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AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira.

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1 AULA 3 GERENCIAMENTO DE CUSTOS E GESTÃO DE OPERAÇÕES PARA A QUALIDADE TOTAL Prof. Glauce Almeida Figueira

2 EMENTA AULATÓPICOS 31/08 Introdução a Contabilidade de Custos ; Terminologia Contábil; Tipos de Custeio; Custeio por Absorção com Departamentalização. 14/09 Sistema de Custeio (ABC), Custeio por Absorção (por processo e por ordem de serviço), Custos Conjuntos; Sistema de Custeio Variável: Margem de Contribuição. 28/09 Fixação de Preço de Venda; Target Cost ; Custo de Oportunidade; Custo-padrão. 05/10 Ponto de Equilíbrio; Gestão Estratégica de Custos; Implantação de Sistemas de Custos. (Entrega do Trabalho Final).

3 AULA 3 FIXAÇÃO DE PREÇO DE VENDA Fatores para definição: o Custo do produto - para administrar os preços de venda é importante conhecer o custo do produto, mas somente esta informação não é suficiente; o Elasticidade-demanda o Preço de produtos concorrentes o Preço de produtos substitutos o Preço de bens e serviços complementares o Tipo de mercado (monopólio, concorrência, etc) o Estratégia de Marketing, etc.

4 FIXAÇÃO DE PREÇO DE VENDA Os preços podem ser fixados: Com base nos custos; Com base no mercado; Com base numa combinação de ambos.

5 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE EM CUSTOS o Preços de dentro para fora: o ponto de partida é o custo do bem ou serviço apurado segundo o Custeio por Absorção (tipos) ou o Custeio Variável; o Agrega-se uma margem (Markup): estimada para cobrir os gastos não incluídos no custo, os tributos, comissões e o lucro. Preço = Custo + Markup

6 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE EM CUSTOS Observações Importantes: o O custo deve ter o preço de reposição para vendas a vista; o Para calcular os preços de venda a prazo, é necessário embutir os encargos financeiros; o Se o critério de custeio for o Variável, o Markup terá que ser acrescido de um percentual estimado para cobrir os custos fixos indiretos de produção; o Se os vendedores tiverem vínculo empregatício, o percentual da comissão deve incluir os encargos sociais; o Considerar os tributos que incidem de forma direta sobre a receita. o Se o rateio for feito com base no ABC, tem-se a possibilidade de uma alocação mais racional de muitos custos e despesas a todos os produtos.

7 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE EM CUSTOS – CRÍTICAS o Os preços são muito mais decorrência dos mecanismos e forças da oferta e da procura; o Atualmente o mercado é o grande responsável pela fixação de preços e não os custos de obtenção dos produtos; o Utilização deste método em Monopólios e Oligopólios (não consideram a concorrência); o Não estimula a redução de custos na empresa; o Não leva em consideração os aspectos mercadológicos e econômicos; o Quanto maior a proporção de gastos fixos indiretos dentro da empresa, maiores as dificuldades para a adoção do custo unitário como parâmetro para definição do preço de venda.

8 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO o Uso da Margem de Contribuição Total simulada a vários níveis de preço e volume de vendas: o Exemplo: preço $1.000,00 / vendas: o Exemplo: preço $900,00 / vendas: Obs: Verificar se a MC Total cobre os Gastos Fixos e chega ao Lucro desejado. a) un a $ 1.000/unTotal Margem de Contribuição: $ $ 700 (custos e despesas variáveis) $300/un um x $300/un$ de MC Total b) un a $ 900/unTotal Margem de Contribuição: $900 - $ 700 (custos e despesas variáveis) $200/un um x $200/un$ de MC Total

9 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO Atenção: Das diferentes alternativas de preço, não é melhor aquela que dá maior Margem de Contribuição por Unidade. Isso só ocorreria se a quantidade vendida fosse sempre a mesma. Quando se varia as quantidades, sempre interessa (de todas as diferentes possibilidades) aquela que dá maior Margem de Contribuição Total.

10 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO Target Cost (Custo-Alvo / Custo-Meta) Preços de fora para dentro: é um processo de planejamento de lucros, preços e custos que parte do preço de venda para chegar ao custo; Dadas as limitações de preço de mercado e quantidade de venda, qual o custo máximo suportável de forma a atingir o retorno desejável ? Alterações de custos devem ser definidas nas fases de planejamento da produção ou definição da estrutura do serviço prestado;

11 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO – TARGET COST Estratégia Empresarial Ambiente Interno: O retorno a ser atingido pode ser alcançado mais eficientemente se tudo for planejado desde a concepção do produto ou serviço; O retorno pode ter enfoque financeiro: maior rentabilidade; O retorno pode ter enfoque estratégico: posicionamento de mercado, continuidade da empresa, benefício social, etc; Pressupõe integração entre todas as partes da empresa como: planejamento e desenvolvimento de produto/serviço, pesquisa, marketing, logística, compras, qualidade, contabilidade, etc; O papel da contabilidade é auxiliar nas definições das estratégias financeiras, apurações de custos, planejamento de orçamentos, previsões, etc;

12 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO – TARGET COST Estratégia Empresarial Ambiente Externo: Pressupõe foco no cliente; Interação com a Cadeia de Valor ( fornecedores ao consumidor final): permite não só que os custos sejam atingidos, como também que toda uma completa estratégia seja desenvolvida no sentido de melhoria tanto para a empresa como para a cadeia em que ela se insere.

13 FORMAÇÃO DE PREÇOS COM BASE NO MERCADO – TARGET COST Custeio Baseado em Atividades ABC: Conhecendo os custos de todas as atividades tem-se melhor condição de se verificar quais as atividades não adicionam valor e que precisam ter seus gastos reduzidos ou anulados, e quais as atividades que podem sofrer processos de racionalização/reengenharia para se chegar a uma adaptação ao mundo da concorrência.

14 E XERCÍCIOS 1) Em ambientes competitivos, o preço dos bens e serviços é mais influenciado pelo(a): a) Custoc) Mercadoe) Despesa b) Produçãod) Encargo 2) O custo máximo admissível para se atingir o retorno desejável é denominado custo: a) Padrãoc) Diretoe) Real b) Metad) Fixo 3) No processo de precificação de bens e serviços, a Contabilidade de Custos deve auxiliar nas definições de: a) Previsão de demanda e estoques; b) Ciclo de vida dos produtos e apuração de custo; c) Estratégia financeira e orçamento; d) Apuração de custos e livro-razão; e) Apuração de estoques e auditoria.

15 E XERCÍCIOS : V ERDADEIRO (V) OU F ALSO (F) 1) ( ) O preço de venda é estabelecido também em função da oferta e procura; 2) ( ) As empresas, num mercado competitivo, podem alterar sua política de preços por modificarem sua estrutura de custos; 3) ( ) O preço ideal sempre é capaz de produzir o resultado mínimo necessário ou pelo menos cobrir os custos fixos; 4) ( ) Na fase de declínio de um produto a utilização do custo-alvo é mais eficaz; 5) ( ) A utilização do custo-alvo deve proporcionar uma sinergia entre todas as áreas da empresa; 6) ( ) É na fase de planejamento que existem as maiores possibilidades de alteração significativa dos custos de um produto/serviço;

16 CUSTO DE OPORTUNIDADE O quanto a empresa sacrificou em termos de remuneração por ter aplicado seus recursos numa alternativa ao invés de em outra; Tipo de Custo Imputado: são valores que a empresa tem de sacrifício verdadeiro, mas que não são contabilizados; Custeio Variável: deverão ser deduzidos da Margem de Contribuição Total para efeito de análise como se fossem os demais Custos Fixos Indiretos.

17 CUSTO DE OPORTUNIDADE Alternativas: - Analisar o Custo de Oportunidade com relação a outro investimento de igual risco (dois empreendimentos, aluguel versus compra de imóvel); - Analisar o Custo de Oportunidade em com base no investimento de risco zero, que seria no caso brasileiro, em títulos do Governo Federal ou no rendimento da Poupança;

18 CUSTO DE OPORTUNIDADE Exemplo: Custo de Oportunidade – 6% ao ano e o Investimento Inicial $ ,00: $ 600,00 ao ano em termos reais. Primeiro Ano – Demonstração de Resultados: Receita Custo dos Produtos Vendidos Matéria-Prima Mão-de-Obra Depreciação Outros Lucro1.000 Custo de Oportunidade-600 Lucro (acima do juro do Capital Investido) 400

19 E XERCÍCIOS 1) O custo considerado para efeitos internos, gerenciais, mas não contabilizado por não representar transação com o ambiente externo, é denominado: a) Despesa Geralc) Target Cost e) Custo Imputado b) Custo Indiretod) Depreciação 2)Assinalar Verdadeiro (V) ou Falso (F): a) ( ) O custo de oportunidade é muito usado na Contabilidade Geral; b) ( ) O custo de oportunidade representa o quanto se sacrifica em termos de remuneração por aplicar recursos numa alternativa e não em outra; c) ( ) Para análise do custo de oportunidade, o risco não deve ser considerado;

20 CUSTO PADRÃO - DEFINIÇÕES o A melhor ferramenta de Controle em Custos e Gestão Operacional; o É fixado com fundamento em desempenhos considerados altos mas não utópicos (impossíveis de serem alcançados); o É uma espécie de orçamento que tende a forçar o desempenho superior por ser normalmente fixado com base na suposição de melhoria;

21 CUSTO PADRÃO - CARACTERÍSTICAS Predeterminado: aquele custo que a empresa deverá alcançar se conseguir atingir certos níveis de desempenho; Mensuração Quantitativa e Monetária; Averiguação da produtividade de cada atividade (outra utilidade do ABC); Meta a ser atingida; Tipicamente gerencial; Técnica Auxiliar (não é um sistema de Custeio).

22 CUSTO PADRÃO - VANTAGENS Objetivo: Fixar uma base de comparação entre o que ocorreu de custo e o que deveria ter ocorrido; Instrumento importante e de extremo valor para as decisões de preço dos produtos e volume de produção; Criação de padrões de consumo de todos os insumos de produção (ex: material, mão-de-obra, tempo de equipamento, etc); Motivação de operários, supervisores e executivos, visando apresentar desempenho acima dos padrões estabelecidos; Aperfeiçoamento dos relatórios gerenciais, tornando os controles mais eficazes, mediante a comparação entre o planejado e o realizado; Agilidade nos processos de planejamento econômico da empresa; Ampliação do processo de integração entre os diversos setores da empresa e maior consciência do pessoal sobre os aspectos de custo e a busca de resultados.

23 CUSTO PADRÃO - PROCESSO Os custos reais vão sendo apurados normalmente, fazendo- se a comparação, ao final de cada período, entre os padrões estabelecidos e os valores efetivamente encontrados; Os padrões devem ser fixados em quantidades físicas e/ou valores monetários, diversos setores participam desta tarefa; Deve-se identificar todo o processo de produção e prever perdas normais; Esses padrões são dinâmicos e devem ser revistos periodicamente, sendo ajustados à realidade das operações da empresa.

24 CUSTO PADRÃO – ANÁLISE DAS VARIAÇÕES As diferenças encontradas (chamadas de Variações) devem ser analisadas objetivando detectar: a) Perdas e desperdício de matéria-prima e materiais; b) Deficiência ou baixa produtividade da mão-de-obra; c) Falhas de métodos e sistemas de trabalho; d) Incorreções no planejamento da produção; e) Deficiências nos cálculos dos custos-padrão; f) Problemas na área de suprimentos de material; g) Deficiências na administração do sistema; h) Erros de registros de apuração; i) Outros aspectos únicos de cada empresa.

25 CUSTO PADRÃO X CUSTO REAL O Custo-padrão não elimina o Custo Real, nem diminui sua tarefa; O Padrão só é eficaz na medida em que exista um Custo Real, para se extrair, da comparação de ambos, as divergências existentes; A implantação do Padrão só pode ser bem sucedida onde já existe um bom sistema de Custeio Real (por Absorção, Variável ou uma combinação entre eles); O sucesso do Custo-Padrão vai depender do grau de seriedade que a empresa der à localização e saneamento das diferenças entre o Padrão e o Real.

26 E XERCÍCIOS 1) O Custo-Padrão é aplicável ao Custeio: a) Variávelc) ABCe) Todos b) Absorçãod) Por Processo 2) O Custo-Padrão é sinônimo de: a) Idealc) Estimadoe) Predeterminado b) Orçadod) Corrente 3) Na formação de preços de venda com base em custos, deve-se tomar por referência o custo: a) Históricoc) Padrãoe) Variável b) Reald) Fixo 4) Assinale a alternativa correta: a) O custo-padrão é mais eficaz em ambientes em que não exista custo-real; b) Custo-padrão é o custo estabelecido pelas empresas como meta para seus produtos; c) O uso do custo-padrão é característico de processos de gestão focados apenas em custos; d) A implantação do custo-padrão não deve envolver pessoas de outras áreas além da controladoria; e) A implantação do custo-padrão só pode ser bem-sucedida onde não haja utilização de métodos de custeio (variação ou absorção)

27 E XERCÍCIOS : V ERDADEIRO (V) OU F ALSO (F) 1) ( ) O custo real (histórico) é o custo certo; 2) ( ) Do ponto de vista gerencial, a diferença entre o custo-padrão e o real deve ser repassada aos produtos, sob forma de ajuste; 3) ( ) O custo-padrão deve ser revisado periodicamente; 4) ( ) Se o custo-padrão não for atingido, o produto não deve ser produzido; 5) ( ) O custo-padrão não deve ser utilizado para avaliar desempenhos; 6) ( ) O custo-padrão deve ser aplicado a todas as áreas da empresa sempre, não pode ser parcial; 7) ( ) O custo real é o que efetivamente foi executado, enquanto que o padrão é o que deveria ter sido. 8) ( ) O custo-padrão não é um terceiro método ou critério de custeio, tal como o de absorção e o variável.

28 E XERCÍCIOS 4) Um exemplo de padrão de custo em produtos de Instituições Financeiras é: a) Lucro por agência b) Tempo de atender a clientes c) Número de reclamações à Ouvidoria/SAC d) Lucro por funcionário e) Receita por funcionário 5) Qual a diferença entre Custo-Padrão e Target Cost (Custo- Alvo) ?

29 T RABALHO F INAL ( TODOS ) 1) Qual a diferença fundamental entre custo e despesa? 2) Por que Perda não deve ser classificada como custo ou despesa? 3) O método de Custeio Variável destaca-se como de maior relevância no gerenciamento dos custos que o método de Custeio por Absorção. Por quê? 4) Quando se deve usar o custo por ordem ? E o custo por processo? 5) Qual a inovação introduzida pelo sistema ABC no gerenciamento dos custos empresariais? 6) Quais os principais benefícios e restrições no uso do custo- padrão ?

30 T RABALHO F INAL (A LTERNATIVA A) 7) Verifique o funcionamento dos seguintes itens do gerenciamento dos custos em sua empresa: - Metodologia de Custeamento: Custeio por Absorção (tipos: Departamentalização, ABC,etc), Custeio Variável ou combinação dos dois; - Sistema de Apropriação: por Ordem ou por Processo; - Critérios de Apuração: Custo histórico, Custo-Padrão; - Sistemática de Rateio (exemplos de critérios) (Analise/compare e dê exemplos de tais elementos pesquisados diante dos conceitos apresentados na aula).

31 T RABALHO F INAL (A LTERNATIVA B) Livro: Contabilidade de Custos – Eliseu Martins (Editora Atlas) Leitura do Capítulo 19 Resolução do exercício 19.4


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