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Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP.

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1 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP

2 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP CLAITON DE MOURA SILVA – PCNP BIOLOGIA GILMARA ADRIANA LIMA – PCNP CIÊNCIAS LÚCIA HELENA PEREIRA – PC EE PARQUE PIRATININGA Formadores do Curso 2

3 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP MGME – Abertura Oficial SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO – Prof. Dr. Herman Woorwald SECRETÁRIO ADJUNTO DA EDUCAÇÃO – Prof. João Carlos Palma Filho COORDENADORA DA EFAP – Silvia Galetta

4 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Segunda – 09/09 Programação – MGME Curso 2 Sexta – 13/09Terça – 10/09 Credenciamento Oficina de Tecnologia – salas Café Oficina do AVA – Laboratório de Informática Almoço Abertura oficial Palestras – Vídeo Sobre conceito, observação, Interpretações e representações no ensino de Ciências – Eduardo Galembeck Currículo no ensino de Ciências - Maria Lúcia Vital dos Santos Abib Café Progressão continuada – Luís Carlos Menezes È possível propor a formação de leitores e escritores na disciplina de Ciências? Se sim, como? – Suzani Cassiani Avaliação em Ciências da Natureza: desafios e reflexões – Felipe Bandoni de Oliveira Oficina: Ensino por investigação Café Oficina: Ensino por investigação Almoço Oficina: Situação de aprendizagem Oficina: situação de aprendizagem Café Oficina: Perfectiva de avaliação Contínua Almoço Palestra Currículo de Ciências na sala de aula nos tempos atuais – Olga Santa Encerramento

5 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP CIÊNCIAS CURSO 2

6 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP OBJETIVO GERAL Potencializar a ação docente, articulando os conteúdos das diferentes áreas, visando o aprimoramento das competências leitora e escritora dos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental.

7 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP PÚBLICO ALVO

8 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP ETAPAS DE EXECUÇÃO DOS CURSOS

9 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Formação continuada para professores de Ciências do Ensino Fundamental – anos finais, dividido em três etapas: 1ª Etapa : Encontro Presencial descentralizado= 24 horas (3 dias) 2ª Etapa: Curso: AVA/EFAP = 28 horas (1 mês) 3ª Etapa: Seminário descentralizado = 08 horas (1 dia) 32 horas presenciais e 28 horas a distância Certificação = 60 horas CURSO 2 - PROFESSORES

10 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP 3ª ETAPA – SEMINÁRIO – 8 HORAS Apresentação das vivências dos professores (Curso 2) através de um Seminário Descentralizado.

11 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP CRONOGRAMA - PROFESSOR EtapaPeríodo Curso 2 11º. Encontro Presencial- 24h26/08 a 28/09 2Etapa à distância- 28h31/08 a 29/09 3Seminário Descentralizado- 8h02/12 a 07/12 Curso 3 1AVA/EFAP- 80h30/09 a 11/12 Pós- curso Acompanhamento- Plataforma Professor 2.0Out/Nov/Dez

12 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP APRESENTAÇÃO DAS PALESTRAS Sobre conceitos, observações, interpretações e representações no ensino de Ciências. Prof. Dr. Eduardo Galembeck Formação de professores e reorganização curricular na educação em Ciências. Profª. Dra. Maria Lucia Vital dos Santos Abib

13 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP INTERVALO 20 Minutos.

14 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP APRESENTAÇÃO DAS PALESTRAS Progressão continuada. Prof. Dr. Luís Carlos de Menezes É possível propor a formação de leitores e escritores na disciplina de Ciências? Se sim, como? Profª. Dra. Suzani Cassiani Avaliação em Ciências da Natureza: desafios e reflexões. Prof. Dr. Felipe Bandoni de Oliveira

15 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP PARA O PRÓXIMO ENCONTRO O próximo encontro será realizado na sala de aula de acordo com as enturmações: Turma 1 – Claiton de Moura Silva Turma 2 – Gilmara Adriana Lima Turma 3 – Lucia Helena Pereira

16 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP AS OFICINAS 16

17 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 17 As Oficinas As oficinas acontecerão em três momentos: Oficina 1: Ensino por Investigação Oficina 2: Situação de Aprendizagem Oficina 3: Perspectiva de Avaliação Contínua

18 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 18 O Currículo da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo privilegia o trabalho com competências. As competências envolvem um grupo de habilidades, e as habilidades indicam as ações relativas aos conteúdos disciplinares. As Oficinas iniciarão com uma investigação dos temas, seguida da elaboração de Situação de Aprendizagem, finalizando com uma reflexão sobre a avaliação contínua. Dinâmica das Oficinas

19 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP 1ª Oficina Ensino por investigação 19

20 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Objetivos da Oficina 1 Elencar habilidades preconizadas no Currículo que permitam o trabalho com leitura e escrita. Observar a organização dos conteúdos básicos no currículo ao longo dos anos/séries. Construir uma problematização que mobilize para o tema. Selecionar um recurso didático que contemple um determinado gênero textual.

21 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 21 Conteúdos; Eixos Temáticos; Competências; Habilidades; Grupos de Competências do Saresp. Falando sobre:

22 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 22 Os conteúdos são o meio de organizar o trabalho pedagógico. Assim, os currículos de todos os sistemas de ensino apresentam os conteúdos que devem ser trabalhados para que a educação atue com uma formação básica comum, conforme orienta a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB 9394/96) no seu artigo 9º, e se complementa nos artigos 27, 30 e 79. Conteúdos

23 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 23 Eixos temáticos agrupam conteúdos com as mesmas características. No Currículo de Ciências encontramos 4 eixos que se repetem ao longo dos quatro anos: Vida e ambiente; Ciência e tecnologia; Ser humano e saúde; Terra e Universo. Eixos Temáticos

24 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Fonte: Currículo de Ciências da Natureza

25 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP 5ª SÉRIE/ 6º Ano Vida e Ambiente: O ambiente natural e o ambiente construído Ciência e Tecnologia: Materiais no cotidiano e no sistema produtivo Ser Humano e Saúde: Qualidade de vida: a saúde individual, coletiva e ambiental Terra e Universo: Planeta Terra: características e estrutura 6ª SÉRIE/ 7º Ano Terra e Universo: Olhando para o céu Vida e Ambiente: Os seres vivos e a biodiversidade Ciência e Tecnologia: Os seres vivos e a tecnologia Ser Humano e Saúde: Saúde – um direito do cidadão 7ª SÉRIE / 8º Ano Ser Humano e Saúde: Manutenção do organismo Vida e Ambiente: Manutenção das espécies Terra e Universo: O planeta Terra e sua vizinhança cósmica Ciência e Tecnologia: Energia no cotidiano e no sistema produtivo 8ª SÉRIE / 9º Ano Ciência e Tecnologia: Constituição, interações e transformações materiais Ser Humano e Saúde: Coordenação das funções orgânicas e preservação do organismo Vida e Ambiente: Relações com o ambiente Ciência e Tecnologia: Usos tecnológicos das radiações Eixos temáticos distribuídos de forma espiral no Currículo de Ciências

26 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 26 As competências cognitivas são as modalidades estruturais da inteligência, ou seja, o conjunto de ações e operações mentais que o sujeito utiliza para estabelecer relações com e entre os objetos, situações, fenômenos, pessoas etc. Envolve, geralmente, um conjunto de Habilidades. Fonte: Matriz de Referência Competências

27 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 27 As Habilidades são descritores da aprendizagem que se espera dos alunos, relativas aos conteúdos disciplinares. Elas indicam as ações pontuais que um indivíduo realiza frente a uma situação. O quadro apontando diversas Habilidades pode ser encontrado no Currículo de Ciências e na Matriz de Avaliação do SARESP. Fonte: Matriz de Referência Habilidades

28 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Slide 28 A Matriz de Avaliação do SARESP indica três grupos de competências: Competência de observar, Competência de realizar, Competência de compreender. Porém há outras competências que não se encontram nesse grupo, por exemplo, a de criar. Competências do Saresp

29 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Quadro de Competências e Habilidades na Avaliação do SARESP

30 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Distribuição de subtemas em grupos

31 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Consulte o Currículo de Ciências do Estado de São Paulo Identifique as habilidades e competências relacionadas ao subtema selecionado para o seu grupo. Aponte as habilidades relacionadas às competências leitora e escritora. Em que outro momento este tema é apresentado no currículo? É possível desenvolver esta(s) habilidade(s) em outro momento do ciclo? Selecione uma ou mais habilidades. A partir das habilidades e competências selecionadas construa uma problematização, propondo um questionamento motivador para o aluno resolver. Atividade em grupo

32 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP SOCIALIZAÇÃO DOS GRUPOS

33 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP 2ª Oficina Situação de Aprendizagem 33

34 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Objetivos da Oficina 2 Identificar as etapas de uma situação de aprendizagem. Construir a situação de aprendizagem, com foco nas competências leitora e escritora.

35 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Quais são as etapas de uma situação de aprendizagem? Situação de Aprendizagem

36 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP O que é uma situação de aprendizagem?

37 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Etapas da Situação de Aprendizagem Sondagem Problematização Contextualização Busca de dados de forma diversificada Aprendizagem significativa e evolução conceitual Sistematização do conhecimento Aplicação do conhecimento em situações novas

38 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP SONDAGEM No ensino, é, geralmente, de particular importância e necessidade elaborar mecanismos que permitam clarificar qual o grau de conhecimento que um aluno ou formando possui antes de ser iniciado no processo de ensino- aprendizagem de uma determinada matéria, disciplina ou ciclo de estudos ( fonte: da-avaliacao-diagnostica/, acesso em 17/07/2013 )ttp://www.quadrodehonra.pt/blog/importancia- da-avaliacao-diagnostica/

39 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP PROBLEMATIZAÇÃO A Metodologia da Problematização inicia-se ao incitar o aluno a observar a realidade de modo crítico, possibilitando que o mesmo possa relacionar esta realidade com a temática que está estudando, esta observação mais atenta permitirá que o estudante perceba por si só os aspectos interessantes, que mais o intrigue. Dentre esses aspectos, alguns serão ressaltados como destoantes, contrastantes etc., a partir das idéias, valores(...) acumuladas pelos alunos(...) (BERBEL, 1995). A partir dos conhecimentos prévios os alunos e professores serão capazes de perceberem os aspectos problemáticos desta realidade analisada. (fonte: discussoes/a-metodologia-da-problematizacao-e-suas-etapas.php, acesso em 16/07/2013)http://www.uel.br/grupo-estudo/geeep/pages/sintese-das- discussoes/a-metodologia-da-problematizacao-e-suas-etapas.php

40 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP CONTEXTUALIZAÇÃO Ato de vincular o conhecimento à sua origem e à sua aplicação. A ideia de contextualização entrou em pauta com a reforma do ensino médio, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB nº 9.394/96), que acredita na compreensão dos conhecimentos para uso cotidiano. ( fonte: docente/contextualizacao.htm, acesso em 16/07/2013 )ttp://educador.brasilescola.com/trabalho- docente/contextualizacao.htm

41 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP BUSCA DE DADOS DE FORMA DIVERSIFICADA É basicamente um processo de aprendizagem tanto do indivíduo que a realiza quanto da sociedade na qual esta se desenvolve. A pesquisa como atividade regular também pode ser definida como o conjunto de atividades orientadas e planejados pela busca de um conhecimento ( fonte: acesso em 17/07/2013 ). Pode ser de diversas maneiras, de forma que haja uma comunicação entre a informação e o aluno.http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisa

42 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Aprendizagem significativa e evolução conceitual É o conceito central da teoria a aprendizagem de David Ausubel.aprendizagemDavid Ausubel Segundo Marco Antônio Moreira "aprendizagem significativa é um processo por meio do qual uma nova informação relaciona-se, de maneira substantiva (não- literal) e não-arbitrária, a um aspecto relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo". Em outras palavras, os novos conhecimentos que se adquirem relacionam-se com o conhecimento prévio que o aluno possui.Marco Antônio Moreira (fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem_significa tiva, acesso em 16/07/2013)ttp://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem_significa tiva

43 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Sistematização do conhecimento A sistematização é uma ação do educador e deve ser feita durante todo o processo. Sobre isso, Itzcovich indica em seu livro: "As crianças resolvem problemas de maneira intuitiva, e é essencial que o professor reconheça os procedimentos como válidos. Assim, o aluno sabe que o que foi útil para uma resolução pode ser generalizado a outras situações ( fonte: 1/novo-jeito-ensinar-tabuada shtml?page=3, acesso em 17/07/2013 )http://revistaescola.abril.com.br/fundamental- 1/novo-jeito-ensinar-tabuada shtml?page=3

44 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Aplicação do conhecimento em situações novas Comparação entre produção inicial e produção final. Propor situações em que os alunos possam aplicar o conhecimento desenvolvido no decorrer do processo ( fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Sequ%C3%AAncia_di d%C3%A1tica, acesso em 17/07/2013 ). ( fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Sequ%C3%AAncia_di d%C3%A1tica

45 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Exemplo de uma Situação de Aprendizagem Caderno do aluno 5ªsérie (6ºano) – Volume 1, versão Situação de Aprendizagem 6 – páginas 34 a 41.

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54 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Recuperação

55 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Elaborando uma Situação de Aprendizagem Elabore uma Situação de Aprendizagem partindo do subtema, das habilidades e competências selecionadas na Oficina 1. Utilize um recurso didático e não se esqueça de focar seu trabalho nas competências leitora e escritora. Vale ressaltar que as salas são heterogêneas.

56 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP SOCIALIZAÇÃO DOS GRUPOS

57 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP 3ª Oficina Perspectiva de Avaliação Contínua 57

58 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Objetivos da Oficina 3 Discutir a importância da avaliação no processo de aprendizagem. Refletir sobre os instrumentos de avaliação contínua, atrelados ao desenvolvimento das competências leitora e escritora. Elaborar estratégias para retomada dos conteúdos.

59 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Quais instrumentos de avaliação contínua você conhece? Quais você usa rotineiramente para avaliar seus alunos? Avaliação

60 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP Na Situação de Aprendizagem elaborada na oficina 2, analise os instrumentos de avaliação e verifique se contemplam a avaliação contínua. Proponha estratégias de intervenção para retomar as habilidades que não foram desenvolvidas. Vale ressaltar que as salas são heterogêneas. Avaliação contínua

61 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP SOCIALIZAÇÃO DOS GRUPOS

62 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP LIÇÃO DE CASA Criar uma situação de aprendizagem com um dos 4 eixos do Currículo oficial do Estado de São Paulo, obedecendo o subtema da série contemplando a competência leitora e escritora. Registrar em portfólio e PPT.

63 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo CGEB/EFAP BRASIL. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº. 9394/96 de 20 de dezembro de Brasília, SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Ciências. São Paulo: SEE, SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Caderno do Professor: Ciências, Ensino Fundamental – 5ª Série, Volume 1. São Paulo: SEE, SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Saresp 2008: Matriz de Referência para a Avaliação: Documento Básico. São Paulo: SEE, SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: SEE, ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: Como Ensinar. Porto Alegre: Artmed, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


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