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1 AS ORGANIZAÇÕES COMO INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO A face repulsiva.

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1 1 AS ORGANIZAÇÕES COMO INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO A face repulsiva

2 2 CRÍTICA ÀS ORGANIZAÇÕES Dominação está atrás de toda atividade organizada; Doenças ocupacionais, stress, vício de trabalhar em excesso; Empresas globais explorando pessoas e recursos.

3 3 AS ORGANIZAÇÕES MATANDO O SER HUMANO Poluição ambiental; Uso de químicas para conservação de alimentos, tabaco etc.; Doenças provocadas por condições de trabalho – Exemplo: Brasilit e Eternit X Vítimas do Amianto (asbesto)

4 4 ORGANIZAÇÃO E DOMINAÇÃO Pirâmides X Organizações Pirâmide de GiséOrganizações ESCRAVOSTRABALHO PAGO OBRIGATORIEDADEPOSSIBILIDADE DE DESISTÊNCIA FEITORES DE ESCRAVOSSUPERVISORES E GERENTES FARAÓSACIONISTAS METAS DE POUCOS / TRABALHO DE MUITOS

5 5 MAX WEBER X MICHELS X MARX MAX WEBER ROBERT MICHELS KARL MARX BUROCRACIA É MODO DE DOMINAÇÃO LEI DE FERRO DA OLIGARQUIA DOMINAÇÃO PELA MAIS-VALIA DOMINAÇÃO PELO RACIONALISMO ACUMULAÇÃO DE CAPITAL TRABALHO COMO MERCADORIA

6 6 MAX WEBER Aquele que dita as regras impõe a sua vontade sobre os outros e é visto como tendo o direito de fazê-lo; Dominação Carismática; Dominação Tradicional; Dominação Racional-Legal Burocratização + Racionalização = Dominação

7 7 ROBERT MICHELS Democracia é fachada; Elite tenta se manter no poder a qualquer custo; Princípios impessoais e busca da eficiência são os novos feitores de escravos. Lei de Ferro da Oligarquia

8 8 KARL MARX Dominação pela racionalização; Mais-valia, quem detém os meios de produção (capital);Mais-valia Exploração do homem pelo homem; O trabalhador é explorado como máquina

9 9 ORGANIZAÇÃO, CLASSE E CONTROLE ANTIGAS SOCIEDADES PÓS-REVOLUÇÃO INDUSTRIAL EUA SÉC. XIX Indivíduos a serviço da classe com poder econômico Mestres Trabalhadores Aprendizes Escravidão para trabalho assalariado Funções administrativas e de controle

10 10 ORGANIZAÇÃO, CLASSE E CONTROLE Mercado de Trabalho Primário 1.Exigem alto grau de qualificação 2.Conceito de trabalho por satisfação 3.Trabalho dignode investimentos significativos Mercado de Trabalho Secundário 1.Nenhuma ou baixa qualificação 2.Facilmente substituído 3.Elástico: podem ser contratados conforme demanda e demitidos

11 11 ORGANIZAÇÃO, CLASSE E CONTROLE Discriminados 1.Estrangeiros provenientes de países pobres ou emergentes 2.Mulheres nos países emergentes 3.Negros

12 12 ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS Relatos de Marx em O Capital Situações Recentes e Atuais 1.Crianças de 9 /10 anos em Nottingham – 18 horas de trabalho/dia 2.Geração menor e sem robustez – ceramistas de Stafordshire (1863) 3.Meninos em usinas siderúrgicas – trabalho contínuo por 12 a 15 horas sem ver a luz do dia durante meses 4.Indústria de papel – moças e crianças faziam suas refeições nas máquinas 1.Estimativa da OSHA (Occupational Safety and Health Adm) = US$ 100 bi / ano mil trabalhadores morrem por ano nos EUA, doença ou acidente no trabalho 3.LER – Lesão por Esforço Repetitivo 4.Amianto – trabalhadores nos EUA e Canada não são aceitos para seguro de vida desde 1918

13 13 STRESS E VÍCIO DE TRABALHAR Trabalhadores do Mercado de Trabalho Primário 1.Stress 2.Compulsão pela organização, controle e sucesso os fazem ser os mais prováveis sofredores de doenças do coração 3.A tensão gerada afeta os subordinados, que também passam a ser vítimas de doenças cardíacas e stress 4.A indústria do stress nos EUA (consultas médicas, medicamentos, desenvolvimento de produtos, internações etc movimentam US$ 200 bilhões por ano 5.Incentivo das organizações para que seus funcionários desenvolvam características altamente competitivas 6.Maníaco por trabalho: renúncia ao lazer e à vida familiar

14 14 FUNCIONÁRIOS ADMINISTRATIVOS X OPERÁRIOS EscritórioFábrica 1.Locais mais limpos e seguros 2.Possibilidade de horário flexível de trabalho 3.Salários mais altos 4.Algumas organizações separam locais para refeições, inclusive com alimentação servida diferente 1.Ambiente fabril apresenta mais riscoa para a saúde e a integridade física 2.Jornada mais rigidamente controlada 3.Salários mais baixos 4.Filas, bandejões, mesas sem toalhas, talheres diferentes

15 15 MULTINACIONAIS E A ECONOMIA MUNDIAL 70 % do comércio internacional70 % do comércio internacional Receita Anual maior que o PIB de alguns paísesReceita Anual maior que o PIB de alguns países Lógica de não ficar dependente da política de um único paísLógica de não ficar dependente da política de um único país Dominação Global: influência econômica e socialDominação Global: influência econômica e social Fusões: ganhos de escala, supressão de cargos e demissão de trabalhadoresFusões: ganhos de escala, supressão de cargos e demissão de trabalhadores Formação de cartéis e acordos com concorrentes para manutenção de preços de produtos em patamares interessantes para as companhiasFormação de cartéis e acordos com concorrentes para manutenção de preços de produtos em patamares interessantes para as companhias Influência nas políticas dos países onde há subsidiáriasInfluência nas políticas dos países onde há subsidiárias Decisões centralizadas, busca incessante por mão-de-obra mais barata e isenções fiscaisDecisões centralizadas, busca incessante por mão-de-obra mais barata e isenções fiscais

16 16 MULTINACIONAIS NO TERCEIRO MUNDO Elimina atividades locais (agricultura, artesanato)Elimina atividades locais (agricultura, artesanato) Diferenças de salários pagos pela matrizDiferenças de salários pagos pela matriz Dificilmente ganham algo com a operação das multinacionaisDificilmente ganham algo com a operação das multinacionais Estimativas: US$ 20 bi / anoEstimativas: US$ 20 bi / ano Freqüentes operações no vermelho, resultados manipulados visando a enganar investidores, trabalhadores e sindicatosFreqüentes operações no vermelho, resultados manipulados visando a enganar investidores, trabalhadores e sindicatos

17 17 VANTAGENS E LIMITAÇÕES DA METÁFORA DA DOMINAÇÃO Conclusão da natureza dual da racionalidade: o que é bom sob a ótica empresarial pode ser maléfico para a saúde e situação dos empregados Alimenta conflitos se interpretada como conspiração Utilidade para a teoria da organização: não existe decisão neutra. Um fato analisado como benéfico para um grupo poder ser desastroso para outro não levado em consideração Pode levar a culpar tomadores de decisão Compreensão dos conflitos e da polarização constantes na história da organização Pode erroneamente desestimular a busca pela criação de organizações não- dominadoras Desafio aos administradores para uma conscientização da responsabilidade das empresas A metáfora pode ser considerada a mais ideológica, quando é exatamente igual às outras


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