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GINECOMASTIA. DEFINIÇÃO DE GINECOMASTIA HIPERTROFIA DAS MAMAS NO HOMEM = PROLIFERAÇÃO DO TECIDO FIBROGLANDULAR LIPOMASTIA ( PSEUDO-GINECOMASTIA ) = ACÚMULO.

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1 GINECOMASTIA

2 DEFINIÇÃO DE GINECOMASTIA HIPERTROFIA DAS MAMAS NO HOMEM = PROLIFERAÇÃO DO TECIDO FIBROGLANDULAR LIPOMASTIA ( PSEUDO-GINECOMASTIA ) = ACÚMULO DE TECIDO ADIPOSO

3 ETMOLOGIA DE GINECOMASTIA TERMO DE ORIGEM GREGA TERMO DE ORIGEM GREGA GYNE GYNE - RELATIVO À MULHER MASTOS MASTOS - RELATIVO ÀS MAMAS

4 HISTÓRICO DA GINECOMASTIA CULTURA EGÍPCIA PRIMEIRA REFERÊNCIA - FARAÓ SETI ( AC ) CULTURA GREGA ( 400 AC ) HIPÓCRATES - DOENÇA DOS SCYTHIAN ( EUNUCOS ) CULTURA ROMANA ( SEC. II DC ) GALENO - TERMO GINECOMASTIA PAULUS AEGINETA PAULUS AEGINETA DESCRIÇÃO CIRÚRGICA - INCISÃO (SEC. VII) SULCO INFRAMAMÁRIO BASEDOW BASEDOW 1 O TRABALHO RESPEITOSO (1848)

5 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA DA PATOLOGIA MAMÁRIA MASCULINA Hipóteses diagnósticas % GINECOMASTIA65 CÂNCER25 LESÕES BENIGNAS 10

6 CARACTERÍSTICAS GERAIS DA GINECOMASTIA BENIGNA FISIOLÓGICA OU PATOLÓGICA ( REQUER DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO ) TRANSITÓRIA OU PERMANENTE UNILATERAL OU BILATERAL ASSINTOMÁTICA OU SINTOMÁTICA Apóllo

7 HISTOPATOLOGIA DA GINECOMASTIA ESTÁGIO INICIAL, PROLIFERATIVO OU FLORIDO ALONGAMENTO E RAMIFICAÇÃO DOS DUCTOS GALACTÓFOROS GERALMENTE SEM A FORMAÇÃO DE ÁCINOS RARA HIPERPLASIA EPITÉLIO REVESTIMENTO ( 3 A 4 CAMADAS DE CÉL) FORMAÇÃO PAPILAS PROLIFERAÇÃO FIBROBLASTOS NO TECIDO CONJUNTIVO FROUXO PERIDUCTAL INFILTRADO INFLAMATÓRIO AUMENTO DA VASCULARIZAÇÃO

8 HISTOPATOLOGIA DA GINECOMASTIA ESTÁGIO TARDIO, INATIVO ou FIBROSO DIMINUIÇÃO FIBROBLASTOS, INFILTRADO INFLAMATÓRIO VASCULARIZAÇÃO DUCTOS - RODEADOS DE TECIDO CONJUNTIVO DENSO - FOCOS DE ELASTOSE - PERMEAÇÃO POR TECIDO ADIPOSO

9 CLASSIFICAÇÃO RADIOLÓGICA DA GINECOMASTIA * FORMA NODULAR ( GLANDULAR ) FORMA DENDRÍTICA FORMA MISTA (*) Belli, 1978

10 IMAGENS MAMOGRÁFICAS DE GINECOMASTIA

11 IMAGENS MAMOGRÁFICAS DE PSEUDO-GINECOMASTIA

12 FISIOPATOLOGIA DA GINECOMASTIA ESTROGÊNIO DESEQUILÍBRIO ESTROGÊNIO HIPERESTROGENISMO ABSOLUTO OU RELATIVO ANDROGÊNIOS INIBIDORES DA PROLIFERAÇÃO DO TECIDO FIBROGLANDULAR ESTROGÊNIOS INDUTORES DA PROLIFERAÇÃO DO TECIDO FIBROGLANDULAR ANDROGÊNIO X

13 QUADRO CLÍNICO DA GINECOMASTIA ASSINTOMÁTICO ASSINTOMÁTICO SINTOMÁTICO SINTOMÁTICO AUMENTO VOLUMÉTRICO GRAU VARIÁVEL PROGRESSIVO UNI OU BILATERAL DOR PEQUENA INTENSIDADE (COMPRESSÃO LOCAL) Bacco

14 IMPLICAÇÕES PSICOLÓGICAS DA GINECOMASTIA ANSIEDADE TENSÃO ANGÚSTIA MEDO VERGONHA INIBIÇÃO MUDANÇAS DO VESTUÁRIO MUDANÇAS DAS ATIVIDADES Endocrine problems em adolescent - J Pediatr, 2001 Endocrine treatment of physiological gynaecomastia – BMJ, 2003 Gynaecomastia in the adolescent: a surgical relevant condition – Eur J Pediatr Surg, 2004

15 CLASSIFICAÇÃO ETIOLÓGICA DA GINECOMASTIA FISIOLÓGICA FISIOLÓGICA NEONATAL PUBERAL SENIL INDUZIDA POR DROGAS ( IATROGÊNICA ) ASSOCIADA A DOENÇA ORGÂNICA IDIOPÁTICA HEREDITÁRIA Ércoles

16 GINECOMASTIA NEONATAL SINONÍMIA SINONÍMIA - Mastitis Neonatorum Hipertrofia Mamária do Recém-nascido DURAÇÃO DURAÇÃO - Transitória (14 dias) FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA - Transplacentária Estrogênios + Progesterona QUADRO CLÍNICO QUADRO CLÍNICO - Nódulo Retroareolar Palpável ( 60 A 90 %) Uni Ou Bilateral Primeiros Dias Após O Parto Volume Máximo (8 A 12 Dias) Desaparecendo ( 2 A 4 Semanas) - Leite De Bruxa

17 GINECOMASTIA PUBERAL SINONÍMIA SINONÍMIA - Mastitis Adolescenticum Pseudo-mastite da Puberdade Hipertrofia Mamária da Puberdade INCIDÊNCIA INCIDÊNCIA - 1/3 a 2/ a 14 anos DURAÇÃO DURAÇÃO - Regressão Espontânea - 12 A 18 Meses Persistência por 2 Anos - 27 % Persistência por 3 anos - 7 % FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA - Níveis Estrogênicos Conversão Periférica de Precursores Androgênicos QUADRO CLÍNICO QUADRO CLÍNICO - Início 10 a 12 anos - Geralmente Bilateral - Nódulo Subareolar (2 – 4 cm)

18 GINECOMASTIA SENIL SINONÍMIA SINONÍMIA - Hipertrofia Mamária da Senilidade INCIDÊNCIA INCIDÊNCIA - 25 a 65 % - 50 e 80 anos DURAÇÃO DURAÇÃO - Permanente FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA - Função Testicular Aumento da Adiposidade com Maior Conversão Periférica Aumento da SHBG

19 DROGAS COM AÇÃO ESTROGÊNICA OU RELACIONADAS AOS ESTROGÊNIOS INDUTORAS DE GINECOMASTIA ESTROGÊNIOS Estradiol Etinilestradiol Dietilestilbestrol Estrógenos Conjugados Equinos SERM Clomifeno CARDIOTÔNICOS Digoxina Digitoxina ESTERÓIDES ANABOLIZANTES Nandrolona Cipionato de Testosterona TOXICOMANIA TOXICOMANIA - Maconha, Heroína, Álcool BENZODIAZEPÍNICOS Martes

20 DROGAS QUE INIBEM A SÍNTESE OU A AÇÃO DA TESTOSTERONA INDUTORAS DE GINECOMASTIA QUIMIOTERÁPICOS ANTINEOPLÁSICOS QUIMIOTERÁPICOS ANTINEOPLÁSICOS – Busulfan,Vincristina, Vinblastina, Metotrexate, Ciclofosfamida, Glivec ANTIÁCIDOS ANTIÁCIDOS – Cimetidina, Ranitidina DIURÉTICOS DIURÉTICOS - Espironolactona ANÁLOGOS DO GnRH ANÁLOGOS DO GnRH - Leuprolide ANTIANDROGÊNICOS ANTIANDROGÊNICOS – Flutamida, Glutamina, Nilutamida, Finasterida PROGESTAGÊNIOS PROGESTAGÊNIOS – Ciproterona, Medroxiprogesterona, Megestrol, Gestonorona ANTIMICÓTICOS ANTIMICÓTICOS - Cetoconazol ANTICONVULSIVANTES ANTICONVULSIVANTES - Fenitoína D-PENICILILAMINA

21 DROGAS COM MECANISMO DE AÇÃO DESCONHECIDO PARA A INDUÇÃO DE GINECOMASTIA ANOREXÍGENOS - Anfepramona, Dietilpropiona GASTROCINÉTICOS - Cisaprida, Mosaprida, Cleboprida IMUNOSUPRESSOR - Tacrolimus ANTIMICÓTICOS - Griseofulvina TUBERCULOSTÁTICOS - Isoniazida, Etionamida INIBIDORES DA BOMBA DE PRÓTONS - Omeprazol, Esomeprazol ANTIHIPERTENSIVOS - Reserpina,Metildopa, Inibidores da ECA ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS - Imipramina, Clomipramina ANTIDEPRESSIVOS TETRACÍCLICOS - Maprotilina,Mirtazapina INIBIDORES DA RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA - Fluoxetina ANTIPSICÓTICOS - Clozapina, Olanzapina, Haloperidol PSICOFÁRMACOS - Clorpromazina, Meprobamato, Fenotiazina ANTIEMÉTICOS - Metoclopramida, Domperidona BLOQUEADORES DOS CANAIS DE CÁLCIO - Nifedipina, Verapamil BLOQUEADORES DOPAMINÉRGICOS - Sulpirida, Tiaprida

22 CONDIÇÕES PATOLÓGICAS ASSOCIADAS AO APARECIMENTO DE GINECOMASTIA Endocrinopatias I - INSUFICIÊNCIA GONADAL PRIMÁRIA ( CONGÊNITA ) HERMAFRODITISMO VERDADEIRO PSEUDO-HERMAFRODITISMO MASCULINO ANORQUIA SÍNDROME DE KLINEFELTER-REIFENSTEIN-ALBRIGHT SÍNDROME DE REIFENSTEIN SÍNDROME DE KALMANN DOENÇA DE KENNEDY GINECOMASTIA FAMILIAR DE ROSEWATER-GWINUP-HAMWI DEFEITOS NA BIOSÍNTESE DA TESTOSTERONA

23 CONDIÇÕES PATOLÓGICAS ASSOCIADAS AO APARECIMENTO DE GINECOMASTIA II - INSUFICIÊNCIA GONADAL SECUNDÁRIA ( ADQUIRIDAS ) ORQUITE VIRAL ( CAXUMBA ) ORQUITE GRANULOMATOSA ( HANSENÍASE, TUBERCULOSE ) TRAUMA TESTICULAR TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO TUMORES HIPOTALÂMICOS OU HIPOFISÁRIOS IRRADIAÇÃO HIPOTALÂMICA OU HIPOFISÁRIA Endocrinopatias

24 CONDIÇÕES PATOLÓGICAS ASSOCIADAS AO APARECIMENTO DE GINECOMASTIA III - ANOMALIA DO RECEPTOR DE ANDROGÊNIO IV - SÍNTESE AUMENTADA DE ESTRADIOL FORMAS INCOMPLETAS DA SÍNDROME DE RESISTÊNCIA AOS ANDROGÊNIOS HIPERPLASIA DA ADRENAL CARCINOMA ADRENOCORTICAL V - AROMATIZAÇÃO PERIFÉRICA AUMENTADA HIPERTIREOIDISMO HIPERPLASIA DAS CÉLULAS DE LEYDIG NEOPLASIAS TESTICULARES CÉLULAS GERMINATIVAS ESTROMA GONADAL Endocrinopatias

25 CONDIÇÕES PATOLÓGICAS ASSOCIADAS AO APARECIMENTO DE GINECOMASTIA VI - PRODUÇÃO AUMENTADA DE hCG CORIOCARCINOMA DE TESTÍCULO CARCINOMA PULMONAR (Brocogênico) CARCINOMA HEPÁTICO CARCINOMA GÁSTICO CARCINOMA RENAL Endocrinopatias

26 CONDIÇÕES PATOLÓGICAS ASSOCIADAS AO APARECIMENTO DE GINECOMASTIA Condições Não-Endócrinas Condições Não-Endócrinas NEVO PIGMENTADO GIGANTE TRAUMA MAMÁRIO CRÔNICO HEPATITE, CIRROSE DESNUTRIÇÃO CRÔNICA E REALIMENTAÇÃO INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA AIDS RETOCOLITE ULCERATIVA FIBROSE CÍSTICA DOENÇAS TORÁCICAS CRÔNICAS ( EMPIEMA, TUBERCULOSE, DPOC ) ESTRESSE PSICOLÓGICO

27 DIAGNÓSTICO DE GINECOMASTIA ANAMNESE EXAME MAMÁRIO EXAME FÍSICO GERAL AVALIAÇÃO TESTICULAR INSPEÇÃO PALPAÇÃO EXPRESSÃO Netuno

28 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE GINECOMASTIA LIPOMASTIA PATOLOGIA BENIGNA CÂNCER UNILATERAL INDOLOR NÓDULO PERIFÉRICO LIMITES IMPRECISOS SUPERFÍCIE IRREGULAR FIXAÇÃO, RETRAÇÃO DO CAM, ULCERAÇÃO DESCARGA PAPILAR ADENOPATIA AXILAR

29 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA hCG US TESTICULAR TUMORNORMAL CoriocarcinomaTumor de célula germinativa extra-gonadal Neoplasia não trofoblástica secretora de hCG RX DE TÓRAX TC ABDOMINAL Carcinoma broncogênico Carcinoma renal Carcinoma gástrico Carcinoma hepático

30 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA LH T Hipogonadismo primário ou hipergonadotrófico

31 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA N ou LH T Hipogonadismo secundário ou hipogonadotrófico PRL NORMAL ProlactinomaSNC

32 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA LH T TSH e T 4 L ELEVADOSNORMAIS HipertireoidismoResistência aos androgênios

33 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA N ou LH E 2 US TESTICULAR TUMORNORMAL Tumor de células de Leydig Tumor de células de Sertoli Tumor de células do cordão sexual TC ou RNM ABDOMINAL TUMORNORMAL Carcinoma adrenal Conversão periférica E 1 > E 2

34 DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA GINECOMASTIA LH, hCG, E e T normais Idiopática ou Hereditária

35 TRATAMENTO CLÍNICO DA GINECOMASTIA EXPECTAÇÃO EXPECTAÇÃO DIHIDROTESTOSTERONA PERCUTÂNEA TAMOXIFENO Breast. 13(1): 61-5, 2004 J Pediatric. 145(1): 71-6, 2004 DANAZOL INIBIDORES DA AROMATASE Acta Obst Gynecol Scand. 83(8): , Int J Inpot Res. 16(1): 95-7, 2004 RADIOTERAPIA

36 INDICAÇÕES PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO DA GINECOMASTIA ESTÉTICA / PSICOLÓGICA - (Pseudo-Ginecomastia) DOR SÍNDROME DE KLINEFELTER DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL COM CÂNCER

37 CLASSIFICAÇÃO VOLUMÉTRICA DA GINECOMASTIA NÓDULO DE 5 CM OU MAIS DE DIÂMETRO NÍTIDA PROJEÇÃO DA MAMA GRAU III NÓDULO COM 2 A 4 CM DE DIÂMETRO ULTRAPASSANDO OS LIMITES DA ARÉOLA PEQUENA PROJEÇÃO DA MAMA GRAU II NÓDULO DISCÓIDE, DE LOCALIZAÇÃO RETROAREOLAR, SUPERFÍCIE LISA E BORDOS DEFINIDOS, CONSISTÊNCIA FIBROELÁSTICA, SEM FIXAÇÃO, COM 1 A 2 CM DE DIÂMETRO DISCRETA PROEMINÊNCIA DA ARÉOLA GRAU I PALPAÇÃOINSPEÇÃO MASTECTOMIA SUBCUTÂNEA E RESSECÇÃO DE PELE MASTECTOMIA SUBCUTÂNEA + LIPOASPIRAÇÃO MASTECTOMIA SUBCUTÂNEA TRAT. CIR. Ann Plast Surg. Jul;53 (1):17-20, 2004

38 GINECOMASTIA GRAU I

39 GINECOMASTIA GRAU II

40 GINECOMASTIA GRAU III

41 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA TUMORECTOMIA LIPOASPIRAÇÃO MASTECTOMIA COM ENXERTO LIVRE DO CAM MASTOPLASTIA COM TRANSPOSIÇÃO DO CAM

42 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA PROGRAMAÇÃO: PROGRAMAÇÃO: ·Marcação Limites da dissecção ·Marcação incisão ·Infiltração de sol. 1: adrenalina em SF0,9%

43 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA PERIAREOLAR PERIAREOLAR (Webster)

44 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA TRANSAREOLOMAMILAR TRANSAREOLOMAMILAR (Pitanguy)

45 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA PERIAREOLAR EM LINHA QUEBRADA PERIAREOLAR EM LINHA QUEBRADA

46 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA Maguilevsky Maguilevsky (1969)

47 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA Maguilevsky Maguilevsky (1969)

48 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA Maguilevsky Maguilevsky (1969)

49 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA Maguilevsky Maguilevsky (1969)

50 TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA GINECOMASTIA Mastectomia com ressecção de pele Mastectomia com ressecção de pele(Pseudo-Ginecomastia)

51 COMPLICAÇÕES PRECOCES DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA GINECOMASTIA DOR HEMATOMA SEROMA INFECÇÃO DEISCÊNCIA NECROSE DO CAM OU DA PELE Tévere Ann Plast Surg. 53(2): , 2004

52 COMPLICAÇÕES TARDIAS DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA GINECOMASTIA CICATRIZ INESTÉTICA IRREGULARIDADES DO CONTORNO MAMÁRIO DEPRESSÃO DO CAM ENRRUGAMENTOS OU ENTALHES NA PELE EXCESSO DE PELE MAL POSICIONAMENTO DO CAM


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