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EXAMES LABORATORIAIS ESTUDO LABORATORIAL HEMOGRAMA: O conjunto de informações que nos é fornecido pelo hemograma abrange três séries: vermelha, plaquetária.

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2 EXAMES LABORATORIAIS

3 ESTUDO LABORATORIAL HEMOGRAMA: O conjunto de informações que nos é fornecido pelo hemograma abrange três séries: vermelha, plaquetária e branca. Série Vermelha: Hemácias a por mm 3 Hematocrito 40% a 45% Hemoglobina 13% a 15% Plaquetas a por mm 3

4 Série Branca Leuc ó citos 5 a 8 mil/mm 3 Contagem Diferencial % por mm 3 Neut. Mielócitos Neut Metamielócitos Neut. Bastões Neut. Segmentados Eosinófilos Basófilos Linfócitos Monócitos

5 REFERENCIAL BIOQUÍMICO: creatinofosfoquinase mb mU/l ou Ul/l desidrogenase lática U/ml troponina I < 2 U/ml mioglobina < 90 U/ml amilase U/ml ou 0,8 - 3,2 Ul/l bilirrubuna direta 0,4 mg% bilirrubina indireta 0,3 mg% bilirrubina total 0,7 mg% lipase 2 U/ml transaminase exalo-glutâmica U/ml ou Ul/l transaminase pirúvica U/ml ou Ul/l

6 ELETRÓLITOS: cálcio2,2 a 2,5 mmol/l magnésio0,6 a 1,0 mmol/l potássio3,2 a 4,5 mmol/l uréia3,0 a 7,0 mmol/l glicose< 100 U/l proteínas total63 a 81 g/l albumina36 a 50 g/l colesterol total4,0 a 7,0 mmol/l triglicerídio0,4 a 1,8 mmol/l

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8 O diagnóstico cardiovascular baseia-se em um tripé: História clínica Exame físico Exames complementares Estudo Laboratorial Métodos Diagnósticos

9 MÉTODOS DIAGNÓSTICOS INVASIVOS: Ecografia transesofágica Cintilografia Cateterismo cardíaco NÃO INVASIVOS: Eletrocardiograma de repouso (ECG) Radiografia de tórax Monitorização do ECG por Holter Ecocardiograma Teste de esforço Tomografia do coração e vasos Ressonância magnética do coração e vasos (RM) Ultrassom vascular

10 INDICAÇÃO: Confirmar ou controlar evolução de uma doença cardíaca já confirmada por outros métodos diagnósticos. ELETROCARDIOGRAMA DE REPOUSO ELETROCARDIOGRAMA DE ESFORÇO Necessita ser acompanhado de um outro (esteira ou bicicleta ergométrica), o que já o torna mais oneroso.

11 INDICAÇÃO: Avaliar atividade elétrica do coração. Confirmar o diagnóstico de angina. Determinar a severidade da limitação causada pela angina. Determinar o prognóstico com doença coronária conhecida, inclusive nos infartados em recuperação, a fim de detectar os pacientes de risco maior ou menor. Avaliar a resposta ao tratamento. Também usado como screening para descobrir, entre a população assintomática, os portadores de doença.

12 PREPARO: Colocar o paciente deitado, posicionar os eletrodos periféricos e precordiais, retirar objetos metálicos e afastar pés e mãos das grades da cama. CUIDADOS POSTERIORES: Identificar o papel eletrocardiográfico com hora, data e nome.

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15 INDICAÇÃO: Visualização global, com interesse nas partes moles, ósseas, área cardíaca, pulmão e circulação pulmonar.

16 PREPARO: Posicionar o paciente de acordo com a incidência utilizada: póstero-anterior, perfil esquerdo, oblíqua anterior direita, oblíqua anterior esquerda. CUIDADOS POSTERIORES: Retornar o paciente a uma posição confortável.

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19 INDICAÇÃO: Registro eletrocardiográfico por períodos longos, com a finalidade de estudar distúrbios do ritmo. O paciente tem instalado em seu tórax um sistema sofisticado de análise da variabilidade do ritmo cardíaco durante as 24 horas do dia sem se eximir de suas atividades cotidianas. Toda a atividade elétrica do período de monitorização é armazenada em um dispositivo de fita cassete comum que através de uma leitora especial interpreta estes dados e os repassa para um sistema computadorizado de alta capacidade de processamento e memória.

20 PREPARO: Explicar a necessidade de registro das atividades; não molhar os eletrodos; tricotomizar áreas de colocação de eletrodos; anotar hora de início. CUIDADOS POSTERIORES: Anotar hora de término.

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22 INDICAÇÃO: Permite avaliar as medidas e a mobilidade das paredes das diferentes cavidades do coração, as válvulas cardíacas e sua capacidade funcional, o fluxo do sangue e a direção desse fluxo. Revela ainda anomalias congênitas ou adquiridas do coração. Analisa o pericárdio, revelando e a presença ou não de derrames. Por dados obtidos no ecocardiograma, podemos avaliar a função do coração e através de exames periódicos fazer um diagnóstico evolutivo de doenças e suas conseqüências.

23 INDICAÇÃO: Permite a avaliação de shunts intracardíacos; avaliação coronariana pré e pós-obstrução.

24 PREPARO: Injeção de qualquer líquido por via venosa. CUIDADOS POSTERIORES: Atentar condições do acesso venoso.

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26 INDICAÇÃO: Detectar a velocidade do fluxo sanguíneo e sua turbulência nas câmaras cardíacas; obter débito cardíaco por meio não invasivo.

27 PREPARO: Nenhum preparo especial. CUIDADOS POSTERIORES: Retirar excesso de gel condutor.

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30 INDICAÇÃO: Avaliação de função miocárdica durante o esforço.

31 PREPARO: Acoplar à mesa, onde fazemos o ecocardiograma, uma bicicleta ergométrica. CUIDADOS POSTERIORES: Avaliar condições gerais do paciente e pressão arterial.

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33 INDICAÇÃO: Mostrar anormalidades cardíacas que só ocorrem com o exercício.

34 PREPARO: Monitorizar o paciente; monitorizar pressão arterial OBS: contra-indicar em caso de angina ou quadros respiratórios agudos. Evitar beta-bloqueadores até 4 hora antes do exame.

35 CUIDADOS POSTERIORES: Deixar que o paciente relaxe e descanse; medir pressão arterial em repouso.

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37 INDICAÇÃO: Permite a avaliação de pericardite, derrame pericárdico, calcificação coronariana, anomalias de arco aórtico e trombos intracavitários.

38 PREPARO: Nenhum preparo especial. Cuidados especiais com a utilização de contrastes que contenham iodo. CUIDADOS POSTERIORES: Nenhum cuidado especial.

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40 A sua vantagem sobre a TC é a de não ser prejudicial ao organismo por não ser uma energia ionizante, gerar imagens de alta resolução sem usar contrastes, dar imagens tridimensionais, ter alto índice de contraste quanto aos diferentes tecidos e produzir imagens que não são distorcidas pela presença de ar ou líquidos em torno das estruturas que se quer observar.

41 INDICAÇÃO: O exame é particularmente útil para diagnosticar doenças da aorta, do pericárdio, doenças congênitas antes ou depois de correções cirúrgicas, doenças do músculo cardíaco, principalmente, tumores cardíacos ou do pulmão que, por vizinhança, tenham invadido o coração. A ressonância magnética pode também ser usada para avaliar a morfologia das câmaras cardíacas, a função global ou regional dos ventrículos e a existência de regurgitações valvulares.

42 CUIDADOS POSTERIORES: Nenhum cuidado especial. PREPARO: O paciente deve permanecer imóvel durante o exame; retirar quaisquer objetos de metal. Não é recomendada caso o paciente tenha algum metal em seu corpo, como: marca-passo, implante eletrônico, grampo, fragmentos metálicos e próteses. E importante informar se o paciente tiver realizado qualquer cirurgia ou possua algum objeto metálico em seu corpo. Em algumas situações especiais torna-se necessária a autorização prévia e por escrito do médico.

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44 INDICAÇÃO: Permite um detalhamento da imagem seccionada da parede do vaso.

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46 É uma ecografia semelhante as não invasoras, em que o aparelho é colocado dentro do esôfago, o que, pela proximidade do coração, permite uma melhor avaliação dos detalhes de algumas válvulas cardíacas. É particularmente útil no diagnóstico de lesões em válvulas causadas pela endocardite.

47 PREPARO: Nenhum preparo especial. Jejum de 4 horas antes do exame. CUIDADOS POSTERIORES: Nenhum cuidado especial.

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49 (CINTILOGRAFIA) É um teste em que a captação de um radioisótopo pelo músculo cardíaco é proporcional à sua perfusão. Pode-se fazer o exame em repouso ou sob esforço físico ou farmacológico. Zonas isquêmicas menos perfundidas serão reveladas.

50 INDICAÇÃO: Quando o ECG de repouso ou esforço é difícil de interpretar devido alterações como bloqueio de ramo, baixa voltagem, alterações metabólicas. Para confirmar ou invalidar o resultado de um ECG de esforço, quando o traçado não concorda com o quadro clínico. Localizar a zona de isquemia. Diferenciar uma área de isquemia de um infarto. Para confirmar a revascularização depois de uma cirurgia de bypass. Como um indicador de prognóstico em pacientes com doença coronária conhecida.

51 PREPARO: Administração endovenosa de substâncias nucleares (thecnesium, thalium 201). CUIDADOS POSTERIORES: Observar reação do paciente, durante e após o exame; oferecer bastante água.

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53 INDICAÇÃO: Permite a medida de pressões, filmagem e radiografias dos vasos e cavidades. (ACESSO ARTERIAL) Consiste na introdução de um cateter através de um vaso (artéria), no braço direito, esquerdo ou região inguinal. Pelo cateter é injetado um contraste radiológico a base de iodo.

54 PREPARO: Deve-se acompanhar o paciente por fluoroscopia; manter acesso venoso; jejum de 4 horas antes do exame, monitorizar o paciente; certificar-se de que o paciente não é alérgico à iodo; explicar as reações esperadas; tricotomizar região mediana do braço e inguinal.

55 CUIDADOS POSTERIORES: Manter acesso venoso por, pelo menos, 24 horas; manter monitorização cardíaca por, pelo menos, 24 horas; oferecer bastante líquido; manter membro imobilizado por, pelo menos, 12 horas; manter curativo local compressivo; observar sangramento local.

56 VARIAÇÕES TERAPÊUTICAS: - Angioplastia: Desobstrução de artéria coronária ou ponte de safena que esteja comprometida por uma placa de gordura ou um coágulo. É feita usando-se um balão que, posicionado e inflado no ponto de estrangulamento, restitui a circulação no vaso. - Stent coronário: Fixação de uma tela de aço inoxidável na parede interna do vaso desobstruído, durante a angioplastia, para impedir novo estrangulamento.

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58 INDICAÇÃO: Permite avaliar câmaras cardíacas e válvula direita, além de obter medida de capilar pulmonar através do Cateter de Swan Ganz. (ACESSO VENOSO)

59 PREPARO: É necessário obter acesso venoso profundo; manter o paciente monitorizado; explicar objetivo do exame. CUIDADOS POSTERIORES: Geralmente este cateter permanece por, pelo menos, 72 horas; deve-se manter exclusividade do acesso venoso; observar local de inserção do cateter.

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62 FIM

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64 Indicação: Prévia para qualquer exame constratado do abdome Abdome agudo Lítiases Calcificações Fístulas bilio-digestivas Tumores

65 Alça intestinal distendida

66 Preparo: Laxantes Lavagem intestinal Cuidados: Nenhum cuidado específico

67 Indicação: Doenças esofagianas Doenças mediastínicas Megaesôfago chagásico

68 Preparo: Nenhum especial Cuidados posteriores: Nenhum especial

69 Indicação: Doenças gastroduodenal Doenças do pâncreas Tumores abdominais

70 Preparo: Jejum prévio Aspiração gástrica de véspera em caso de hipersecreção ou síndrome de estenose pilórica Injeção de contraste de bário sob radioscopia Variação da posição do paciente Solicitar compressão abdominal

71 Cuidados posteriores: Liberar dieta 2 horas após o exame Oferecer bastante água

72 Indicação: Doenças do intestino delgado Síndromes diabsortivas

73 Obstrução de intestino delgado

74 Preparo: Igual ao do estômago e duodeno Radiografia de 30 em 30 minutos, até completar todo trânsito Radiografar após 24 horas Cuidados posteriores: Liberar a dieta 2 a 4 horas após o exame Oferecer bastante líquido

75 Indicação: Afecções de cólon Diagnóstico de divertículo

76 Clister Opaco que mostra de massa intra-abdominal na parede do sigmóide

77 Preparo: Laxativos na 2 noites anteriores Manter dieta leve no dia anterior Jejum prévio Lavagem intestinal 2 horas antes Suspensão de bário por via retal mais ar Cuidados posteriores: Liberar dieta 4 horas após o exame Oferecer bastante líquido

78 Indicação: Alteração de vesícula ou colédoco, com ou sem icterícia

79 Preparo: Jejum prévio Acesso venoso periférico Injeção de 20 a 40 ml de contraste de iodo Radiografias de 30 e 45 minutos depois (mostram canais biliares extra-hepáticos) Radiografias de 60 a 120 minutos após (mostram a vesícula constratada)

80 Cuidados posteriores: Atentar para reações alérgicas Manter acesso venoso por, pelo menos, 24 horas Liberar dieta 4 horas após o exame

81 Indicação: Diagnóstico diferencial entre icterícia obstrutiva e hepatocelular

82 Preparo: Atividade protrombínica acima de 70% Perioperatório de possível cirurgia imediata Anestesia local ou geral Introdução de agulha ou cateter (Shiba) para aspirar bile, retirando 20ml e substituir por contraste Acesso venoso periférico

83 Cuidados posteriores: Atentar par possíveis quadros de hemorragia Manter curativo oclusivo no local

84 Indicação: Estudo radiográfico da vascularização dos órgãos por injeção de contraste nas artérias (hepáticas, pancreáticas e mesentéricas)

85 Arteriografia de carótida Arteriografia renal

86 Preparo: Acesso venoso periférico Tricotomia da região inguinal Jejum 4 a 6 horas antes do exame Acompanhar o exame por fluoroscopia

87 Cuidados posteriores: Manter acesso venoso por 24 horas Manter curativo compressivo local Atentar para sangramento local Imobilizar o membro por 12 horas Observar perfusão periférica distal e sensório

88 Indicação: Exame de fígado e pâncreas na avaliação da icterícia, de massas abdominais, dor abdominal não explicada, investigação de sangramentos abdominais, avaliação de tumores, cálculos biliares

89 Preparo: Orientar para o paciente manter-se imóvel Cuidados posteriores: Nenhum especial

90 Indicação: Diagnóstico de cistos e tumores pancreáticos Estudos de massas intra-hepáticas Precisão de tamanho de cálculo e calibre das vias biliares intra e extra-hepáticas

91 Preparo: Deve ser efetuada antes dos estudos contratados É prejudicado em casos de distensão gasosa e em pacientes obesos Cuidados posteriores: Nenhum especial

92 Indicação: Investigação de tumores abdominais Preparo: Retirar objetos metálicos Necessidade do paciente manter-se imóvel Cuidados posteriores: Nenhum especial

93 Indicação: Hemorragia gastrointestinal alta Hérnia de hiato Corpo estranho Disfagia Estudo de mucosas gástricas e duodenais

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95 Preparo: Manter o paciente em decúbito lateral esquerdo Providenciar sedação Anestesia de orofaringe Jejum de 4 horas Explicar o procedimento Cuidados posteriores: Liberar dieta 2 a 4 horas após

96 Indicação: Visualização do cólon até altura do ângulo esplênico Sangramentos a esclarecer Colite ulcerativa Investigação e remoção de pólipos

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98 Preparo: Se o cólon estiver limpo, o exame pode ser feito sem qualquer preparo Se necessário, usar supositório de glicerina, laxativo, contudo, este preparo pode alterar o aspecto da mucosa Toque retal prévio Paciente em posição genupeitoral ou posição de Sims Cuidados posteriores: Manter privacidade do paciente Atentar para possíveis sangramentos posteriores

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100 Indicação: IRA / IRC Infecção urinária Obstrução urinária Diagnóstico e avaliação de tumores Hematúria total

101 Preparo: Restrição hídrica de alimentos de alto conteúdo aquoso durante pelo menos 12 horas Laxativo 12 horas antes do exame Lavagem intestinal Acesso venoso Cuidados posteriores: Manter acesso venoso por 24 horas Atentar para reações tardias Aumentar ingesta hídrica Medir pressão arterial

102 Indicação: Diagnóstico histopatológico de tumores Danos renais em doenças com diagnóstico já estabelecidos (glomerulo nefrite e síndrome nefrótica)

103 Preparo: Lombotomia percutânia Sedativo leve Fazer estudo de coagulação sanguínea prévia Solicitar apnéia no momento da punção Durante a punção: controlar PA, pulso e coloração das mucosas Cuidados posteriores: Curativo compressivo Paciente colocado em decúbito por 24 horas Observar coloração da urina Controlar sinais vitais

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105 Indicação: Estudos da traquéia, carina, brônquios principais e brônquios segmentares

106 Preparo: Sedação leve Anestesia tópica de orofaringe e traquéia Introdução de broncoscópio ou fibrobroncoscópio Cuidados posteriores: Não oferecer líquido de imediato Manter cabeceira discretamente elevada Observar coloração de mucosas e padrão respiratório

107 Indicação: Evidenciar líquido no espaço pleural Exame do líquido pleural Investigação de desvio de mediastino

108 Indicação: Considerar sempre como ato cirúrgico Posicionar o paciente reclinado para frente Controlar PA, pulso e frequência respiratória antes e durante a punção Solicitar apnéia no momento da punção

109 Cuidados posteriores: Curativo simples local Controlar pulso e PA de hora em hora nas primeiras 6 horas Manter cabeceira discretamente elevada Atentar para elevação da temperatura

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111 Indicação: Suspeita de meningites Tumores cerebrais Hemorragias cerebaris Polineurites Síndrome de Guillain Barré

112 Preparo: Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo, coma coluna lombar em flexão máxima, pernas fletidas sobre as coxas e sobre a bacia Selecionar agulha fina para punção Atentar para retirada de pequenas quantidades de líquor Explicar o procedimento Dar apoio emocional

113 Cuidados posteriores: Manter repouso durante 12 horas após punção Controlar PA de 15 em 15 minutos na primeira hora, 30 em 30 nas duas horas seguintes e de 1 em 1 hora até completar 12 horas Não levantar cabeceira além de 15 graus nas primeiras 12 horas Manter curativo local compressivo


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