUTORIDADE QUEM (30%) Credibilidade e licença Informação de contacto (organismo e afiliação) Identificação e credibilidade da fuente Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

45 CIBERABSTRACTS: Critérios Identificação Título do recurso Fonte (data) URL Tipo de recurso Categoria Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

46 CIBERABSTRACTS: Critérios CONTEÚDOS O QUÊ (40%) Organização (categorização, estrutura, coerência) Pertinência Adequação dos conteúdos Aspectos pedagógicos Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

47 CIBERABSTRACTS: Critérios Pedagógicos POR QUÊ Motivação e interesse Potencialidade pedagógica Relevância para a aprendizagem Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

48 CIBERABSTRACTS: Critérios CRITÉRIOS TÉCNICOS COMO (15%) Actualização Actualidade Modalidade de acesso (links, ergonomia, interactividade…) Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

49 CIBERABSTRACTS: Critérios ACESSIBILIDADE COMO (15%) Facilidade para descarregar e imprimir. Disponibilidade Visualização/legibilidade/idioma Capacidade de navegação Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

50 CIBERABSTRACTS: Critérios Funcionalidade PARA QUÊ Destinatários Conhecimento prévio Finalidade do recurso Opções de formação Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

51 Ciberabstracts Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

52 Software Este recurso se valoró con 5 estrellas Excelente: autoría, contenido y accesibilidad Bueno: actualización Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

53 Software Se valoró globalmente con 3 estrellas: Muy bueno: actualización Bueno: autoría, contenido, accesibilidad Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

54 Artículo Se valoró globalmente con 4 estrellas: Excelente: accesibilidad Muy bueno: contenido Bueno: autoría, actualización Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

55 Pagina web Se valoró globalmente con 4 estrellas: Muy bueno: contenido, accesibilidad, actualización Bueno: autoría Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

56 Portales educativos Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

57 Portales Educativos Sítios virtuais de instituções académicas ou pessoal académico que oferecem diversos serviços aos membros da comunidade científica: informação, conteúdos, instrumentos para a busca de dados, recursos didácticos, formação, ferramentas para a comunicação A nossa experiência centrou-se no disign e desenvolvimento de portais sobre alfabetização digital, com a finalidade de auxiliar o aluno a adquirir habilidades e competências em gestão, tratamento, avaliação e utilização de informação. Os nossos sítios: –E-COMS: –IMATEC: –ALFIN-eees: –ALFAMEDIA (en desenvolvimento) Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

58 Portal e-COMS Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

59 Objetivos espec í ficos Ser un portal formativo e informativo de referencia para los estudiantes del área de biblioteconomía y documentación, de psicopedagogía, … Portal accesible para cualquier estudiante con discapacidad (normativa WAI) Se propone favorecer el conocimiento, las habilidades y competencias en el manejo, análisis, filtración, organización de la información, evaluación de la calidad, iniciación a la investigación…, apostando por el desarrollo de entre otras, estas competencias: - Tecnológica - Documental - Procedimental - Investigadora Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

60 Contexto Adecuarse a la filosofía de integración del sistema universitario español en el espacio europeo de enseñanza superior Cumplir con los objetivos del Programa e-Europe 2005 Diseñar un recurso pedagógico amigable, riguroso y útil, que proporcione a los alumnos un catálogo de habilidades y destrezas para la gestión, análisis y evaluación de los contenidos electrónicos, usando ejemplos, tutoriales y recursos digitales Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

61 Propiedades Portal intuitivo y fácil de usar accesible según normativa WAI Lenguaje web, estructurado en categorías claves y enlaces, para favorecer la navegación. Estrategias para la selección, análisis, categorización y sistematización de los recursos. Se incluyen los mejores recursos web educativos para fomentar las aptitudes, habilidades y destrezas de los estudiantes. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

62 Avaliação dos dossiers electrónicos Avaliação de recursos, tais como revistas, dicionários, software... Utilizamos os siguintes critérios: –Conteúdo –Actualização/actualidade –Autoridade –Acessibilidade Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

63 Ejemplos de dossier electrónico Se presenta bajo la forma de una referencia electrónica Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

64 Ejemplos de recursos Se recoge el título y resumen de los contenidos Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

65 Construir um portal interactivo para aprender a aprender. Proporcionar un espaço virtual de apoio al aprendizagem. Ajudar os estudiantes no desenvolvimento da capacidade de análise e síntese. Oferecer técnicas básicas para a busca, recuperação e avaliação da informação: aprender a fazer. Ensinar a apresentar e organizar a informação. Promover uma atitude de aprendizagem permanente e o trabalho em equipa. Oferecer recursos avaliados de qualidade para a autoaprendizagem Objectivos Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

66 6 competencias genéricas APRENDER A APRENDER CAPACIDAD PARA APRENDER APRENDER A BUSCAR Y EVALUAR LA INFORMACIÓN APRENDIZAJE AUTÓNOMO APRENDER A BUSCAR APRENDER A EVALUAR APRENDER A COMUNICAR APRENDER A PRESENTAR APRENDER A CITAR APRENDER A ESCRIBIR APRENDER A ANALIZAR Y SINTETIZAR APRENDER A ANALIZAR APRENDER A SINTETIZAR LEER PARA APRENDER APRENDER A SEGMENTAR APRENDER A RESUMIR APRENDER A ESQUEMATIZAR APRENDER A GENERAR CONOCIMIENTO INNOVACIÓN Y CREATIVIDAD HABILIDADES DE INVESTIGACIÓN GESTIÓN DE PROYECTOS APRENDER A TRABAJAR JUNTOS ÉTICA APRENDER A TRABAJAR EN EQUIPO APRENDER A TOMAR DECISIONES USAR LA TECNOLOGÍA PARA APRENDER SISTEMAS OPERATIVOS APLICACIONES OFIMÁTICAS HERRAMIENTAS DE COMUNICACIÓN ENTORNOS DE APRENDIZAJE 4 5 6

67 Considerações finais As instâncias institucionais devem promover a construção e desenvolvimento de produtos e recursos digitais de qualidade. Há que instigar a reflexão social e a implicação de todos os agentes implicados nos processos de avaliação dos produtos educativos digitais. Devem estabelecer-se critérios, indicadores claros, rigorosos e adequados para assegurar que os produtos tenham um nível mínimo de qualidade que legitime o seu uso. Há que consciencializar a comunidade educativa da conveniência de certificar os recursos digitais. Deve apostar-se na melhoria contínua da qualidade dos novos modos de formação e aprendizagem. Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto

68 Obrigada Maria Pinto Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa Maria Pinto


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