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Clarice Guimarães de Freitas Unidade de Pneumologia HBDF Clinica do Tórax.

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1 Clarice Guimarães de Freitas Unidade de Pneumologia HBDF Clinica do Tórax

2 Interromper o ciclo vicioso: infecção –inflamação – lesão brônquica – colonização brônquica – infecção Aliviar os sintomas Tratar e prevenir as exacerbações Melhorar a qualidade de vida Preservar a função pulmonar Postergar a evolução para IRESP Crônica Aumentar a sobrevida

3 Conceito: isolamento bacteriano em 2x e intervalo de 3 meses ao longo de 1 ano na TCAR :Impactação mucóide, Bronquiectasias varicosas ou císticas. VEF1 <80%, Diagnóstico antes dos 14 anos. Implica em: Mais exacerbações Maior mortalidade Piora dos sintomas Piora da função pulmonar

4 Objetivo : Tratar colonização crônica Quantas exacerbações ano implicam em pior prognóstico? Antibioticoterapia a longo prazo Antibióticos contínuos VO? Antibioticos inalados? Macrolídeos como antiinflamatórios e Imunomoduladores ?

5 Quinolonas resistência bacteriana sintomas, sem efeito na função pulmonar ou na frequência das exacerbações Efeito na mortalidade? Amoxacilina – Doxiciclina? CocchraneDatabase Syst Rev.2003;(4):CD Thorax 2004;59(6)540-1 NEJM2012:367: Thorax. 2010;65 Suppl 1:i1.BTS non CF Bronchiectasis

6 Se colonização crônica por Pseudomonas aeruginosa: Tobramicina** 300mg2x dia sintomas, Internação, mas risco de broncoespasmo Gentamicina *80 mg 2x dia-melhora a qualidade de vida e exacerbação* Colistin? Ciprofloxacino????*** **Chest. 2005;127(4):1420. *Am J Respir Crit Care Med. 2011;183(4):491.

7 Estudos multicêntricos, randomizados e controlados Embrace Lancet. 2012;380: BAT JAMA Mar;309(12): BLESSJAMA Mar;309(12): Modulação do processo inflamatório, exacerbações, sintomas e melhora funcional Considerar: excluir infecção por micobacteria não TB, avaliar audiometria, não incluir cardiopatas com alteração do intervalo QT, monitorar função hepática

8 Critérios de exacerbação aguda: pelo menos 4 alterações: Mudança na produção do catarro Aumento da dispnéia Aumento da tosse Febre Aumento do chiado Astenia, letargia ou intolerância aos exercícios Diminuição da função pulmonar Novo infiltrado na imagem Mudança na ausculta pulmonar Chest 2008;134:815-23

9 Objetivo: Hemophilus influenzae, Pseudomonas aeruginosa, Streptococus pneumonia Se infecção crônica; Tratamento por14 dias Análise bacteriológica anterior e nova antes do inicio de antibióticos Se Hemophilus Beta lactamase +- Amoxacilina -clavulanato ou macrolideo ou doxiciclina ou Cefalosporina 2º ou 3º ou fluorquinolona Se Pseudomonas – Levofloxacino 750mg 1x ou Ciprofloxacino 750mg 2x Thorax. 2010;65 Suppl 1:i1.

10 Critérios para admissão hospitalar: falha na resposta aos antibióticos VO ou impossibilidade do uso, Febre 38, dispnéia FR 25ipm, cianose ou confusão mental,spO292% AA Se não Pseudomonas: aminopenicilina- betalactâmico ou Cefalosporina 3 o Se Pseudomonas combinação se há perfil de resistência : cefalosporina 4º + aminoglicosideo Meropenem + aminoglicosídeo Piperacilina/tazobactan+ aminoglicosídeo Thorax. 2010;65 Suppl 1:i1.

11 Melhorar o Clearance Muco ciliar: Fisioterapia Nebulização Hipertônica* Dornase alfa** Broncodilatadores Antiinflamatórios CI?? Chest. 2012;141(2):461 Respir Med May;106(5):661-7* N Engl J Med. 1994;331(10):637**.

12 Cirurgia Se hemoptise incontrolável, Se descontrole clinico e localizado Se corpo estranho ou TU associados SE remoção de MAC, ou Tb Multi R Ann Thorac Surg Jul;90(1):246 Embolização se Hemoptise Radiographics2002;22:1395

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14 Considerar patógenos atípicos: Micobactéria – MAC TCAR – Bronquiectasias Fibrocavitárias- nódulos Fator de risco: Doença estrutural pulmonar TT espeçífico Aspergilose – APBA TCAR- bronquiectasias centrais Fator de Risco: Asma e Fibrose Cistica TT: corticosteróides e antifúngicos Eur Respir Mon , Eur Respir Mon ,

15 Novos anti-inflamátorios não antibióticos? Novos antibióticos x Pseudomonas? Novos agentes mucolíticos? Cirurgia em casos selecionados e reparo pulmonar? Melhora no conhecimento da genética e fisiopatogenia? Existe beneficio no uso de macrolídeo. Considerar os efeitos colaterais Antibióticos inalados na prevenção de exacerbações em pacientes selecionados Eur Respir Mon2011;52:1-10

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