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História e Cultura Afro- Brasileira na Escola Um dos papéis fundamentais da instituição escolar é buscar romper com os estereótipos e refletir sobre nossas.

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2 História e Cultura Afro- Brasileira na Escola Um dos papéis fundamentais da instituição escolar é buscar romper com os estereótipos e refletir sobre nossas trajetórias, identidades e alternativas a fim de edificar uma escola pluricultural. 6/1/20141Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

3 A pena da princesa tinha que ser douro Para dar um pouco de seriedade Àquela farsa enojante. (Douro) 6/1/20142

4 A segunda maior nação negra depois da Nigéria. Brasil, 6/1/2014 3Professora Mestra, Rúbia Margareth OFICINA/UNICEF/Rede Municipal Irecê

5 Antes da travessia forçada por séculos de exploração colonial, a África experimentava intensa vida social, política e religiosa. 6/1/2014Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF 4

6 Lei de Inclusão da História e Cultura Afro- brasileira e Africana nos Currículos Escolares LEI 10639/03 POR UMA EDUCAÇÃO ANTI-RACISTA A partir de 10/03/2008, a Lei /03 foi substituída pela Lei /08, com a inclusão da cultura indígena no currículo. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra. 6/1/20145Professora Mestra, Rúbia Margareth -OFICINA/UNICEF

7 O melhor caminho para entender a história social e cultural deste país, é o estudo de suas matrizes culturais: indígena, européia, africana e asiática. 6/1/20146Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

8 MOVIMENTO SOCIAL NEGRO E EDUCAÇÃO É antiga a preocupação dos movimentos negros com a integração dos assuntos africanos e afro-brasileiros ao currículo escolar.. Uma das razões estava e está nas conseqüências psicológicas para a criança afro-brasileira de um processo pedagógico que não reflete a sua face e de sua família, com sua história e cultura própria, impedindo-a de se identificar com o processo educativo. 6/1/20147Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

9 Erroneamente, seus antepassados são retratados apenas como escravos que nada contribuíram ao processo histórico e civilizatório, universal do ser humano. Na maioria dos livros e materiais didáticos que "conhecemos", as contribuições dos africanos e seus descendentes brasileiros são geralmente ausentes dos livros didáticos e quando são presentes são apresentadas de um ponto de vista estereotipado e preconceituoso. 6/1/20148Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

10 Essa distorção resulta em complexos de inferioridade da criança negra, minando o desempenho e o desenvolvimento de sua personalidade criativa e capacidade de reflexão, contribuindo sensivelmente para os altos índices de evasão e repetência. 6/1/20149Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

11 ÁFRICA 6/1/201410Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

12 Os brasileiros de ascendência africana, contrariamente aos de outras ascendências (européia, árabe, asiática, judia, etc.) ficam privados da memória de seus ancestrais no sistema do ensino público oficial, além de acarretar uma baixa auto-estima e a construção de uma identidade negativa. 6/1/201411Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

13 Num país cujos donos do poder descendem de escravizadores, a influência nefasta da escola se traduz não apenas na legitimação da situação de inferioridade dos negros, como também na permanente recriação e justificação de atitudes e comportamentos racistas. 6/1/201412Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

14 Por outro lado, a dominação de imagens estereotipadas induz a criança negra a inibir suas potencialidades, limitar suas aspirações profissionais e humanas e bloquear o pleno desenvolvimento de sua identidade racial. 6/1/201413Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

15 Preconceitos... Colocar apelidos nas pessoas negras, como Pelé, Mussum, tição, café, chocolate, buiu, branca de neve. Os apelidos pejorativos são uma forma perversa de desumanizar e desqualificar seres humanos Elogiar negros dizendo que são de alma branca. Usar eufemismo como moreninho, escurinho, pessoas de cor, evitando a palavra negro ao se referir a pessoas negras. Fazer comparação, usando a cor branca como símbolo de que é limpo, bom, puro e, em contrapartida, usar a cor preta representando o que é sujo, feio, ruim. 6/1/201414Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

16 O que estudar? O estudo da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. Resgate da contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política, pertinentes à História do Brasil. 6/1/201415Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

17 Como trabalhar com a referida temática?01. Desconstrução; 02. Heranças africanas; 03. Celebridades afro-brasileira; 04. Manifestações artístico-culturais; 05. Luta e Resistência; 06. Mitologia afro-brasileira e africana; 07. Corpo e cabelo; 08. Arte 09. Vestuário 10. Adereços (turbantes...) 6/1/201416Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

18 6/1/201417Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

19 6/1/201418Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

20 População negra total: hab, 45,3% da pop. total; 6/1/2014Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF 19

21 Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje! Martin Luther King Reflexão... 6/1/201420Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

22 6/1/201421Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF

23 Filmografia de Interesse. Amistad. Quilombo. Quanto vale ou é por quilo? Quilombos da Bahia.(Documentário) Cor Púrpura. Chico Rei Besouro Jardineiro Fiel. 6/1/201422Professora Mestra, Rúbia Margareth - OFICINA/UNICEF


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