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MARIA VALNICE BOLDRIN REGINA MÁRCIA NUNES SINIGALLI SANDRA REGINA PAVANELLI II FÓRUM DE INTERNACIONALIZAÇÃO.

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1 MARIA VALNICE BOLDRIN REGINA MÁRCIA NUNES SINIGALLI SANDRA REGINA PAVANELLI II FÓRUM DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UNESP

2 DUPLO DIPLOMA PARCERIA INTERNACIONAL DE EXCELÊNCIA Diploma comum: Intercâmbio não-diplomante - Doutorado Sanduíche Uma co-orientação de tese em parceria internacional pode resultar em: - Equivalências de Créditos Duplo diploma - Diploma conjunto - Diploma integrado Co-tutela internacional de tese doutoral

3 Diploma comum DOUTORADO SANDUÍCHE Objetivo: Aprofundamento teórico, coleta, tratamento de dados ou desenvolvimento parcial da parte experimental de sua tese a ser defendida no Brasil. Pré-requisitos: Aluno matriculado há mais de um ano no curso de doutorado no Brasil com conceito 6 ou 7 da Capes ou matriculado em Cursos com Conceito 4 ou 5 desde que o Orientador seja Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Interação profissional entre orientador no Brasil e exterior com competência comprovada e justificativa para o desenvolvimento complementar da tese de doutorado.

4 DIPLOMA COMUM - CAPES PROGRAMAS MANTIDO PELA CAPES NO EXTERIOR: - Estágio de Doutorando – PDEE – Doutorado Sanduíche Proporciona aos estudantes de Cursos de Doutorado, com nota igual ou superior a 4 na última avaliação trienal da CAPES, a oportunidade de desenvolver parte de sua pesquisa em instituição no exterior de reconhecida excelência.

5 Estágio de Doutorando – PDEE Doutorado Sanduíche O objetivo desse programa é contribuir para o estabelecimento e/ou a manutenção do intercâmbio dos cursos de pós-graduação do país com seus congêneres no exterior. concessão de cotas de bolsas às Instituições de Ensino Superior para estágio de doutorando no exterior (CAPES).

6 Estágio de Doutorado – PDEE – Doutorado Sanduíche O PDEE Um Programa Institucional Pró-Reitoria de Pós-Graduação: apresentação e acompanhamento das candidaturas na Capes e, também, a orientação e a divulgação dos resultados aos candidatos. A cota de bolsa concedida à Instituição é igual ao número de cursos de doutorado, com nota de avaliação igual a 4 ou superior. Processo seletivo interno Calendário de aplicações/CAPES. Período de 4 a 12 meses

7 DIPLOMA COMUM / CNPq PROGRAMAS MANTIDO PELO CNPQ NO EXTERIOR: Estágio de Doutorando –Doutorado Sanduíche Apoiar aluno formalmente matriculado em curso de doutorado no Brasil que comprove qualificação inequívoca para : - usufruir, no exterior, da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta e/ou tratamento de dados ou desenvolvimento parcial da parte experimental de sua tese a ser defendida no Brasil. Solicitação: pesquisador/estudante Período: 3 a 12 meses

8 Solicitação do Estágio de Doutorando Doutorado Sanduíche - CNPq estar formalmente matriculado em Curso de Doutorado no Brasil com Conceito 6 ou 7 da Capes; ou matriculado em Cursos com Conceito 4 ou 5 desde que o Orientador seja Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq; estar matriculado há mais de um ano no Curso de Doutorado; ser bolsista do CNPq ou da CAPES; ter conhecimento do idioma utilizado na Instituição de destino; ter anuência do Coordenador do Curso e dos Orientadores no País e no Exterior.

9 Solicitação do Estágio de Doutorando Doutorado Sanduíche - CNPq Para o Orientador no Brasil: - ser o proponente e responsável pelo encaminhamento da proposta; e - ter interação profissional com o orientador no exterior. Para o Orientador da Instituição de destino: - ser Pesquisador com produção acadêmica consolidada e relevante para desenvolvimento complementar da tese de doutorado.

10 Doutorado Sanduíche - FAPESP Durante a vigência da Bolsa de Doutorado ou Doutorado Direto, o aluno poderá usufruir de interrupção da bolsa pelo período de até 12 meses para participar de Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior, com Bolsa de outra Agência ou outro tipo de financiamento que não onere a FAPESP. Para tanto, será necessária solicitação de autorização feita pelo Orientador à FAPESP, incluindo justificativa circunstanciada. Caso seja autorizada a interrupção, o tempo utilizado para essa atividade não será descontado do tempo total da bolsa concedida.

11 CO-TUTELA INTERNACIONAL DE TESE DOUTORAL PROGRAMA DE CO-TUTELA Convenção que une dois parceiros em um princípio de reciprocidade - Ingresso do aluno em um estabelecimento parceiro no exterior por um determinado período e efetuar parte dos estudos - Permite ao doutorando ter o título reconhecido automaticamente nos dois países. - Inscrição na modalidade de tese em co-tutela nas duas Universidades Parceiras e receberá um duplo diploma ao término da sua formação.

12 CO-TUTELA INTERNACIONAL DE TESE DOUTORAL Vantagens: Aluno: - Chance de enriquecer sua formação acadêmica e profissional; aventura humana e cultural; - - Aproveitar o melhor de cada curso Estabelecimentos: - Formar recursos humanos de alto nível nos dois países, nas diversas áreas do conhecimento - Oferecer ao aluno formação de alto valor agregado - Formação de estudantes mais aberta ao contexto internacional - Experiência que aproxima grupos de pesquisa - Experiência cultural que aproxima os dois países

13 - Brasil/França há mais de 15 anos Instituições de Engenharia as pioneiras HOJE: Amplamente reconhecida e a CAPES visa intensificar intercâmbio 28/06/ Acordo assinado CAPES/Universidades Francesas – Criação do Colégio Doutoral Franco–Brasileiro 10/06/ Criação do Colégio Doutoral Argentina – Brasileiro - Plano Europeu – o Processo de Bolonha A União Européia via criar um Espaço unificado de ensino superior até Integração do ensino superior na Europa. PROGRAMA DE TESE DE CO-TUTELA

14 Eixos Prioritários: - Desenvolvimento de cooperações que levem ao reconhecimento e à outorga de um diploma comum; - Intercâmbios dentro do contexto de acordo Institucionais; - Elaboração de programas comuns; - Criação de mecanismos adequados de reconhecimento. PROCESSO DE BOLONHA

15 LEGISLAÇÃO NO BRASIL As Universidades reconhecidas pelo MEC podem validar os diplomas e os títulos estrangeiros. As Instituições fornecem um único diploma validado pelas duas ou fornece dois diplomas. Protegido pela Convenção de Tese em Co-tutela firmado previamente. Acordo de convenção deve ser assinado ao final do primeiro ano após a matrícula no estabelecimento de origem e/ou no estabelecimento parceiro durante todo o período de sua estada.

16 CRIAÇÃO DE UM DUPLO DIPLOMA Identificar os parceiros Estabelecer atividades ou Elaborar os currículos Validar a parceria Intercâmbio do estudanteEntrega do diploma

17 CRIAÇÃO DE UM DUPLO DIPLOMA Identificar os parceiros: Encontrar estabelecimentos aptos e interessados na parceria Ponto central: confiança de cada escola na qualidade da formação ministrada pelo outro parceiro - Rede de professores, antiga colaboração, evento internacional... Definir modalidade de cooperação: - Estabelecer projeto em comum; - Flexibilização; - Reconhecer até 30% de atividades realizadas na outra instituição, equivalência de grupos de disciplinas...

18 CRIAÇÃO DE UM DUPLO DIPLOMA FIRMAR CONVENÇÃO QUE ESPECIFIQUE: Nome das duas instituições - Nome do doutorando - Data de inscrição - Duração prevista da tese - Duração dos períodos de trabalho em cada Instituição - Cobertura social do estudante em cada país - Alojamento e os auxílios financeiros de que beneficie o doutorando - Nome dos orientadores de tese - Modalidade de designação da banca - Local da defesa - Língua de redação e de defesa da tese - Regulamento quanto a registro, referenciamento e reprodução da tese

19 CRIAÇÃO DE UM DUPLO DIPLOMA PRÉ -REQUISITOS: - Portador do título que o habilite a se inscrever no Doutorado nos dois países; - Projeto de Pesquisa redigido nas duas línguas e aprovado pelos dois Orientadores de tese; - Demonstrar antecedência de colaboração entre as equipes; - Anuência sobre aprovação do tema de pesquisa a ser desenvolvido; - Convenção assinada pelos orientadores de tese, responsáveis pelo Programa de PG ou Departamento, Reitor ou Presidente das Universidades envolvidas.

20 CO-TUTELA NA UNESP

21 Conceito: Modalidade que permite a formação de pós- graduandos, em nível de Doutorado, com outorga de titulação simultânea nos países envolvidos. Convenção de Co-tutela: celebração de parcerias com instituições de ensino superior estrangeiras para viabilizar a obtenção de duplo diploma.

22 Requisito necessário para o estabelecimento da convenção de co- tutela - UNESP O orientador deve ter contato com outro pesquisador na Instituição estrangeira que esteja interessado na parceria e se comprometa a viabilizar a documentação necessária, receber e se responsabilizar pelo nosso aluno durante sua permanência no exterior. O processo inverso segue o mesmo procedimento.

23 Procedimentos para celebração da Convenção de co-tutela: As propostas deverão ser instruídas com: I - comprovação de matrícula do candidato a Doutorado junto à Unesp ou junto à instituição estrangeira congênere; II - exposição de motivos que justifique a celebração da parceria;

24 Procedimentos para celebração da Convenção de co-tutela: III - projeto de pesquisa, contendo o cronograma das atividades a serem desenvolvidas pelo candidato a Doutorado nas instituições parceiras; IV - minuta do instrumento a ser celebrado, elaborada de acordo com os requisitos formais e legais contidos na Convenção de Co-tutela.

25 Compete à Pró-Reitoria de Pós- graduação: I - verificar a regularidade da instrução formal do processo, requisitando à Unidade proponente, se for o caso, a realização de diligências necessárias à instrução dos autos; II - solicitar apreciação da Câmara Central de Pós-Graduação quanto ao mérito e quanto ao interesse institucional da proposta; III - acompanhar a celebração do instrumento, inclusive no que se refere à coleta de assinaturas ;

26 Compete à Pró-Reitoria de Pós- graduação: IV - dar ciência quanto aos termos da Convenção de co-tutela à Assessoria de Relações Externas para os registros competentes; V - devolver os autos do processo à origem.

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28 EXEMPLO DA TRAMITAÇÃO DE UM PROCESSO DE CO-TUTELA NO INSTITUTO DE QUÍMICA UNESP- ARARAQUARA

29 Como se candidatar (Ex: Edital CAPES/COFECUB) Enviar inscrição, em uma única via, com antecedência de 90 dias / início da bolsa: Formulário de Inscrição para Bolsa de Doutorado Sanduíche no Exterior Projeto de tese a ser elaborado; Curriculum vitae (modelo Lattes); Histórico escolar da graduação, da pós-graduação, incluindo do doutorado em andamento; Curriculum vitae do Orientador associado/supervisor no exterior; Declaração da Coordenação do Programa de Pós-graduação no Brasil indicando a integralização de, no mínimo, 70% dos créditos no doutorado; Declaração do Orientador brasileiro, indicando a instituição no exterior e o período; Carta de aceitação do Orientador francês, indicando o período; Carta da pró-reitoria de pós-graduação concordando com o estágio no exterior; Modelo de apresentação de candidatos à bolsa no exterior; Comprovante de proficiência na língua do país onde irá realizar o estágio, como requisito para a obtenção da bolsa.

30 PROCESSO CO-TUTELA Ofício do Orientador encaminhando a proposta de orientação de Tese em Regime de Co-tutela ao Conselho do Programa de Pós-Graduação; Cópia do Projeto; Atestado de matrícula do aluno; Comprovante de cobertura social do aluno (seguro de vida); Convenção (conforme Resolução UNESP nº 68 de 27/11/2008); Encaminhar o Processo para um Relator; Aprovação do Conselho do Programa de Pós-Graduação; Encaminhamento do processo para a DTA sendo que a mesma providenciará Ofício do Diretor para que a proposta de Convenção seja encaminhada a PROPG;

31 A Assistência Técnica da PROPG analisa tecnicamente o processo; A Assistência Técnica encaminha o processo a Presidente da CCPG, que indicará um relator; Após tramitar na CCPG, o processo retorna para a Assistência Técnica da PROPG, que encaminhará para a reunião da CCPG para aprovação; Após aprovação da CCPG o processo retorna a Unidade para as providências das assinaturas; Processo retorna para a PROPG para que seja encaminhado a AREX para publicação. PROCESSO CO-TUTELA

32 TESES DEFENDIDAS E EM ANDAMENTO NO TERMO DA CONVENÇÃO DE CO-TUTELA PPG EM QUÍMICA DO IQ/ARARAQUARA 01. Leo Bedore dos Santos Orientador: Prof. Dr. Celso V. Santilli Co-Orientadora: Prof. Dr. Sandra H. Pulcinelli Convênio com a Université de Montepellier II – França Ingresso no Programa: 08/07/1995 Defesa: 05/11/ Leila A. Chiavacci Orientadora: Prof. Dr. Sandra H. Pulcinelli Convênio com a Lure-Université de Paris Sud– França Ingresso no Programa: 12/07/1996 Defesa: 21/11/ Miriam Sanae Tokumoto Orientadora: Prof. Dr. Sandra H. Pulcinelli Convênio com a École Normale Superiore de Ceramique– França Ingresso no Programa: 01/07/1997 Defesa: 12/11/2000

33 TESES DEFENDIDAS E EM ANDAMENTO NO TERMO DA CONVENÇÃO DE CO-TUTELA PPG EM QUÍMICA DO IQ/ARARAQUARA 04. Marcelo Nalin Orientador: Prof. Dr. Younes Messaddeq Co-Orientador: Prof. Dr. Sidney José Lima Ribeiro Convênio com a Université de Rennes I – Rennes – França Ingresso no Programa: 08/07/1998 Defesa: 05/11/ Alessandro Pansanato Rizzato Orientador: Prof. Dr. Celso Valentim Santilli Co-Orientador: Prof. Dr. Younes Messaddeq Convênio com a Université de Bourgone, Dijon – França Ingresso no Programa: 12/07/1999 Defesa: 21/11/2003

34 TESES DEFENDIDAS E EM ANDAMENTO NO TERMO DA CONVENÇÃO DE CO-TUTELA PPG EM QUÍMICA DO IQ/ARARAQUARA 06. Juliano Alexandre Chaker Orientador: Prof. Dr. Celso Valentim Santilli Convênio com a Universidade de Paris Sud – França Ingresso no Programa: 02/2000 Defesa: 12/11/ Eduardo Pena dos Santos Orientador: Prof. Dr. Celso Valentim Santilli Co-Orientador: Profª Drª Sandra Helena Pulcinelli Convênio com a I Université de Montpellier – França Ingresso no Programa: 05/03/2001 Defesa: 2005

35 08. Eduardo Ferreira Molina Orientador: Prof. Dr. Celso Valentim Santilli Convênio com a Universidade de Paris Sud II – Faculte des Sciences DOrsay – França Ingresso no Programa: 06/03/2006 Defesa: 26/04/ Lucas Alonso Rocha Orientador: Prof. Dr. Sidney José Lima Ribeiro Convênio com a Université Paul Sabatier – França Ingresso no Programa: 06/03/2006 Defesa: 12/04/2010 TESES DEFENDIDAS E EM ANDAMENTO NO TERMO DA CONVENÇÃO DE CO-TUTELA PPG EM QUÍMICA DO IQ/ARARAQUARA

36 10. Adriana Pereira Duarte Orientador: Prof. Dr. Sidney José Lima Ribeiro Convênio com a Universidade Paul Sabatier – Toulouse III - França Ingresso no Programa: 01/08/2007 (em andamento) 11. Bruno Leonardo Caetano Orientador: Profª Drª Sandra Helena Pulcinelli Co-Orientador: Prof. Dr.Celso Valentim Santilli Convênio com a Universidade Paris Sud XI – França Ingresso no Programa: 01/08/2006 (em andamento) 12. Hudson Wallace Pereira de Carvalho Orientadora: Profª Drª Sandra Helena Pulcinelli Co-Orientador: Prof. Dr. Celso Valentim Santilli Convênio com a Universidade Paris Sud XI – França Ingresso no Programa: 03/03/2008 (em andamento)

37 TESES DE CO-TUTELA ALUNOS ESTRANGEIROS 01. Gael Yves Poirier Orientador: Prof.Dr.Younes Messaddeq Convênio com a Universidade de Rennes I - França Vinda para o Brasil: 23/10/2000 Defesa: 14/01/ Yannick André Georges Ledemir Orientador: Prof.Dr.Younes Messaddeq Convênio com a Universidade de Rennes I - França Vinda para o Brasil: 01/10/2005 Defesa: 24/10/2008


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