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Nutrição Esportiva e Suplementação Nutricional Érica Fernanda Zago Nutricionista.

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1 Nutrição Esportiva e Suplementação Nutricional Érica Fernanda Zago Nutricionista

2 Importância da Atividade Física BENEFÍCIOS FÍSICOS Controle do Peso Corporal Melhora Mobilidade Articular Controle da Pressão Arterial Resistência Física e Força Muscular Melhora Perfil Lipídico e Resistência À Insulina Mantém a densidade óssea

3 Importância da Atividade Física BENEFÍCIOS PSICOSSOCIAIS Melhora Auto- Estima e Diminui Depressão Reduz Isolamento Social Alivia Stress Aumenta Bem Estar Mantém Autonomia Melhora atividade sexual

4 Estilo de Vida – responsável por 54% do risco de morte por infarto. Harvard,2000.

5 Risco de morte cardiovascular Menor em obesos ativos do que em magros sedentários; (Farrel et al,1998) Menor em hipertensos ativos do que em normotensos sedentários; Menor em diabéticos ativos do que em não diabéticos sedentários. (Kohl et al,1997)

6 Necessidade Nutricional -T-Taxa de Metabolismo Basal -A-Atividades Físicas -E-Efeito Térmico do Alimento

7 1. Metabolismo Basal Gasto Energético é influenciado por: -Massa corporal, -Composição Corporal, -Idade (+ / - massa magra) -Sexo (+ / - massa magra) -Clima, Estresse,...

8 Metabolismo Conjunto de processos químicos que ocorrem no organismo de forma coletiva Quebra de moléculas maiores Síntese de moléculas comple- em menores, com liberação xas a partir de outras mais de energia. simples. NEWSHOLME, LEECH, 1993 Reações CATABÓLICAS Reações ANABÓLICAS

9 Mensurando o Metabolismo Calorimetria Direta (mede-se Temperatura em uma câmara...) Calorimetria Indireta (Estima-se o gasto energético através do Quociente Respiratório – QR) QR = VCO2 produzido VO2 consumido Equações (Harris & Benedict, Henry & Rees, Schofield, Cunningham, etc...) 1 LO2 consumido = 5 kcal

10 FAO / WHO, 1985 IdadeFemininoMasculino 0 a 3 anos 3 a 10 anos 10 a 18 anos 18 a 30 anos 30 a 60 anos + de 60 anos 61 x P – 51 22,5 x P ,2 x P ,7 x P ,7 x P ,5 x P ,9 x P – 54 22,7 x P ,5 x P ,3 x P ,6 x P ,5 x P + 487

11 DRI´s Sexo masculino EER = 662 – 9,53 x idade + NAF x [15,91 x peso + 539,6 x altura] Sexo feminino EER = 354 – 6,91 x idade + NAF x [9,36 x peso x altura] Sedentário: 1,0 – ambos os sexos Leve: 1,11 (sexo masculino) e 1,12 (sexo feminino) Moderada: 1,25 (sexo masculino) e 1,27 (sexo feminino) Intensa: 1,48 (sexo masculino) e 1,45 (sexo feminino)

12 Diretrizes – SBME, a 41 kcal/kg/dia Modificação: 30 a 50 kcal/kg/dia Ex.: Indivíduo de 70 Kgs 2590 kcal a 2870 kcal /dia Ganho de peso: 3500 kcal Perda de peso: 2100 kcal

13 3- Efeito Térmico dos Alimentos Energia necessária para digerir, absorver e metabolizar nutrientes. Dependente do conteúdo das refeições: Carboidrato 5 a 10% Gordura 0 a 5% Proteína 20 a 30% Termogênese Induzida pela dieta – TID ou Ação Dinâmica Específica dos Alimentos

14 Objetivos????

15 CHAVES DA PERFORMANCE ATLETICA GENÉTICA TREINO ATITUDE MENTAL E COMPROMISSO NUTRIÇÃO ADEQUADA

16 Objetivos da Intervenção Nutricional Melhorar o desempenho Evitar o catabolismo Aumentar glicogênio muscular Retardar a fadiga

17 Nutrição Esportiva Melhorar o desempenho Prevenir lesões e/ou sua recuperação mais rápida Prevenir doenças Melhor recuperação entre treinos Melhora da composição corporal

18 Métodos Adequar a ingestão calórica e de nutrientes. Fracionar as refeições (evitar catabolismo e viabilizar síntese protéica) Melhorar oferta de nutrientes (absorção, circulação, vasodilatação) Adequar nutrientes pré, durante e pós treino.

19 Orientação Dietética Recomendações e Orientações são diferentes!!

20 Orientação Dietética Modalidade Esportiva Avaliação Física Avaliação Antropométrica Avaliação Nutricional Avaliação Bioquimica Orientações Sexo/Idade Treinamento: intensidade/volume/duração

21 Plano alimentar Praticante esportivo Atleta de Elite Individualizado padrão da dieta normal e os alimentos normalmente ingeridos pelo atleta (HÁBITOS); os horários das refeições; os componentes específicos das refeições; os alimentos que devem ser evitados; tipo de treinamento; horário da competição (duração) recuperação.

22 Recomendações Nutricionais RDA, 1989 DRI(DietaryReference Intakes), 2000 Consenso da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, 2003 RDA, 1989 DRI(DietaryReference Intakes), 2000 Consenso da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, 2003

23 Macronutrientes - Carboidratos (4kcal/g) - Proteína (4kcal/g) - Lipídios (9kcal/g) Micronutrientes - Vitaminas -Minerais De onde vem o ATP???

24 Recomendações Nutricionais PROPORÇÃO MACRONUTRIENTES % de carboidratos Dieta com alto teor de carboidratos complexos e baixo teor de gordura beneficia os atletas; Dieta com alto teor de carboidratos complexos e baixo teor de gordura beneficia os atletas; % de carboidratos Dieta com alto teor de carboidratos complexos e baixo teor de gordura beneficia os atletas; Dieta com alto teor de carboidratos complexos e baixo teor de gordura beneficia os atletas; 20-25% de Lipídio Dieta com alto teor de gordura a longo prazo implica em doenças do sistema cardiovascular e também compromete o desempenho durante os exercícios; 20-25% de Lipídio Dieta com alto teor de gordura a longo prazo implica em doenças do sistema cardiovascular e também compromete o desempenho durante os exercícios; 10-18% de proteína Dieta com alto teor de proteína estão associadas com problemas renais, doença de vesícula biliar e hipercolesterolemia (colesterol alto); 10-18% de proteína Dieta com alto teor de proteína estão associadas com problemas renais, doença de vesícula biliar e hipercolesterolemia (colesterol alto);

25 CARBOIDRATOS

26 CARBOIDRATOS Primeira Fonte de energia Aumenta/mantém estoques de Glicogênio. -Único Combustível SNC -Evita hipoglicemia, fadiga e catabolismo g / Kg / dia 10 g / Kg / dia (treinam.intenso) SBME, 2003

27 Classificação dos Carboidratos: Simples e Complexos ClassesSub GruposComponentes AÇÚCARES 1-2 moléc. Monossacarídios Dissacarídios Polióis Glicose, Galactose, Frutose, Sacarose, lactose, sorbitol, manitol Oligossacarídios 3-9 Malto-oligossaca- rídios, etc Maltodextrinas FOS, etc Polissacarídios >9 Amido Não amido Amilose, amido mo Pectinas, etc

28 Matérias-Primas Normalmente Utilizadas na Indústria de Suplementos Nutricionais

29 CARBOIDRATOS – Maltodextrina – Frutose – Dextrose,...

30 GLICEMIA NORMAL 70 – 110 mg / dL HIPOGLICEMIA Tontura, perda de consciencia, etc HIPERGLICEMIA Alteração mecanismos de troca Líquidos extra e intra Celular, degeneração SNC REGULAÇÃO através INSULINA GLUCAGON

31 Insulina Estimula a captação de glicose pelas células Estimula o armazenamento de glicogênio (Glicogênese) Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e de ácidos graxos (adipócitos)

32 Regulação Hormonal HormônioFunçãoPrincipais rotas afetadas Insulina Promove o armazenamento da fonte de energia após a refeição Promove crescimento estimula o armazenamento de glicose como glicogênio (musculo e fígado) Estimula sintese e armazenamento de AG após uma refeição rica em carboidratos Estimula a utilização de aa e a sintese de proteinas Glucagon Mobiliza fonte de energia Mantém o nível de glicose sanguínea durante o jejum Ativa a gliconeogênese e a gliconenólise (figado) durante jejum Ativa liberação de Ag a partir de tecido adiposo

33 Importância dos Carboidratos na Atividade Física Primeiro e maior consenso Desde 1930, Christensen e Hansen Estoques Corporais de Carboidrato (Glicogênio) são as maiores fontes de combustível para o trabalho muscular

34 Quanto > a intensidade > utilização do glicogênio > duração e intensidade: depleção do glicogênio muscular e aumento da dependência do músculo pela glicose plasmática. Se < 70mg/dL = FADIGA Suplementação...

35 Destino do Glicogênio Glicogênio Hepático: –Manter a glicemia –Fonte de Energia para o SNC –Degradar para liberar glicose no sangue Glicogênio muscular: –Fornecer energia para o músculo em atividade –Produção de energia segue a rota glicolítica

36 Qto > glicogênio muscular, > tempo até exaustão

37 Ingestão de bebidas a cada 15 min e potência produzida

38 CARBOIDRATOS ANTES DO EXERCÍCIO 3 a 4 hs antes: > disponib. Glicose durante o treino. 30 a 60 min antes: concentração de glicose e ácidos graxos no plasma 5 min antes: consenso – melhora o desempenho. 1 a 4,5 g / Kg entre 1 e 4 hs antes SBME, 2003

39 Wright & Shermann, g de Maltodextrina 3 horas antes aumentou de maneira significativa o rendimento e prorrogou a fadiga.

40 PRIMEIRO ESTÍMULO PARA O AUMENTO DA SÍNTESE DE GLICOGÊNIO É O EXERCÍCIO *Práticas devem ser treinadas anteriormente

41 CARBOIDRATOS DURANTE O EXERCÍCIO 250 a 300 ml de bebida com 6 a 10% de CH a cada 15 ou 20 min. 30g a 60 g CARBO POR HORA

42 CARBOIDRATOS APÓS O EXERCÍCIO Imediatamente após: MAIOR Fluxo sanguíneo MAIOR Captação de Glicose MAIOR Ressíntese de Glicogênio (> atividade da glicogênio sintetase) (Capacidade 50% após 2 hs pós treino) 0,7 a 1,5 g / Kg de 2 em 2 hs até 6 hs pós treino

43 Pós Treino Consumo de CHO (1.0 a 1.5g/Kg peso) dentro de 30 min. após o treino (podendo repetir por mais 3 vezes com 2h de intervalo) resulta em elevada reposição de glicogênio muscular. Am. Dietetic. Association

44 Orientação Dietética *Aumentar concentração de glicose e ácidos graxos no plasma Carboidratos ANTES Depende do intervalo da modalidade. 1h antes 1-2g/kg (liquida) 4h antes 4 – 5g/Kg * HC baixo IG ANTES Depende do intervalo da modalidade. 1h antes 1-2g/kg (liquida) 4h antes 4 – 5g/Kg * HC baixo IG SBME GA E2 DURANTE Depende da duração 0,7g/Kg/h ou 30-60g/h * HC médio IG DURANTE Depende da duração 0,7g/Kg/h ou 30-60g/h * HC médio IG RECUPERAÇÃO Dieta: + 60% VCT Nas primeiras horas: 30-60g/h Ou 0,7 a 1,5g/Kg a cada 2 horas, durante 6 horas ( g em 6 horas) * Hc de alto IG RECUPERAÇÃO Dieta: + 60% VCT Nas primeiras horas: 30-60g/h Ou 0,7 a 1,5g/Kg a cada 2 horas, durante 6 horas ( g em 6 horas) * Hc de alto IG

45 QUADRO 2 -Grau de recomendação A = Sempre usar. Recomendação conclusiva, sendo adotada por unanimidade; conduta conclusivamente útil e segura; eficácia e segurança comprovadas. Quase sempre se requer níveis de evidência 1 ou 2 para que este grau de recomendação seja adotado. B = Deve ser geralmente indicada. Recomendação considerada aceitável, mas com ressalvas; conduta aceitável e segura; grande potencial de utilidade, mas ainda sem comprovação conclusiva, com nível de evidência menos sólido. C = Fica a critério pessoal usar. Recomendação indefinida; conduta a respeito da qual não há evidência segura a favor ou contra, quanto à eficácia e segurança. D = Em geral não se deve usar. Conduta não recomendada, embora possa em algum contexto excepcional ser adotada, tratando-se de opção muito fraca; evidência mínima de eficácia e segurança, embora se vislumbre algum potencial de utilidade em algumas circunstâncias. E = Nunca usar. Não recomendada por unanimidade.

46 QUADRO 1 -Nível de evidência Nível 1: evidência baseada em muitos estudos randomizados, controlados, amplos, concordantes e com poder estatístico adequado; preferencialmente com revisão sistemática conclusiva. Nível 2: evidência baseada em poucos estudos randomizados, controlados, concordantes e de médio porte ou metanálises de vários estudos desta natureza, pequenos ou de médio porte. Nível 3: evidência baseada em poucos estudos randomizados, controlados e de ótima qualidade. Nível 4: evidência baseada em mais de um estudo coorte, de ótima qualidade. Nível 5: evidência baseada em mais de um estudo caso-controle, de qualidade. Nível 6: evidência baseada em mais de uma série de casos de alta qualidade. Inclui registros. Nível 7: evidência baseada apenas em: extrapolações de resultados coletados para outros propósitos (testar outras hipóteses); conjecturas racionais, experimentos com animais, ou baseados em modelos mecanísticos de fisiopatologia e/ou mecanismos de ação; conduta antiga baseada em prática comum; opiniões sem referência a estudos an

47 PROTEÍNA

48 PROTEÍNA Fonte de aminoácidos Síntese protéica: músculos (anabolismo), hormônios, enzimas, tecidos... Transporte Fonte de Energia FORMADAS POR COMBINAÇÕES DE 20 AAS EM DIFERENTES PROPORÇÕES. 2 AAS = DIPEPTÍDEO 3 AAS = TRIPEPTÍDEO UMA PROTEÍNA PODE TER 400 OU + AAS. Não há reserva de PROTEÍNA ou de AAS livres no organismo, mas há um Pool de aminoácidos em estado de equilíbrio dinâmico..

49 PROTEÍNA Aminoácidos Essenciais: isoleucina, leucina, valina (BCAA), lisina, treonina, metionina, triptofano, fenilalanina e histidina. Aminoácidos não essenciais: glicina, alanina, serina, cistina, tirosina, ácido aspártico, ác. Glutâmico, prolina, hidroxiprolina, arginina.

50 A adequação da ingestão de proteínas tem sido baseada nos estudos do balanço nitrogenado. Quando a ingestão de N (proteínas dietéticas) é igual a sua excreção = balanço nitrogenado A excreção de N inferior ao seu consumo é denominado balanço nitrogenado positivo A excreção de N superior ao seu consumo é denominado balanço nitrogenado negativo Proteínas e Exercício

51 Estudos do Balanço Nitrogenado do organismo A capacidade de manutenção do balanço nitrogenado durante o exercício parece depender : 1. Do estado de condicionamento físico do individuo; 2. Da qualidade e da quantidade das proteínas consumidas; 3. Do total de calorias consumidas; 4. Do estoque de carboidratos do corpo (glicogênio); 5. Da intensidade, duração e tipo do exercício. (Fases de treinamento)

52 Balanço Calórico Importante estar em balanço calórico!!!!!! Ou o destino dos aminoácidos muda.

53 Então, qual é a necessidade protéica de um atleta??????

54 Recomendações de proteínas Treinamento de força 1,4 a 1,8g/kg (SBME) Treinamento de força 1,4 a 1,8g/kg (SBME)

55 Hipertrofia: É o resultado do acúmulo de sucessivos períodos de balanço protéico positivo após exercício quando a proteína é consumida. Phillips S.M., Nutrition, v.20, p , 2004 Protein requirements and supplementation in strenght sports

56 Ao consumir proteína, a síntese protéica é maior que a degradação, sendo que com exercícios físicos + aminoácidos essenciais, aumenta-se a síntese protéica Wolfe, R.R, 2006.

57 Proteína Superior a 2g/Kg/d: Ingerir proteína animal pela dieta pode elevar o consumo de gordura saturada e colesterol; História familiar de doenças hepáticas e renais mais atenção; Dieta desbalanceada com excesso proteínas pode levar a redução do conteúdo mineral ósseo (cálcio).

58 Boas fontes de proteínas: AlimentoQuantidadeProteinas (g)Kcal Peito de frango sem pele 85g26140 Linguado assado ou grelhado 85g21100 Carne bovina magra85g26172

59 Conteúdo de carboidrato O conteúdo de carboidrato é inversamente proporcional à taxa de catabolismo protéico durante o exercício; Cuidar com a ingestão excessiva de CHO para não aumentar as reservas de gordura corporal (na prática o atleta nem sempre repõe o glicogênio).

60 Resistência aeróbia 1,2 a 1,6g.kg (SBME) moderado 1g.kg intenso 1,1 a 1,7 g.kg muito intenso 1,8 g.kg Recomendações de proteínas SBME GA E2

61 Treinamento de força 1,4 a 1,8g.kg-1 (SBME) Treinamento de força 1,4 a 1,8g.kg-1 (SBME) SBME GA E2 Conforme Kleiner: 1,6g/kg/d Novatos + 40% Força + aeróbio 1,8g/kg/d Vegetarianos: 2g/kg/d Fisiculturistas: 1,8 a 2,0g/kg/d (pré- competição) Conforme Kleiner: 1,6g/kg/d Novatos + 40% Força + aeróbio 1,8g/kg/d Vegetarianos: 2g/kg/d Fisiculturistas: 1,8 a 2,0g/kg/d (pré- competição) Conforme Temopolsky et al: Início do treinamento: 1,78g/kg/d Manutenção da musculatura: 1,2g/kg/d Praticantes não atletas: 0,88g/kg/d máx 2g/kg/d (Peter Lemon) Conforme Temopolsky et al: Início do treinamento: 1,78g/kg/d Manutenção da musculatura: 1,2g/kg/d Praticantes não atletas: 0,88g/kg/d máx 2g/kg/d (Peter Lemon) Proteína e Exercício

62 Proteínas e Exercício Sedentários : 1,0g/Kg Resistência aeróbia: 1,2 a 1,6g / Kg Treino de Força: 1,4 a 1,8g / Kg Novatos: 1,8g / Kg P/ treino diário não menos que 1,4g/Kg (SBME)

63 Renovação Protéica Diária 70g trato intestinal 25 g sangue 75g tecido muscular 5 g pele 175 g / 70 kgs = 2,5g

64 Matérias-Primas Normalmente Utilizadas na Indústria de Suplementos Nutricionais

65 PROTÉICOS - Whey Protein - Albumina - Proteína Isolada de Soja - Colágeno - Proteína Hidr. Trigo - Proteína Bioativa

66 Colostro Bovino Primeiro leite produzido pelas glândulas mamárias após o parto, contém altas concentrações de hormônio do crescimento e fatores de imunidade. Shing, C.M. et al, Br J Sport Med, 2006

67 Suplementos Alimentares São os alimentos especialmente formulados ou processados, nos quais se introduzem modificações no conteúdo de nutrientes, adequados à utilização em dietas diferenciadas e ou opcionais, atendendo às necessidades de pessoas em condições metabólicas e fisiológicas específicas. Portaria n º 29, de 13 de janeiro de 1998

68 Portaria n º 222, de 24 de mar ç o de 1998 Alimentos p/ Praticantes de Atividade F í sica 1. Repositores Hidroeletrol í ticos 2. Repositores Energ é ticos 3. Alimentos Prot é icos 4. Alimentos Compensadores (hipercal ó ricos) 5. Amino á cidos de Cadeia Ramificada

69 Repositores Energéticos São produtos formulados com nutrientes que permitam o alcance e ou manutenção do nível apropriado de energia para atletas

70 Alimentos Compensadores São produtos formulados de forma variada para serem utilizados na adequação de nutrientes da dieta de praticantes de atividade física

71 A Escolha do Hipercalórico Credibilidade do Fabricante % Proteína Ingredientes Qtde. de micronutrientes e fibras, Sabor e digestibilidade. Definir a dose junto ao paciente.

72 Protéicos São produtos com predominância de proteína(s), hidrolisada(s) ou não, em sua composição, formulados com o intuito de aumentar a ingestão deste(s) nutriente(s) ou complementar a dieta de atletas, cujas necessidades protéicas não estejam sendo satisfatoriamente supridas pelas fontes alimentares habituais

73 Escolhendo a fonte protéica

74 1. Definir a necessidade protéica 2. Distribuir entre as refeições, definindo as fontes protéicas 3. Considerar possibilidades (financeira, estilo de vida, desejo do paciente, etc) 4. Escolha do tipo de suplemento de acordo com: -Momento da ingestão, -Preferência (pó, cápsula, líquido, tablete) -Velocidade necessária de absorção

75 Aminoácidos Líquidos Aminoácidos Líquidos - Praticidade - Proteínas Hidrolisadas - 37 gramas de proteína/dose

76 Aminoácidos de Cadeia Ramificada (BCAA) Substrato Energético Anti-catabolismo < Fadiga Central Leucina, Isoleucina, Valina – Aas de cadeia ramificada. Tecido hepático – capaz de metabolizar os 20 aas. Músculo esquelético: somente BCAA, aspartato, asparagina e glutamato.

77 BCAA Recmendações: Necessidade estimada de Leucina Ex.: Homem 70 Kgs. Instituto Colgan = 4,2 g Anvisa = 980 mg Prática = 3 a 4 g BCAANecess. dia Leucina10 mg/Kg Isoleucina14 mg/Kg Valina10 mg/Kg Fonte: RDA/NAS, 1989

78 Cafeína Estimulante do SNC Menor percepção do esforço Maior mobilização de ácidos graxos Consumo moderado não causa Desidratação ou desequilíbrio de Eletrólitos.

79 Consulta Pública nº 60, de 13/11/2008 D.O.U de 14/11/2008 Alimento para atletas: produto especialmente formulado para auxiliar os atletas a suprir suas necessidades nutricionais adicionais com o objetivo de rendimento. Esse produto visa complementar a alimentação do atleta e não deve ser utilizado como substituto de refeições ou única fonte alimentar.

80 Consulta Pública nº 60, de 13/11/2008 Alimentos para Atletas 1. Repositores Hidroeletrol í ticos para atletas 2. Repositores Energ é ticos para atletas 3. Suplemento Prot é ico para atletas 4. Suplemento Alimentar para atletas em situa ç ões especiais 5. Compostos Nitrogenados e outras substâncias para atletas 5.1 Suplemento de creatina para atletas 5.2 Suplemento de cafe í na para atletas

81 Repositores Hidroeletrolíticos Consulta Pública nº 60, de 13/11/2008 Repositores Hidroeletrolíticos Forma Líquida Água, sal e carboidrato (4 a 8%) Não conter vitaminas e minerais O consumo deste produto nas provas de longa duração deve obedecer à orientação de nutricionista ou médico, pois o excesso pode ser prejudicial à saúde do atleta.

82 Consulta Pública nº 60, de 13/11/2008 Este alimento é destinado exclusivamente a atletas sob recomendação de nutricionista ou médico e não substitui uma alimentação equilibrada. Este produto não deve ser consumido por crianças, gestantes, idosos e portadores de enfermidades.

83 Recursos Ergogênicos Recursos Ergogênicos Substância ou artifício adotados visando a melhora do desempenho. ERGON: TRABALHO GENNAN: PRODUÇÃO

84 Inovações Tecnológicas L-Glutamina Creatina Arginina CLA HMB Cafeína

85 Creatina Ergogênico mais popular Glicina, arginina e metionina são envolvidos na síntese de creatina. Maior armazenamento – músculos Aumenta reserva de PCr. Seu metabólito (creatinina) é filtrada pelos glomérulos e excretado pela urina. 0,5% nos alimentos

86 Creatina - 20 gramas ao dia (4 x 5g) por 5 a 7 dias, Nível máximo de estoque. -Manutenção : 2 a 5 g / dia. -3 g / dia por 28 dias -Níveis se mantém por 2 meses. * Evidências nos últimos 15 anos de estudo têm associado a creatina com maior capacidade de explosão e aumento da potência nos treinos, o que gera efeito anabólico. (Deldicque et al, 2008) * Estudos recentes comprovam a eficácia e segurança da suplementação de creatina em condições de calor e umidade. Os resultados sugerem que a suplementação de creatina pode diminuir o risco de desidratação durante o exercício. (Dalbo, V.J et al., 2008)

87 CLA – Ácido Linoléico Conjugado Grupo de isômeros do ácido linoléico Óleo de cártamo é fonte deste ácido Naturalmente encontrado em proteína animal. Isômero eficaz: Cis-9, trans-11.

88 POSSÍVEIS MECANISMOS DE AÇÃO Diminuição da lipase lipoprotéica; Aumenta da atividade da lipase hormônio sensível e consequente lipólise nos adipócitos; Aumento da oxidação de ÁG no músculo e nos adipócitos devido ao aumento de carnitina palmitol transferase; Indução da lipólise pelas catecolaminas. Homens obesos parecem ter maior habilidade de mobilização de gordura abdominal visceral. Aumento da apoptose dos adipócitos ou diminuição do tamanho da célula; Indução na expressão gênica de proteínas desacopladoras, o que aumenta a termogênese...

89 Redução de efeitos anticarcinogênicos; Melhora da função Imune Reduz Inflamação Reduz asma (modelos animais) Reduz Aterosclerose Previne Reganho de peso Ganho de massa magra Diminuiu sintomas de diabetes Diminui hipertensão » AM J Clin Nutr, 2004; 79. EFEITOS OBSERVADOS

90 HMB Produzido a partir de metabólito da Leucina. Possíveis propostas ergogênicas Aumento de força; Aumento de massa magra Diminui catabolismo protéico e/ou lesão; Reduz gordura corporal

91 Bons Treinos e Obrigada! Érica Fernanda Zago Nutricionista


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