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Síndrome da veia cava superior ABORDAGEM TERAPÊUTICA Paulo Neves 15/01/2013, Reunião de Internos de CCT/CHVNG/E.

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1 Síndrome da veia cava superior ABORDAGEM TERAPÊUTICA Paulo Neves 15/01/2013, Reunião de Internos de CCT/CHVNG/E

2 Introdução Conjunto de sinais e sintomas decorrentes da obstrução parcial ou completa da drenagem pela veia cava superior Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

3 Patogénese O BSTRUÇÃO DA VEIA CAVA Compressão extrínseca Patologia benigna ou maligna envolvendo o pulmão direito, gg linfáticos ou estruturas mediastínicas Obstrução intrínseca ou luminal Infiltração neoplásica, trombose D ESENVOLVIMENTO DE CIRCULAÇÃO COLATERAL Ázigos, torácica interna, torácica lateral, sistema venoso esofágico Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

4 Etiologia Maligna (85%) Neoplasias do pulmão (75- 80%) Linfoma (8-10%) Timoma, tumores mediastínicos, metástases (8-10%) Benigna (10-15%) Inflamatória Mediastinite fibrosante Colangite esclerosante Sarcoidose Fibrose pós-RT Iatrogénica Trombose de CVC, eléctrodos de PM Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

5 Clínica Dependem do tempo de instalação do quadro e do desenvolvimento de circulação colateral Edema facial, pescoço e membros superiores Dispneia, ortopneia, rouquidão, tosse obstrução das vias aéreas Síncope e letargia edema cerebral S INTOMAS Plétora facial, taquipneia, distensão venosa no pescoço e tórax Inclinação para a frente ou para trás pode agravar os sintomas S INAIS CLÍNICOS Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

6 Clínica Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

7 Clínica Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

8 Diagnóstico R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

9 Diagnóstico R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Introdução Patogénese Etiologia Clínica Tratamento Prognóstico Diagnóstico

10 R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Introdução Patogénese Etiologia Clínica Tratamento Prognóstico Diagnóstico

11 R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Introdução Patogénese Etiologia Clínica Tratamento Prognóstico Diagnóstico

12 R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Avalia o fluxo nas veias subclávias e tronco braquicefálico; Exclui a existência de trombos nos MSs e veias axilares, subclávias e braquiocefálicas Introdução Patogénese Etiologia Clínica Tratamento Prognóstico Diagnóstico

13 R ADIOLÓGICO RX torax Angio-TAC Angio-RM Ecografia Venografia Cintigrafia E TIOLÓGICO Introdução Patogénese Etiologia Clínica Tratamento Prognóstico Diagnóstico

14 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico O BJECTIVOS DO TRATAMENTO : Aliviar sintomas Tratar doença de base

15 Tratamento T RATAMENTO MÉDICO Trombolíticos em casos seleccionados (oclusões agudas) Anticoagulantes Diuréticos e corticóides para o edema laríngeo e cerebral Q UIMIO E RADIOTERAPIA Linfomas não- Hodgkin, tumores de células germinativas, CPPC (boa resposta à QT) Radioterapia – alívio sintomático em 80-90% dos doentes T RATAMENTO ENDOVASCULAR Minimamente invasivo Trombólise, angioplastia e colocação de stent Sucesso de % T RATAMENTO CIRÚRGICO Bypass de uma VCS obstruída Utilizada quando os tratamentos acima descritos falham Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Tratamento Prognóstico

16 Tratamento Tratamento endovascular Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento

17 Quando os tratamentos médico, QT, RT e endovascular falham…

18 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento Complicações do tratamento endovascular (3-7%) Precoces Oclusão Infecção Embolia pulmonar Migração do stent Hematoma Tardias Hemorragia (1-14%) Morte (1-2%)

19 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento Oclusão de um stent colocado na VCS

20 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento T RATAMENTO CIRÚRGICO SVCS etiologia maligna Raramente utilizado pela eficácia do tratamento endovascular Pode incluir ressecção da VCS e reconstrução com patch venoso (safena em espiral), Dacron ou PTFE. SVCS etiologia benigna Tratamento cirúrgico é gold-standard Pouca experiência devido ao reduzido nº de casos Opções: trombectomia +/- bypass com prótese ou espiral de safena Esternotomia mediana ou toracotomia Mortalidade ~5%; patência 80-90% (hipocoagulação oral + clopidogrel)

21 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento Opções cirúrgicas: a)Exérese de parte da VCS com clamp lateral (obstruções <50% do lumen) b)Interposição de prótese de PTFE aramada c)Reparação da VCS com patch de pericárdio autólogo a) b)c)

22 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento Opções cirúrgicas: a)Reconstrução do sistema braquicefálico direito b)Reconstrução do sistema braquicefálico esquerdo c)Reconstrução do sistema braquicefálico esquerdo e direito a)b)c)

23 Tratamento Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento (a)Bypass da veia jugular interna direita (IJV) para o apêndice auricular direito (Raa) (b)Angio-TAC pós- operatório patologia: fibrose pós-RT

24 Prognóstico Introdução Patogénese Etiologia Clínica Diagnóstico Prognóstico Tratamento P ATOLOGIA BENIGNA Esperança de vida inalterada P ATOLOGIA MALIGNA SVCS não tratado: ~30 dias SVCS tratado: < 7 meses CPP: sobrevivência a 1 ano: 20% CPNPC: pior prognóstico; tratamento paliativo + RT Linfoma: sobrevivência a 2 anos: 50%

25 Síndrome da veia cava superior ABORDAGEM TERAPÊUTICA Paulo Neves 15/01/2013, Reunião de Internos de CCT/CHVNG/E


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