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Professora Melissa Franchini Cavalcanti Bandos: Centro Universitário de Franca - UNIFACEF Painel do 9º Congresso Brasileiro de Sistemas Palmas, Tocantins,

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1 Professora Melissa Franchini Cavalcanti Bandos: Centro Universitário de Franca - UNIFACEF Painel do 9º Congresso Brasileiro de Sistemas Palmas, Tocantins, Brasil 24 de outubro de 2013

2 QUESTÕES CENTRAIS: Discutir as possibilidades a partir da efetiva prática sistêmica. O pensamento e a prática são operacionais? O pensamento sistêmico é um procedimento ou um estado? Como transformar nossas organizações?

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4 Pensamento Sistêmico O pensamento sistêmico desenvolvido em meados do século passado por Bertalanffy, criador da Teoria Geral de Sistemas (TGS), e reforçado pela inauguração da Society for General Systems Research (SGSR) em hoje International Society for the Systems Science (ISSS) (MARTINELLI; VENTURA, 2006) – veio dar grande contribuição ao modo de se ver a ciência e ao próprio mundo. Somam-se mais de seis décadas de divulgação de ideias e conceitos que propõem que o todo é maior que a soma das partes, ( BERTALANFFY, 1975) ou seja, um sistema é um todo integrado cujas propriedades não podem ser reduzidas às propriedades das partes. Quando as partes estão agregadas e formando o todo, este se torna uma estrutura independente com papel distinto do papel das partes.

5 Pensamento Sistêmico Ressalvas: 1) Atribui-se a terminologia Pensamento Sistêmico a Michael Jackson – difundiu a ideia de maneira mais ampla na década de 90. 2) Vasconcellos (2007) deixa claro que não é preciso conhecer a Teoria Geral de Sistemas para se pensar sistemicamente.

6 Pensamento Sistêmico A arte de enxergar, ao mesmo tempo, a floresta e as árvores.

7 Pensamento Sistêmico O pensamento sistêmico abre o espectro de visão ao contemplar as variáveis de um sistema em sua dinâmica e multilateralidade, contrapondo ao pensamento cartesiano, analítico e enfático nas partes. A weltanschauung do indivíduo é considerada ao se buscar o equilíbrio sistêmico. Como manter uma mente sistêmica???

8 Como manter uma mente sistêmica Ampliar o foco de observação complexidade Descrever com o verbo estar Acatar outras descrições instabilidade intersubjetividade Fonte: Adaptado de VASCONCELLOS (2007) Vendo sistemas de sistemas, contextualizar o fenômeno e focalizar as interações recursivas Trabalhar com a mudança no sistema e admitir que não controla o processo (Processo em curso) Reconhecer-se como parte do sistema e atuar na perspectiva de co- construções das soluções (Relações intersistêmicas e intrassistêmicas)

9 Prática Sistêmica Ao adotar uma visão de mundo sistêmica – o ser humano (profissional, cientista, homem comum) terá ULTRAPASSADO seu paradigma e sua visão de mundo tradicional, adotando esse novo paradigma (VASCONCELLOS, 2007). Destaco: Pensando e agindo de maneira Sistêmica Considero que, a partir do momento que há uma prática sistêmica há um pensamento sistêmico por trás, contudo, a recíproca não é verdadeira, pois se pode pensar sistemicamente e agir de maneira cartesiana.

10 É comum (no sentido de usual) pensar sistemicamente no Brasil? A educação brasileira assim como está concebida estimula o indivíduo a ter uma mente sistêmica? E por consequência, há práticas sistêmicas? Prática Sistêmica

11 A educação brasileira – momento em que se têm contato com a ciência (mesmo que inicialmente) – leva o indivíduo a pensar de maneira cartesiana, analítica e enfática nas partes. O ser humano é estimulado, desde pequeno, a entender cada parte e somá-las para compreender o todo. Pode-se até considerar que esta realidade vêm mudando nos dias atuais em algumas escolas, principalmente privadas, em razão das exigências ambientais. Contudo, a base da educação brasileira ainda é cartesiana. Não se estimula a criança a olhar a complexidade, visualizar o processo em curso (a instabilidade) e se considerar parte do processo.

12 Assim, não se estimula a pensar sistemicamente, nem nos primeiros bancos escolares, bem como em algumas graduações (ao analisar uma formação avançada). COMO ENCONTRAR PRÁTICAS SISTÊMICAS? A atual dinâmica do mundo, complexidade que estamos inseridos, está obrigando as pessoas a adotarem práticas sistêmicas, e como anteriormente considerado, se há a prática, há o pensamento por trás (mesmo que sem embasamento teórico). Mesmo com uma educação cartesiana pode-se (ou podia-se) encontrar pessoas agindo sistemicamente e ao reconhecer essa ação no contexto científico, passa-se a estudá-la.

13 Contudo, o que foi considerado anteriormente podia acontecer, mas em menor escala, isto é, em um contexto nacional do passado pessoas agindo sistemicamente. Atualmente, vê-se com frequência: a velocidade e a quantidade de informações que permeiam as organizações e as instituições tem obrigado os indivíduos a pensar e agir sistemicamente, mesmo que muitas vezes não saibam que estão pensando e agindo assim; hoje há uma necessidade de se analisar o todo maior que a soma das partes, por isso, a insistente e obrigatória presença da interdisciplinaridade no contexto.

14 Como transformar as Organizações? As organizações, no complexo contexto, são sistemas abertos, isto é, têm uma interface com o ambiente (influenciam e são influenciadas) e exigem práticas sistêmicas frente às oportunidades e desafios as quais são submetidas.

15 Organizações como Sistemas Abertos Processo de Transformação EntradasSaídas Feedback Objetivos AMBIENTE Controle e Avaliação AMBIENTE

16 Como transformar as Organizações? Assim, ações sistêmicas são requeridas para sobreviver nesse contexto interdisciplinar e sistêmico ao qual estão submetidas as organizações. Isto porque, surgem situações-problemas e diversas decisões requeridas, e para lidar com a diversidade de informações, a prática sistêmica é fundamental para estabelecer o equilíbrio de fato no sistema. Se a solução for cartesiana, possivelmente o problema voltará, pois não terá sido possível a análise do todo, e sim de a análise de partes do problema.

17 Nesse sentido, é fundamental que os seres humanos pensem e ajam de maneira sistêmica, tendo em vista que o mundo é integrado e composto de diversos subsistemas interrelacionados. COMO?

18 Faz-se necessário a ULTRAPASSAGEM mencionada por Vasconcellos (2007). Ao contextualizarmos as organizações como empresas, podemos falar em APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL - enunciada por Senge (1990) A Quinta Disciplina - A arte e a prática da Organização que Aprende. Learning organizations.

19 APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL As learning organizations – são organizações nas quais as pessoas expandem continuamente a sua capacidade de criar resultados que realmente desejam, em que se estimulam padrões de pensamentos novos e abrangentes, a aspiração coletiva ganha liberdade para que as pessoas aprendem continuamente e juntas. As organizações que aprendem são viáveis porque todos somos aprendizes – e aprender faz parte da natureza humana, adoramos aprender.

20 Características que prejudicam a aprendizagem: Existem, entretanto, certas características que prejudicam ou incapacitam à aprendizagem : Comprometimento excessivo das pessoas com sua posição na organização, sem preocupação com o todo; Atribuição de culpa e responsabilidade a fatores externos. Culpa-se outros departamentos, o governo, a concorrência e não se reconhecem deficiências internas; Ilusão de que ser proativo significa atacar os outros que estão no ambiente externo, sem reconhecer a necessidade de mudança interna;

21 Preocupação com eventos imediatos, que impede a visão de padrões de mudança de longo prazo; Incapacidade de perceber mudanças graduais, que representam ameaças maiores do que eventos imediatos; Ilusão de que a aprendizagem resulta apenas da experiência. As pessoas aprendem também, mas não exclusivamente com experiência. Em ambientes complexos, muitas ações não produzem experiência imediata, de modo que as pessoas não aprendem; Mito de que a alta administração é coesa e tem consenso, nem sempre é assim.

22 Senge (1990) propõe cinco disciplinas para combater essas dificuldades: 1. Domínio Pessoal (auto-controle, disciplina pessoal); 2. Modelos Mentais (trabalhar os modelos mentais); 3. Visão Compartilhada; 4. Aprendizagem em equipe (inteligência do grupo); 5. Pensamento Sistêmico.

23 Praticar uma disciplina é ser um eterno aprendiz; Não se chega a um lugar estático, mas se aprimora, continuamente. Quanto mais se sabe, mas se sabe que não sabe. Não existe excelência em aprendizagem, pois trata-se de um processo contínuo.

24 Referências BERTALANFFY, L.V. Teoria Geral de Sistemas. Petrópolis: Vozes, CAVALCANTI, Melissa Franchini; PAULA, Verônica Angélica de. Teoria Geral de Sistemas I. Cap.1. In: MARTINELLI, Dante Pinheiro; VENTURA, Carla Aparecida Arena (Orgs). Visão Sistêmica e Administração. São Paulo: Saraiva, MARTINELLI, Dante Pinheiro; VENTURA, Carla Aparecida Arena (Orgs). Visão Sistêmica e Administração. São Paulo: Saraiva, Introdução. VASCONCELLOS, Maria José Esteves de. Pensamento Sistêmico: O Novo Paradigma da Ciência. São Paulo: Papirus, SENGE, Peter. A Quinta Disciplina. Best Seller, 1990.

25 OBRIGADA!


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