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Interatividade Multimídia Hipertexto Atualização imediata Personalização Navegação Convergência Narrativa não-linear/ Docs Sincrônico/ Diacrônico Usuário.

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Apresentação em tema: "Interatividade Multimídia Hipertexto Atualização imediata Personalização Navegação Convergência Narrativa não-linear/ Docs Sincrônico/ Diacrônico Usuário."— Transcrição da apresentação:

1 Interatividade Multimídia Hipertexto Atualização imediata Personalização Navegação Convergência Narrativa não-linear/ Docs Sincrônico/ Diacrônico Usuário escolhe fontes e conteúdos

2 Meio digital e jornalismo – Rotinas de produção Acesso a diferentes bancos de dados (de projetos de Lei a documentos) Rompimento dos limites geográficos Novos paradigmas Possibilida de renovar a pauta Diversidade de Fontes Usuário como fonte Nova práxis jornalística Fontes independentes

3 Meio digital e jornalismo – Mercado da informação Produção industrial da notícia Público heterogêneo Paradigma da objetividade/ neutralidade Espaços definidos para a perspectiva editorial Mídia: intermediário da informação Ganhos de escala/ Distribuição Segmentação geográfica

4 Meio digital e jornalismo – Mercado da informação Sociedade Digital Informação é commodity Tecnologia Serviços Mídia/ Conteúdos Publicidade Agregador/ Integrador de conteúdo Usuário Informação Serviços Produtos Valor da informação tem relação direta com a potencialização do papel do usuário Formatação da informação de acordo com o público

5 Meio digital e jornalismo – Mercado da informação Valor da Informação: Credibilidade Inovação Relevância Imediatismo Utilidade Valor do jornalismo: postura ética adotada Desestruturação da base comercial (na imprensa o lucro é uma necessidade ética) Produção hierarquizada Novas variáveis de disponibilidade e abrangência

6 Mudança nos modos de produção e recepção da notícia Crise Abundância de notícias Novas habilidades Novos meios Novos contextos Novas linguagens Menor necessidade de intermediários da informação Novo fazer jornalístico

7 Facilidade de inserir conteúdo (publicador plataforma Web) Conceito de compartilhamento Credibilidade Informação/ Entretenimento Blog: Web + Log Fim do monopólio da informação Usuário participa da criação do conteúdo Confiabilidade Informação/ Entretenimento/ Análise/ Debate

8 Pirâmide invertida Copydesk Pirâmide Invertida Manuais de redação e estilo Grandes formadores de opinião Hipertexto Narrativa não-linear Conteúdo enciclopédico Conteúdo colaborativo (interatividade) Segmentação por temas Multiplicidade de fontes (com controle do usuário) Jornalismo Industrial Paradigma da objetividade Jornalismo hoje Qual paradigma?

9 Credibilidade Crítica frankfurtiana/ Agenda Setting/ Queda de paradigmas da qualidade jornalística: Jayson Blair no NY Times; Matanza de Eta en Madri no El País. 19 de fevereiro: Joshua Micah Marshall, do Talking Points Memo, levou o George Polke Award, prêmio que a melhor cobertura jornalística de assuntos legais ganha anualmente, nos EUA. Não foi um jornal, não foi uma revista: foi um blog. [...] Marshall não fez pouco. Informado por leitores em vários cantos do país, percebeu que havia uma série de procuradores públicos sendo demitidos. Invariavelmente, eram procuradores que haviam aberto processos contra políticos republicanos locais. Não havia ninguém no jornalismo tradicional atento a estas histórias que eram, essencialmente, pequenas e regionais. (Blog Pedro Dória)

10 Caso Nassif x Veja: discussão criada no novo ambiente digital, vocalizada por um jornalista, mas amplificada por muitos blogueiros O fato de que temas, como os que estão sendo levantados por Nassif e outros blogueiros envolvidos no debate, estejam sendo discutidos na internet é altamente positivo porque mostra que os cidadãos comuns estão criando um novo ambiente de discussão, onde eles têm muito mais controle da agenda. A maior prova disto é o número, o teor e a intensidade dos comentários feitos por leitores no post anterior. Os ambientes de debate na internet surgem ao sabor dos acontecimentos e ignoram hora e local marcados. Eles são mais uma conseqüência dos leitores do que dos autores. (Blog Código Aberto –OI) Naomi Klein

11 Possíveis direções da práxis jornalística Sociedade fragmentada Ideologização do conteúdo jornalístico Jornalismo como exercício dialógico – mediador Jornalista com organizador de conteúdos Outras possibilidades? Cacofonia Enfoques personalizados

12 Portais: emulação de regras tradicionais – facilidade e rapidez para a redação de notícias Blogs: Visões personalizadas e hipertextualizadas, com possibilidades interativas Web 2.0: wikis e redes sociais Versão do jornalista, intermediário da informação – Paradigma da objetividade Multiplicidade de versões Tribalização Emissores privilegiados Velocidade Personalização

13 Blogs Noticiário Diálogos Próprios Links Memória Leitores Blogs/ Site (redes) Opinião Dialogia Monologia

14 A efetivação das potencialidades dos meios digitais depende um universo amplo de probabilidades criadas pelas conjunturas históricas e pela dinâmica das relações culturais, políticas, econômicas e sociais Até que ponto o meio digital oferece ao jornalista possibilidades de uma comunicação mais dialógica e tolerante em comparação aos aparelhos tradicionais da indústria cultural? Jornal moderno (fruto da tipografia com o telégrafo na concepção mcluhiana): mosaico surrealista de pedaços da condição humana em viva interação Meios digitais acrescentam à independência espacial dos processos elétrico de produção e recepção, a possibilidade de reunir o contraditório sem fecha-lo em uma temporalidade.

15 Multimídia: convergência das formas tradicionais de mídia em múltiplas plataformas e suportes Interatividade: o usuário é parte do processo de produção e circulação da informação, tendo acesso a ela de modo não hierarquizado (navegação por hipertexto), estabelecendo relações por meio da máquina com outros usuários e autores. Memória: a acumulação de informação se torna mais viável economicamente e se potencializa a formação de uma memória coletiva por meio da hiperligação entre grandes quantidades de informação. Customização: o usuário seleciona os assuntos e fontes de seu interesse de maneira personalizada. Instantaneidade: além da rapidez do acesso, a produção e distribuição da informação são tecnologicamente acessíveis da mesma maneira tanto aos conglomerados de mídia quanto a produtores individuais.

16 Há milhares de anos atrás, o homem, coletor de comida, assumiu tarefas posicionais ou relativamente sedentárias. Começou a especializar-se. O desenvolvimento da escrita e da imprensa marcou fases importantes desse processo. Tornaram-se extremamente especializados em separar os papéis do conhecimento dos papéis da ação, embora às vezes pudessem dar a impressão de que a pena era mais poderosa do que a espada. Mas com a eletricidade e a automação, a tecnologia dos processos fragmentados de repente fundiu-se com o diálogo humano e com a necessidade de levar em consideração integral a unidade humana. (McLuhan)

17 Entender a Internet como um meio barato e fácil de propagação de idéias não necessariamente a formata em um diálogo polifônico: pode apenas acrescentar novas vozes à cacofonia. Necessidade da presença de intérpretes da realidade, de narradores que organizem o caos em um cosmos, estabelecendo pontes entre realidades estratificadas O fazer jornalístico precisa ser vivenciado em sua plenitude, efetuando mergulhos mais profundos nas múltiplas realidades sociais, e não ser a prática burocratizada sistematicamente exercida pelos grandes veículos impressos


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