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Ana Maria Ribeiro Técnica em Assuntos Educacionais/UFRJ Presidente da Comissão de Acesso aos Cursos de Graduação do Conselho de Ensino de Graduação da.

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1 Ana Maria Ribeiro Técnica em Assuntos Educacionais/UFRJ Presidente da Comissão de Acesso aos Cursos de Graduação do Conselho de Ensino de Graduação da UFRJ Acesso ao Ensino Superior 2009/2010

2 De 1911 a 2010 O acesso ao ensino superior no Brasil HISTORICO DO PROCESSO SELETIVO

3 Desde o Brasil dispunha de normas que exigiam a obrigatoriedade do exame de admissão ao ensino superior; Em 1915, as provas desta seleção passam a ser chamadas de vestibulares (Decreto n ) - o estudante fazia a prova diretamente no curso que desejava (até a década de 60); Anos 60, Eclode o movimento de excedentes - candidatos aprovados com média mínima, porém, sem vagas; Sob o regime militar, e com o objetivo de silenciar os estudantes, é instituído, através da Lei n. 5540/68, o sistema classificatório por nota máxima. Histórico do processo de seleção

4 Em 1964, surgia o CESCEM, precursor da Fundação Carlos Chagas, aglutinando escolas médicas de São Paulo, capital e interior, para a realização de vestibular unificado (1ª edição surgiu em 1965); Em 1966, no Rio de Janeiro, surge a CICE, precursora da Fundação CESGRANRIO, voltada, ainda, para o vestibular das escolas de engenharia; Logo após, no Rio Grande do Sul, com generoso apoio da Fundação Carlos Chagas, mas com forte caráter local, era iniciada uma experiência de unificação no vestibular de escolas de medicina da capital e do interior, sob o grupo GESA, posteriormente transformado em Fundação PROGESA.

5 Em 1970 é criada a Comissão Nacional do Vestibular Unificado para organizar o sistema no país; Em 1971 é feita a regulamentação e definição do processo (Decreto /71); Algumas universidades já vinham realizando experiências de provas objetivas, de múltipla escolha e de unificação do processo de seleção – SP, RJ e RS; Estas três experiências, principalmente SP e RJ, pela presença de seus titulares na Comissão instituída pelo MEC para tratar da estruturação do novo vestibular, sob os ditames da Lei 5540, influenciaram consideravelmente a consolidação do processo. Histórico do processo de seleção

6 No Rio de Janeiro, a CICE original se transforma na Fundação CESGRANRIO e assume o papel de entidade unificadora universal, abrangendo todos os cursos de inúmeras instituições públicas e privadas; Todos os jovens que desejavam ingressar na universidade – publica ou privada – se inscreviam na Cesgranrio, escolhiam o curso e indicavam, em ordem de preferência, as instituições de ensino em que desejavam estudar. Em dois dias de provas totalmente objetiva, não existia redação na época, realizadas no Maracanã, todo o seu futuro estava lançado. A UFRJ sempre ocupou o primeiro lugar das preferências e com isso recebia os melhores alunos do Rio de Janeiro. Histórico do processo de seleção

7 Nos anos 80, dentro do movimento de democratização da sociedade e da universidade, diversos membros da Comunidade Acadêmica da UFRJ questionavam o processo de seleção aplicado pela CESGRANRIO; A maciça presença dos cursinhos que ensinavam os macetes; a mecanização em decorar conceitos que engessavam nossa juventude e os tornavam meros repetidores, era o retrato do abandono do Estado para com a qualidade do Ensino Médio no país, em especial no Rio de Janeiro, antiga capital do país. Histórico do processo de seleção

8 Na gestão Prof. Horácio Macedo (1º reitor eleito), a UFRJ decide sair do processo unificado e construir seu próprio processo de seleção e decide fazê-lo através de provas totalmente discursivas, objetivando estimular a criatividade, a redação e a leitura. A promulgação da Constituição Federal em outubro de 1988, com a conquista da Autonomia Universitária reforçou a posição da UFRJ. A decisão não foi simples e a tarefa de construir este modelo, completamente novo, trouxe uma grande preocupação, mas um enorme desafio. Histórico do processo de seleção

9 Acesso ao ensino superior Anos 90 – aumenta o debate sobre a Democratização do Acesso a Universidade; A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9394/96, acabou com o vestibular e introduziu apenas duas exigências para o acesso aos cursos de graduação: Concluir o Ensino Médio e ser classificado em processo seletivo. Determinou também que as universidades levem em conta os efeitos dos critérios estabelecidos para a seleção, sobre a orientação do Ensino Médio.

10 Acesso ao ensino superior Anos 90 e inicio dos anos 2000, a UFRJ aprimora seu processo: provas são organizadas por grupo de área de conhecimento com provas especificas e não especificas, Redação e Língua Portuguesa/Lit Brasileira para todos, permite a escolha de até três opções de curso/habilitação e nota mínima em alguns cursos; reduz o numero de dias de aplicação – de 3 para 2; transforma as não especificas em um conjunto de nota que não pode ser diferente de zero; Condiciona matricula e inscrição em disciplinas para ocupação da vaga; debate as cotas, aprova documento referencia e a introdução da Filosofia no Grupo 5, como não especifica.

11 Estatísticas sobre a Educação Básica e Ensino Superior no Brasil e Rio de Janerio (analise dos Censos INEP 2007 e 2008) DADOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

12 Ensino Médio Vejamos os números: Segundo dados do INEP, Censo da Educação Básica de 2008, o número de alunos matriculados na 3º série do Ensino Médio no Brasil era de A região sudeste representa 40% destes alunos e o Rio de Janeiro, está em 4º lugar com 7,18% alunos. 3ª serie Brasil Sudeste Nordeste Sul Norte Centro-Oeste Maiores Estados % São Paulo ,75 Minas Gerais ,48 Bahia ,93 Rio de Janeiro ,18 Paraná ,62 Pernambuco ,15 Ceará ,87 Rio Grande do Sul ,38 Pará ,30 Maranhão ,56 Goías ,38 (*) Numero de matriculas no Ensino Médio por Série, segundo a Região Geografica e a Unidade da Federação, Censo INEP 2007 e 2008

13 Educação Básica

14 Ensino Fundamental

15 Ensino Fundamental

16 Ensino Médio 2007/2008

17 Dados Censo do Ensino Superior INEP/MEC 2007 Dados Censo do Ensino Superior INEP/MEC 2008 Matriculas EM –BR e RJ 2007

18 Dados Censo do Ensino Superior INEP/MEC 2008 Acesso ao ensino superior Como podemos verificar apenas 50% das vagas foram ocupadas em 2008 e verificamos queda progressiva na rede privada e pequeno crescimento na rede pública.

19 Como podemos verificar, apenas 50% das vagas oferecidas são ocupadas e destas há uma ociosidade de 55% nas IES privadas. Mesmo assim, o setor publico só representa 20% das matriculas. As novas vagas do REUNI deverão começar a aparecer no Censo Dados Censo do Ensino Superior INEP/MEC 2008 Acesso ao ensino superior Nº de Instituições de Educação Superior, por Organização Acadêmica e Categoria Administrativa, o setor privado domina nas Faculdades isoladas e Centros Universitários

20 Matriculas x Conclusão EM Vamos analisar os dados referentes ao Rio de Janeiro: Vejam o numero de concluintes:

21 Nº de vagas no Ensino Superior = Nº de matriculas na 3ª série do Ensino Médio = Nº de alunos concluintes do Ensino Médio = Dados Censo do Ensino Superior INEP/MEC 2008

22 Concentração de candidatos em 20 cursos:

23 Se nenhuma criança abandonasse a escola, desde a Educação Infantil e com a redução da natalidade (dados IBGE), devemos pensar no sistema escolar publico para 4,2 milhões de crianças/jovens por ano de escolaridade – cerca de 60 milhões de brasileiros na escola; A universalização do Ensino Superior passa necessariamente pela expansão da rede pública, pois fica evidente a queda na procura e ocupação da rede privada assim como uma maior distribuição dos jovens nos vários cursos existentes no pais. Obrigado!


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