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Contador NILSON JOSÉ GÖEDERT Presidente CRCSC A S D IFICULDADES D OS C ONTABILISTAS N O E XERCÍCIO D A P ROFISSÃO.

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2 Contador NILSON JOSÉ GÖEDERT Presidente CRCSC A S D IFICULDADES D OS C ONTABILISTAS N O E XERCÍCIO D A P ROFISSÃO

3 O E nsino da C ontabilidade V alorização P rofissional C apacitação P rofissional E strutura do CRCSC

4 E STRUTURA O PERACIONAL DO C RCSC

5 São autarquias criadas por Lei Federal, com atribuições específicas de REGISTRO e FISCALIZAÇÃO do exercício profissional. C ONSELHOS

6 36 CONSELHEIROS 36 CONSELHEIROS 24 Contadores 12 Técnicos em Contabilidade 18 TITULARES 18 SUPLENTES MANDATO DOS CONSELHEIROS MANDATO DOS CONSELHEIROS 4 ANOS 2003 Renovou 1/ Renovou 2/3 Mandato do Presidente Mandato do Presidente 2 anos C OMPOSIÇÃO

7 C ONSELHO D IRETOR Presidente: Nilson José Goedert Vice-Pres. de Administração e Finanças: José Nilton Junckes Vice-Pres. de Fiscalização: Vilson Wegener Vice-Pres. de Registro: Décio Sardá Vice-Pres. de Controle Interno: Lourival Pereira Amorim Vice-Pres. de Desenvolvimento Profissional: Mágda Bez Representante dos Técnicos no Conselho Diretor: Vilso Isidoro DIRETORIA PARA BIÊNIO 2006/2007

8 CONSELHEIROS: 36 FUNCIONÁRIOS: 54 ESTAGIÁRIOS : 2 TERCEIRIZADOS: 3 DELEGADOS: 36 N OSSA FORÇA DE T RABALHO

9 GESTÃO PARTICIPATIVA POR PROJETOS 33 PROJETOS CADA PROJETO TEM UM COORDENADOR E MEMBROS FOCO: REGISTRO E FISCALIZAÇÃO EDUCAÇÃO CONTINUADA DESCENTRALIZAÇÃO DO CRCSC INTEGRAÇÃO REGIONAL P LANO DE T RABALHO

10 E DUCAÇÃO C ONTINUADA EDUCAÇÃO CONTINUADAPROJETO Realização de cursos, encontros, seminários, jornadas e ciclos de debates, com o objetivo de proporcionar a atualização e reciclagem dos contabilistas, professores e estudantes de Ciências Contábeis. AnoNº EventosNº Participantes

11 4º ECECON – Encontro Catarinense de Estudantes de Ciências Contábeis Agosto: 4º ECECON – Encontro Catarinense de Estudantes de Ciências Contábeis 2ª Jornada Catarinense de Contabilidade De agosto a novembro: 2ª Jornada Catarinense de Contabilidade (7 cidades) Implantação de cursos a distância. Eventos Programados Eventos Programados

12 C ONTABILIZANDO O S UCESSO CONTABILIZANDO O SUCESSO O projeto é uma parceria do CFC, CRCSC, Sebrae Nacional e Sebrae SC e pretende formar 22 turmas em SC. Santa Catarina é o Estado com maior número de turmas no país. Desde que começou o programa foram formadas 12 turmas.PROJETO

13 Em 2005 foram concluídas duas turmas de cursos de Especialização oferecidas em convênio com o CRCSC/CFC e foram iniciados cinco novas turmas: Controladoria (Blumenau); Contabilidade Gerencial (Rio do Sul); Contabilidade Pública (Biguaçu; Chapecó e Videira). P ÓS-GRADUAÇÃO E M ESTRADO PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOPROJETO Em 2006 será subsidiada mais uma turma do curso de Especialização em Contabilidade Gerencial na UNERJ – Jaraguá do Sul. Mestrado Também será subsidiada uma turma de Mestrado em Contabilidade na FURB – Blumenau.

14 I NTEGRAÇÃO E STUDANTIL INTEGRAÇÃO ESTUDANTILPROJETO Mais de estudantes de mais de 20 instituições de ensino já visitaram o CRCSC e conheceram seu funcionamento.

15 JORNAL DO CRCSC COLUNA CRCSC, publicada quinzenalmente no Diário Catarinense PÁGINA NA INTERNET D IVULGAÇÃO D IVULGAÇÃOPROJETO BOLETIM INFORMATIVO ITC

16 M USEU DO C ONTABILISTA e B IBLIOTECA MUSEU DO CONTABILISTA e BIBLIOTECAPROJETO O Museu tem como objetivo o resgate da história da Contabilidade catarinense através da mostra de equipamentos, fotos e documentos. Atendimento aos contabilistas e estudantes, pessoalmente ou pelo A Biblioteca conta com um acervo com mais de obras.

17 R EVISTA C ATARINENSE DA C IÊNCIA C ONTÁBIL REVISTA CATARINENSE DA CIÊNCIA CONTÁBILPROJETO O objetivo da Revista Catarinense da Ciência Contábil, editada pelo CRCSC, é divulgar estudos e trabalhos na área contábil, incentivando a produção científica catarinense.

18 PROJETO C OMISSÕES DE INTEGRAÇÃO COM C ONTABILISTAS P ÚBLICOS M UNICIPAIS, E STADUAIS, DE E MPRESAS P ÚBLICAS E P RIVADAS C OMISSÕES C OMISSÕES DE INTEGRAÇÃO COM C ONTABILISTAS C ONTABILISTAS P ÚBLICOS M UNICIPAIS, M UNICIPAIS, E STADUAIS, E STADUAIS, DE E MPRESAS E MPRESAS P ÚBLICAS P ÚBLICAS E P RIVADAS O objetivo dessas comissões é promover a integração entre os profissionais dessas áreas, estreitando o relacionamento e incentivando-os a participar da entidade.

19 PROJETO C OMISSÃO DE I NTEGRAÇÃO COM C ONTADORES P ERITOS C OMISSÃO C OMISSÃO DE I NTEGRAÇÃO I NTEGRAÇÃO COM C ONTADORES C ONTADORES P ERITOS O objetivo dessas comissões é promover a integração entre os Peritos e Auditores, estreitando o relacionamento e incentivando-os a participar da entidade. C OMISSÃO DE I NTEGRAÇÃO COM C ONTADORES A UDITORES C OMISSÃO C OMISSÃO DE I NTEGRAÇÃO I NTEGRAÇÃO COM C ONTADORES C ONTADORES A UDITORES

20 PROJETO P ARCERIA C OM E NTIDADES C ONTÁBEIS P ARCERIA P ARCERIA C OM C OM E NTIDADES C ONTÁBEIS O objetivo dessa parceria é fomentar a integração das entidades contábeis catarinenses (CRCSC, Fecontesc, Sindiconts e Sescons) em áreas de interesses comuns. P ARCERIA C OM E NTIDADES E MPRESARIAIS P RIVADAS P ARCERIA P ARCERIA C OM C OM E NTIDADES E MPRESARIAIS E MPRESARIAIS P RIVADAS Estreitar o relacionamento com entidades empresariais, visando estabelecer ações conjuntas em prol da classe contábil.

21 PROJETO P ARCERIA C OM Ó RGÃOS P ÚBLICOS F EDERAIS, M UNICIPAIS E E STADUAIS P ARCERIA P ARCERIA C OM C OM Ó RGÃOS Ó RGÃOS P ÚBLICOS F EDERAIS, F EDERAIS, M UNICIPAIS M UNICIPAIS E E STADUAIS O objetivo dessas parcerias é estreitar o relacionamento com órgãos e instituições das esferas Federais, Estaduais e Municipais, visando estabelecer ações conjuntas em prol da classe contábil.

22 PROJETO C RC J OVEM C RC C RC J OVEM Em 2005 foi criado o Projeto CRC Jovem, inspirado na experiência bem sucedida do CRC de São Paulo. O objetivo é promover a integração entre profissionais com até 35 anos de idade, incentivando-os a participarem da entidade, com o intuito de formar novas lideranças.

23 C APACITAÇÃO P ROFISSIONAL Código Civil

24 A I MPORTÂNCIA D A P ROFISSÃO A contabilidade surgiu nos primórdios da civilização, passando por aperfeiçoamento ao longo dos séculos. A contabilidade surgiu nos primórdios da civilização, passando por aperfeiçoamento ao longo dos séculos. A partir do momento em que o homem começou a acumular riquezas, passou-se a criar técnicas para controlar seus bens. A partir do momento em que o homem começou a acumular riquezas, passou-se a criar técnicas para controlar seus bens.

25 Não há entidade econômica, pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, privada, com ou sem fins lucrativos, sem a responsabilidade de um profissional da contabilidade. sem a responsabilidade de um profissional da contabilidade. A I MPORTÂNCIA D O C ONTABILISTA

26 A manutenção da competência profissional face às mudanças crescentes torna imperativo desenvolver uma atitude de aprender a aprender.

27 É preciso que o Contador desenvolva também uma visão sistêmica de conhecer outras áreas. C ONHECIMENTO M ULTIDISCIPLINAR

28 Nós enquanto profissionais da área contábil temos que ocupar uma posição onde possamos traçar cenários. Cabe exclusivamente a nós contabilistas demonstrar a nossa habilidade, e assim trabalharmos lado a lado com outros profissionais, na análise das questões importantes e na busca de suas soluções. D ESAFIOS

29 A V IDA e os N EGÓCIOS s ão f eitos d e R ELACIONAMENTOS V icente D onini

30 Código Civil V ALORIZAÇÃO P ROFISSIONAL V ALORIZAÇÃO P ROFISSIONAL

31 * MARKETING PESSOAL Não basta ser competente, você também precisa parecer competente. Cada vez mais empresários procuram cursos de etiquetas e boas maneiras. Você confiaria num especialista mal vestido, mal cheiroso, de péssima aparência? P ERFIL P ROFISSIONAL DEMANDADO PELO MERCADO

32 Comprometimento com a integridade, Comprometimento com a integridade, objetividade e independência; objetividade e independência; Sensibilidade em relação à Sensibilidade em relação à ética profissional; ética profissional; Preocupação com o interesse Preocupação com o interesse público; público; V ALORES P ROFISSIONAIS

33 Contratação de Mão-de-Obra Auxiliar; Contratação de Mão-de-Obra Auxiliar; Cobrar Pelo Efetivo Serviço Cobrar Pelo Efetivo Serviço Prestado; Prestado; Escrituração Contábil Completa; Escrituração Contábil Completa; V ALORES P ROFISSIONAIS

34 Aviltamento de Honorários; Aviltamento de Honorários; Envolver Entidades Envolver Entidades Empresariais nas Empresariais nas Reivindicações Públicas. Reivindicações Públicas. V ALORES P ROFISSIONAIS

35 Múltiplas Legislações – Estaduais e Municipais; Múltiplas Legislações – Estaduais e Municipais; Super-Simples Federal. Super-Simples Federal. Multas das Obrigações Acessórias; Multas das Obrigações Acessórias; Quantidade de Obrigações Acessórias; Quantidade de Obrigações Acessórias; Alterações Constantes da Legislação; Alterações Constantes da Legislação; D IFICULDADES P ROFISSIONAIS

36 Custo Burocrático: Em 2004 empresas gastaram 20 bilhões com a burocracia. Vigoram no país normas tributárias, com 300 modificações anuais, artigos, parágrafos, incisos e páginas. Comparação com outros países

37 BALANÇOS FISCAIS X BALANÇOS BANCÁRIOS DECORE - DE ACORDO COM OS REGISTROS CONTÁBEIS – RISCOS DE VALORES DIVERGENTES; ELABORAR OS BALANÇOS DE ACORDO COM A DOCUMENTAÇÃO ENTREGUE; O S D EVERES DOS C ONTABILISTAS

38 FATORES RECENTES DE VALORIZAÇÃO DA CONTABILIDADE ESTABILIDADE DA MOEDA NACIONAL GLOBALIZAÇÃO DO MERCADO AVANÇO DO MEIOS DE INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO ACIRRAMENTO DA COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL EXAME DE SUFICIÊNCIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

39 A sua informação não deve ser destinada apenas ao empresário, para a tomada de decisões, mas colocada à disposição de toda a sociedade, para que esta possa ser a grande beneficiada do seu trabalho. O CONTADOR É UM FORMADOR DE OPINIÃO!

40 Deixarmos de ser Darfeiros; Deixarmos de ser Darfeiros; Começar a Vender Serviços. Começar a Vender Serviços. D IFICULDADES P ROFISSIONAIS

41 Código Civil O E NSINO D A C ONTABILIDADE O E NSINO D A C ONTABILIDADE

42 Assunto árido para se ensinar: Muitos usuários odeiam a Contabilidade. Prof. Marion D IFICULDADES P ROFISSIONAIS

43 Motivação Professor motivado: Magistério é o melhor negócio do mundo (?) Amo muito tudo isto (?) Alunos: Ativos no processo, um clima motivacional favorável contribuindo na dinâmica ensino- aprendizagem. Falar constantemente sobre a Perspectiva da profissão (melhor profissão do mundo). Prof. Marion Prof. Marion O P RINCIPAL I NGREDIENTE N O E NSINO

44 Pouco interesse nas aulas; Pouco interesse nas aulas; Medo de se expressar em público; Medo de se expressar em público; Desinteresse na Tecnologia da Informação; Desinteresse na Tecnologia da Informação; Pouco interesse em matemática; Pouco interesse em matemática; Pouca Leitura – escreve e fala errado; Pouca Leitura – escreve e fala errado; D IFICULDADES D OS A LUNOS

45 Pouca participação em eventos; Pouca participação em eventos; Professores sem formação contábil ensinando contabilidade. Professores sem formação contábil ensinando contabilidade. Dificuldade em interpretar um balanço e suas análises; Dificuldade em interpretar um balanço e suas análises; D IFICULDADES D OS A LUNOS

46 ORATÓRIA ORATÓRIA Hoje, o profissional que não aparecer, que ficar escondido em uma sala, tímido, encolhido, já está morto. Em uma época de velocidade, de negócios em altas tratativas, se não estiver munido da grandiosa ferramenta, que é a palavra, não chegará a lugar algum e, principalmente, ao lugar desejado.

47 GESTOR DO FUTURO VISÃO: VISÃO: abrangente, mundial e multidisciplinar; CAPACIDADE ADAPTATIVA: CAPACIDADE ADAPTATIVA: perceber, compreender e reagir à mudança conjuntural e organizacional, convivendo com a incerteza; ESTRATÉGIA: ESTRATÉGIA: de forma a maximizar os recursos e encarar cada passo como matéria de reflexão e negociação; PENSAMENTO ADMINISTRATIVO: PENSAMENTO ADMINISTRATIVO: Identificação e compreensão das variáveis de funcionamento das organizações.

48 Principais razões: sucesso e fracasso Dicas Para o sucesso Saber ouvir antes de agir Medir o sucesso por resultados Basear decisões em dados Ter objetivo definido Evitar resistência a mudança Confiar nos colaboradores Estimular o mérito alheio. Pesquisa E & Y Causas do fracasso Má administração (decisões) Falta de Experiência e Planejamento Descontrole do Fluxo de Caixa Pouca atenção ao Cliente Falta de Capital de Giro Recessão e Crise. Pesquisa FEA/USP Jornal Estado de SP 19/3/2000

49 Se há mortalidade alta a Contabilidade não está fazendo o seu papel???????? Principais Motivos 1) Perfil Inadequado dos Pequenos e Médios Empresários. Exemplo de Franquias: recebe suporte e conhecimento do franqueador, recebem ajuda na implantação, manuais de orientação, consultores (apontam erros, melhores ferramentas gerenciais), gestão compartilhada, banco de dados, supervisão. (jornal Estado de São Paulo 01/06/2004) 2) Perfil Inadequado dos Serviços de Contabilidade. Falta: Relatórios Gerencias. Analisar Viabilidade. Parceiros dos Clientes (gestão compartilhada), suporte gerencial, time de consultores, fontes de financiamento, check up da saúde da empresa... Cultura Brasileira de Sonegação: 85% dos pequenos negócios não pagam impostos. Dos que pagam apenas 14% estavam em dia com o Fisco FGV (Revista Exame 09/06/2004

50 O TAMANHO DA NOSSA CONCORRÊNCIA

51 CONTADORES REGISTRADOS ESPANHOL PORTUGUÊS INGLÊS FONTE: CFC CONTADORES NAS AMÉRICAS

52 I NSTITUIÇÕES D E E NSINO S UPERIOR C OM C URSO D E C IÊNCIAS C ONTÁBEIS B RASIL SC 5 0

53 C OMPOSIÇÃO D A C LASSE E M SC SEXO CONTADOR TÉCNICOS TOTAL Masculino (64%) (79%) (71%) Feminino (36%) (21%) (29%) Total (100%) (100%) (100%)

54 TOTAL DE CONTABILISTAS REGISTRADOS ATIVOS EM SC ATÉ MARÇO/ ESCRITÓRIOS Individuais (65%) Sociedades (35%) CONTABILISTAS Contadores (54%) Técnicos (46%)

55 FINALIZANDOFINALIZANDO

56 M ENSAGEM F INAL As chances de sucesso para quem procura o chefe implorando aumento são remotas para valer o risco. As chances de sucesso para quem procura o chefe implorando aumento são remotas para valer o risco. Mais eficiente é correr atrás de tarefas, em vez de esperar por elas, e levar sempre soluções no lugar de problemas. Mais eficiente é correr atrás de tarefas, em vez de esperar por elas, e levar sempre soluções no lugar de problemas. Stephen Covey. Stephen Covey. Revista Veja 30/03/2005 Revista Veja 30/03/2005

57 N ilson J osé G öedert (48) M UITO O BRIGADO!


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