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Docente: Maria Madselva Ferreira Feiges Diretora Geral do Colégio Estadual do Paraná NRE ITINERANTE - CURITIBA NRE ITINERANTE - CURITIBA O MÉTODO no materialismo.

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1 Docente: Maria Madselva Ferreira Feiges Diretora Geral do Colégio Estadual do Paraná NRE ITINERANTE - CURITIBA NRE ITINERANTE - CURITIBA O MÉTODO no materialismo histórico- dialético : a dimensão política de alguns fundamentos teórico- práticos.

2 Método Na antiga Grécia : - METHODOS significava caminhos para chegar a um fim - META após, além, ir além de... - HODOS caminho, via

3 - Conjunto de processos racionais, para fazer qualquer coisa ou obter qualquer fim teórico ou prático - Caminho pelo qual se chega a determinado resultado, ainda que esse caminho não tenha sido fixado de antemão de modo deliberado e refletido - É o conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, a serem vencidas na investigação da verdade, no estudo de uma ciência ou para alcançar determinado fim.

4 Materialismo: doutrina segundo a qual toda a realidade, inclusive a espiritual, se reduz à matéria e as suas modificações. O mundo só pode ser explicado pelo real. Idealismo: Caráter geral dos sistemas filosóficos que negam a objetividade do conhecimento e reduzem o ser ao pensamento. O conhecimento está na idéia do homem. A existência dos seres é explicada pela vontade divina ou pela metafísica. Característica principal é a subjetividade. Nega o realismo.

5 Metafísica: é um campo da filosofia que se ocupa do estudo da realidade, dos primeiros princípios e do ser. Os problemas centrais da metafísica são ontológicos, principalmente o ser enquanto ser. Ela trata de problemas sobre o princípio e a origem dos seres.

6 MATERIALISMO HISTÓRICO MATERIALISMO DIALÉTICO É uma tese do marxismo, segundo a qual todo o modo de produção da vida material condiciona o conjunto da vida social, política e espiritual. É uma forma de compreensão e análise da história, das lutas e das evoluções econômicas e políticas. É uma das teses de Marx e Engels. É uma tese marxista que introduzindo o processo dialético na matéria, admite ao fim dos processos quantitativos, mudanças qualificativas ou de natureza, e daí a existência de uma consciência, que é produto da matéria, mas realmente distinta dos fenômenos.

7 estuda uma determinada realidade objetiva, analisa metodicamente, os aspectos e os elementos contraditórios desta realidade, considerando, assim, todas as noções antagônicas que estão em curso, mas cujo teor ninguém ainda sabia discernir. -distingue os elementos contraditórios, especificando suas ligações, sua presença na realidade sua unidade, isto é, no conjunto do seu movimento. - o fenômeno ou coisa estudada apresenta-se ao leitor de tal forma que ele o aprende em sua totalidade, exigindo aproximações sucessivas cada vez mais abrangentes. Isto tornará o objeto ou fenômeno acessível. Método Dialético

8 Na Filosofia: - o método revela a forma pela qual o sujeito aprende. - É a base do pensamento.

9 CONCEPÇÃO FILOSÓFICA Que homem /mulher queremos formar ? Que tipo sociedade queremos? A quem educar? Quem educa? Com que fins? Porque meios? Educar e formar: mudança da condição do indivíduo que adquire o conhecimento.

10 Na CIÊNCIA, existem dois métodos distintos: PESQUISA/INVESTIGAÇÃO Entende uma apropriação pormenorizada da realidade estudada: é a análise que colocará em evidência as relações internas, cada elemento em si. EXPOSIÇÃO Entende a reconstituição, a síntese do objeto ou fenômeno estudado, como um processo inverso, o oposto ao método de pesquisa, de modo que leitor imagina que autor o constituiu a priori.

11 No ENSINO : - o método didático é responsável pela transmissão / apropriação crítica do conhecimento – forma de apropriação da realidade humana pelas novas gerações. Os conhecimentos entendidos enquanto conteúdos escolares estão definidos politicamente na Proposta Pedagógica Curricular da Escola em suas articulações com as Diretrizes Curriculares Estaduais.

12 O Método Didático : - determina os atos de ensinar e aprender, indicando o desenvolvimento e transformação progressiva de capacidades intelectuais dos alunos em direção ao domínio dos conhecimentos, habilidades psicomotoras e formação de atitudes humanas transformadoras.

13 No Método Didático: - conteúdo e forma identificam – se na constituição do processo educativo e mais especificamente no processo de ensino. Assim, na relação conteúdo – forma, ao conteúdo cabe o papel determinante, porém, essa determinação não é absoluta. A relatividade da forma significa que, apesar da determinação do conteúdo, a forma tem sua especificidade.

14 NO ENSINO, A METODOLOGIA REFERE- SE... - ao conjunto das relações decorrentes da atitude docente face ao conteúdo e ao método de pensamento e método didático : envolve fundamentos filosóficos, sociológicos, psicológicos, antropológicos, pedagógicos, políticos, culturais, epistemológicos e outros.

15 NO ENSINO, A METODOLOGIA refere- se a métodos adequados à apropriação do saber em cada área, ou seja, apropriação do conteúdo como objeto a ser ensinado

16 Metodologia Científica - tem a tarefa de descobrir suas estruturas, suas relações, seu funcionamento, suas leis - esse conjunto que após investigado - é sistematizado. -modo específico de investigação de uma dada realidade e sua explicitação -O método de investigação e de exposição pressupõe uma metodologia científica.

17 TÉCNICA - É o modo de fazer de forma mais hábil, mais segura, mais perfeita algum tipo de atividade, arte ou oficio (Galliano). A técnica é a tática da ação que resolve como fazer a atividade, solucionando o modo mais específico e mais adequado pelo qual a ação se desenvolve em cada etapa. A técnica assegura a instrumentalização específica da ação em cada etapa do método, sendo que este estabelece o caminho correto para chegar ao fim. Um mesmo método pode utilizar técnicas distintas, porém haverá sempre uma mais adequada que as demais.

18 Qual é o papel do MÉTODO no processo de compreensão da realidade social?

19 Método : mediação entre o pensamento e o objeto a ser apropriado (o conhecimento, a realidade mesma)

20 Pensar dialeticamente Pressupõe entender a PRÁTICA SOCIAL, ou seja, a dinâmica da sociedade na produção da vida dos homens.

21 A prática social é constituída de múltiplas relações: - econômicas - sociais - políticas - educacionais - culturais - jurídicas - afetivas - morais - intelectuais - religiosas - éticas - estéticas - de trabalho

22 - assumir uma filosofia que não se limita a pensar o mundo, mas que pretenda transformá-lo. Pensar a educação escolar e a prática docente com base no materialismo histórico dialético como método de pensamento e de ensino pressupõe:

23 - uma visão de desenvolvimento da sociedade humana e um novo projeto de lutas sociais com vistas à transformação radical da sociedade existente deve considerar a possibilidade real de Superação das desigualdades sociais, econômicas, políticas, culturais, educacionais...

24 Nesta opção, a tarefa principal da escola é assegurar aprendizagem de qualidade para todos os seus alunos, superando as desigualdades educativas, independente de sua classe social.

25 Por que isto é possível? Por que isto é possível? - a realidade é contraditória, pois está cindida em classes sociais. Essa contradição expressa interesses diferentes que geram uma dinâmica, cujo movimento crítico e revolucionário revela possibilidades de transformação da realidade.

26 - a apropriação e compreensão do mundo real como fundamento para a luta emancipadora, em inteira correspondência com os interesses e necessidades da classe trabalhadora que precisa apropriar- se dos saberes elaborados para atuar no mundo no sentido de transformá-lo.

27 - Corresponde a uma realidade, segundo uma lei que nos cabe investigar, é produto da evolução e das conseqüências práticas entre os seres humanos, apropriando-se da natureza pelo poder do trabalho e do conhecimento. O Homem transforma a natureza e transformando-a ele é transformado. Daí a importância da contradição na relação homem- natureza e homem/ homem.

28 Marx busca a essência e não apenas um conceito, o que o distingue do idealismo de Hegel que valoriza a subjetividade. Embora os dois sustentem que o movimento se dá pela contradição, Marx busca esse movimento na realidade e não apenas no plano das idéias. Alguns princípios gerais sobre a dialética:

29 Tudo se relaciona – princípio da totalidade: a realidade é concebida como um sistema complexo e interligado, onde tudo o que existe está relacionado com o todo. Tudo se transforma – princípio do movimento: a realidade é como um sistema aberto e dinâmico em permanente movimento.

30 Mudança qualitativa – princípio da mudança qualitativa: a transformação da quantidade em qualidade e vice- versa. As coisas diferem entre si por quantidade e gradações. Aumentar em unidades suficientes uma coisa qualquer não é apenas aumentá-las, mas também transformá-las.

31 Unidade e luta dos contrários – princípio da contradição : os elementos dos contrários se manifestam através das contradições internas que estão presentes em todos os fenômenos, por exemplo, o novo em função do velho, a miséria em contraste com a riqueza e assim por diante.

32 É na luta dos contrários que superamos as contradições através da passagem da TESE (afirmação) para uma ANTÍTESE (negação da tese) e desta para uma SÍNTESE (negação da negação) que irá constituir uma nova tese que desencadeará novas contradições.

33 Qual é o papel da escola e do conhecimento da escola e do conhecimento neste processo?

34 Conhecer Não é contemplar Não é refletir Pressupõe ANÁLISE mediante a qual a realidade é compreendida. - deve incluir também o problema da criação da atividade que estabelece o acesso da coisa em si.

35 Unidade e luta dos contrários Divisão de classes- diferentes interesses Dinâmica-Movimento Qualitativo Quantitativo TRANS FOR MA ÇÃO quantidade em qualidade Superação Sociedade é uma unidade contraditória

36 Nesta perspectiva, qual é o objeto de trabalho do educador?

37 O processo pedagógico enquanto prática de trabalho docente constitui verdadeiro trabalho humano que supõe a existência de um objeto de trabalho, que no caso, é o próprio educando.

38 MÉTODO Qual o seu papel na elaboração do Plano de Trabalho Docente?

39 MÉTODO Ponto de PartidaPonto de Chegada Prática Social Visão Sintética Totalidade Conceitos Espontâneos Conceitos Científicos Nebulosa Desarticulada Fragmentada Explicita Articuladora Coesa OrgânicaDesorganizada Análise Dividir o todo em partes Particularizar Análise e Síntese Passos absolutamente necessários ao pensamento Visão Sincrética

40 Conhecer e conceber o mundo Lógica FormalDialética Rejeita a contradição Apreende as relações externas Caráter do Conhecimento fixo, obsoleto e mecânico Isola o Fenômeno (individuação/ particularização) Conteúdo isolado/ descontextualizado Incorpora a contradição existente nos fenômenos para superá-la Apreende e explicita as relações internas (tramas) Caráter do Conhecimento dinâmico, relativo, provisório Estabelece relações existentes no fenômeno e a totalidade Conteúdo em suas relações histórico-sociais RE PRE SEN TA ÇÃO Realidade Pensamento Linguagem

41 O Método na perspectiva: Positivista Dialética - - atua com a aparência - -descontextualiza, isola - Assume uma visão mecânica.O objeto é puro, neutro, a-crítico -é linear - Incorpora dados imediatos,fora da história - busca a essência -aproxima,une,visão de conjunto - Incorpora uma visão dinâmica, explica a intencionalidade política -é espiral -articula as mediações que permeiam o objeto

42 NO ENSINO, A METODOLOGIA... aborda as relações (econômicas, sociais, políticas, éticas, culturais, estéticas, artísticas, científicas, tecnológicas e outras) previamente definidas no Plano de Trabalho Docente, com a finalidade de assegurar a apropriação crítica dos conteúdos escolares estabelecidos na Proposta Pedagógica Curricular da Escola.

43 Desta forma, o método e a metodologia dialética permitem ao Docente desenvolver análise crítica referente ao movimento: Prática – Reflexão – Prática Ação – Teoria – Ação Tese – Antítese - Síntese - da ação à compreensão - da compreensão à ação

44 - - O novo nasce do velho - - O novíssimo nasce do novo A prática educativa é uma prática em constante mudança, deve ser uma prática revolucionária. Assim...

45 Queira. Basta ser sincero e desejar profundo. Você será capaz de sacudir o mundo. Vai. Tente outra vez. Tente. E não diga que a vitória está perdida. Se é de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez. Tente outra vez. ( Tente outra vez )

46 Escola Tradicional Escola NovaPedagogia Histórico-Crítica 1-Preparação 2-Apresentação 3-Assimilação 4-Generalização 5-Aplicação 1-Atividade 2-Problema 3-Coleta de Dados 4-Hipótese 5-Experimentação 1-Prática Social 2-Problematização 3- Instrumentali- zação 4-Catarse 5-Prática Social Relembrando, os Métodos de Ensino...

47 O melhor método é começar pelo REAL, pelo REAL, pelo CONCRETO pelo CONCRETO Condição prévia e efetiva e efetiva

48 Conhecimento Um dos modos de apropriação do mundo pelos homens do mundo pelos homens Objetivo e Subjetivo revela: - qual a interação - qual o sentido - qual a visão

49 O processo de captação e descobrimento do sentido é ao mesmo tempo, no homem, a criação do sentido correspondente, pelo qual pode descobrir o sentido das coisas. o sentido das coisas.

50 O CONCRETO é concreto por ser síntese de múltiplas determinações, logo, unidade na diversidade

51 CONCRETO é para o pensamento um processo de síntese, um resultado e não um ponto de partida, um ponto de partida, apesar de ser o verdadeiro Ponto de Partida e portanto, o ponto de partida da OBSERVAÇÃO IMEDIATA e da e da REPRESENTAÇÃO.

52 O PROCESSO DE PENSAMENTO não se limita a transformar o caótico das representações no todo transparente dos conceitos, no curso do processo, o próprio TODO é concomitantemente delimitado, determinado, compreendido.

53 O método de ascensão do ABSTRATO ao CONCRETO é o método é o método do pensamento. do pensamento.

54 A ascensão do ABSTRATO ao CONCRETO ABSTRATO ao CONCRETO é um MOVIMENTO para o qual para o qual todo início é abstrato e cuja dialética consiste e cuja dialética consiste na superação da abstraticidade

55 Movimento da parte para o todo do todo para a parte

56 Movimento do objeto para o sujeito do sujeito para o objeto

57 Movimento do fenômeno para a essência da essência para o fenômeno

58 Movimento da totalidade para a contradição da contradição para a totalidade.

59 Movimento do ABSTRATO ao CONCRETO Método materialista do conhecimento do conhecimento da realidade concreta.

60 Dialética Movimento

61 - da REALIDADE que é a TOTALIDADE constituída por múltiplas determinações determinações objetivas e subjetivas objetivas e subjetivas

62 - das CONTRADIÇÕES que são categorias interpretativas do real e expressam uma relação de conflito no devir do real, porque cada coisa exige o seu contrário. interpretativas do real e expressam uma relação de conflito no devir do real, porque cada coisa exige o seu contrário.

63 CONTRÁRIO é a determinação e negação do outro Destruidora e Criadora Motor interno, o movimento, a dinâmica, a transformação da qualidade em quantidade e vice-versa. e vice-versa.

64 Transformação pressupõe SUPERAÇÃO que incorpora SUPERAÇÃO que incorpora - elementos do já sido no estar sendo estar sendo -negação da negação enquanto tensão entre o já sido e o ainda – não surgimento e implantação do NOVO.

65 Espero ter contribuído para esclarecer alguns aspectos importantes do trabalho docente ! SUCESSO!!!

66 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CUNHA,M.I.da.O Professor Universitário na transição de paradigmas.Araraquara: J M Editora KUENZER,A.Z.Educação,linguagens e tecnologias:as mudanças no mundo do trabalho e as relações entre conhecimento e método.In: CANDAU, V.M.(org.) Cultura,linguagem e subjetividade no ensinar e aprender.Rio de Janeiro: DP&A,2000. CASTANHO,S. e CASTANHO,M.U.L.M.(orgs.) O que há de novo na Educação Superior:do projeto pedagógico à prática transformadora.Campinas,SP: Papirus,2000. VEIGA,I.A.P.e CASTANHO,M.E.L.M.(orgs.) Pedagogia Universitária: a aula em foco.Campinas,SP: Papirus,2000. PINO, Angel. Escola e Cidadania: apropriação do conhecimento e exercício da cidadania. In: Sociedade Civil e Educação/ Antonio Joaquim Severino, José de Souza Marins, Alba Zaluar e outros. Campinas, SP: Papirus: Cedes; São Paulo: Ande: Anped, 1992, p

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