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COLÓQUIO A produção do conhecimento em educação profissional IFRN – Natal, maio de 2011 Formação inicial e continuada de professores para a educação profissional.

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1 COLÓQUIO A produção do conhecimento em educação profissional IFRN – Natal, maio de 2011 Formação inicial e continuada de professores para a educação profissional Lucília Machado

2 Focos da exposição: Temas que nos exigem produzir conhecimentos. Subsídios para a definição de linhas de pesquisa.

3 Roteiro da exposição Modelos de formação inicial e continuada de professores para a EPT; Referências gerais da Anfope para a formação docente; Sete núcleos de desafios no campo da formação de professores para a EPT.

4 Modelos de formação inicial e continuada de professores para a EPT Escola normal; Programas especiais; Licenciaturas; PG lato sensu; PG stricto sensu; Aprendizagem na prática, autodidatismo.

5 O modelo escola normal: Escola Normal de Artes e Ofícios Wenceslau Braz (1917, antigo DF) Contexto: Escolas de Artes e Ofícios (1909, Nilo Peçanha) Existência breve (20 anos) Descontinuidade Parcos resultados: para matrículas, 381 diplomados (309 professoras de trabalhos manuais para escolas primárias)

6 O modelo dos programas especiais: Relação com concepções de educação com estruturas paralelas Longevidade e continuidade Desenvolvimento histórico desde a Lei Orgânica do Ensino Industrial (1942) Experiências com os cursos Esquema I (bacharéis) e Esquema II (diplomados em cursos técnicos) Resolução CNE nº 2/97: efeitos e possibilidades de superação

7 O modelo licenciaturas : Licenciaturas em caráter emergencial (Resolução CFE nº 3/77) Flexibilidade do Decreto 2.208/97: cursos especiais e licenciaturas Sistematização de experiências com licenciaturas experimentais Diretrizes curriculares nacionais: ainda sem definição

8 O modelo PG lato sensu: Exemplo: licenciaturas para o Proeja

9 O modelo PG stricto sensu: O caso do Mestrado da UFRRJ (foco em educação profissional para atividades agrárias)

10 O modelo da aprendizagem na prática, do autoditatismo: Importância dos memoriais de professores da EPT.

11 Referências gerais da Anfope para pressupostos da formação docente: Formação inicial de qualidade; Condições de trabalho, salário e carreira; Formação continuada; Políticas nacionais de profissionalização e de valorização; Formação contextualizada; Base comum nacional de formação; Formação da identidade profissional de professor; Diretrizes fixadas por um conselho, ordem ou órgão nacional; Controle de qualidade.

12 Referências gerais da Anfope para a base comum de formação docente: Princípios da formação humana; Docência como base da formação profissional; Trabalho pedagógico como foco formativo; Sólida formação teórica em todas as atividades curriculares; Ampla formação cultural; Sintonia com o contexto educacional local e regional; Pesquisa como princípio da formação; Compromisso com a gestão democrática; Compromisso social e político da docência; Reflexão sobre a formação do professor e suas condições de trabalho.

13 Primeiro núcleo de desafios: Como formar professores que saibam formular, acompanhar e avaliar políticas de oferta de EPT? Responder a quais necessidades de EPT? Quais condições para realizar a expansão da EPT? Apenas expansão quantitativa? O que é qualidade social da EPT? O que significa compromisso com a interiorização e democratização da EPT? Caráter, problemas e perspectivas da expansão da EPT nas redes de ensino (federal, estaduais, municipais, Sistema S e rede particular); Expansão da EPT por meio da EaD; Modelos de financiamento da expansão da EPT; As contradições inerentes ao processo de expansão da EPT.

14 Segundo núcleo de desafios: O que a formação de professores de EPT coloca para uma política nacional de magistério? O caráter aleatório e tratamento isolado da formação de professores para a EPT; Como traduzir a base comum da formação na formação de professores para a EPT? Se há base comum, há especificidades a considerar. O que elas seriam? Especificidades: características dos alunos e do corpo docente, objetos de ensino, diversidade de eixos tecnológicos, formas de dialogar com as áreas do conhecimento humano, formas de dialogar com a sociedade, formas de produzir conhecimentos, formas de contextualizar a aprendizagem, tipos de mediações para o processo de ensino-aprendizagem, relações pedagógicas etc.

15 Terceiro núcleo de desafios: Como formar professores que saibam fazer o diálogo interdisciplinar? Como a interdisciplinaridade pode favorecer o discernimento sobre o que é essencial e acessório para a formação dos alunos de EPT? Como reconhecer núcleos relativamente estáveis de conhecimento em cada área do conhecimento e e eixo tecnológico, que precisam ser garantidos? Como construir cursos integrados? Como integrar e desenvolver núcleos politécnicos comuns?

16 Quarto núcleo de desafios: Formar professores para o diálogo entre escola e mundo do trabalho; Contradições entre universos sócio-cognitivos dos saberes profissionais e dos saberes acadêmicos; Reflexos das tradições de aprendizado das elites na hegemonia dos modelos de aprendizado acadêmico; Desconsideração das ricas e significativas tradições de aprendizagem originadas do trabalho produtivo; Implicações do diálogo intercontextual para a formação da identidade dos professores da EPT: Professores de teorias x professores de práticas; Professores antigos x novos professores; Professores mediadores da escola e setor produtivo x professores autonomistas; Professores do ensino x da pesquisa x da extensão; Professores de tais ciências x tais ciências.

17 Quinto núcleo de desafios: O que distingue a docência na educação profissional? O que é formação pedagógica em EPT? Qual é o conhecimento pedagógico necessário ao campo da educação profissional? Como transformar saber profissional em saber escolar? Como formar professores que saibam fazer transposições didáticas? Como estruturar conteúdos da educação profissional conforme níveis educacionais? Como construir itinerários formativos? Quais são as especificidades da didática da educação profissional? Ou das didáticas da EPT? Qual a validade de uma complementação pedagógica genérica?

18 Sexto núcleo de desafios: Quais são as especificidades do trabalho docente na EPT? Determinantes escolares e não escolares do trabalho docente na EPT; Condições da materialidade do trabalho docente na EPT; As especificidades e diversidades de exercício da profissão; As necessidades do desenvolvimento profissional e como fomentá-lo; Que reflexão tem o professor da EPT como trabalhador da educação?

19 Sétimo núcleo de desafios: A diversidade e complexidade das relações profissionais e do mundo do trabalho. A diversidade: de situações, processos e relações de trabalho; de usos de tecnologias específicas e de modos específicos do uso de tecnologias; de relação com o desenvolvimento científico e cultural; de critérios de avaliação e formas de controle sócio-técnico etc; A unidade: a atividade humana do trabalho; O aumento da complexidade do trabalho humano: O aumento das contradições sociais do capitalismo X O avanço da consciência social e das urgências de justiça social, desenvolvimento socioeconômico e ambiental sustentável e construção democrática do viver em sociedade.

20 FIM


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