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Uma pesquisa publicada na versão online da revista Neurology aponta que praticar exercícios físicos pode ser mais relevante do que realizar atividades.

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Apresentação em tema: "Uma pesquisa publicada na versão online da revista Neurology aponta que praticar exercícios físicos pode ser mais relevante do que realizar atividades."— Transcrição da apresentação:

1 Uma pesquisa publicada na versão online da revista Neurology aponta que praticar exercícios físicos pode ser mais relevante do que realizar atividades intelectuais quando o assunto é preservar a memória de idosos. Para chegar à conclusão, especialistas da University of Edinburgh, na Grã-bretanha, acompanharam quase 700 voluntários de 70 anos. Pesquisas anteriores provaram que o segredo da longevidade é estar sempre ativo, tanto intelectual quanto fisicamente. Entretanto, para avaliar qual dos dois retardava mais a redução dos volumes das massas cinzenta e branca do cérebro, ligadas à memória e à cognição, foram realizadas entrevistas e exames em 691 idosos durante três anos. Os dados recolhidos eram sobre os níveis de atividade física, hobbies, entre outros hábitos. Os resultados mostraram que as pessoas que praticavam mais atividade física foram os que apresentaram maior volume das massas cinzenta e branca no cérebro. Além disso, esses idosos também estavam mais protegidos contra lesões no órgão. Mais estudos são necessários para quantificar a diferença entre os fisicamente ativos e os intelectualmente ativos. Com o tempo, é normal que as massas cinzenta e branca diminuam, como efeito natural do envelhecimento. Ainda assim, é possível preservar as habilidades ligadas a essas regiões com bons hábitos, como cultivar uma dieta equilibrada. FONTE: minhavida.com.br Exercício físico é melhor do que atividade intelectual para preservar a memória 07 de Novembro

2 A criação do alemão Joseph Huberts Pilates traz diversos benefícios: melhora a consciência corporal, o controle respiratório, alivia as dores crônicas, reduz o stress e a fadiga e desenvolve a força muscular. Mas, ainda que o método carregue inúmeras qualidades no currículo, variações que incorporam novas técnicas ao método têm surgido para complementar a modalidade e suprir as necessidades individuais. Conheça algumas combinações e experimente a sua aula preferida: Mat pilates: o mais comum em academias é realizado no solo, com movimentos lentos e usa o peso do próprio corpo para executar os exercícios. "Trabalha o controle dos músculos mais profundos e a estabilidade do corpo", diz a personal trainer Juliana Xavier Votta, de São Paulo. Pilates studio: o genuíno, conta com diversos aparelhos e camas com molas que facilitam a execução de alguns movimentos. Indicado para iniciantes, pessoas idosas ou em recuperação, também possibilita um treino mais pesado para os experientes. Aeropilates: combina exercícios aeróbios, como caminhada, corrida ou bike, com o mat pilates. "A modalidade melhora o condicionamento cardiovascular, o equilíbrio postural, a coordenação e a flexibilidade", conta Guilherme Veiga Guimarães, especializado em fisiologia do exercício pelo Incor- HCFMUSP, de São Paulo. Pilates no tecido: usa os princípios do Pilates com elementos de acrobacia circenses. "A combinação de exercícios de mat e studio ajuda a realinhar o corpo e os movimentos corporais antigravitacionais aumentam os espaços intervertebrais", diz Guilherme. Os movimentos são mais desafiadores, melhoram a consciência corporal, a força muscular, capacidade física, flexibilidade e mobilidade articular. FONTE: Boa Forma (Editora Abril) Conheça as variações do Pilates que estão ganhando as academias 14 de Novembro

3 O sono está no mesmo patamar de importância da alimentação equilibrada e do nocaute ao sedentarismo, hábitos consagradíssimos para manter o ponteiro da balança estável. Isso quer dizer que dormir bem não só ajuda a emagrecer mas também garante melhor qualidade de vida. Já há estudos que ligam a privação de sono a acidentes no trabalho e à baixa resistência ao stress e infecções, além de ter relação íntima com doenças como depressão, fibromialgia e, agora, com a obesidade. Dois estudos norte-americanos, da Universidade de Chicago e da Universidade de Columbia, apontaram a relação inversa entre um curto período de repouso e o aumento do IMC. Uma pesquisa conduzida no Brasil pelo pneumologista Denis Martinez, fundador da Clínica do Sono, em Porto Alegre, confirma o resultado: "quem dorme cinco horas ou menos por noite corre três vezes mais risco de se tornar, no futuro, obeso", afirma. A recomendação geral é descansar de sete a oito horas por noite. Mas dormir menos que isso nem sempre implica um hábito pouco saudável, já que cada pessoa possui um biorritmo diferente. Dormir demais entre 12 e 13 horas seguidas também pode apontar algum distúrbio respiratório, como apnéia ou ronco, e, por isso, nem sempre deve ser encarado como atestado de saúde. Ter um sono reparador, em que você adormece sem dificuldade e acorda bem disposta, sem aquela sensação de cansaço, é o termômetro para saber se está na medida certa. "O problema é a privação voluntária de sono. Na sociedade moderna, dormir fica sempre para depois do programa de TV preferido, da vida noturna agitada, do trabalho extra levado para casa, do acordar mais cedo para evitar o trânsito carregado...", alerta Geraldo Rizzo, presidente da Sociedade de Neurofisiologia Clínica, de Porto Alegre. "Assim como se alimentar direito e fazer exercício são fatores fundamentais para a saúde, dormir bem deve ser uma prioridade se você se preocupa em viver cada vez melhor", sugere o especialista. Recado mais do que perfeito para você se entregar aos lençóis. FONTE: Boa Forma (Editora Abril) Dormir bem ajuda a emagrecer e garante mais qualidade de vida 21 de Novembro

4 A postura do corpo humano está intimamente ligada aos pés. Para o individuo ter uma boa postura e menos sobrecargas e agressões nas estruturas que envolve a funcionalidade do nosso corpo, os pés devem estar em equilíbrio e harmonia com o centro de gravidade corporal. Caso haja um desequilíbrio que é detectado por um exame computadorizado dos pés, isto pode acarretar em um aumento da sobrecarga muscular, articular e nas estruturas ósseas, levando a um aumento das instabilidades posturais e uma adaptação postural errada em qualquer segmento do corpo. Estas alterações podem aparecer em qualquer momento de nossa vida em forma de desvios, dores e outras formas de patologias. Quando andamos, corremos, pulamos e até mesmo quando ficamos em pé parado eles estão atuando. Existem três variáveis que podem influenciar na nossa postura: o sistema visual, o sistema vestibular (ouvido) e a planta dos pés. Os pés são as estruturas que entram primeiramente em contato com o solo e agem intensamente no controle postural, equilíbrio, apoio, impulsão, absorção de impactos e distribuição do peso corpóreo na pressão plantar. De acordo com o tipo de pé (normal, plano ou chato, cavo), as rotações de eixo na tíbia (rotação interna ou externa), o posicionamento da pelve, o alinhamento da coluna vertebral e os pontos máximos de pressão plantar são influenciados. O uso de palmilhas apropriadas, de acordo com o tipo de pé. Serve para melhorar a distribuição de cargas e prevenção de futuras lesões por esforços repetitivos como: metatarsalgias, canelites, fraturas de estresse, tendinites, lesões de cartilagem e etc. FONTE: boapostura.com.br A influência da pisada e tipo de pé, na postura 28 de Novembro


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