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A COMUNICAÇÃO COMO BASE DAS INTERAÇÕES HUMANAS Cultura – universo simbólico compartilhado = os indivíduos agem de acordo com o significado que atribuem.

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2 A COMUNICAÇÃO COMO BASE DAS INTERAÇÕES HUMANAS Cultura – universo simbólico compartilhado = os indivíduos agem de acordo com o significado que atribuem ao mundo que vivem. Comunicação = transmissão de informações (materialização do universo cultural) = indivíduos comunicam-se entre si e partilham experiências.

3 A Prática Comunicativa é um processo social (indivíduos em relações uns com os outros) e a isso Sociologia designa de INTERACIONISMO SIMBÓLICO (corrente de pensamento que busca compreender como se dá o processo de interação entre os indivíduos em um contexto cultural específico). O interacionismo surge com o sociólogo Herbert Mead = comprova em seus estudos que não era possível pensar o social e o individual de modo separado, pois essas duas esferas se inter-relacionam na constituição da vida social. Os indivíduos em interação tem que levar sempre em consideração o OUTRO.

4 A INTERAÇÃO E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO ANTIGUIDADE DESENVOLVIMENTO DA IMPRENSA As interações ocorriam face a face ( a notícia se espalhava de boca em boca) = indivíduos em situação de COPRESENÇA (ocupando o mesmo espaço) Oralidade = transmissão de saberes. Novo modelo para que as pessoas tivessem acesso a informações produzida na vida social. o contato com a realidade poderia ser obtido de maneira individual. gerou a habilidade de registrar as notícias e de divulgá-las. posteriormente, com desenvolvimento da imagem e do som o manuseio das notícias e das informações se tornaram mais livre e interativo. Alcançando uma velocidade cada vez maior chegamos as Redes Sociais que possibilitaram o mega desenvolvimento da tecnologia da Informação.

5 INDUSTRIA CULTURAL E CULTURA DE MASSA INDUSTRIA CULTURAL: designa a condição degenerada da produção cultural sob as condições de desenvolvimento do capitalismo no qual toda criação e manifestação cultural tende a transforma-se em MERCADORIA para consumo. CULTURA DE MASSA: termo criado pela indústria cultural (destinado às massas) = Fabricação de produtos que tem como objetivo gerar lucro para a industria do entretenimento. Atrofiam a capacidade do indivíduo de pensar e agir de uma maneira crítica e autônoma.

6 Max Horkheimer e Herbert Marcuse criaram os seguintes conceitos baseados na Teoria Crítica Herbert Marcuse Max Horkheimer CONCEITOS Cultura de Massa Manifestações culturais destinadas as camadas mais numerosas da população. Indústria Cultural Reunião de instituições e empresas, sendo a principal atividade econômica destinada a produção cultural, com fins lucrativos.

7 CARACTERÍSTICAS Razão Instrumental: técnica e racionalidade para obtenção de lucro; Padronização das formas culturais = bens produzidos em larga escala e consumido pelo maior número de pessoas; as diferenças de classes são apagadas para que os bens culturais sejam consumidos e aceitos sem maiores resistência pelo mercado consumidor; domínio dos meios de comunicação de massa que forjam uma cultura que se configura como instrumento para as classes dominantes.

8 Theodor Adorno Jurgen HabermasWalter Benjamin Resumindo: A escola de Frankfurt era composta por filósofos e cientistas sociais que tinham em comum o estudo das tendências marxistas; Deve-se a esta Instituição a criação das palavras: industria cultural e cultura de massa; Considerada uma escola crítica de origem marxista, procura determinar uma visão global e crítica da sociedade burguesa. Max Horkheimer Herbert Marcuse Escola de Frankfurt. Esse movimento pretendia uma transformação radical da sociedade que atribuísse o devido valor à cultura e à imagem que as pessoas fazem de si mesmas.

9 Para os frankfurtianos, contrários ao sistema capitalista, a irracionalidade do ser humano consistiria na utilização de seu conhecimento para fins puramente instrumentais, voltados para o acúmulo de lucros e riquezas. Rejeitam o progresso científico que determina a sujeição de indivíduos autônomos a um sistema totalitário, que encontra na uniformização da indústria da cultura o seu mecanismo de controle do poder. Contra esse processo de massificação, o ser humano deve desenvolver sua razão crítica, para analisar as estruturas presentes em nossa sociedade com base em sua livre convicção, em seus próprios princípios, que serão contrapostos aos dos demais na busca da verdade, da justiça e da autonomia.

10 Propostas da Teoria Crítica: Propõe a teoria como lugar de esclarecimento e de visualização das ações de dominação social, visando não permitir a reprodução constante desta dominação; Comportamento Crítico nos confrontos entre: X CIÊNCIA CULTURA

11 Os pensadores da Escola de Frankfurt e algumas de sua contribuições à reflexão filosófica: Max Horkheimer ( ): Crítico do capitalismo, argumenta que esse sistema se organiza e se fundamenta numa mentalidade incentivadora de uma razão instrumental voltada para a constante busca do lucro e acumulação de riquezas. Atitude política, que atua no conjunto da sociedade buscando tão-somente um aspecto funcional para os indivíduos. Adorno ( ): Filósofo e musicólogo, para esse pensador, a denominada indústria cultural encontra-se voltada unicamente para a satisfação dos interesses comerciais dos detentores dos veículos de comunicação, que vêem a sociedade como mero mercado de consumo dos produtos por eles impostos, dando origem a um processo de massificação da cultura. - Foi o criador da expressão indústria cultural, utilizada para demonstrar a exploração comercial da cultura por meio dos veículos de comunicação modernos. - Teoria Estética: entende que o campo da arte é o único reduto autêntico da razão emancipatória e da crítica à opressão social.

12 É um termo difundido por Adorno e Horkheimer para designar a Indústria da diversão vulgar, cultura baseada na idéia e na prática do consumo de "produtos culturais" fabricados em serie. Significa dizer que as obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo, veiculada pela televisão, radio, revistas, jornais, música, propaganda e etc. Através da Indústria Cultural e da diversão se obteria a homogeneização dos comportamentos, a massificação das pessoas; A falta de perspectiva de transformação social levou Adorno e Horkheimer a se refugiar na Teoria Estética, por entender que o campo da arte é o único reduto autêntico da razão emancipatória e da crítica à opressão social.

13 Ex.: Publicidade como fonte capaz de determinar um estilo específico de vida.

14 Não se consome apenas o valor de uso dos objetos; estes são utilizados como signo de distinção que demarcam o indivíduo dentro de um grupo ou em relação a outro grupo.

15 A indústria cultural vende Cultura. Para vendê-la, deve seduzir e agradar o consumidor. Para seduzi-lo e agradá-lo, não pode chocá-lo, provocá-lo, fazê-lo pensar, fazê-lo ter informações novas que o perturbem, mas deve devolver-lhe, com nova aparência, o que ele já sabe, já viu, já fez.

16 Em vez de garantir o mesmo direito de todos à totalidade da produção cultural, a indústria cultural introduz a divisão social entre elite culta e massa inculta. O que é a massa? É um agregado sem forma, sem rosto, sem identidade e sem pleno direito à Cultura. Em segundo lugar, a indústria cultural cria a ilusão de que todos têm acesso aos mesmos bens culturais, cada um escolhendo livremente o que deseja, como o consumidor num supermercado.

17 Walter Benjamin ( ): Escreveu sobre um leque amplo de temas: cinema, fotografia, literatura, história e linguagem. Defendia a posição de que a arte dirigida às massas poderia ser entendida como importante instrumento de politização, na medida em que possibilitava um processo de democratização da cultura, ou seja, tornava o acesso as obras de arte um direito universal, deixando de ser um privilégio de uma elite. reprodução técnica das obras de arte promove a democratização da cultura e das artes.

18 A AURA ARTISTICA : Referência que cada obra de arte tem, na medida em que é Única. É notória a distância entre o pensamento de Walter Benjamin e outros pensadores da Escola de Frankfurt como Adorno e Horkheimer no tocante à visão da reprodução técnica e do conceito de Indústria Cultural. A sua visão implica ver na reprodução técnica uma possibilidade de democratização estética, da originalidade e está à disposição de uma elite que manipula aqueles que não possuem acesso aos originais.

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20 Cultura de Massa Banalização Infantilização Redução da realidade a condição de espetáculo Dispersão da atenção

21 CULTURA JUVENIL Desenvolvimento de um UNIVERSO SIMBÓLICO compartilhado por indivíduos que estão em uma determinada faixa etária. GLOBALIZAÇÃO

22 Características – TRIBOS URBANAS ou COMUNIDADES AFETIVAS ( Michel Mafesolli) agrupamento de jovens que se agregam em torno de preferências que compartilham (moda, música, estética, etc). as pessoas desenvolvem uma relação afetiva em relação a certos aspectos culturais. comunidades formadas em torno de interesses específicos compartilhados. adesão do indivíduo = necessidade que ele sente de se identificar com um grupo de indivíduos ( abandono parcial da identidade individual para construir uma identidade coletiva). TRIBOS URBANAS Globalização = novas formas de interação entre os indivíduos. Ex.: construções identitárias. deixa o indivíduo em condições de optar por construções identitárias desvinculadas das estruturas sociais rígidas.

23 VERDADE OU FALSEABILIDADE DA VERDADE??


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