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Jornada Tecnológica. Aplicação das Ferramentas de Gestão Financeira para Sustentabilidade da Empresa.

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Apresentação em tema: "Jornada Tecnológica. Aplicação das Ferramentas de Gestão Financeira para Sustentabilidade da Empresa."— Transcrição da apresentação:

1 Jornada Tecnológica

2 Aplicação das Ferramentas de Gestão Financeira para Sustentabilidade da Empresa

3 AGENDA 08:45h - recepção e abertura 09:00h as 10:30h - 1ª palestra - José Pires de Araújo Jr. 10:30h as 10:45h - Perguntas 10:45h as 11:15h- coffee break 11:15h as 12:15h - 2ª Palestra - Alexandre Rodrigues 12:15h as 12:30h - Perguntas e encerramento Lembretes: Visita na Metrics durante Coffee break Pesquisa sobre o evento na pasta

4 EMPRESA Especializada no desenvolvimento de Soluções para a Gestão de Processos da Indústria Gráfica. Liderança e inovação no desenvolvimento de tecnologias. Tem como clientes as mais inovadoras empresas gráficas da América Latina. Profissionais altamente qualificada nas áreas de Tecnologia da Informação e Negócio Gráfico.

5 PREMIAÇÕES Ganhadora por 3 anos consecutivos do prêmio Graphprint Melhor Software de Gerenciamento Gráfico 2006, 2007 e 2008

6 PARCEIROS TECNOLÓGICOS Microsoft Gold Certified Partner ISV Única empresa de software da América Latina associada ao CIP4 Membro participante do Desenvolvimento do padrão JDF

7 PARCEIROS TECNOLÓGICOS O Sistema Metrics possui integração via JDF com os workflows das seguintes empresas:

8 MERCADO Brasil - Matriz México - Filial Argentina Chile Colômbia Costa Rica Equador Peru Algumas das mais importantes empresas da América Latina usam Metrics

9 ALGUNS CLIENTES Editora Abril Antilhas Embalagens Burti Coan RR Donneley Moore Editora Log & Print -(Globo) Ipsis Litokromia Makro Color Plural Prol Quebecor World RWA Stilgraf

10 JOSÉ PIRES DE ARAÚJO JÚNIOR Atua como consultor financeiro em importantes empresas do segmento gráfico. É Consultor Financeiro da ABTG Mestre em Administração de Empresas e Gestão de Negócios Professor Universitário e de Pós-graduação na cadeira de Gestão Financeira da Escola SENAI Theobaldo de Nigris, FATEC e Faculdade de Gerenciamento de São Paulo. Vivência como executivo em instituições financeiras.

11 ALEXANDRE RODRIGUES Gerente Comercial na América Latina da Metrics. Responsável pela área de consultoria de custos. Participação de mais de 200 projetos de implantação sistema de gestão no setor gráfico. Experiências internacionais em projetos de implantação e na assessoria de custos. Desde 1985, trabalhando com informatização de processos na Indústria gráfica.

12 Gestão Financeira Profº.Ms. José Pires de Araujo Junior

13 Assuntos que serão abordados A visão da gestão financeira. A importância do fluxo de caixa. Índices de medição financeira. Estratégias Financeiras GESTÃO FINANCEIRA

14 Compra de Material Entrega do Material Produção Pagamento da compra Venda Recebimento da venda Visão da produção Visão da economia Visão da Administração Financeira GESTÃO FINANCEIRA

15 A diferença entre contabilidade e finanças A contabilidade tem a preocupação com os fatos históricos ocorridos dentro de um determinado período de tempo. A gestão financeira tem preocupação com as entradas e saídas de caixa da empresa, não importando o período de registro GESTÃO FINANCEIRA

16 Organização do Departamento Financeiro DEPARTAMENTO FINANCEIROFUNÇÃO Contas a pagar/tesouraria Contas a receber Preocupa-se a conciliação bancária com a provisão e pagamento de fornecedores, colaboradores, etc. Preocupa-se com o crédito aos clientes com a cobrança e controla o desconto de duplicatas (recebíveis).

17 O Gerente Financeiro tem por objetivo: –Supervisionar as áreas de contas a receber e contas a pagar. –Fazer o planejamento financeiro com base nas informações das áreas de Contas a receber e a pagar. –Vender a imagem da empresas às instituições financeiras e fornecedores. GESTÃO FINANCEIRA

18 O principal relatório da gestão financeira é o fluxo de caixa (FC). O fluxo de caixa é o mapa de navegação da área financeira da empresa. O FC mostra a posição financeira da empresa a cada momento e desta forma é uma ferramenta fundamental para o planejamento da empresa. GESTÃO FINANCEIRA

19 O FC é um instrumento importante na negociação com bancos e na tomada de decisão. Uma empresa organizada não é pega de surpresa na hora de tomar recursos em bancos (ou instituições financeiras). Empresas que demonstram desorganização financeira pagam mais caro na toma de recursos GESTÃO FINANCEIRA

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21 Este modelo de FC, mostra a posição de caixa a cada dia do mês, que pode ser projetado por todos os meses do ano. Quanto maior a projeção mais facial será o planejamento financeiro. GESTÃO FINANCEIRA

22 Dois outros relatórios fundamentais para a gestão financeira é o Balanço Patrimonial (PB) e a Demonstração de Resultado do exercício Muito embora as empresas que não estão enquadradas na lei 6404/76(Lei da S/A), é importante que estas demonstrações sejam feitas para o gerenciamento financeiro. GESTÃO FINANCEIRA

23 Análise da situação financeira da empresa, através de índices GESTÃO FINANCEIRA

24 Os Índices de Liquides são muito utilizados por instituições financeiras para a liberação de crédito. O objetivo destes índices é o de apurar a saúde financeira das empresas e sua capacidade de honrar suas obrigações financeiras. É importante lembrar que não são apenas estes índices que definem o crédito, o crédito para uma empresa é definido também por outros fatores que compões o chamado CREDSCORE. GESTÃO FINANCEIRA

25 Índices de Liquidez Corrente Indicam a situação financeira de uma empresa, ou seja, a sua capacidade pagar as dívidas. Indica quanto a empresa possui no ativo circulante para cada $ de dívida no passivo circulante. Quanto maior, melhor é a capacidade de pagamento. Liquidez Corrente = Ativo Circulante(*) Passivo Circulante(*) (*) O circulante também é chamado de corrente

26 Liquidez Seca = Ativo circulante - estoque Passivo Circulante Indica quanto a empresa possui em seus ativos mais líquidos – disponível, aplicações financeiras e valores a receber de clientes - para cada $ de dívida no passivo circulante. Quanto maior, melhor é a capacidade de pagamento. Se o índice de liquidez seca é ruim mas a empresa possui estoques de produtos acabados (não obsoletos ou deteriorados) em condições de venda rápida, pode indicar uma boa situação financeira. Índices de Liquidez Seca

27 Liquidez Geral = Ativo Circulante + Realizável a longo prazo Passivo Circulante + Exigível a longo prazo Indica quanto a empresa possui em ativos de curto e longo prazos para cada $ de dívida total. Quanto maior, melhor é a capacidade de pagamento. Índices de Liquidez Geral

28 TERMÔMETRO DE KANITZ SOLVENTE PENUMBRA INSOLVENTE GESTÃO FINANCEIRA

29 Índices de estrutura de capital Endividamento = Capital de terceiros x 100 Patrimônio Líquido Indica a relação entre capital de terceiros e capital próprio. Quanto menor, melhor, pois menor é a dependência do capital de terceiros para a manutenção da operação e, conseqüentemente, menor é o nível de despesas financeiras. Entretanto, se o juro pago pelo capital de terceiros menor do que lucro sobre o capital próprio, é vantajoso para a empresa (conceito de alavancagem financeira).

30 Composição do endividamento = Passivo circulante x 100 Capital de terceiro Indica a relação entre as dívidas de curto prazo e as dívidas totais. Quanto menor, melhor, pois significa que o pagamento da dívida ocorre em prazos mais longos. Os financiamentos de longo prazo tendem a ter um custo menor do que os de curto prazo, especialmente se captados em entidades como BNDES ou FINEP. Índices de estrutura de capital

31 ÍNDICES DE ESTRUTURA DE CAPITAL Imobilização do PL = Ativo Permanente x 100 Patrimônio Líquido Indica quanto do capital próprio está investido no ativo permanente. Quanto menor, melhor. Quando menor do que 100%, significa que o capital próprio, além de financiar os investimentos em ativo permanente, ainda gera recursos para o capital circulante.

32 ÍNDICES DE RENTABILIDADE Giro do ativo = Receita Líquida Ativo Total Indica quanto a empresa vendeu para cada $ de investimento total (próprio e de terceiros). Quanto maior, melhor. Quando se verifica uma redução nesse índice, de um período para outro, deve-se analisar a real causa. Uma hipótese seria a decisão da empresa de aumentar o preço de venda, com conseqüente redução nos volumes vendidos Indicam o retorno dos investimentos realizados.

33 ÍNDICES DE RENTABILIDADE Margem Líquida = Lucro Líquido x 100 Receita Líquida Indica quanto a empresa obtém de lucro para cada $ 100 vendidos. Quanto maior, melhor.

34 ÍNDICES DE RENTABILIDADE Rentabilidade do Ativo = Lucro Líquido x 100 Ativo Total Indica quanto a empresa obtém de lucro para cada $100 de investimento total (próprio e de terceiros). Quanto maior, melhor.

35 GESTÃO FINANCEIRA Estratégias Financeiras As estratégias financeiras tem como foco os seguintes pontos: –Tomada de recursos para capital de giro.( Desconto de Recebíveis(duplicatas), Capital de Giro, Cheque especial Empresarial, Cartão BNDES. –Tomada de recursos para investimentos. Financiamentos, Leasing, FINAME(BNDES). –Aplicação de Recursos. CDB, Fundos de Renda Variável, Fundos de Renda Fixa.

36 OPERAÇÃO A QUE SE DESTINA Desconto de Duplicata Capital de giro cartão BNDES. Financiamento, Leasing e FINAME Estas operações são destinadas ao pagamento de passivo circulante Compra de ativos com pagamento de longo prazo. Estas operações dependem de um projeto. GESTÃO FINANCEIRA

37 Conclusão A administração das finanças da sua empresa pode e será determinante para atingir o seu objetivo final, LUCRO. Quanto maior for o controle sobre as contas melhor será o gerenciamento financeiro, mas controle o que realmente é importante. As empresas não falem por falta de vendas mas por falta de Administração. GESTÃO FINANCEIRA

38 Apesar de parecer complicado o controle financeiro da empresa, hoje com o apoio de sistemas de gestão fica muito mais simples obtenção de informações, porém é importante saber traduzir os dados fornecidos pelo sistema para que se possa alterar o rumo do negócio antes de atingir limites indesejáveis. GESTÃO FINANCEIRA Conclusão

39 Profº. Ms. José Pires de Araujo Junior Celular: Home Page: CONTATO

40 Integração Contábil e Fiscal Custeio Pós cálculo Controle de Estoque Compras Comercial Comissões Faturamento Fluxo de Caixa Contas à Pagar Controle Bancário Contas à Receber GESTÃO COMERCIAL Gestão de Produção Gestão Administrativa Informações GerenciaisWorkflow CRM INTEGRAÇÕES com o módulo Financeiro NFe


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