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Andressa Carvalho Silva Oyama Disciplina: Tópicos Especiais de Linguística Aplicada: A formação do formador e do professor de língua estrangeira Docente:

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1 Andressa Carvalho Silva Oyama Disciplina: Tópicos Especiais de Linguística Aplicada: A formação do formador e do professor de língua estrangeira Docente: Profa. Dra. Maria Helena Vieira Abrahão

2 Assessin CAAL teacher Training: What we are doing and what could we do better?

3 O uso de CALL em programas de línguas tem se tornado uma parte do currículo da formação; No entanto, o treinamento ainda continua sendo adquirido predominantemente de maneira informal, por meio de workshops, auto-aprimoramento, etc.; Isso sugere que os programas de preparação de professores de línguas têm negligenciado equipar seus graduados com o conhecimento prático e com as habilidades que eles precisam para atuar na sala de aula atual, que é tecnologicamente avançada;

4 Objetivo do estudo O estudo usa um mapeamento online para investigar qual tem sido a extensão da incorporação do CALL como um componente nos programas de formação de professores, bem como a satisfação daqueles a recebem; Perguntas de pesquisa: Qual é o nível de satisfação dos professores em relação à formação que recebem em CALL? O que poderia ser feito para preparar mais apropriadamente os professores em relação ao uso de CALL em sua profissão? (p.28)

5 Breve revisão da literatura Ncate (2004): o desenvolvimento de habilidades computacionais básicas tem sido incorporado em vários cursos tecnológicos de formação de professores; Chapelle e Hegelheimer (2004) reconhecem a necessidade de que os professores estejam familiarizados com uma variedade de informação relativas a computação básica, hardware, softwares e operações de laboratório para tomar decisões conscientes (informed) sobre o uso do CALL.

6 Por que devemos nos preocupar? Há uma lacuna na formação tecnológica do professor, que seria a falta a que formação do professor para poder utilizá-la; Clark e Gorski (2001): observaram que um dos problemas predominantes é a falta de habilidade para identificar quando não usar a tecnologia; Northup e Little (1996): a tecnologia instrucional não pode ser tratada como somente uma parte do programa de formação, mas deve ser contínua, de modo a garantir o sucesso.

7 Senso de intimidação: prevalece ainda entre vários usuários da tecnologia. Professores que não estão acostumados ao utilizar a tecnologia frequentemente reagem negativamente às situações que requerem fazê-lo; A utilização de CALL requer conhecimento íntimo e abrangente sobre a tecnologia com foco pedagógico; Jones (2001): dirigir o processo em CALL -> há a necessidade crescente de preparar os professores para que possam tomar decisões sobre usar o CALL mais apropriadamente; Davies e Williamson (1998): deve-se abordar o desenvolvimento não em termos de o que o computador pode fazer, mas sim em o que um ser humano pode fazer.

8 O estudo possui três componentes distintos: mapeamento: 32 questões respondidas coletadas por meio de uma interface baseada na web; focus group: sessão de discussão intitulada "o que nós podemos fazer para melhor preparar os profissionais do CALL?" Um fórum de discussão online foi criado também para estender o diálogo; entrevistas: 3 indivíduos foram escolhidos para representar 3 programas TESOL de diferentes regiões dos EUA. Metodologia

9 Resultados do mapeamento Os resultados revelam uma insatisfação geral com treinamento de CALL e também lacunas em relação a esses programas. Muitos confiam em fontes alternativas de informação para sua preparação e outros estavam engajados em treinamentos formais à parte dos programas de preparação como professor de língua de modo a compensar essa deficiência. Alguns participantes mencionaram que haviam se graduado antes do CALL estar vigorando. Muitos se consideravam aut0-treinados em CALL; Os autor menciona que é difícil determinar um relacionamento de causa e efeito exato, mas a falta de preparação formal e a confiança nas fontes alternativas definitivamente coexistem.

10 Recursos alternativos de informação Os professores mencionavam utilizar para sua formação: Listas de distribuição eletrônica de documentos; Conferências profissionais; Sites; Colegas; Jornais (Journals); Cursos na universidade; Bibliotecas universitárias; Bibliotecas públicas. Isso demonstra um engajamento; entretanto, a efetividade dessa busca pode estar comprometida se não estiver baseada em teorias sobre CALL, metodologia, princípios e práticas (p. 31-2)

11 Resultados do Focus group Os participantes reconhecem que a formação direcionada ao letramento digital ocorre nos programas de graduação, mas ainda é predominantemente feito de maneira informal; Universal skills: a aprendizagem de habilidades universais pode ajudar a preparar para as futuras gerações de software, bem como ajudar a ter informação sobre o processo de tomada de decisão em um ambiente de CALL; Quanto mais familiarizados com as opções/ alternativas disponíveis para CALL, mais consciente será a decisão; Muitos também reconheceram: problema de contextualização: o que acontece no treinamento não é reforçado com suporte pedagógico e lingüístico; necessidade de aprendizagem autônoma e auto-direcionada: sugerem que criar condições que suportem a aprendizagem possa ser a solução mais efetiva; os projetos de CALL em grupo envolvendo várias sessões da faculdade: são frequentemente a abordagem que mais êxito tem para introduzir o CALL.

12 Resultados das entrevistas Há uma relutância geral para uma faculdade se engajar no treinamento de CALL,; Todos os entrevistados se sentiam confiantes para usar a tecnologia para os seus próprios propósitos, mas se consideravam pouco informados sobre as práticas de CALL; nenhum desejava se engajar em um treinamento de CALL; Outras explicações considerando um insuficiente treinamento em CALL incluem: falta de financiamentos para expandir os programas; muitas outras questões que requerem atenção; a ampla crença de que aqueles que se interessam em CALL vão simplesmente "pegá-lo O autor adverte que se somente aqueles que estiverem muito motivados aprenderem sobre o CALL, é improvável que a prática do CALL se torne integrada com sucesso.

13 RecomendaçãoDescrição de O que podemos fazer melhor? Envolver um especialista em CALL Essa pessoa deve ter ao menos uma fundamentação teórica de tendência a essa área. O CALL deve ser área profissional de investigação (focus). Qualquer introdução de treinamento em CALL deve ser integrada no programa como um todo. Se não for possível ter cursos dedicados ao tema, os pedagógicos ou metodológicos devem ter o CALL como componente. Envolver todos os investidores É sensato envolver todos os investidores nas atividades de CALL, dando a eles informações sobre qualquer treinamento na comunidade local assim como nas conferências locais e nacionais. Prover incentivos Pré-serviço: importância da instrução em CALL. Em serviço: tempo livre, retorno financeiro e reconhecimento. Manter um uso relevante do CALL Formadores em tecnologia podem perceber opções alternativas que melhor atendam às necessidades de professores em formação. Assim como o e a internet são atualmente familiares, todos educadores devem se familiarizar com atividades de CALL, tornando- se mais eficientes no seu entendimento da metodologia, prática, história e possibilidades de CALL. As decisões que influenciam o uso de CALL devem ser tomadas com base no entendimento da pedagogia e da tecnologia e de como elas se fundem.

14 Learning in context: Situating language teacher learning in CALL

15 Programas de formação de professores têm trabalhado com a premissa de que os professores conseguem aprender durante um curso de preparação o que eles precisam para ensinar bem, com oportunidades limitadas de prática durante o curso; O resultado é a confusão e o estresse que os professores sentem quando assumem o papel institucional; No entanto, pesquisas indicam que a aprendizagem do professor que acontece em contextos autênticos, nos quais o conhecimento é aplicado, pode reduzir essas tensões; Assim, a mudança e o crescimento do professor ocorrem por meio de uma aprendizagem que é situada em salas de aula; Para um efetivo de entendimento e crescimento do professor, a formação de professores em CALL deve acontecer de modo a conectar professores – estudantes - tecnologia; Aprendizagem situada: é eficaz para que pesquisadores e educadores discutam a eficácia da inovação de CALL na formação de professores.

16 Aprendizagem do professor Aprender a ensinar em aulas de língua e de conteúdo requer que os professores façam a transferência de conteúdo do curso para a configuração do contexto da escola; Os professores estabelecem muito dos suas atitudes e crenças sobre ensino por meio de suas experiências relacionadas à escola, o que pode significar que: o ensino é percebido com alguma coisa que o professor faz para os aprendizes; tecnologias não tem lugar em salas de aula. São essas crenças imutáveis que levam os estudantes, na formação de professores, a descartar a teoria e conteúdo proposto pelos programas de formação (p. 168)

17 Para superar essas concepções Os estudantes precisam de experiências alternativas que desafiem a validade desses conceitos ingênuos sobre ensinar e aprender na formação de professores; Para ajudar os professores, os programas de formação devem proporcionar o entendimento da relação existente entre o conhecimento acadêmico sobre o uso do computador e sua aplicação em variados contextos; Aprender a ensinar, nesse sentido, significa dar suporte para o uso do conteúdo, ajudando os professores a transformar o seu conhecimento em atividade profissional.

18 Contextos situados e a aprendizagem sobre ensino Kennedy (1999): a competência emerge da associação do conhecimento de teoria e de prática; Isso ocorre em contextos autênticos nos quais o conhecimento é realmente usado (p. 169); Aprender sobre ensinar (expert knowledge) mas não aprender a ensinar (craft knowledge) oferece um cenário fraco e não fortalece os professores; A aprendizagem situada é um modo de ajudar os professores em CALL a focar a investigação, a produzir e considerar alternativas.

19 Situando o ensino de línguas online Em casos nos quais não há a oportunidade de experiência em campo, a aprendizagem a distância pode ser uma escolha efetiva para conectar pessoas; Situar a aprendizagem em sala de aula de professores por meio de educação a distância oferece a oportunidade de que os professores - em pré-serviço e em serviço: coloquem novas idéias em prática; vejam como elas acontecem em configurações autênticas; testem novas concepções que lhes são apresentadas; vejam o envolvimento dos estudantes e reflitam em sua prática. O autor ressalta que o software usado não é tão importante quanto os modos pelos quais ele suporta a aprendizagem. (171)

20 Avaliando a situação (situatedness) do CALL em cursos online. Herringon e Oliver (1995,1999,200): perguntas que demonstram a extensão na qual se encontram as oportunidades de aprendizagem em um curso de CALL (não se referem somente a contextos virtuais); O curso: fornece contexto autêntico que reflete o modo no qual o conhecimento irá ser usado na vida real ? Fornece a criação de atividades autênticas? Fornece o acesso ao desempenho de especialistas e a modelamento do processo? Fornece papéis e perspectivas múltiplos? Promove a colaboração, a reflexão, e a articulação e fornece treinamento e suporte? Fornece a avaliação autêntica da aprendizagem na tarefa?

21 Contexto autêntico que reflete a vida real ? Criação de atividades autênticas? Acesso ao desempenho do papel de especialistas e ao modelamento do processo? Papéis e perspectivas múltiplos? Colaboração, a reflexão, e a articulação e fornece treinamento e suporte? Avaliação autêntica da aprendizagem na tarefa? 1) há público autêntico; 2) há um grande número de fontes disponíveis; 3) há complexidade; 4) há a possibilidade de colaboração. -Os professores devem refletir sobre suas experiências; -Deve-se fomentar a integração de novos conhecimentos; -Tarefas de aprendizagem usadas em situação de vida real -Dependo do contexto, materiais e tópicos, os aprendizes podem alternar os papéis de aprendiz, instrutor e treinador; -Deve haver oportunidades para compartilhar histórias e/ou conhecimentos nos quais sejam especialistas -Discussão de modo a colaborar com os demais para o entendimento da tarefa e para completá-la segundo a própria perspectiva; - Os participantes assumem vários papéis no curso; - A comunicação assíncrona (fórum) permite que todos possam participar - Encorajamento à reflexão sobre as idéias próprias e sobre o contexto, idéias e resposta dos demais; - Andaime: o instrutor ajuda os aprendizes a ajudarem a si mesmos 1)Oportunidades para revisar a própria produção; 2)Avaliar se a produção está ajustada à tarefa; 3)Presença de múltiplos indicadores da aprendizagem; 4)Valiabiidade e confiabilidade nos resultados; 5)Critérios variados para avaliar a pontuação na produção

22 Rubricas da produção no CALL Participação em discussão (25 pontos): Reflexão (explicitar a reflexão e a integração de leituras, recursos e atividades); Qualidade dos comentários (contribuir para a discussão); Claridade e concisão dos comentários; Atitude (participação positiva, aceitar opiniões, respeitar); Quantidade de interação (e não só comentar isoladamente). Atividade da unidade final (40 pontos): Escrever claramente (ser profissional, claro, direto); Seguir as instruções; Abrangência (completeness); Qualidade do conteúdo (refletir, argumentar, fundamentar-se); Integrar a unidade (referir-se às leituras, atividades e discussões do curso).

23 O papel do instrutor O papel do instrutor é crucial; O instrutor decide: quando seguir adiante; quando voltar o curso; a seleção das informações importantes para levar a exemplos autênticos capazes de aumentar a experiência de aprendizagem situada. (p.176) O instrutor desempenha um importante papel para suporte, encorajamento, fornecimento de andaimes e para fomentar a reflexão dos estudantes.; Para acentuar a aprendizagem o CALL, os instrutores devem entender tanto as metas do processo quanto os métodos por meio dos quais a aprendizagem é situada. (p. 179)

24 Casos (cases) - experiência de aprendizagem situada O estudo mostrou que as discussões presencias facilitam a análise de caso mais aprofundada e meticulosa; Casos baseados na realidade podem estimular a discussão e ajudar os estudantes professores em formação a examinar seu conhecimento, experiências, atitudes e habilidades, sem acessar salas de aula física; Embora a tipicamente não tão rico como um contexto real de sala de aula, os casos podem ajudar os professores a: visualizar ações a partir de diferentes perspectivas; a aprender como: tomar decisões em contextos desordenados (messy); como lidar com conflitos; e como pensar sobre a conexão entre teoria e prática.

25 Casos (cases) de experiência de aprendizagem situada Passos gerais para analisar um caso (case): Identificar as questões; Considerar todas as perspectivas; Identificar conhecimento profissional; Projetar possíveis ações e suas consequências; Escolher a melhor ação. Essas decisões são tomadas em grupo, com base na reflexão sobre as possíveis razões para as preocupações das pessoas e em fatores que podem contribuir para uma solução, bem como na revisão da literatura.

26 Conclusão Dado que existem muitos modos de situar a aprendizagem, deve-se começar a explorar como aprender a ensinar pode ser mais apropriadamente situado em contextos culturais e tecnológicos e quais os efeitos que isso produz ao professor em pré-serviço; O mais importante: deve-se entender melhor como aprendizagem situada afeta o resultado do ensino e aprendizagem; Os resultados de pesquisa nessas e outras questões podem ajudar a repensar e a reformular a teoria de aprendizagem situada, as aplicações práticas para a preparação do professor, e o desenvolvimento de programas para o uso da tecnologia por professores de língua.(p. 180)

27 Training CALL teachers online

28 A necessidade de cursos de CALL online Cursos online/ a distância permitem aos que desejam se graduar continuar com seu emprego, reduzir o preço com gastos de viagem para a universidade, e ajustar a agenda de suas necessidades ao curso; O programas de formação de professores não estão imunes a oferecer o tais oportunidades; Tem sido imperativo para as instituições fornecer curso de formação de professores em formato a distância ou online, entre eles o CALL.

29 Certificados em CALL e cursos em ensino/educação e tecnologia Várias instituições oferecem certificados online ou um programa híbrido para cursos relacionados ao CALL; O artigo trata do curso de CALL para professores em formação em Saint Michael´s College; Propõe examinar o conteúdo, a estrutura e a pedagogia do curso em termos os componentes que tenham assegurado seu sucesso: Interação; Colaboração; Avaliação baseada em tarefas e projetos.

30 Premissa norteadora do CALL online Manter a integridade da experiência de ensino e aprendizagem. As metas: fornecer uma experiência de formação de professores por meio de aprendizagem ativa; encontrar maneiras de criar uma comunidade de aprendizagem efetiva, envolvida e entusiasmada, que perpasse as fronteiras e limitações dos ambientes online ao mesmo tempo em que consegue obter vantagens dos recursos e ferramentas disponíveis; modelar uma incorporação efetiva da tecnologia por meio de experiências palpáveis baseadas em tarefas e em projetos que permitam uma abordagem construtivista.

31 Metas e objetivos do CALL online Os professores em formação devem desenvolver competências na tecnologia educacional aplicá-las em seu ambiente específico de ensino e tecnologia Warschauer (2002): 4 letramentos da competência multi-facetada: Computacional: saber usar os computadores Informacional: habilidade para achar e avaliar informações online Multimídia: imagens e sons Em CMC: conhecer o uso da interação online individual e grupal

32 Para satisfazer esses letramentos, espera-se que os participantes: Estabeleçam uma comunidade de aprendizagem que ativamente co-construa conhecimentos, compartilhe pensamentos e experiências; Aprendam várias ferramentas tecnológicas, aplicativos e recursos para atividades de autoria e materiais para aula por meio de projetos e tarefas práticas; Revejam e a avaliem as várias mídias de tecnologia, ferramentas e recursos relacionados a sua efetividade para ensino e a aprendizagem de língua (discussões, críticas em pares e resenhas críticas); Leiam sobre a história e a pesquisa em CALL, discutindo e observando suas influencias teóricas e práticas.

33 Estrutura e conteúdo do CALL online Componentes e desenho do curso O conteúdo do curso é dividido em tópicos semanais: TAREFA E SERVIÇOS: os professores em formação aprendem sobre as ferramentas de tecnologia que guiam ao letramento em computadores e multimídia, de modo a criar uma ferramenta de ensino para integrar em aulas. COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO: ocorre em 2 formas: comunicação assíncrona ( , postagens, discussões sobre as leituras,...); comunicação síncrona (chats em grupo, arquivos de texto e áudio das sessões em chat).

34 Estrutura e conteúdo do CALL online Componentes e desenho do curso COLABORAÇÃO É construída na estrutura do curso por meio de tarefas colaborativas. Tinzmann et al. (1990): 4 elementos da colaboração centrada no aprendiz: compartilhar conhecimentos entre aprendizes estudantes; compartilhar autoridade entre aprendizes estudantes; o professor com um mediador; grupos heterogêneos de estudantes ; O projeto colaborativo satisfaz a 3 propósitos: permite aos futuros professores colocar em prática as ferramentas e outras habilidades da tecnologia; fornece aos professores uma ferramenta de ensino que eles podem usar em suas salas de aula; mantém o foco nos aprendizes. As tarefas colaborativas em cursos online viabilizam o desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico, co-criação de conhecimento e significado, reflexão e aprendizagem transformativa,

35 Estrutura e conteúdo do CALL online Componentes e desenho do curso AVALIAÇÃO BASEADA NO PROJETO DO E NA TAREFA Parte do curso (40%) dedicada ao cumprimento de tarefas interativas e colaborativas nas quais os aprendizes respondem às postagens e fornecem o retorno em relação ao trabalho do outro (avaliação centrada no aprendiz); Os aprendizes fazem ajustes aos seus projetos com base nas revisões em pares e nos comentários do instrutor (avaliação formal); Revisão analítica de sites e de softwares e a construção de projetos de curto e longo prazo (60%);

36 Contato pessoal (ligar ou enviar para o professor, encontrar-se presencialmente com colegas) Contato visual: páginas web com informações biográficas sobre os participantes Contato de voz: conferências com o professor e com membros do grupo Verificação (checking in): marcar encontros virtuaisFórum de perguntas e respostas Café virtual: para discutir questões não diretamente ligadas ao curso Vigilância constante: observar sempre quem não cumpriu as tarefas semanais Formas de fator humano no CALL online

37 Realização das metas do curso segundo os aprendizes Os alunos se sentiram desafiados, surpresos e mais ativos; Alguns chegaram a comentar que produziam muito mais nos cursos online do que nas classes "normais". O poder de ensinar é repassado aos aprendizes, o que cria uma experiência com ferramentas de comunicação mais efetiva; Houve o desenvolvimento de: repertório de abordagens e teorias pedagógicas de CALL; habilidade de pensar sobre CALL; estratégias técnicas para resolver problemas; recursos para ensinar e aprender em CALL.

38 Desafios para o ensino do CALL online Empreendimentos na aprendizagem a distância misturam efeitos colaterais variados, principalmente pela falta de contato visual; Agendar eventos em tempo real tal como conferências em grupo foi difícil; Além disso, alguns professores em formação sentiram dificuldade em relação a conciliar trabalho e CALL; Problemas técnicos também foram desafio.

39 Lições aprendidas A qualidade da interação: discussões feitas de modo assíncrono geram maior extensão e profundidade nas discussões; e aprendizes mais tímidos se tornaram ativos. A presença e a personalidade do instrutor: Apesar da falta de contato visual, a personalidade e a presença do instrutor permeia o curso pelo modo no qual ele é desenhado e desenvolvido; A habilidade organizacional do professor que desenha o curso são refletidas na estrutura e no fluxo do curso, bem como no modo como ocorre a interação e em como o retorno é dado.

40 Developing computer competencies for pre-service language teachers

41 Introdução Os estudantes de hoje são mais diversos cultura, religiosa e linguisticamente em relação a anos atrás; Para dar conta dessa diferenças, o Quebec Ministry of Education (MEQ) propôs uma abordagem sócio- construtivista para seu currículo, na qual os estudantes são responsáveis pela própria aprendizagem; Papel do professor: ao invés de ser um transmissor de conhecimento, é o de guiar os estudantes na sua aquisição de uma segunda língua.

42 Essas mudanças requerem que: os professores e modifiquem seus modos de ensinar; os professores desenvolvam novas competências para o novo currículo; a instituição modifique programas de formação de professores. O novo programa de treinamento propõe 20 novas competências (uma delas foca a tecnologia em sala de aula) com a meta de desenvolver a habilidade futura nos professores de se adaptar a qualquer situação; Os professores devem se tornar competentes para usar a tecnologia como a ferramenta para desenvolver habilidades de pensamento lógico e crítico;

43 O propósito do estudo determinar se um curso de tecnologia em um programa de quatro anos foi suficiente para desenvolver a competência tecnológica em professores em pré-serviço; examinar se os professores em pré-serviço, após o curso sobre tecnologia em sala de aula, possuem atitudes positivas em relação à tecnologia nas escolas de modo a integrar a tecnologia em suas aulas.

44 Fundamentação Competências para usar tecnologias em sala de aula - Desjardins, Lacasse e Bélair (2001). ter a habilidade de interagir como indivíduos ou grupos usando a tecnologia Documentar trabalhos eficientemente usando ferramentas tecnológicas saber operar tanto hardware quanto software criar ou modificar conexões usando a tecnologia de modo a resolver problemas. Epistemo- lógica Técnica Social Informa- cional

45 Contexto Programa exige 120 créditos: 90 para cursos teóricos e 30 para prática de ensino em sala de aula; O programa é parte do departamento de Lingüística e de Ensino de Língua e foi feito pelos estudantes durante seu último módulo do curso em laboratório de computadores; O conteúdo do curso foi dividido em dois componentes: A primeira da aula: desenvolvimento das competências para integração no computador na sala de aula; A segunda parte: desenvolvimento da competência tecnológica.

46 Pesquisa Foi desenvolvido um projeto para verificar se a prática corrente do curso de tecnologia no programa era de fato suficiente para desenvolver as habilidades técnicas e pedagógicas necessárias aos estudantes; Instrumentos: Quest 1: dados demográficos de um modo a descrever os participantes em relação aos seus hábitos tecnológicos; Quest 2: obter as percepções dos estudantes em relação à sua competência tecnológica ao começo e ao fim do curso; Diários: relatar a percepção sobre o desenvolvimento da competência tecnológica.

47 Resultados Resultado 1: o caráter educacional da tecnologia em sala de aula: os participantes sentiam que o uso da tecnologia em sala de aula deveria ser bem preparado para realmente ser educacional; Resultado 2: troca de papéis de aprendizes de professor : os participantes geralmente expressavam atitudes positivas em relação aos novos papéis de aprendiz e de professor na sala de aula quando a tecnologia estava sendo usada. Sentiram que se exigia mais autonomia; Resultado 3: preocupações em relação a integração da tecnologias em salas de aula: falta de equipamento, perigos de usar a Internet e de usar o corretor de texto, etc.

48 Resultados Resultado 4: confiança em suas competências para integração da tecnologia: muitos os professores indicaram que tinham desenvolvido as competências básicas tecnológicas, mas comentaram que não se sentiam prontos para integrar a tecnologia em suas salas de aula; Resultado 5: falta de preparação e para a integração da tecnologia: muitos participantes comentaram a falta de treinamento tecnológico apropriado em seu programa de quatro anos de curso.

49 Discussão Confirmou-se que os professores em pré-serviço não se sentiam competentes para usar a tecnologia ao começo do curso; Eles sentiam que sua competência técnica e epistemológica a estava mal desenvolvida enquanto que a sua competência e informacional e social era vista mais positivamente; Explicação: quando questionados, a grande maioria dos estudantes disseram usar a Internet e ; Esse uso da tecnologia para a comunicação e para a busca de informação na Internet parece ter desenvolvido nos participantes uma facilidade para usar o computador e mais confiança em relação a essas competências

50 Discussão Nenhum dos participantes contrariou o fato de que a tecnologia pode ser usada como uma ferramenta para motivar os estudantes; Muitos professores questionavam o propósito de usar a tecnologia, não convencidos completamente de que tecnologia poderia ser usada para aprender uma língua; No geral, os estudantes expressaram confiança em sua competência tecnológica, mesmo não sentindo que estavam prontos para integrar tecnologia em sala de aula, devido à falta de treinamento durante o seu programa de formação para ensino.

51 Conclusão Revisou-se o programa de formação de professores e a tecnologia foi integrada por meio do programa e em dois modos diferentes: Todos estudantes deveriam ter um curso durante seu primeiro semestre para aprender técnicas básicas computacionais necessárias para os seus estudos; A tecnologia foi integrada ao programa o por meio de discussões em fóruns. Os autores acreditam que, para tornar a tecnologia integrada em salas de aula de maneira apropriada, os programas de formação de professores devem ter um forte componente tecnológico, com mais treinamento e mais ocasiões para usar a tecnologia e para praticar a integração da tecnologia nas aulas de línguas.


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