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HIPERGLICEMIA E HIPOGLICEMIA PROFa. MARIANNE BATALHA.

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Apresentação em tema: "HIPERGLICEMIA E HIPOGLICEMIA PROFa. MARIANNE BATALHA."— Transcrição da apresentação:

1 HIPERGLICEMIA E HIPOGLICEMIA PROFa. MARIANNE BATALHA

2 HIPERGLICEMIA A cetoacidose diabética é definida como uma disfunção metabólica grave causada pela deficiência relativa ou absoluta de insulina A cetoacidose caracteriza-se clinicamente por desidratação, respiração acidótica e alteração neurológica

3 QUADRO CLÍNICO A principio o paciente apresenta um quadro clínico semelhante ao inicio do diabetes com poliúra, polidipsia, polifagia, perda ponderal, astenia e desidratação leve. Com a maior elevação e maior duração da hiperglicemia, a polifagia é substituída por anorexia, surgem náuseas e vômitos, a desidratação se acentua, a respiração torna-se rápida e profunda (respiração de Kussmaul), aparece o hálito cetônico, o paciente torna- se irritado e pode ocorrer dor abdominal simulando o abdome agudo. O estágio mais grave é caracterizado por depressão do nível de consciência (confusão, torpor, coma), sinais de desidratação grave ou choque hipovolêmico, arritmia cardíaca e redução dos movimentos respiratórios quando o pH é < 6,9.

4 MEDIDAS ESPECÍFICAS As medidas específicas usadas no tratamento da cetoacidose diabética são: - Hidratação; - Reposição de insulina; - Correção dos distúrbios eletrolíticos; - Correção da acidose metabólica.

5 HIPOGLICEMIA A hipoglicemia é o nome dado à diminuição do nível de glicose no sangue. A hipoglicemia, por si só, não é uma doença, mas sim uma alteração secundária a outras doenças ou uso de medicamentos. A glicemia (nível de glicose no sangue) de jejum normal é de 60 a 99 mg/dl. Glicemias entre 50 e 60 mg/dl podem ser normais para muitas pessoas. Admite-se como hipoglicemia quando a glicose plasmática está abaixo de 55 mg/dl para homens e 45mg/dl para mulheres, independente do horário em que foi realizada.

6 CAUSAS Quando uma pessoa se alimenta, durante o processo de digestão e absorção há um aumento da glicose no sangue. Diante disso, o organismo produz quantidades adequadas de insulina que permitem que esta glicose em excesso entre para dentro das células. Diante de um longo período de jejum, as células do corpo continuam consumindo a glicose no sangue e o organismo, para evitar que a glicose no sangue abaixe muito libera alguns hormônios que aumentam o nível de glicose como o glucagon, o hormônio de crescimento (GH), a adrenalina e o cortisol. Estes hormônios ativam a liberação do glicogênio (glicose estocada no fígado) e transformam outros nutrientes como proteínas e gordura em glicose. Assim, para haver hipoglicemia é necessário que haja um aumento de insulina ou uma diminuição dos hormônios hiperglicemiantes.

7 SINAIS E SINTOMAS Diante de uma hipoglicemia, a pessoa apresenta dois tipos de sintomas: (1) os relacionados à diminuição de glicose cerebral e (2) os decorrentes da produção de adrenalina na tentativa de elevar a glicose.Entre os primeiros, os mais freqüentes são visão turva, tonturas, fraqueza, dor de cabeça, pensamento lento, formigamentos, sensação de fome, dificuldade de concentração, irritabilidade, alterações de comportamento e, em casos mais graves, convulsão e coma. Já os sintomas causados pela liberação de adrenalina são mais freqüentes a sudorese, tremores e palpitações.


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