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Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Ciência da Informação DTGI – Departamento de Teoria e Gestão da Informação SISTEMAS DE INFORMAÇÃO x USUÁRIOS.

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1 Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Ciência da Informação DTGI – Departamento de Teoria e Gestão da Informação SISTEMAS DE INFORMAÇÃO x USUÁRIOS DE INFORMAÇÃO: Reflexões Professora Adriana Bogliolo Sirihal Duarte

2 A informação é inseparável do sujeito, tanto daquele que a gera, como daquele que a transforma e a trata, como daquele que a recebe e a aplica, transformando-a ou não em outros conteúdos (Tálamo, 1996, p. 12 apud Jardim e Fonseca, 2004). Um serviço de informação orientado ao usuário implica em se considerar o usuário e o impacto da informação sobre sua vida, inclusive fora dos espaços físicos dos serviços de informação (Jardim e Fonseca, 2004).

3 A idéia do analista Identificando Personagens

4 A idéia do engenheiro de segurança de rede Identificando Personagens

5 Realizado pelo programador Identificando Personagens

6 Documentação

7 Situação atual da árvore Identificando Personagens

8 O que o usuário queria Identificando Personagens

9 Usuário é a pessoa, ou grupo de pessoas que interagem com o sistema ou serviço de informação. Tom DeMarco: 1. O operador do sistema, que interage realmente com o sistema 2. O responsável, que responde pelos procedimentos que estão sendo automatizados pelo sistema 3. O dono do sistema, geralmente correspondendo à gerência superior. Yourdon: 1. Função: operativos, supervisores, executivos 2. Experiência: amadores, novatos, peritos

10 A participação do usuário deve ser: Consultiva Representativa Por Consenso A aquisição do conhecimento refere-se à habilidade necessária de trabalhar com especialistas humanos para extrair destes o conhecimento que possa ser utilizado num sistema de computador. Problemas associados à aquisição de conhecimento: Comunicação envolvida (culturas e línguas diferentes entre as pessoas envolvidas); Conhecimento tácito (pessoas sabem como fazem alguma coisa mas não sabem explicar como fazem).

11 DEFINIÇÃO DE ESTUDOS DE USUÁRIOS O estudo de usuários é uma investigação que objetiva identificar e caracterizar os interesses, as necessidades e os hábitos de uso de informação de usuários reais e/ou potenciais de um sistema de informação. (DIAS e PIRES, 2004, p. 11) Estudos de usuários são investigações que se fazem para saber o que os indivíduos precisam em matéria de informação, ou então, para saber se as necessidades de informação por parte dos usuários (...) estão sendo satisfeitas de maneira adequada. (FIGUEIREDO, 1994, p. 7)

12 APOIO TEÓRICO PARA OS ESTUDOS DE USUÁRIOS A psicologia estuda o comportamento do indivíduo. A antropologia deseja apurar a existência de regularidades entre os inúmeros aspectos do comportamento humano em uma sociedade. Colocando simplistamente, estuda a cultura, entendida como a maneira de viver em uma sociedade. A sociologia tem por objetivo estudar a interação social dos seres vivos nos diferentes níveis de organização da vida. É uma ciência que se relaciona com a observação e a análise do comportamento social humano. (Rabelo, 1980, p. 26)

13 A escolha das técnicas de coleta de dados relaciona-se intimamente com os propósitos e o objeto do estudo e pode ser subdividida em três classes: técnicas envolvendo análise documentária, técnicas envolvendo observação e técnicas envolvendo perguntas (CUNHA, 1982, p.7). Métodos e Técnicas de Coleta de Dados para Estudos de Usos e Usuários da Informação

14 Sistema de Informação Demanda Itens Recuperados Necessidade Uso Meio Ambiente Necessidades x Demandas de Informação Line, em um artigo de 1974, declarando que os estudos de usuários têm sido mais voltados às necessidades do que aos usos ou demandas, tentou estabelecer as seguintes definições: necessidade desejo demanda uso ( Figueiredo, 1994, p ) Line, Maurice B. Draft definitions: information and library needs, wants, demands and uses. Aslib Proceedings, 26 (2): 87, Feb

15 Orientação dos estudos: Sistemas Usuários Orientação para o sistemaOrientação para o usuário Informação como entidade externa, objetiva, que tem realidade própria, baseada no conteúdo, independente dos usuários ou dos sistemas sociais. Informação como construção subjetiva criada dentro da mente dos usuários. Pacote conteúdo + interpretação é que é útil e valioso para os usuários. Informação existe a priori, e é tarefa do usuário localizá-la e extraí-la. Valor da informação reside no relacionamento que o usuário constrói entre si mesmo e determinada informação. Cada documento ou registro contém informações sobre algo, e esse algo pode ser determinado objetivamente. A mesma informação objetiva pode receber diferentes significados subjetivos de diferentes indivíduos.

16 Abordagens de Estudos de Usuários Para Choo (2003, p ), os estudos de usuários não se classificam somente pela sua orientação (orientados para o sistema ou para o usuário), mas também pela finalidade da pesquisa, que pode ser dirigida para tarefas ou integrativa.

17 Finalidade dos estudos: Dirigidos para tarefas Integrativos Dirigidos para tarefasIntegrativos Concentra-se em determinados comportamentos e atividades que constituem o processo de busca da informação propriamente dito. Abrange todo o processo de busca e utilização da informação. Tem como objetivo identificar as fontes de informação interna e externa que são selecionadas e usadas intensivamente por grupos específicos de pessoas, ou examinar os modos formais e informais pelos quais a informação é partilhada e comunicada em profissões ou organizações definidas Objetivos incluem entender a situação ou o contexto que levou ao reconhecimento da necessidade de informação, examinar as atividades de busca e armazenamento da informação e analisar como a informação é utilizada para resolver problemas, tomar decisões e criar significado.

18 -Busca e armazenamento da informação -Modelo STI de busca de informação -Serviços sociais -Médicos e profissionais da saúde -Modelo de criação de significado -Processo de busca da informação -Ambiente do uso da informação -Modelos de usuário da informação -Estudo de conhecimento anômalo -Necessidades de informação dos cidadãos -Cientistas sociais -Cientistas e tecnólogos -Modelo comportamental de recuperação da informação -Funcionários do governo -Engenheiros P&D -Comunicação científica Mapeamento da pesquisa sobre necessidades e usos da informação Usabilidade? Avaliação de sistemas de informação?

19 Usabilidade ISSO Guidance on Usability (1998) Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários específicos para atingir objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de uso. Usuário Tarefa Equipamento Ambiente Produto Objetivos Eficácia Eficiência Satisfação

20 Usabilidade A avaliação da usabilidade pode ser realizada em qualquer fase do desenvolvimento de sistemas interativos: Na fase inicial, serve para identificar parâmetros ou elementos a serem implementados no sistema; Na fase intermediária, é útil na validação ou refinamento do projeto; Na fase final, assegura que o sistema atende aos objetivos e necessidades dos usuários. A avaliação da usabilidade de um sistema interativo deve verificar o desempenho (eficácia e eficiência) da interação homem-computador e obter indícios do nível de satisfação do usuário, identificando problemas de usabilidade durante a realização de tarefas específicas em seu contexto de uso.

21 Abordagem alternativa Consideramos alternativa a abordagem que privilegia pesquisas integrativas centradas no usuário. Abordagem TradicionalAbordagem Alternativa Informação ObjetivaInformação Subjetiva Usuários Processadores de informação Usuários Seres que estão constantemente construindo (sentido) Objetivo da pesquisa procura por proposições transsituacionais sobre a natureza do uso de sistemas de informação, enfocando as dimensões externamente observáveis do comportamento. Objetivo da pesquisa compreensão do uso da informação em situações particulares, centrando-se no usuário, examinando o sistema somente como este é visto pelo usuário. Pergunta O quê?Pergunta Como? Paradigma FísicoParadigmas Cognitivo e Social

22 Abordagem alternativa Enquanto a informação quase sempre tem uma manifestação física, como um documento ou registro, o contexto e o significado da informação se renovam a cada vez que ela chega a um usuário. A informação é fabricada por indivíduos a partir de sua experiência passada e de acordo com as exigências de determinada situação na qual a informação deve ser usada. Um modelo de uso da informação deve englobar a totalidade da experiência humana: os pensamentos, sentimentos, ações e o ambiente onde eles se manifestam. Partimos da posição de que: o usuário da informação é uma pessoa cognitiva e perceptiva; a busca e o uso da informação constituem um processo dinâmico que se estende no tempo e no espaço; o contexto em que a informação é usada determina de que maneiras e em que medida ela é útil.

23 Abordagem alternativa Os novos estudos de comportamento de usuários se caracterizam por: Observar o ser humano como sendo construtivo e ativo; Considerar o indivíduo como sendo orientado situacionalmente; Visualizar holisticamente as experiências do indivíduo; Focalizar os aspectos cognitivos envolvidos; Analisar sistematicamente a individualidade das pessoas; Empregar maior orientação qualitativa As bases desta nova abordagem são: O processo de se buscar compreensão do que seja necessidade de informação deve ser analisado sob a perspectiva da individualidade do sujeito a ser pesquisado; A informação necessária e o esforço empreendido no seu acesso devem ser contextualizados na situação real da qual ela emergiu; O uso da informação deve ser dado e determinado pelo próprio indivíduo.

24 Referências CHOO, C. W. Como ficamos sabendo – um modelo de uso da informação. In: _________, A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Editora Senac, cap. 2, p CUNHA, Murilo Bastos da. Metodologias para estudo dos usuários de informação científica e tecnológica. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.10, n.2 (número temático sobre estudo e tratamento de usuários da informação), p. 5-20, jul./dez DIAS, Maria Matilde Kronka e PIRES, Daniela. Usos e usuários da informação. São Carlos: EdUFSCar, p. ISBN FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de uso e usuários da informação. Brasília: IBICT, p. ISBN – X JARDIM, José Maria e FONSECA, Maria Odila. Estudos de usuários em arquivos: em busca de um estado da arte. Datagramazero, v. 5, n. 5, artigo 04, out./2004. RABELLO, Odília Clark Peres. O conteúdo do campo de conhecimento relativo a usuário de biblioteca. In: ______. Análise do campo de conhecimento relativo a usuário de biblioteca. Belo Horizonte: EB/UFMG, 1980 (dissertação, mestrado em Administração de Bibliotecas). Cap. 4. p


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