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PSICOTERAPIA de curta duração Uma alternativa para um modelo de saúde.

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Apresentação em tema: "PSICOTERAPIA de curta duração Uma alternativa para um modelo de saúde."— Transcrição da apresentação:

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2 PSICOTERAPIA de curta duração Uma alternativa para um modelo de saúde

3 Um tratamento no qual a extensão, freqüência e duração são determinados pelo mínimo necessário para se atingir a melhor condição possível para um paciente Garner

4 PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO tempo foco

5 FOCO Estrutura integrada pelos diversos fatores que se constituem na gênese do que foi escolhido como tema central do tratamento. Uma hipótese ou conjunto de hipóteses, em torno do qual a tarefa do terapeuta é concentrada.

6 Tipos de Foco Clássico Parcial Múltiplo

7 SINTOMA = ajustamento criativo. Linguagem Linguagem para que se torne fenomenoló- gicamente visível e intencionali- zada aseraser compreendidacompreendida

8 O Foco será o para que revelará, a cada momento, a intencionalidade na relação. Como uma dança entre figura e fundo, onde cada um revela a existência do outro, O foco revela o objetivo, e o objetivo revela o foco

9 Como determinar esse mínimo necessário se o processo psicoterápico é construido a cada momento? Como posso prever a priori o tempo que o meu cliente necessitaria para fechar suas gestalten inacabadas? Quem delimitaria o foco de trabalho e como faze-lo?

10 Trabalhamos com uma visão de tempo existencial, o tempo da experiência imediata vivida pelo cliente e seu psicoterapeuta, onde a awareness e o proceso de mudança têm como pano de fundo o suporte interno do cliente. Trabalhamos com uma visão de tempo existencial, o tempo da experiência imediata vivida pelo cliente e seu psicoterapeuta, onde a awareness e o proceso de mudança têm como pano de fundo o suporte interno do cliente.

11 PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO MODELOS Psicoterapia focal foco tempo

12 Modelo = trabalho focalizado O foco não funcionaria como um a priori, infringindo um dos princípios do método fenomenológico?

13 ... é melhor formular a meta em termos de uma área particular que necessita ser trabalhada. Para isto é muito natural o uso metafórico do verbo focalizar;... Essa área assim fica conhecida pelo nome metafórico, o focoda terapia. (Malan, 1976) Foco delimitado junto com o cliente Duração como consequência do ritmo do cliente no processo

14 O tempo da vivência humana é o tempo da relação. Diz respeito à duração específica estabelecida entre um homem e seu objeto. O tempo da relação não é meramente linear, mas concernente à vivência, a intensidade do envolvimento dos seres humanos (Karwowski, 2005)

15 Foco = delimitado com o cliente Campo delimitado ao fundo de onde as figuras vão emergindo no processo terapêutico Discurso do cliente não é circunscrito ao foco Terapeuta = equalização + foco como fundo.

16 O momento em que arriscamos abrir mão de qualquer conhecimento, técnica ou experiência anterior e entrar de mãos vazias, vestidos apenas com a nossa humanidade, que quase por milagre toca a humanidade do Outro... Jean Clark Juliano

17 PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO MODELOS Psicoterapia breve tempo foco

18 O...termo Breve, que indica um fator específico nessa modalidade de psicoterapia, trata-se eftivamente da limitação do tempo de duração do tratamento determinado desde o início do trabalho(Ferreira, 1999) Tempo é trazido pelo cliente como parte de sua realidade existencial Foco = queixa + psicodinâmica + tempo disponível

19 PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO MODELOS Psicoterapia breve tempo foco Psicoterapia focal foco tempo Ação terapêutica mini intervenções

20 Ação Terapêutica Intervenção voltada para a promoção de mudanças. O trabalho terapêutico gira em torno da situação emergencial trazida pela clientela.

21 OBJETIVOS Dissolução do sintoma Restauração do equilíbrio que o cliente apresentava anterior ã situação de crise

22 Meta da terapia O cliente alcançar um nível de integração suficiente que lhe permita levar adiante o próprio processo de desenvolvimento

23 CARACTERÍSTICAS Delimitação de Tempo Foco Atividade do terapeuta

24 ETAPAS DO PROCESSO Compreensão diagnóstica

25 Entrevistas iniciais 6 1. Etapa Diagnóstica 1.1 Diagnóstico Clínico Inicial 1.2 Diagnóstico de como este cliente está/ funciona. a) nível de motivação / resistência / introspecção / elaboração b) padrões de contato / evitação c ) reação à facilitação de awareness d) pontos fóbicos e) linguagem e recursos expressivos 1.3 Diagnóstico das Condições de Vida a) situação geográfica b) nível econômico c) disponibilidade de tempo e circunstancial

26 Entrevistas iniciais 7 2. Devolução das Hipóteses Psicodinâmicas * relação da queixa com o foco * complementação e correção de dados * concordância por parte do terapeuta e cliente em relação ao foco 3. Confronto de Expectativas * expectativas do cliente / o que ele entende por terapia * explicitação da proposta de trabalho / recursos da terapia e auxiliares * explicitação da responsabilidade do cliente no processo 4. Contrato * horário e frequência das sessões / atrasos e faltas / pagamento / * reafirmação do foco / duração média da terapia

27 ETAPAS DO PROCESSO Compreensão diagnóstica Planejamento terapêutico

28 Como trabalhar com um modelo que traz a exigência de um planejamento terapêutico?

29 ETAPAS DO PROCESSO Compreensão diagnóstica Hipótese processual

30 1.Condições espaciais e temporais 2.Formulação psicodinâmica 3. Foco terapêutico clássico parcial múltiplo 4. Conflitos abordados deixados de lado 5. História do cliente forças impulsivas forças restritivas HIPÓTESE PROCESSUAL

31 5. Hipótese sequencial (possíveis rumos) 6. Atitude terapêutica apoio insight fortalecimento egóico - Recursos terapêuticos (possibilidades de intervenção) 7. Recursos terapêuticos auxiliares 8. Processo de alta HIPÓTESE PROCESSUAL

32 ETAPAS DO PROCESSO Compreensão diagnóstica Hipótese processual Processo terapêutico

33 Dar ao cliente a custódia sobre seus atos e a auto conquista da consciência. Joel Latner

34 PROCESSO DE ALTA Sinais (evidência de solução de problemas) - diferenças em padrões de comportamento. - alterações na atitude em relação ao foco. - demonstração de progressiva independência - melhora na auto estima e autoconfiança. - mudanças gerais no cliente. - consciência da própria psicodinâmica e das mudanças.

35 PROCESSO DE ALTA Cliente inicia a discussão Terapeuta não acelerar precocemente a alta confiar na rapidez dos resultados Fim do vínculo terapêutico = luto p/ ambos * Separação = privação de gratificação distorcida Importante o terapeuta incentivar a independência do cliente durante o processo

36 ETAPAS DO PROCESSO Compreensão diagnóstica Hipótese processual Processo terapêutico Acompanhamento posterior

37 ÂMBITO CLÍNICO Consultório Clínica Hospitalar Ambulatorial Foco parcial Foco parcial (sintoma) a)Hospital b) Consultório / ambulatório - relação com a síndrome - início, duração do sintoma - relação com a família - circunstâncias melhora / piora - relação família síndrome - como se sente - reação família / trabalho / social

38 ÂMBITO CLÍNICO Awareness: - da situação em si - de si frente a situação - do que quer fazer - conseqüências - como pode fazer (micro mudanças / micro passo) Dever de casa Cada sessão: início – situar-se com a queixa meio – awareness do cliente fim – micro passo

39 Ação Terapêutica Na área da Psicologia Comunitária aplica-se a trabalhos com grupos abertos e semi abertos, trabalhos individuais. A flutuação da clientela e a necessidade de manter uma alta motivação para que haja o retorno, são aspectos a serem considerados.

40 Cuidados com as Idéias Psicológicas em uma Arena de Ação Social É necessário um clima social que encoraje o experienciar e o partilhar de emoções sociais intensas, antes que que qualquer massa crítica de indivíduos arrisque atender abertamente a aspectos muito vulneráveis de si mesmos. ( Lichtenberg, 1990, p.66)

41 O papel do agente de cura não é curar... É favorecer as capacidades autocurativas, a autopercepção, o amor próprio e a auto- expressão do indivíduo. Emmet E. Miller

42 HIPÓTESE PROCESSUAL Instituição e Comunidades 1.Caracterização da clientela: - cultura histórico valores - modus vivendi - necessidades 2.Caracterização do trabalho: - objetivos gerais específicos - impacto 3. Caracterização do local

43 HIPÓTESE PROCESSUAL 2 Instituição e Comunidades 4.Conflitos : - abordados - deixados de lado definitivo ( fogem da ingerência) no momento * Critérios: impacto urgência viabilidade 5.Ciclo de Contato - interrompido - em processo

44 HIPÓTESE PROCESSUAL Instituição e Comunidades 6. Forças impulsoras restritivas - clientela - ação terapêutica em si ( individual e grupal) 7. Hipótese sequencial - projeto global - ação terapêutica em si (O que pode acontecer) 8. Recursos

45 Um cronópio pequeninho procurava a chave da porta da rua na mesa de cabeceira, a mesa de cabeceira no quarto de dormir, o quarto de dormir na casa, a casa na rua. Por aqui parava o cronópio, pois para sair à rua precisava da chave da porta. Cortázar


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