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GLIOBLASTOMA Prof. Dr. Luiz Fernando Bleggi Torres Departamento de Patologia Médica Universidade Federal do Paraná

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Apresentação em tema: "GLIOBLASTOMA Prof. Dr. Luiz Fernando Bleggi Torres Departamento de Patologia Médica Universidade Federal do Paraná"— Transcrição da apresentação:

1 GLIOBLASTOMA Prof. Dr. Luiz Fernando Bleggi Torres Departamento de Patologia Médica Universidade Federal do Paraná

2 EVOLUÇÃO –

3 EVOLUÇÃO – 2006 EVOLUÇÃO –

4 Clínica HistóriaRaio-X Biópsia Cirurgia TAC Estereotaxia Imunohistoquímica Citologia do SNC RNM TAC Espectroscopia Fatores Preditivos Citogenética Biologia Molecular Hibridização in situ Conhecimento Médico Microarrays – Robótica – Terapia Alvo - Células Troncos

5 (adaptado de Bleggi-Torres et al., 1990)

6 Banco de Patologia Tumoral de Curitiba ( )

7 Banco de Patologia Tumoral de Curitiba ( ) Prevalência dos principais tipos histológicos

8 Banco de Patologia Tumoral de Curitiba ( ) Prevalência das neoplasias por linhagem celular

9 AstrocitomaOligodendrogliomaEpendimoma Células neurogliais astrócito vaso epêndima neurônio oligodendrócito axônio

10 Classificação da OMS (2000) Astrocitomas de infiltração difusa – Astrocitoma Difuso variantes: fibrilar protoplasmático gemistocítico – Astrocitoma anaplásico (maligno) – Glioblastoma variantes:glioblastoma de células gigantes gliossarcoma Astrocitoma pilocítico Xantoastrocitoma pleomórfico Astrocitoma sub-ependimário de células gigantes

11 GLIOBLASTOMA Mais agressiva (OMS grau IV); 50-60% dos tumores astrocitários. Mais agressiva (OMS grau IV); 50-60% dos tumores astrocitários. Acomete adultos; hemisférios cerebrais. Acomete adultos; hemisférios cerebrais. Patologia : Patologia : Astrócitos pouco diferenciados, proliferação vascular e necrose Astrócitos pouco diferenciados, proliferação vascular e necrose Progressão maligna de um astrocitoma de baixo grau ou astrocitoma anaplásico (glioblastoma secundário) Progressão maligna de um astrocitoma de baixo grau ou astrocitoma anaplásico (glioblastoma secundário) curta história clínica, sem evidência clinico-radiológica de uma lesão precursora menos maligna (glioblastoma primário) (Scherer, 1940; Kleihues e Cavenee, 1997). curta história clínica, sem evidência clinico-radiológica de uma lesão precursora menos maligna (glioblastoma primário) (Scherer, 1940; Kleihues e Cavenee, 1997). Gaspareto et al. Arq Neuropsiquiatr Jun;61(2B):468-72

12 GLIOBLASTOMA

13 GLIOBLASTOMA

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15 GLIOBLASTOMA

16 Progressão – Glioblastoma Secundário Progressão – Glioblastoma Secundário Kleihues & Cavenee, 2000 Astrócito precursor Astrocitoma OMS II Astrocitoma anaplásico OMS III Astrócito normal Glioblastoma OMS IV Mutação do gene p53 Perda do cromossomo 17p Expressão excessiva de PDGF/PDGFR Perda do cromossomo 22q Desreg. da via do p16 Amplificação do gene CDK4 Perda do 19q Expressão de fatores angiogênicos e moléculas associadas à invasão Perda do cromossomo 10p e 10q (MMAC- 1/PTEN) Amplificação do gene do receptor de EGF.

17 Progressão – Glioblastoma Primário Progressão – Glioblastoma Primário Kleihues & Cavenee, 2000 Astrócito precursor Glioblastoma OMS IV e Amplif/Super Expr EGFR Amplif/Super Expr MDM2 Deleção p16 Mutação PTEN Alteração RB LOH 10p e 10q

18 GLIOBLASTOMA Fatores preditivos: Fatores preditivos controversos: Fatores preditivos controversos: secundários menos agressivos secundários menos agressivos O único consenso acerca da sobrevida: O único consenso acerca da sobrevida: ressecção completa da lesão confere uma maior sobrevida. ressecção completa da lesão confere uma maior sobrevida. Os índices proliferativos não apresentam correlação com a sobrevida. Os índices proliferativos não apresentam correlação com a sobrevida. Prognóstico reservado. Prognóstico reservado. Busca por modelos experimentais Busca por modelos experimentais

19 Grippo et al, NG97: Morfologia in vitro Cultura tecido Schenka, A. – Unicamp, 2005 Microscopia de contraste de fase Microscopia de contraste de fase Dupla população (constante): Dupla população (constante): Células redondas Células redondas Células fusiformes/ dendríticas Células fusiformes/ dendríticas

20 NG97: Morfologia in vivo Grippo et al, 2001.

21 % GFAP+ Tumor original (400X) Células NG97 (400X) Xenotransplante (400X) GFAP p < 0,0001 ( 2 ) Tumororiginal Células Xenotranspl.

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23 Estudo Imunohistoquímico Tissue microarray : simultâneo e comparativo em todas as amostras dos 44 tumores em dois níveis de corte Bleggi-Torres LF, Gugelmin ES, Cunha IW, Soares FA – Brain Pathology 16(1), S108, 2006

24 GLut x400 Ki67 x400 Vim x400

25 Bleggi-Torres LF, Gugelmin ES, Cunha IW, Soares FA – Brain Pathology 16(1), S108, 2006 *p=0,006

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27 Gliomas – Etiologia x Tratamento Célula tronco neural (Neural Stem Cell – NSC) Célula tronco neural (Neural Stem Cell – NSC) 3 sub-grupos moleculares: 3 sub-grupos moleculares: Pró-neural – expressa marcadores de NSC = melhor prognóstico (Notch pathway) Pró-neural – expressa marcadores de NSC = melhor prognóstico (Notch pathway) Mesenquimal – expressa marcadores de MSC = prognóstico ruim (Akt pathway) Mesenquimal – expressa marcadores de MSC = prognóstico ruim (Akt pathway) Angiomatoso – expressa marcadores proliferativos = prognóstico ruim (Akt pathway) Angiomatoso – expressa marcadores proliferativos = prognóstico ruim (Akt pathway) Phillips, H et al. – Cancer Cell 9(3):157-73, 2006 Houillier, C et al. Cancer 106(10): , 2006 Temozolomide (Temodal, Temodar) – agente alquilante + radioterapia (casos novos) Mutter N et al. Expert Rev Anticancer Ther Aug;6(8):


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