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Conferência Nacional dos Bispos do Brasil F RATERNIDADE E D EFESA DA V IDA C AMPANHA DA F RATERNIDADE 2008.

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Apresentação em tema: "Conferência Nacional dos Bispos do Brasil F RATERNIDADE E D EFESA DA V IDA C AMPANHA DA F RATERNIDADE 2008."— Transcrição da apresentação:

1 Conferência Nacional dos Bispos do Brasil F RATERNIDADE E D EFESA DA V IDA C AMPANHA DA F RATERNIDADE 2008

2 INTRODUÇÃO

3 A Campanha da Fraternidade U MA HISTÓRIA EM FAVOR DA VIDA U MA HISTÓRIA EM FAVOR DA VIDA -P ELA PRIMEIRA VEZ, EM 1964 T EM REFLETIDO SOBRE A VIDA T EM REFLETIDO SOBRE A VIDA - EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES E M T EMPO DE C ONVERSÃO E MUDANÇA E M T EMPO DE C ONVERSÃO E MUDANÇA - P ROFUNDA REVISÃO DE VIDA E R ENOVADA ADESÃO A D EUS U MA HISTÓRIA EM FAVOR DA VIDA U MA HISTÓRIA EM FAVOR DA VIDA -P ELA PRIMEIRA VEZ, EM 1964 T EM REFLETIDO SOBRE A VIDA T EM REFLETIDO SOBRE A VIDA - EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES E M T EMPO DE C ONVERSÃO E MUDANÇA E M T EMPO DE C ONVERSÃO E MUDANÇA - P ROFUNDA REVISÃO DE VIDA E R ENOVADA ADESÃO A D EUS

4 Objetivos permanentes: a.D ESPERTAR O ESPÍRITO COMUNITÁRIO E CRISTÃO EM BUSCA DO BEM COMUM b.E DUCAR PARA A VIDA EM FRATERNIDADE A PARTIR DA JUSTIÇA E DO AMOR c.R ENOVAR A CONSCIÊNCIA DA RESPONSABILIDADE DE TODOS NA E VANGELIZAÇÃO, NA PROMOÇÃO HUMANA, EM VISTA DE UMA SOCIEDADE JUSTA E SOLIDÁRIA

5 A CF 2008: FRATERNIDADE E DEFESA DA VIDA Escolhe, pois, a vida Dt 30, 19 E XPRESSA PREOCUPAÇÃO COM A VIDA HUMANA AMEAÇADA, DO ABORTO À EUTANÁSIA

6 C ONDENAVA COMO INFAME (GS, 27) TUDO QUANTO SE OPÕE À VIDA TUDO QUANTO SE OPÕE À VIDA TUDO QUANTO OFENDE A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA TUDO QUANTO OFENDE A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA C ONDENAVA COMO INFAME (GS, 27) TUDO QUANTO SE OPÕE À VIDA TUDO QUANTO SE OPÕE À VIDA TUDO QUANTO OFENDE A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA TUDO QUANTO OFENDE A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA C OISAS INFAMANTES PORQUE C ORROMPEM A CIVILIZAÇÃO HUMANA C ORROMPEM A CIVILIZAÇÃO HUMANA D ESONRAM AUTORES E VÍTIMAS D ESONRAM AUTORES E VÍTIMAS O FENDEM GRAVEMENTE A HONRA DEVIDA AO CRIADOR O FENDEM GRAVEMENTE A HONRA DEVIDA AO CRIADOR C OISAS INFAMANTES PORQUE C ORROMPEM A CIVILIZAÇÃO HUMANA C ORROMPEM A CIVILIZAÇÃO HUMANA D ESONRAM AUTORES E VÍTIMAS D ESONRAM AUTORES E VÍTIMAS O FENDEM GRAVEMENTE A HONRA DEVIDA AO CRIADOR O FENDEM GRAVEMENTE A HONRA DEVIDA AO CRIADOR

7 A UMENTO DAS AMEAÇAS À VIDA A UMENTO DAS AMEAÇAS À VIDA A CIÊNCIA E A TÉCNICA LEVAM A NOVAS VIOLAÇÕES, COMO SE NÃO FOSSEM MAIS ILÍCITAS, ATÉ AMPARADAS PELO E STADO A CONSCIÊNCIA TEM CADA VEZ MAIS DIFICULDADE DE PERCEBER A DISTINÇÃO ENTRE O BEM E O MAL A CONSCIÊNCIA TEM CADA VEZ MAIS DIFICULDADE DE PERCEBER A DISTINÇÃO ENTRE O BEM E O MAL (EV, 4)

8 N OSSA MAIOR AMEAÇA É A MEDIOCRIDADE DO COTIDIANO N OSSA MAIOR AMEAÇA É A MEDIOCRIDADE DO COTIDIANO R ECOMEÇAR A PARTIR DE C RISTO R ECOMEÇAR A PARTIR DE C RISTO N OSSA FÉ NÃO SE REDUZ A NORMAS E PROIBIÇÕESN OSSA FÉ NÃO SE REDUZ A NORMAS E PROIBIÇÕES E SCOLHER, HOJE, ENTRE CAMINHOS DE VIDA E CAMINHOS DE MORTE E SCOLHER, HOJE, ENTRE CAMINHOS DE VIDA E CAMINHOS DE MORTE

9 P OR QUE ESCOLHEMOS O CAMINHA DA MORTE ? P OR QUE ESCOLHEMOS O CAMINHA DA MORTE ? O REAL É REDUZIDO AO QUE A CIÊNCIA EXPLICA E A TÉCNICA DOMINAO REAL É REDUZIDO AO QUE A CIÊNCIA EXPLICA E A TÉCNICA DOMINA N ÃO PERGUNTAMOS SOBRE O SENTIDO DAS COISAS E DOS ACONTECIMENTOSN ÃO PERGUNTAMOS SOBRE O SENTIDO DAS COISAS E DOS ACONTECIMENTOS O A MOR É REDUZIDO A INTERESSESO A MOR É REDUZIDO A INTERESSES A RAZÃO LIMITADA E O AMOR DESNORTEADO NÃO PERCEBEM MAIS A SACRALIDADE DA VIDA HUMANA E A DIGNIDADE DA PESSOAA RAZÃO LIMITADA E O AMOR DESNORTEADO NÃO PERCEBEM MAIS A SACRALIDADE DA VIDA HUMANA E A DIGNIDADE DA PESSOA

10 O BJETIVO GERAL L EVAR A I GREJA E A S OCIEDADE A D EFENDER E A P ROMOVER A V IDA H UMANA, D ESDE A SUA C ONCEPÇÃO A TÉ A SUA M ORTE N ATURAL, C OMPREENDIDA COMO D OM DE D EUS E C O - RESPONSABILIDADE DE T ODOS, NA B USCA DE SUA P LENIFICAÇÃO, A P ARTIR DA B ELEZA E DO S ENTIDO DA V IDA EM T ODAS AS C IRCUNSTÂNCIAS, E DO C OMPROMISSO É TICO DO A MOR F RATERNO

11 O BJETIVOS ESPECÍFICOS 1.D EFENDER UMA ANTROPOLOGIA INTEGRAL 2.F ORTALECER A FAMÍLIA COMO PRIMEIRO ESPAÇO DE DEFESA DA VIDA através da maternidade e da paternidade responsáveis, do acolhimento aos idosos, doentes e sofredores 3.F OMENTAR A CULTURA DA VIDA educando para o desenvolvimento pleno da afetividade, a co-responsabilidade entre homem e mulher, e a solidariedade entre todos

12 O BJETIVOS ESPECÍFICOS 4.T RABALHAR EM PARCERIAS PELA PROMOÇÃO DA VIDA 5.D ESENVOLVER A CONSCIÊNCIA CRÍTICA das estruturas que geram a morte e promovem a manipulação e comercialização da vida humana 6.P ROPOR E APOIAR POLÍTICAS PÚBLICAS que garantam a promoção e defesa da vida 7.C RESCER NA FÉ vivida como amor a Deus e amor aos irmãos

13 VER Entre a cultura da vida e a cultura da morte

14 U MA VISÃO INTEGRAL DA VIDA E DA PESSOA HUMANA EM OPOSIÇÃO AOS MODELOS REDUCIONISTAS TÃO DIFUNDIDOS EM NOSSA ÉPOCA

15 1.U M OLHAR INTEGRAL SOBRE A PESSOA HUMANA –A NSEIO DE FELICIDADE PELA REALIZAÇÃO DE UM DESEJO ENGLOBANTE OU DE PEQUENOS DESEJOS E NECESSIDADES –P ERCEPÇÃO DO PRÓPRIO EU E CONSCIÊNCIA DA DIGNIDADE PESSOAL –D ESEJO DE LIBERDADE –A RESPONSABILIDADE PARA COM A PRÓPRIA VIDA

16 2.A PESSOA HUMANA, O AMOR E A VIDA –D ESEJO DE AMAR E SER AMADO –M ATURIDADE AFETIVA E SEXUALIDADE I MPULSO SEXUAL – IMPULSO ERÓTICO – VIVÊNCIA DO AMOR ; D E UMA POSTURA DE COBRANÇA E ÂNSIA PELO OUTRO, PARA UMA POSTURA DE DOAÇÃO E DESEJO DO BEM DO OUTRO –I NFLUÊNCIA DOS MCS O AMOR É VISTO BASICAMENTE SOB UMA ÓTICA UTILITARISTA E DOMINADORA

17 3.O S VALORES NA CULTURA DA MORTE –A UTONOMIA DO INDIVÍDUO E O ÊXITO, O SUCESSO INDIVIDUAL D IFICULDADE DE OLHAR PARA O OUTRO, DE CULTIVAR O AFETO E A SOLIDARIEDADE I NDIVIDUALISMO NA FAMÍLIA E NA I GREJA R EDUÇÃO DA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL D ESPREOCUPAÇÃO COM O SOFRIMENTO HUMANO –V ALOR UTILITARISTA DA PESSOA HUMANA –C ONSUMISMO, EGOÍSMO, MATERIALISMO E IMEDIATISMO C ONSTRÓI - SE UMA CULTURA DE MORTE A VIDA AFETIVA SE TORNA EFÊMERA...

18 4.O S DESAFIOS DA CIÊNCIA E DAS NOVAS TECNOLOGIAS –T ANTO AUXILIAM COMO AMEAÇAM À VIDA E XPLICAM O FUNCIONAMENTO DOS FENÔMENOS, NÃO SEU SIGNIFICADO –I NTERESSES DE MERCADO E POLÍTICOS –C ONVICÇÕES E OPÇÕES ÉTICAS DOS PESQUISADORES –D ISPUTA POR RECURSOS FINANCEIROS –P RUDÊNCIA E RESPEITO À PESSOA SÃO VISTOS COMO OBSTÁCULO

19 4.O S DESAFIOS DA CIÊNCIA E DAS NOVAS TECNOLOGIAS –A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA : P OPULAÇÕES POBRES, MINORIAS ÉTNICAS, PRISIONEIROS, PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SUBMETIDOS A EXPERIÊNCIAS DE RISCO COM RESULTADOS TRÁGICOS –P ESQUISA QUE DESRESPEITA OS DIREITOS HUMANOS CONTINUA SENDO PRATICADA –I NTERESSES ECONÔMICOS FALAM MAIS ALTO –R ESULTADOS PRELIMINARES SÃO OFERECIDOS COMO DEFINITIVOS –S OLUÇÕES VIÁVEIS NÃO TÊM RECURSOS

20 5.U M OLHAR SOBRE A JUVENTUDE –P OBREZA, EXCLUSÃO E ALIENAÇÃO –P RESA FÁCIL DE NOVAS PROPOSTAS RELIGIOSAS E PSEUDO - RELIGIOSAS –E DUCAÇÃO DE BAIXA QUALIDADE –A USÊNCIA NA POLÍTICA D ESENCANTADOS COM A CORRUPÇÃO, O DESPRESTÍGIOS DOS POLÍTICOS E A BUSCA DE INTERESSES PESSOAIS FRENTE AO BEM COMUM –S UICÍDIOS, MIGRAÇÃO, USO ABUSIVO DA COMUNICAÇÃO VIRTUAL

21 6.O MUNDO DAS PRISÕES –A VIOLÊNCIA G OLPEIA TODOS OS SETORES DA POPULAÇÃO, PRINCIPALMENTE OS MAIS POBRES –I NJUSTIÇA E OUTROS MALES S EMEADOS NAS COMUNIDADES HÁ ANOS, INDUZEM A CRIMINALIDADE MAIOR –R ECINTOS PENITENCIÁRIOS DESUMANOS C OMÉRCIO DE ARMAS, DROGAS, AGLOMERAÇÃO, TORTURAS, AUSÊNCIA DE PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO, CRIME ORGANIZADO –O S CÁRCERES SÃO, COM FREQÜÊNCIA, ESCOLAS PARA APRENDER A DELINQÜIR

22 A DEFESA DA VIDA TOCA EM QUESTÕES QUE AFETAM A REPRODUÇÃO HUMANA C OMPREENDER AS QUESTÕES AFETIVO - SEXUAIS A NTES DE OPTAR PELO ABORTO INDUZIDO : a.C OMO E POR QUE O BEBÊ FOI GERADO ? b.Q UAL ERA A PREDISPOSIÇÃO DO CASAL ? c.Q UAL SEU ENTENDIMENTO SOBRE A PRÓPRIA SEXUALIDADE ? d.C OMO CADA UM VIA E ENTENDIA O OUTRO ? e.E XISTIA COMPROMISSO ENTRE ELES ? f.Q UAL A MENTALIDADE DOMINANTE NA CULTURA ATUAL ? g.Q UE SIGNIFICADO TEM UM FILHO ?

23 1.O S TEMPOS ATUAIS E O PAPEL DA SEXUALIDADE NA VIDA HUMANA –L UTA ENTRE REPRESSÃO E LIBERAÇÃO SEXUAL A LGUNS ENTENDEM QUE A REPRESSÃO É INEVITÁVEL NA VIDA INDIVIDUAL E SOCIAL. O UTROS ENTENDEM QUE OS PADRÕES DE COMPORTAMENTO DEVERIAM SER ROMPIDOS – CONTRACULTURA –L IBERAÇÃO SEXUAL E MERCADO –T RÊS RUMOS : 1.C ONTRA A R EPRESSÃO 2.D EFESA DOS VALORES TRADICIONAIS 3.V ISÃO INTEGRAL DA PESSOA : AMOR, COMPROMISSO ENTRE AFETIVIDADE E SEXUALIDADE, DIÁLOGO INTERPESSOAL, RESPOSTAS DENTRO DE UM PROJETO DE VIDA

24 –A LIBERAÇÃO DA ATIVIDADE SEXUAL E NFRENTA DOIS PROBLEMAS : A S DST E A GRAVIDEZ INDESEJADA B USCAM - SE TÉCNICAS DE PREVENÇÃO E CONTRACEPÇÃO –V ISÃO TECNICISTA DA REALIDADE E DA PESSOA B ASTA A INFORMAÇÃO E A DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS –V ISÃO INTEGRAL DA PESSOA C OMPROMISSO ENTRE AFETIVIDADE E SEXUALIDADE, EDUCAÇÃO, A PROPOSTA DA ABSTINÊNCIA, A FIDELIDADE, PATERNIDADE E MATERNIDADE RESPONSÁVEIS, O MÉTODO NATURAL –A VERDADE SOBRE A SEXUALIDADE A NÁLISE CRITERIOSA DAS DIFERENTES PROPOSTAS DE COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE ATUAL 2.A FETIVIDADE, SEXUALIDADE, CONTRACEPÇÃO, PREVENÇÃO E DEFESA DA VIDA

25 –O COMEÇO DA VIDA D IVERGÊNCIAS... A FECUNDAÇÃO – O MILAGRE DA VIDA O EMBRIÃO NÃO SE CONFUNDE COM O CORPO DA MÃE T EM IDENTIDADE PRÓPRIA A FASE DO ZIGOTO É UM DOS ESTÁGIOS DA VIDA O EMBRIÃO JÁ VEM SE DESENVOLVENDO DESDE ANTES DA IMPLANTAÇÃO NO ÚTERO ( APÓS 6 A 8 DIAS ) –A PARTIR DA FECUNDAÇÃO O EMBRIÃO É UM NOVO INDIVÍDUO A PRESENTA UM PADRÃO GENÉTICO E MOLECULAR DISTINTO, PERTENCENTE À ESPÉCIE HUMANA C ONTÉM EM SI PRÓPRIO TODO O FUTURO DE SEU CRESCIMENTO

26 1.O ABORTO –A BORTO ESPONTÂNEO A TÉ A 20 ª OU A 22 ª SEMANA – ABORTO PREMATURO 40% DE POSSIBILIDADE DE SOBREVIVER FORA DO ÚTERO –A BORTO PROVOCADO – PARA MATAR... –A BORTO EUGENÉTICO R ECUSA EM ACEITAR OS IMPERFEITOS –T ODAS AS FORMAS DE ABORTO INTENCIONAL SÃO IGUALMENTE GRAVES N EGAM A UMA CRIANÇA O DIREITO DE VIVER QUANDO ELA AINDA NÃO PODE SE FAZER OUVIR

27 1.O ABORTO – O ABORTO É PROIBIDO NO B RASIL, MAS NÃO PUNIDO EM DUAS SITUAÇÕES (A RT. 28 C ÓD. P ENAL ) : P ARA SALVAR A VIDA DA MÃE E M CASO DE ESTUPRO –T RAMITAM PROJETOS DE LEI EM VISTA DA LIBERAÇÃO TOTAL DO ABORTO P ROJETO 1135/91: R EVOGAÇÃO DO ART. 124 DO C ÓDIGO P ENAL A SSIM COMO EM OUTROS PAÍSES, MAIS TARDE, OS PROMOTORES DO ABORTO PASSAM A REIVINDICÁ - LO COMO UM DIREITO

28 2.O ABORTO E A SAÚDE PÚBLICA –M ORTES ANUAIS DE MULHERES DEVIDO A ABORTOS CLANDESTINOS O FICIALMENTE : DE 70 A 108 ( ENTRE 1996 E 2004) U MA SÓ MORTE JÁ SERIA LAMENTÁVEL N ÃO JUSTIFICA FALAR EM PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA –E M DIVERSOS PAÍSES, A LEGALIZAÇÃO NÃO DIMINUIU O NÚMERO DE ABORTOS –O S CUSTOS COMO ARGUMENTO PARA LIBERAÇÃO M ANIPULAM - SE OS NÚMEROS EM RELAÇÃO AOS CASOS DE INTERNAÇÃO PARA CURETAGEM POR ABORTO CLANDESTINO –O NDE FOI LIBERADO, O ABORTO ASSISTIDO PROVOCA MAIOR GASTO DE VERBA PÚBLICA

29 3.O ABORTO COMO MAL NECESSÁRIO –A RGUMENTO : ALTO NÚMERO DE ABORTOS CLANDESTINOS R ESPOSTA : A ÉTICA NÃO É DETERMINADA PELO NÚMERO DE CASOS. U M EXEMPLO É O MUNDO DAS DROGAS –E M ALGUNS CASOS SERIA MELHOR PARA A MÃE E PARA O BEBÊ R ESPOSTA : PARA A MÃE O ABORTO TRAZ PROBLEMAS E PARA A CRIANÇA A MORTE NUNCA É MELHOR –O MACHISMO MULHER PARA O PRAZER ; EM CASO DE GRAVIDEZ, ABORTAR ! –O FEMINISMO : EMANCIPAÇÃO E LIBERAÇÃO DO ABORTO O DIREITO FEMININO CUSTARÁ A MORTE DE CRIANÇAS ( OS FILHOS )

30 4.O FINANCIAMENTO EXTERNO PARA LIBERAÇÃO DO ABORTO –A PRESSÃO PELA LEGALIZAÇÃO IRROMPEU NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX A PREOCUPAÇÃO DAS NAÇÕES RICAS O CUIDADO COM O EQUILÍBRIO ECOLÓGICO A DIFICULDADE DA SOBREVIVÊNCIA DOS POBRES EXERCÍCIO DA SEXUALIDADE LIVRE E SEM COMPROMISSOS O FEMINISMO E O DIREITO DA MULHER DE NÃO TER FILHOS –F INANCIAMENTO PARA PESQUISA E DISTRIBUIÇÃO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS E LUTA PARA TORNAR LIVRE O ABORTO E M 1965: U$20 MILHÕES ; E EM 2004: U$ 6 BILHÕES

31 5.O DESEJO DE TER FILHOS E A REPRODUÇÃO ASSISTIDA, O BEBÊ DE PROVETA –O DIREITO DE TER UM FILHO M OTIVOU TÉCNICAS DE INTERFERÊNCIA DIRETA NA REPRODUÇÃO –Q UESTIONAMENTOS : E OS EMBRIÕES EXCEDENTES ? F ILHOS CONGELADOS ? A LÉM DE ALTOS CUSTOS... M ANIPULAÇÃO DE EMBRIÕES... E XPERIMENTOS... G RAVIDEZ MÚLTIPLA E MORTE COM INJEÇÃO AINDA NO ÚTERO –F ERTILIZAÇÃO IN VITRO D OAÇÃO DE ÓVULOS ; ÚTERO DE ALUGUEL ; FILHOS SEM PAI OU APÓS A MORTE DO PAI OU DA MÃE ; FILHOS NA MENOPAUSA ; CLONAGEM ; MÚLTIPLOS PAIS ; GÊMEOS COM DISTÂNCIA DE ANOS, ETC. –E UGENIA E EMBRIÕES PARA EXPERIMENTO

32 6.A S CÉLULAS - TRONCO –C ÉLULAS - TRONCO EMBRIONÁRIAS (CTE) P ROBLEMA ÉTICO : NA OBTENÇÃO O EMBRIÃO É DESTRUÍDO ! E M 50% DOS CASOS PRODUZEM TUMORES –C ÉLULAS - TRONCO ADULTAS (CTA) T ÊM ALCANÇADO RESULTADOS COMPROVADOS DE MELHORA OU DE CURA F ORAM OBTIDOS RESULTADOS QUE PERMITIRIAM SUBSTITUIR AS CÉLULAS EMBRIONÁRIAS PELAS ADULTAS

33 7.E UGENIA, SELEÇÃO DE SEXO E PROJETO DOS PAIS EM RELAÇÃO AOS FILHOS –A NTES DA TRANSFERÊNCIA DO EMBRIÃO PARA O ÚTERO D IAGNOSTICAR POSSÍVEIS DOENÇAS E LIMINAR OS INFERIORES OU DEFEITUOSOS M ATAR OS NÃO ADEQUADOS À ENCOMENDA DOS PAIS –O DIREITO AO FILHO E AO FILHO QUE OS PAIS PLANEJAM F ALTA O RESPEITO PELO FILHO ACOLHIDO COMO DOM A PRIORIDADE DO OBJETO DOS PLANOS PESSOAIS DOS PAIS D ESCULPA : N ÃO QUERO QUE MEU FILHO VENHA A SOFRER : ENTÃO MATA !

34 –O DESEJO DE DAR UM SENTIDO À VIDA E TORNÁ - LO REALIDADE H OJE, ESSE D ESEJO SE VÊ FRUSTRADO EM ESCALA MUNDIAL C RESCE O NÚMERO DOS QUE SENTEM AUSÊNCIA DE SENTIDO S ENTIMENTO DE VAZIO F ALTA INTERESSE PELA PRÓPRIA VIDA C ONFUSÃO DE VALORES E REFERENCIAIS A USÊNCIA DE INICIATIVA PARA FAZER OU MUDAR ALGO NO MUNDO –A PESSOA É CAPAZ DE ENCONTRAR SENTIDO SEMPRE, ATÉ NO SOFRIMENTO –O SENTIDO : ASSUMIR A RESPONSABILIDADE E CUMPRIR A MISSÃO QUE A VIDA NOS PROPÕE

35 1.A VIDA DIANTE DO SOFRIMENTO –O SOFRIMENTO É PARTE DA CONDIÇÃO HUMANA –N A CHAMADA PÓS - MODERNIDADE A DOR E O SOFRIMENTO DEVEM SER MINIMIZADOS AO MÁXIMO, JÁ QUE DESTITUÍDOS DE QUALQUER SENTIDO –O SOFRIMENTO É INSTRUMENTALIZADO PELAS FORÇAS A FAVOR DA EUTANÁSIA E DO ABORTO –A SSUMINDO O SOFRIMENTO FORTALECEMO - NOS DIANTE DA VIDA –D EFENDER A VIDA É UMA EXIGÊNCIA INCONDICIONAL, MESMO NA MAIOR DOR !

36 2.A MORTE E A DIGNIDADE DA PESSOA –A MORTE É DIFERENTE DE MORRER –S UICÍDIO, ATINGINDO ATÉ CRIANÇAS O S NÚMEROS DAS ESTATÍSTICAS NÃO PARAM DE SUBIR É UM FENÔMENO GLOBAL –S UICÍDIO ASSISTIDO ( POR MÉDICOS ) L EGAL EM ALGUNS PAÍSES EUROPEUS – É CRIME NO B RASIL –M ORTE CEREBRAL É IRREVERSÍVEL D OAÇÃO DE ÓRGÃOS –P ACIENTE TERMINAL F ALÊNCIA GRAVE E IRREVERSÍVEL DE UM OU VÁRIOS ÓRGÃOS

37 2.A MORTE E A DIGNIDADE DA PESSOA –E UTANÁSIA ( BOA MORTE ) H OMICÍDIO DELIBERADO PRATICADO GERALMENTE POR MÉDICO I NTOLERÂNCIA PARA COM O SOFRIMENTO I NTOLERÂNCIA PARA COM QUEM SOFRE V IOLÊNCIA PARA COM OS FRACOS –E UTANÁSIA NEONATAL E INFANTIL ( EUGENIA ) E LIMINAÇÃO DOS INCAPACITADOS PARA MELHORAR A RAÇA –C UIDADOS PALIATIVOS C UIDADOS DE APOIO DEDICADOS A UMA PESSOA DOENTE F ALTA ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL ADEQUADA

38 2.A MORTE E A DIGNIDADE DA PESSOA –D ISTANÁSIA U SO DE RECURSOS TERAPÊUTICOS EXTRAORDINÁRIOS PARA ADIAR A MORTE A QUALQUER CUSTO M AIOR SOFRIMENTO PARA O PACIENTE I NTERESSES ECONÔMICOS DA INSTITUIÇÃO OU DOS MÉDICOS I NEXPERIÊNCIA DA EQUIPE DE SAÚDE... –M ISTANÁSIA ( MORTE INFELIZ ) C AUSADA PELA FOME ONDE NÃO SE REPARTEM AS RIQUEZAS F ALTA DE SANEAMENTO BÁSICO F ALTA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E TC.

39 3.O MORRER NO ATUAL CONTEXTO CULTURAL –P ARA MUITOS,P ARADOXO INACEITÁVEL N ÃO SE FAZ A PERGUNTA SOBRE O SENTIDO DA VIDA N ÃO SE QUER ENCARAR QUE SOMOS MORTAIS –L IBERTAÇÃO DE UMA EXISTÊNCIA SEM SENTIDO –A EUTANÁSIA E O SUICÍDIO JÁ SÃO DEFENDIDOS COMO UM DIREITO –O CORAÇÃO DO DRAMA DO HOMEM : O ECLIPSE DO SENTIDO DE D EUS E DO HOMEM –E STÁ EM QUESTÃO A CONSCIÊNCIA MORAL INDIVIDUAL E SOCIAL

40 1. F ALTA DE RECURSOS PARA UMA VIDA DIGNA 2. P RECARIEDADE DO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE E SEGURIDADE 3. F ALTA DE INSTRUÇÃO 4. O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA – O LUCRO 5. A CRISE DA SUSTENTABILIDADE DO E STADO 6. M ORTES VIOLENTAS NO CAMPO E NA CIDADE 7. I MPUNIDADE 8. E MPREGO DE MAIS VIOLÊNCIA E TRUCULÊNCIA 9. A SITUAÇÃO DOS PRESÍDIOS 10. P ERIFERIA E TRÁFICO 11. S ERÁ QUE A POBREZA É A CAUSA DA VIOLÊNCIA ? 12. A SSOCIAR POBREZA À VIOLÊNCIA PODE GERAR GRANDES INJUSTIÇAS NA AVALIAÇÃO DAS PESSOAS 13. P ODE HAVER PESSOAS VIOLENTAS EM QUALQUER LUGAR E CLASSE –P OBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL, GRANDES AMEAÇAS À VIDA :

41 – A INTERVENÇÃO DO SER HUMANO SOBRE A NATUREZA G RAVES CONSEQÜÊNCIAS A SUSTENTABILIDADE DA VIDA –A CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA ATUAL E AS LUTAS DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE D EVEM - SE TAMBÉM À DESILUSÃO DO HOMEM MODERNO COM O MODO DE VIDA DA SOCIEDADE BURGUESA D ESILUDIDOS E LONGE DE D EUS, BUSCAM NA NATUREZA UMA FONTE DE VALORES E MODELOS DE CONDUTA –D UAS QUESTÕES : Q UAL O VALOR DA VIDA HUMANA DIANTE DAS DEMAIS FORMAS DE VIDA ? N ÃO É JUSTO EVITAR O AUMENTO POPULACIONAL A QUALQUER CUSTO ?

42 –T ODA VIDA É SAGRADA A IMPORTÂNCIA DEPENDE DO RISCO DE EXTINÇÃO O VALOR FUNDAMENTAL É A BIODIVERSIDADE EM SI U M OVO DE TARTARUGA EM EXTINÇÃO PODE VALER MAIS QUE UM BEBÊ –A NATUREZA É MODELO IDEAL PARA UMA VIDA SADIA E HARMONIOSA O SER HUMANO DEVE COMBATER QUALQUER AMEAÇA À VIDA N ENHUMA VIDA PODE SER SACRIFICADA T ENDEM A VALORIZAR OS MÉTODOS NATURAIS E A CONDENAR O ABORTO 1.A QUESTÃO ECOLÓGICA E O VALOR DA VIDA HUMANA ( SEGUNDO OS AMBIENTALISTAS )

43 –J Á HOUVE TEMORES DE QUE A POPULAÇÃO CRESCESSE ATÉ UMA CATÁSTROFE –O BSERVOU - SE A INFLUÊNCIA DE MUDANÇAS TÉCNICAS E CULTURAIS –A POBREZA PASSOU A PREOCUPAR MAIS QUE O ESGOTAMENTO DOS RECURSOS S EGUNDO ESTUDOS, A QUALIDADE DE VIDA É PIOR EM PAÍSES POBRES E COM ALTAS TAXAS DE NATALIDADE Q UE CRITÉRIOS SE USAM PARA FALAR DE QUALIDADE DE VIDA ? A ECONOMIA ? A CONDIÇÃO HUMANA COMO UM TODO ? 2.A QUESTÃO DEMOGRÁFICA E A VIDA HUMANA

44 –D IZ - SE QUE OS POBRES NÃO CONHECEM OS MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS OU QUE SUA CULTURA OS IMPEDE D AÍ POLÍTICAS DE CONTROLE DA NATALIDADE –E SSE DISCURSO DESCONHECE A SITUAÇÃO DAS FAMÍLIAS POBRES E SUAS ESTRATÉGIAS DE SOBREVIVÊNCIA O QUE LEVA UMA POPULAÇÃO POBRE A TER MUITOS FILHOS ? O MUNDO RURAL, MUITOS FILHOS, MAIS SEGURANÇA N A CIDADE OU NA AGRICULTURA MAIS MODERNA COM DESENVOLVIMENTO SOCIAL, É DIFERENTE 3.P OR QUE O CRESCIMENTO POPULACIONAL É DIFERENTE EM PAÍSES POBRES E PAÍSES RICOS ?

45 JULGAR Deus indica o caminho da vida

46 ۩D ISCERNIR ENTRE OS CONHECIMENTOS E AS PRÁTICAS QUE LEVAM A UMA PLENITUDE DE VIDA E AQUELES QUE DESVIAM DESSE CAMINHO, COLOCANDO - SE A SERVIÇO DA MORTE ۩D ESENVOLVER A CAPACIDADE DE DISCERNIR TORNA - SE, HOJE, UMA NECESSIDADE FUNDAMENTAL PARA VIVER BEM ۩A ORIGEM E O FUNDAMENTO DO DEVER DE RESPEITAR A VIDA HUMANA ESTÁ NA DIGNIDADE DA PRÓPRIA PESSOA

47 A VIDA, DOM DE DEUS 1.A BELEZA DA VIDA NOS CONDUZ A D EUS –A CRIAÇÃO NOS REVELA D EUS –D EVEMOS DESCOBRIR O SENTIDO MAIS PROFUNDO DE TODAS AS COISAS 2.A VIDA É SEMPRE UM BEM –A VIDA É MANIFESTAÇÃO DE D EUS –O SER HUMANO É A MAIOR EXPRESSÃO DO BEM QUE É A VIDA

48 A VIDA, DOM DE DEUS 3.A COMPREENSÃO DA PESSOA HUMANA A PARTIR DO L IVRO DO G ÊNESIS –C APAZ DE REFLETIR SOBRE SI E SOBRE O MUNDO –S ER LIVRE E EM RELAÇÃO –I NTIMIDADE, CONSCIÊNCIA, LIBERDADE E AUTO - TRANSCENDÊNCIA –C HAMADO À COMUNHÃO E À RECIPROCIDADE –R ELAÇÕES HOMEM - MULHER

49 A VIDA, DOM DE DEUS 4.O PRÓPRIO D EUS INDICA O CAMINHO DA FELICIDADE E DA VIDA –A MAR A D EUS E ANDAR EM SEUS CAMINHOS –D ECISÃO INCONDICIONAL A FAVOR DA VIDA –F É EM J ESUS C RISTO –O R ESSUSCITADO VENCEU A MORTE

50 1.U MA POSTURA DE ACOLHIDA –O B OM P ASTOR SE COLOCA A SERVIÇO DA VIDA E APROXIMA - SE DE TODOS –D IANTE DO SUBJETIVISMO HEDONISTA J ESUS PROPÕE ENTREGAR A VIDA PARA GANHÁ - LA –D IANTE DO INDIVIDUALISMO, CONVOCA A VIVER E A CAMINHAR JUNTOS –D IANTE DA DESPERSONALIZAÇÃO, AJUDA A CONSTRUIR IDENTIDADES INTEGRADAS

51 2.O B OM P ASTOR E A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA –S UAS ATITUDES CONDIZEM COM O DESEJO MAIOR DO NOSSO CORAÇÃO –C OMO B OM P ASTOR, J ESUS ANUNCIA A DIGNIDADE ÚNICA DE CADA PESSOA HUMANA T EMOS VALOR ÚNICO E IRREPETÍVEL A EXPERIÊNCIA DA DIGNIDADE NASCE DA EXPERIÊNCIA DE SERMOS AMADOS A PERCEPÇÃO DESSA DIGNIDADE É NATURAL EM NÓS, MAS FOI O CRISTIANISMO QUE A DIFUNDIU E LHE CONFERIU CONSCIÊNCIA PLENA.

52 O VALOR DA VIDA E A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NA HISTÓRIA DA I GREJA –A S AGRADA E SCRITURA NOS REVELA O D EUS DA V IDA –D ESDE O INÍCIO OS CRISTÃOS ENTENDERAM QUE SEGUIR C RISTO É RECONHECER A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA –A F ILOSOFIA CRISTÃ PREOCUPOU - SE DOM O TEMA –A COMPREENSÃO DAS QUESTÕES RELATIVAS À DEFESA DA VIDA DEPENDE NÃO SÓ DOS ENSINAMENTOS DA I GREJA, MAS TAMBÉM DAS QUESTÕES CIENTÍFICAS ENVOLVIDAS –A I GREJA PUBLICA DOCUMENTOS SOBRE OS AVANÇOS DA CIÊNCIA

53 1.D ISCERNIMENTO SOBRE A PESSOA HUMANA –N ÃO REDUZIR A PESSOA. E LA É TOTALIDADE CORPORAL, PSÍQUICA E ESPIRITUAL –U M SER ABERTO, ORIENTADO PARA MAIS ALÉM DE SI MESMO –T EM EM SUAS MÃOS A FACULDADE DE ESCOLHER SEU DESTINO

54 2.D ISCERNIMENTO DIANTE DOS AVANÇOS DAS CIÊNCIAS –A CIÊNCIA EXISTE PARA O BEM DE TODOS –D EVE HAVER HARMONIA COM A FILOSOFIA E A ÉTICA –N EM TUDO O QUE É POSSÍVEL É BOM –S UPERAR O SUBJETIVISMO E O RELATIVISMO ÉTICO

55 3.D ISCERNIMENTO DIANTE DA ESTERILIDADE CONJUGAL –O FILHO DEVE SER ACOLHIDO COMO UM DOM, RESULTADO DA DOAÇÃO RECÍPROCA DOS PAIS, E NÃO COMO UM DIREITO –N OVOS MÉTODOS PARA CONCEPÇÃO P ODEM FAVORECER A VIDA P ODEM SER UM ATENTADO CONTRA A VIDA E ABRIR PORTAS PARA NOVOS ATENTADOS

56 4.D ISCERNIMENTO DIANTE DA GESTAÇÃO INDESEJADA –O FALSO DISCURSO DO MAL MENOR –D IREITO À VIDA PARA TODOS –U M ERRO NÃO JUSTIFICA OUTRO –P APEL DAS PESSOAS E DA SOCIEDADE –R ESPONSABILIDADE DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE –A OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA E A RECUSA DE OBEDIÊNCIA

57 5.D ISCERNIMENTO DIANTE DA MANIPULAÇÃO DO EMBRIÃO –O INÍCIO DE UM NOVO SER HUMANO É BEM DETERMINADO : A FECUNDAÇÃO –T ODA PESSOA HUMANA DEVE SER PROTEGIDA NO PLANO ÉTICO E JURÍDICO –N ENHUMA PESSOA HUMANA PODE SER REDUZIDA A OBJETO DE PESQUISA

58 6.D ISCERNIMENTO DIANTE DA VIDA AFETIVO - SEXUAL –S UPERAR O REDUCIONISMO BIOLÓGICO E PSICOLÓGICO –O RELACIONAMENTO AFETIVO - SEXUAL HUMANO É UM CAMINHO PARA A SUPERAÇÃO DO INDIVIDUALISMO –C ASTIDADE É INTEGRAÇÃO CORRETA DA SEXUALIDADE NA PESSOA –T ODO BATIZADO É CHAMADO À CASTIDADE

59 7.D ISCERNIMENTO DIANTE DA POBREZA –A POBREZA É UMA DAS GRANDES AMEAÇAS À VIDA EM NOSSO PAÍS –C ONTRACEPÇÃO E ABORTO NÃO PODEM SER CONSIDERADOS SOLUÇÃO : A NTES SERIA UMA PRIVAÇÃO –A INDIGNIDADE DA EXCLUSÃO SOCIAL –L UTA POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA

60 8.D ISCERNIMENTO DIANTE DA VIOLÊNCIA –U MA GRAVE CAUSA DA VIOLÊNCIA É A NÃO ACOLHIDA DA PESSOA –C RIAR ESPAÇOS E COMPORTAMENTO DE ACOLHIDA PARA TODOS –N EGAÇÃO DO USO DA FORÇA

61 9.D ISCERNIMENTO DIANTE DO SOFRIMENTO –D ESCOBRIR SEU VALOR E SENTIDO –A PRENDER A VIVÊ - LO POR ALGO OU POR ALGUÉM. –A JUDA NA REALIZAÇÃO PLENA DA PESSOA –C RITÉRIOS DE AÇÃO A PARTIR DA P ALAVRA –A RESPOSTA DE D EUS NA C RUZ DE J ESUS –A R ESSURREIÇÃO COMPLETA A ELOQÜÊNCIA DA C RUZ –A LIÇÃO DO B OM S AMARITANO

62 10.D ISCERNIMENTO DIANTE DA MORTE –A MORTE E O MORRER –A MORTE COMO O GRANDE MOMENTO DA VIDA –C UIDADOS PALIATIVOS –R EJEIÇÃO DA EUTANÁSIA E A OBSTINAÇÃO TERAPÊUTICA –M ORTE HUMANAMENTE VIVIDA : ORTOTANÁSIA

63 Agir Em defesa da vida

64 E STAR LIVRES DE QUALQUER REDUÇÃO MORALISTA DO TEMAE STAR LIVRES DE QUALQUER REDUÇÃO MORALISTA DO TEMA A MISSÃO NÃO SE LIMITA A UM PROGRAMA OU PROJETO, MAS É COMPARTILHAR A EXPERIÊNCIA DO ACONTECIMENTO DO ENCONTRO COM C RISTO...A MISSÃO NÃO SE LIMITA A UM PROGRAMA OU PROJETO, MAS É COMPARTILHAR A EXPERIÊNCIA DO ACONTECIMENTO DO ENCONTRO COM C RISTO... E STAR LIVRES DE QUALQUER REDUÇÃO MORALISTA DO TEMAE STAR LIVRES DE QUALQUER REDUÇÃO MORALISTA DO TEMA A MISSÃO NÃO SE LIMITA A UM PROGRAMA OU PROJETO, MAS É COMPARTILHAR A EXPERIÊNCIA DO ACONTECIMENTO DO ENCONTRO COM C RISTO...A MISSÃO NÃO SE LIMITA A UM PROGRAMA OU PROJETO, MAS É COMPARTILHAR A EXPERIÊNCIA DO ACONTECIMENTO DO ENCONTRO COM C RISTO...

65 V IVER A CARIDADE NUMA POSTURA DE SERVIÇO E DE TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE A PROMOÇÃO HUMANA É UM PROCESSO INTEGRAL, QUE CONSIDERA A PESSOA EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES : PROMOVER TODOS OS HOMENS E O HOMEM TODOA PROMOÇÃO HUMANA É UM PROCESSO INTEGRAL, QUE CONSIDERA A PESSOA EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES : PROMOVER TODOS OS HOMENS E O HOMEM TODO V IVER A CARIDADE NUMA POSTURA DE SERVIÇO E DE TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE A PROMOÇÃO HUMANA É UM PROCESSO INTEGRAL, QUE CONSIDERA A PESSOA EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES : PROMOVER TODOS OS HOMENS E O HOMEM TODOA PROMOÇÃO HUMANA É UM PROCESSO INTEGRAL, QUE CONSIDERA A PESSOA EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES : PROMOVER TODOS OS HOMENS E O HOMEM TODO

66 U MA POSTURA DE ACOLHIDA E DE DISCERNIMENTO DIANTE DAS AMEAÇAS À VIDA –A COLHER GRATUITAMENTE O OUTRO –C RIAR AS CONDIÇÕES PARA UM CORRETO DISCERNIMENTO SOBRE QUAL É A CULTURA DA VIDA M UITAS VEZES, O QUE NOS É APRESENTADO COMO CAMINHO DA VIDA CONDUZ VERDADEIRAMENTE À MORTE U MA POSTURA DE ACOLHIDA E DE DISCERNIMENTO DIANTE DAS AMEAÇAS À VIDA –A COLHER GRATUITAMENTE O OUTRO –C RIAR AS CONDIÇÕES PARA UM CORRETO DISCERNIMENTO SOBRE QUAL É A CULTURA DA VIDA M UITAS VEZES, O QUE NOS É APRESENTADO COMO CAMINHO DA VIDA CONDUZ VERDADEIRAMENTE À MORTE

67 D ESENVOLVER A ESPIRITUALIDADE DA VIDA –R ELACIONAMENTO COM O D EUS DA V IDA O RAÇÃO E S ACRAMENTOS V IDA F RATERNA P ALAVRA DE D EUS T RADIÇÃO DA I GREJA –C RESCER NA FÉ, QUE SE MANIFESTA NO AMOR A D EUS E AOS IRMÃOS –R ESPEITO À SACRALIDADE DE CADA PESSOA D ESENVOLVER A ESPIRITUALIDADE DA VIDA –R ELACIONAMENTO COM O D EUS DA V IDA O RAÇÃO E S ACRAMENTOS V IDA F RATERNA P ALAVRA DE D EUS T RADIÇÃO DA I GREJA –C RESCER NA FÉ, QUE SE MANIFESTA NO AMOR A D EUS E AOS IRMÃOS –R ESPEITO À SACRALIDADE DE CADA PESSOA

68 C ONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA R ENOVAR A CONSCIÊNCIA DA CULTURA DA VIDA NAS COMUNIDADES CRISTÃS –I NTERROGAR - NOS SOBRE A CULTURA DA VIDA QUE REINA ENTRE NÓS.. –D ISCUTIR OS PROBLEMAS FUNDAMENTAIS DA VIDA –S ER VOZ DE QUEM NÃO TEM VOZ –S UPERAR O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO –S UPERAR ANTROPOLOGIAS REDUCIONISTAS

69 C ONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA 1.C ONSCIENTIZAR ATRAVÉS DE UMA EDUCAÇÃO AFETIVO - SEXUAL INTEGRAL –E XERCÍCIO LIVRE, RESPONSÁVEL E MADURO DA SEXUALIDADE –D ESCOBERTA DA RIQUEZA DA SEXUALIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES –S EXUALIDADE COMO CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO E COMUNHÃO

70 C ONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA 2.C ONSCIENTIZAR PARA O VALOR DA FAMÍLIA –A FAMÍLIA COMO ESCOLA DE HUMANIZAÇÃO E XPERIÊNCIA DO PERDÃO, DA PARTILHA, DA CORREÇÃO, DAS ALEGRIAS E TRISTEZAS –A FAMÍLIA COMO LUGAR DE ACOLHIDA N ELA SE ENCONTRAM AS MELHORES CONDIÇÕES PARA ACOLHER O IDOSO E O DOENTE

71 C ONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA 3.I NCENTIVAR A REFLEXÃO NOS AMBIENTES ACADÊMICOS, CIENTÍFICOS E TÉCNICOS –A CIÊNCIA PRECISA DA ÉTICA VOLTADA PARA O BEM –P AUTAR AS PESQUISAS SEM O PERIGO DE VIOLAR A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E A LEI DA NATUREZA

72 C ONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA 4.A TUAR JUNTO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL –A MÍDIA DEVE FORNECER AS INFORMAÇÕES DE FORMA OBJETIVA E ISENTA – COM ÉTICA –E DUCAR PARA O ESPÍRITO CRÍTICO PERANTE OS NOTICIÁRIOS –U SAR A MÍDIA PARA DEFENDER E PROMOVER A VIDA : N ÃO FICAR INERTES. E XPRESSAR AS CONVICÇÕES

73 A ÇÕES DA COMUNIDADE PARA DEFENDER A VIDA 1.A COLHER A GESTANTE EM DIFICULDADE E SEU FILHO –B USCAR SOLUÇÕES PARA SITUAÇÕES DE RISCO IMINENTE –A GIR COM A PRONTIDÃO E A URGÊNCIA QUE A CARIDADE EXIGE

74 A ÇÕES DA COMUNIDADE PARA DEFENDER A VIDA 2.A POIAR MENORES EM SITUAÇÃO DE RISCO –A TENÇÃO ESPECIAL À ETAPA DA ADOLESCÊNCIA –F ACILMENTE PODEM SER VÍTIMAS DE FALSOS LÍDERES EM SEUS GRUPOS –E STIMULAR A PASTORAL DOS ADOLESCENTES

75 A ÇÕES DA COMUNIDADE PARA DEFENDER A VIDA 3.T RABALHAR JUNTO ÀS PASTORAIS DESENVOLVENDO A AÇÃO EM DEFESA DA VIDA –A NUNCIAR E DEFENDER A VIDA EM TODAS AS SUAS MANIFESTAÇÕES –P REPARO CONSTANTE E SÓLIDO PARA ANIMAR, EXORTAR E SUBSIDIAR AS PASTORAIS E OS SETORES DA SOCIEDADE

76 1.A S OBRAS DE CARIDADE E A DEFESA DA VIDA –S ANTAS C ASAS, C RECHES, O RFANATOS, A SILOS VOLTAM A SER VALORIZADAS –C ONTAM COM UM INCENTIVO PRÓPRIO, QUE É A EXPERIÊNCIA DO AMOR DE C RISTO –O RIENTAR - SE PELO P RINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE

77 2.P OLÍTICAS PÚBLICAS, PARTICIPAÇÃO E DEFESA DA VIDA –A GIR PARA QUE ELAS SE REALIZEM RESPEITANDO A VIDA –C RIAR CONDIÇÕES PARA QUE TODOS POSSAM VIVER DE MANEIRA DIGNA E JUSTA

78 3.A SALVAGUARDA DA P AZ –O RESPEITO E O DESENVOLVIMENTO DA VIDA HUMANA EXIGEM A P AZ –A P AZ EXIGE : A SALVAGUARDA DOS BENS DAS PESSOAS LIVRE COMUNICAÇÃO ENTRE AS PESSOAS O RESPEITO PELA DIGNIDADE DAS PESSOAS A PRÁTICA ASSÍDUA DA FRATERNIDADE

79 T EMPO Q UARESMAL – T EMPO FORTE DE CONVERSÃO, DE MUDANÇA INTERIOR, DE GRAÇA E DE SALVAÇÃO – N O B RASIL, A DIMENSÃO COMUNITÁRIA DA Q UARESMA É VIVENCIADA E ASSUMIDA PELA C AMPANHA DA F RATERNIDADE – I LUMINA OS GESTOS FUNDAMENTAIS DESSE TEMPO : A ORAÇÃO, O JEJUM E A ESMOLA

80 P ERGUNTAS 1. Q UAIS SÃO OS SINAIS DE PECADO E DE MORTE QUE MARCAM MAIS A NOSSA COMUNIDADE ATUALMENTE ? 2. Q UAIS OS SINAIS DE VIDA E RESSURREIÇÃO QUE GOSTARÍAMOS QUE APARECESSEM ENTRE NÓS ? 3. C OMO LIGAR ESSES SINAIS COM O MISTÉRIO QUE CELEBRAMOS ?

81 4. D E QUE MANEIRA PODEMOS ENCAMINHAR A CF E AS CELEBRAÇÕES DA Q UARESMA, PARA QUE AJUDEM A COMUNIDADE A MELHOR CELEBRAR A P ÁSCOA ? 5. C OMO SENTIMOS O TEMA DA CF EM NOSSO BAIRRO, CIDADE OU REGIÃO ? 6. Q UAL SERÁ O GESTO CONCRETO ? P ERGUNTAS

82 1.A CF SE DÁ NAS FAMÍLIAS, NOS GRUPOS E NAS COMUNIDADES ECLESIAIS, ARTICULADOS PELA PARÓQUIA 2.A SSIM COMO EM OUTRAS ATIVIDADES PASTORAIS, O PAPEL DO PÁROCO É PREPONDERANTE 3.T UDO ANDA MELHOR QUANDO ELE ESTIMULA, ARTICULA E ORGANIZA A AÇÃO PASTORAL

83 4.C ONSTITUIR E QUIPES DE T RABALHO COM COORDENAÇÃO ENTUSIASTA, DINÂMICA, CRIATIVA, COM PROFUNDA ESPIRITUALIDADE E ZELO APOSTÓLICO 5.E M TODA PARÓQUIA, PASTORALMENTE DINÂMICA, NÃO FALTARÃO EQUIPES PARA TUDO QUE FOR NECESSÁRIO 6.A REALIZAÇÃO DA CF É EXERCÍCIO E EXPRESSÃO DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO E ARTICULAÇÃO PASTORAL

84 Feliz Páscoa! Feliz Páscoa!


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