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HIPERTENSÃO ARTERIAL E EXERCÍCIO FÍSICO PROF. WAGNER DANTAS

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Apresentação em tema: "HIPERTENSÃO ARTERIAL E EXERCÍCIO FÍSICO PROF. WAGNER DANTAS"— Transcrição da apresentação:

1 HIPERTENSÃO ARTERIAL E EXERCÍCIO FÍSICO PROF. WAGNER DANTAS wagner.dantas@uol.com.br www.metodomaisvida.com.br

2 -Definição de Hipertensão -Fisiopatologia da Hipertensão -Manifestações -Fatores de Risco e Prognóstico -Tratamento -Efeitos do Treinamento Físico na Pressão Arterial www.metodomaisvida.com.br

3 HIPERTENSÃO HIPERTENSÃO ARTERIAL É UMA SITUAÇÃO CLÍNICA ONDE HÁ ELEVAÇÃO SUSTENTADA DOS NÍVEIS TENSIONAIS, ACIMA DOS VALORES DA PRESSÃO ARTERIAL Forjaz, C. L. M., 2006 www.metodomaisvida.com.br

4 Chobanian, A. V. et al. Hypertension 2003;42:1206-1252 www.metodomaisvida.com.br

5 Causas Identificáveis da HAS -Doença Renal Crônica -Coarctação da aorta -Síndrome de Cushing ou excesso de glicocorticóides -Droga-indução ou droga-relacionada -Uropatia obstrutiva -Hiperaldosteronismo primário ou excesso de mineralocorticóides -Hipertensão Renovascular -Apnéia do sono -Doença da Tireoíde/Paratireoíde www.metodomaisvida.com.br

6 Causas de HAS Resistente -excesso de ingestão de sódio -retenção de volume por doença renal -terapia diurética inadequada -não – aderência ao tratamento -doses inadequadas -combinações inadequadas -drogas anti-inflamatórias não- esteroidais; inibidores da COX-2 - cocaína, anfetamina e outras drogas ilícitas -descongestionantes e anoréticos -anticoncepcional -eritropoetina -cigarro -ciclosporina -obesidade -excesso de álcool -verificação da PA errada -genética www.metodomaisvida.com.br

7 Medida da Pressão Arterial 3 medidas em 2 ocasiões – média Posicionamento - Posição sentada – repouso de 5 minutos - Braço apoiado na altura do coração com mão supinada - Normalmente: usar braço dominante e com maior pressão - Manguito: na altura do VE manguito abaixo da posição certa: PA manguito acima da posição certa: PA - Posição das pernas: descruzadas Forma de Medida - Colocação do manguito: centro do braço borda inferior à 2,5 cm da fossa cubital folga máxima de 2 dedos - Colocação do estetoscópio: artéria braquial. Não colocar estetoscópio sobre o manguito www.metodomaisvida.com.br

8 Medida da Pressão Arterial - Inflar o manguito até 30 mmHg acima da PA estimada - Esvaziar o manguito a 2 mmHg/segundo - Tempo entre medidas consecutivas: 60 segundos - Após cessar o som desinsuflar por mais 10 mmHg Aparelho calibrado Fases I (aparecimento) e V (desaparecimento) dos sons de Korotkoff Avaliador experiente Posição da coluna - Abaixo dos olhos: subestima a PA - Acima dos olhos: superestima a PA Medida da PA: SEMPRE VALORES PARES! www.metodomaisvida.com.br

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18 Chobanian, A. V. et al. Hypertension 2003;42:1206-1252 Ten-year risk for CHD by SBP and presence of other risk factors www.metodomaisvida.com.br

19 Fatores que contribuem p/ manutenção da HA - PA (mmHg) - DC (ml/min, coração)) - RP (UA, vasos)) - razão parede/luz SIMPÁTICO Catecolaminas Vasopressina angiotensinas fatores tróficos vaso constrição ativa remodelamento

20 PA = DC x RP CV FC x VS ejeção contratilidade pré-carga RV mantido PA = HA HA decurso temporal: aguda crônica PA (mmHg) DC (ml/min, coração) RP (UA, vasos)

21 MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS. Débito Cardíaco. Resistência Periférica. SRAA. Sistema Nervoso Simpático. Bradicinina. Endotelina. Óxido Nítrico. Fator Natriurético Atrial. Função Endotelial Forjaz, C. L. M., 2006

22 Na opinião dos professores, qual o principal efeito CLÍNICO do TF na fisiopatologia da HAS?

23 Effects of training on locomotor and non-locomotor skeletal muscle arterioles (DI<30 m) Melo R. M. et al., 2003. Hypertension: 42(4):851-7.

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28 Chobanian, A. V. et al. Hypertension 2003;42:1206-1252 Systolic blood pressure distributions www.metodomaisvida.com.br

29 Tratamento da HAS MEDICAMENTOSONÃO - MEDICAMENTOSO

30 Terapia Anti-Hipertensiva Reduzir a morbidade e mortalidade associadas à PA elevada Evitar complicações cardiovasculares www.metodomaisvida.com.br

31 Drogas utilizadas no tratamento da HA Diuréticos Inibidores do sistema nervoso simpático Fármacos de ação central Antagonistas -adrenérgicos Antagonistas -adrenérgicos periféricos Bloqueadores de canais para Ca ++ Inibidores da ECA Antagonistas de receptores para Angiotensina II Vasodilatadores diretos

32 PA = DC x RVP Controle da PA Tônus arterial Ca 2+ Vasoconstrição

33 Angiotensina II - principais efeitos cardiovasculares (AT 1 ) vasoconstrição (músculo liso vascular) modulação da atividade simpática periférica ( síntese, liberação, recaptação de NE pelo terminal) modulação da atividade simpática central ( inibição reflexa pelo barorreceptor e tônus simpático) liberação de catecolaminas adrenais regulação do fluxo sanguíneo regional balanço hidro-salino ( ingestão, excreção de água e sal) síntese de aldosterona (córtex adrenal) remodelamento cardiovascular (direta / fatores crescimento, protoncogenes) modulação da função endotelial síntese / liberação de neuropeptídeos (VP, OT) VOLEMIA e PA www.metodomaisvida.com.br

34 Tratamento Não-Medicamentoso - Peso Corporal ( < 25 kg/m 2 ) - ingestão de sal -Álcool (30 e 15 g/dia – H e M) -Fumo = ABANDONO! - ingestão de Ca +2 e Mg +2 - da atividade física www.metodomaisvida.com.br

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36 Riscos do TF na HAS Agudos - Durante ELEVAÇÃO EXACERBADA DA PRESSÃO ARTERIAL

37 Como é conhecido o efeito do da ANS no coração hipertenso?

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40 Riscos do TF na HAS HIPERTENSOS ˃ chance de formação de aneurismas cerebrais Picos Pressóricos: fator de risco para ruptura de aneurismas levando ao AVCH PA exagerada em resposta ao exercício tem sido associada a um da morbidade e mortalidade cardiovascular Forjaz, C. L. M., 2006; Filipovski J. et. al., 1992 www.metodomaisvida.com.br

41 Riscos de Elevação Pressórica -Treinamento aeróbio. só a PAS controlável com medida da PA e controle da intensidade -Treinamento Resistido. PAS e PAD não é possível controlar principalmente em grandes intensidades principalmente até exaustão www.metodomaisvida.com.br

42 Riscos de Elevação Pressórica IDADEPAS DURANTE O EXERCÍCIO PAD DURANTE O EXERCÍCIO HOMEM 20 – 24 19093 25 – 29 19397 30 – 34 196101 35 – 39 198103 40 – 44 201105 45 – 49 204106 50 – 54 208107 55 – 59 211107 60 – 64 214107 65 - 69 218106 Sing, J. P. et al. (1999) Blood pressure response during treadmill testing as a risk factor for new- onset hypertension: The Framingham Heart Study. Circulation: 99 (14); 1831-6

43 Riscos de Elevação Pressórica IDADEPAS DURANTE O EXERCÍCIO PAD DURANTE O EXERCÍCIO MULHER 20 – 24 16592 25 – 29 16995 30 – 34 17398 35 – 39 177100 40 – 44 181102 45 – 49 186103 50 – 54 190104 55 – 59 195104 60 – 64 199103 65 - 69 204102

44 Treinamento Resistido na HAS - FC, DC, PA comparado com o treinamento aeróbio -Não prescrito por medo da precipitação de um evento cardiovascular ou estresse excessivo sobre o miocárdio, gerando assim uma disfunção ventricular esquerda (Graves & Franklin, 2006). Nenhum estudo randomizado mostrou efeito deletério ! -Quais os problemas relacionados? % de 1-RM n º de repetições ordem dos grupos musculares volume de exercícios www.metodomaisvida.com.br

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47 Comentários para o Treinamento Resistido na HAS Dingwall H, Ferrier K, Semple J. Exercise prescription in cardiac rehabilitation. In: Thow M, ed. Exercise Leadership in Cardiac Rehabilitation. West Sussex, England: Whurr Publishers Ltd; 2006:97–131 Porque prescrevemos 8, 10, 12 ou 15 repetições?

48 Comentários para o Treinamento Resistido na HAS -Recomendações para adultos hipertensos: A presença de HAS (estágio 1 ou 2) na ausência de doenças de orgão-alvo ou doença cardíaca NÃO limitaria a elegibilidade para o TR. Entretanto, deve-se acompanhar a PA a cada 2 meses ou quando relatado algum sintoma clínico anormal Adultos com HAS estágio 3 DEVERIAM ser restrito aos exercícios, particularmente os de mecânica estática, até que sua HAS esteja controlada tanto pela modificação no estilo de vida quanto pela terapia medicamentosa www.metodomaisvida.com.br

49 Comentários para o Treinamento Resistido na HAS Quando a HAS coexiste com outras doenças cardiovasculares, a elegibilidade para a participação no TR é geralmente baseada no tipo e na gravidade das outras condições associadas Exercitar os grandes grupos musculares antes de exercitar-se os pequenos grupos musculares Aumentar as cargas quando de 12-15 repetições puderem ser executadas confortavelmente ( 5-10 lb) Executar os movimentos de forma lenta e controlada (proibido manobra de Valsalva e orientar respirar da forma mais confortável ao aluno) www.metodomaisvida.com.br

50 Comentários para o Treinamento Resistido na HAS Cuidado com o grip muito apertado Dependendo do TR prescrito, atente para o período de recuperação Evitar esforço excessivo. Uma PSE variando entre 11 a 13 pode ser utilizado como guia para o esforço Rodriguez D ; Claudino JPOR ; Dragone FD ; Rocha ARNC ; Novaes LF ; Pontes Jr FL ; Navarro F ; Bacurau RFP ; Raso V. RPE Predicts 1-RM Independent of Muscle Strengh. In: Annual Congress of American College of Sports Medicine, 2006, Denver. American College of Sports Medicine, 2006. v. 38. p. 300. Parar o exercício no caso de sinais de advertência ou sintomas, especialmente, vertigem, arritmias, dispnéia, angina pectoris ou desconforto. www.metodomaisvida.com.br

51 Comentários para o Treinamento Aeróbio na HAS Avaliação clínica inicial Atividade aeróbia dinâmica Frequência: a maior possível, preferencialmente, todos os dias (ACSM, 2004) Duração: 30 e 60 minutos (HPE) Intensidade: 60-80% da FC máx. ou 50-70% do VO 2 máx. Lembrando: Embora um programa de TA intenso possa ser apropriado a indivíduos com HAS, o risco de complicações cardiovasculares e ortopédicas é maior e a aderência ao TA é menor www.metodomaisvida.com.br

52 Benefícios Crônicos Treinamento Aeróbio

53 HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Depende: HAS: - Magnitude - Poucos estudos - Duração - Ocorre no laboratório - Idade - Talvez em ambulatório - Gênero ? www.metodomaisvida.com.br

54 ( 12)Harris KA, Holly RG. Physiological response to circuit weight training in borderline hypertensive subjects. Med Sci Sports Exerc 1987; 19:246–252. (14) Blumenthal JA, Siegel WC, Appelbaum M. Failure of exercise to reduce blood pressure in patients with mild hypertension. JAMA 1991; 266:2098–2104

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60 Treinamento contínuo ou intervalado: Qual o melhor método para a indução da hipotensão pós-exercício?

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