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Prof. Marcelo Gandolfi da Silva Multimídia em aulas de História Atualidades 2008 www.historiageral.net.

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2 Prof. Marcelo Gandolfi da Silva Multimídia em aulas de História Atualidades 2008

3 ATUALIDADES 2008

4 Independência do Kosovo Em reunião extraordinária do Parlamento, o Kosovo declarou em janeiro de 2008, sua independência da Sérvia. A decisão, unilateral, foi anunciada pelo premiê do Kosovo, Hashem Thaçi. "Nós, os líderes do nosso povo, democraticamente eleitos, através desta declaração proclamamos o Kosovo um Estado independente e soberano", disse o premiê kosovar. "Essa declaração reflete a vontade do nosso povo."

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6 A declaração de independência do Kosovo foi aprovada por 109 votos a zero, com 11 deputados ausentes. "O Kosovo é uma república, um Estado independente, democrático e soberano", disse o presidente do Parlamento, Jakup Krasniqi. Na Sérvia, no entanto, a medida causou sensação de indignação e mal-estar diante da perda de sua Província, considerada o berço de sua nação. O presidente sérvio, Boris Tadic, disse que "a Sérvia nunca reconhecerá a independência do Kosovo". O premiê sérvio, Vojislav Kostunica, disse hoje que a Sérvia lutará "sem o uso da força" para recuperar o Kosovo, e acusou os Estados Unidos de terem imposto seus interesses na Província e a União Européia (UE) de ter "abaixado a cabeça". "Hoje foi proclamado o falso Estado do Kosovo na parte sérvia sob controle militar da Otan", disse o premiê da Sérvia. O presidente sérvio, Boris Tadic, disse que "a Sérvia nunca reconhecerá a independência do Kosovo". Em apoio à Sérvia, a Rússia pediu à ONU (Organização das Nações Unidas) que anule a declaração de independência do Kosovo. A Rússia alega que a decisão do governo kosovar pode causar uma escalada na violência entre grupos étnicos na região. "Esperamos que a missão da ONU e as forças da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] no Kosovo tomem providências imediatas e exerçam seu mandato (...) incluindo a anulação da decisão [sobre a independência] e a adoção de medidas administrativas duras", informou o Ministério das Relações Exteriores russo, em um comunicado.

7 A Rússia sustenta que a independência do Kosovo abrirá a "caixa de Pandora" das pretensões de independência de muitas outras regiões -- tanto no "quintal" da Rússia (Abkhazia, Ossétia do Sul, Nagorno Karabakh e Transnístria), quanto na Espanha, França e Itália. "Aqueles que estiverem considerando apoiar o separatismo devem entender as conseqüências perigosas que suas ações podem ter sobre a ordem mundial, a estabilidade internacional e a autoridade das decisões que o Conselho de Segurança da ONU levou décadas para construir", diz ainda o comunicado do ministério. Reação O premiê da Albânia, Sali Berisha, cumprimentou os albano-kosovares pela proclamação da independência do Kosovo. Ele disse que esse é o momento mais solene da nação albanesa. "Vivemos, como albaneses, o momento mais solene da nação, seu verdadeiro nascimento", disse o premiê albanês, em discurso televisionado. Ele afirmou que a independência do Kosovo "abre um novo capítulo para uma região de nações iguais, que trabalham em conjunto para a integração européia e a Otan". Para a Alemanha, a estabilidade dos Bálcãs deve ter prioridade máxima. Os assessores do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, disseram que os ministros da UE se reunirão para debater a declaração unilateral de independência do Kosovo.

8 Guerra do Kosovo A Guerra de Kosovo foi causada pela intervenção da OTAN por meio de bombardeios aéreos na Iugoslávia, para interromper a expulsão de albaneses étnicos de Kosovo pelas forças servias. Kosovo é uma região da Iugoslávia habitada em 80% por albaneses étnicos, que são pessoas de origem albanesa e muçulmana. Por que os sérvios brigam por Kosovo ? Porque Kosovo e a região Sul da Iugoslávia eram o território original da nação Sérvia da Idade Média. Os sérvios saíram de lá para fugir da dominação turca, que durou do Séc. XIV ao XIX. Porque os albaneses brigam por Kosovo ? Há duas justificativas: os albaneses são majoritários e existem albaneses em Kosovo desde o domínio turco. Em 1989, com o fim da Iugoslávia comunista, o presidente sérvio Slodoban Milosevic tirou autonomia dos albaneses de Kosovo. A tensão foi crescendo até o surgimento do exército de Libertação de Kosovo ( ELK ) que é uma guerrilha albanesa. No ano passado, o governo da Iugoslávia decidiu agir pesadamente contra o ELK. Acusações de que estariam ocorrendo expulsão, massacre de civis albaneses e suspeitas de campos de concentração levam à intervenção da OTAN, no dia 24 de março de 1999.

9 A morte de Milosevic 2007 QUEM FOI SLOBODAN MILOSEVIC Ex-funcionário do Partido Comunista na ex-Iugoslávia, Milosevic começou a adquirir poder em seu país, com a lacuna política deixada pela morte do carismático líder comunista Josip Broz Tito em Assim, Milosevic tornou-se líder do Partido Comunista sérvio em 1986, e nos 13 anos seguintes o mais poderoso homem da Sérvia. Ao discursar para mais de 1 milhão de sérvios em 1989, no aniversário de seis séculos da batalha do Kosovo contra os turcos, Milosevic já disseminava uma onda de ódio étnico-religioso pela Península Balcânica. Através de um nacionalismo irracional, permaneceu alimentando um revanchismo cego após seis séculos de história, ocasião em que os cristãos foram derrotados pelos turcos otomanos, que estendiam seu império sobre os Bálcãs. Apesar da vitória dos turcos (muçulmanos), o islamismo permaneceu predominante apenas na Bósnia e no Kosovo. Muito popular no início de seu governo, Milosevic foi eleito presidente da Sérvia em 1990 e reeleito em 1992, para após mudanças constitucionais, tornar-se presidente da Iugoslávia em Onze anos depois, visando manter o "tirano dos Bálcãs" no poder, a contagem de votos foi manipulada pelo governo, que anunciou a vitória oposicionista, porém com menos de 50% dos votos. Portanto, haveria um segundo turno marcado para dia 8 de outubro. A oposição reagiu, denunciando a fraude e negando-se a participar do turno final, concedendo um prazo de 24 horas para Milosevic aceitar a derrota. Vendo-se encurralado por uma manifestação que lembrava cenas de uma verdadeira revolução, o Milosevic foi obrigado a reconhecer sua derrota nas eleições presidenciais. Foram 13 anos de ditadura, que deixaram em quatro guerras, um saldo de mais de 200 mil mortos, dois milhões de refugiados e faxinas étnicas típicas do antigo nazismo.


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