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Biossegurança e Infecção Hospitalar Profº Enfº Gleidson Sena.

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Apresentação em tema: "Biossegurança e Infecção Hospitalar Profº Enfº Gleidson Sena."— Transcrição da apresentação:

1 Biossegurança e Infecção Hospitalar Profº Enfº Gleidson Sena

2 Infecção Hospitalar - Visão Histórica Mundial 1796 – Edward Jenner : Vacina da Varíola Ignaz Semmelweiz : Lavagem das Mãos Florence Naghtingale – O Ambiente Louis Pasteur – Vacinas Atenuadas – Joseph Lister : Antissepsia. Robert Lawson Tait – Assepsia Robert Koch – Tuberculose William Halsted – Luvas Cirúrgicas Alexander Fleming: Penicilina.

3 Edward Jenner Louis Pasteur Alexander Fleming William Halsted Ignaz Semmelweis Florence Nightingale Joseph Lister Robert Koch

4 Edward Jenner – O Pai da Imunologia Observou que os fazendeiros que contraíram varíola bovina ficavam protegidas da varíola humana. Inoculou então um menino de 8 anos com a varíola bovina. Ele chamou de VACINA- ou seja, “da vaca”.

5 Ignaz Semmelweis Lavagem das Mãos

6 Em maio de 1847 Semmelweis Tornou compulsório a lavagem das mãos* com uma solução clorada. *Com essa simples medida a queda dos índices de infecção puerperal foi de 12,24% para 1,89%!

7 Florence Nightingale Cuidado com o Ambiente

8 Na Guerra da Criméia, em Melhorou as condições sanitárias do hospital de atendimento de feridos de guerra, instalando condições adequadas de higiene na cozinha, lavanderia e quartos dos pacientes. Com isto, obteve significativa redução de mortalidade.

9 Louis Pasteur, vacinas atenuadas Pasteur estava estudando a bactéria que causa a cólera, cultivando-a e injetando em galinhas. Ao voltar de férias, ele usou uma cultura velha para injetar e, surpreendentemente, as galinhas adoeceram mas melhoraram.

10 Pasteur concluiu que foi por causa da cultura velha, e fez uma cultura fresca. Desta vez, como ele tinha poucas galinhas, resolveu usar algumas do experimento anterior.

11 Resultado: as galinhas do experimento anterior sobreviveram e as não inoculadas previamente morreram. Pasteur reconheceu que o envelhecimento da cultura tinha enfraquecido a bactéria, a ponto de torná-la não letal, e aplicou este conhecimento para proteger outras doenças. A partir desse experimento, Pasteur então produz vacinas para cólera, anthrax, e raiva.

12 Joseph Lister, 1877 Utilização do fenol como antisséptico, reduzindo o número de mortes por infecções pós-operatórias, criando a medicina anti- séptica.

13 Robert Lawson Tait – Pioneiro da Assepsia Fazia questão de lavar seu teatro operatório com água e sabão com o zelo de uma dona de casa, e todos seus casos de ovariotomias sobreviveram.

14 Robert Koch Tuberculose Bacilo da tuberculose, do vibrião do cólera e da origem da doença do sono, o que lhe valeu o Prêmio Nobel em Considerado, junto com Pasteur, o criador da Bacteriologia Médica.

15 William Halsted - As Luvas do Amor, 1889 Mãos mergulhadas em soluções fenólicas antes das cirúrgicas, assim como os instrumentos e outros utensílios que fossem utilizados. Dano causado à pele pelo fenol, pois não se usavam luvas para cirurgias. Carolina Hampton

16 Alexander Fleming - Descoberta da Penicilina Cultura de estafilococos sendo destruída por um fungo* que aparecera por acaso. Isolou a substância que dissolvia as bactérias sem atacar o organismo humano e desenvolveu a penicilina, o primeiro antibiótico.

17 1- Comentários Gerais Microorganismos,  Nós vivemos em um mundo povoado por Microorganismos, que se espalham pelo meio ambiente, e pelo nosso corpo. impossível  É impossível eliminá-los totalmente.

18 Fique Atento!! não Os microorganismos não possuem a capacidade de se movimentar.

19 Os Microorganismos se Tornam Nocivos... Baixa Resistência; Alimentação; Estresse; Lesões; Quando mudam seu habitat natural; Multiplicação Desordenada.

20 2- Microbiota Humana livre O homem só está livre de microorganismos no útero. flora microbiana Entretanto, a partir de duas semanas de vida, a flora microbiana já é semelhante a do adulto.

21 Flora Transitória Flora Residente A Microbiota Humana Normal Se classifica em:

22 Microbiota ou “Flora Microbiana Residente” Instala-se em duas semanas após o nascimento. Tem o poder de restabelecer-se por si só. Os tecidos do corpo humano representam seu habitat natural, e quando em equilíbrio, não provoca doenças, e sim atua como barreira antiinfecciosa.

23 A Flora Microbiana Residente Sua redução se dá através da utilização de anti-sépticos ou descamação da pele. Vive nos tecidos nos quais se instalou sem causar dano algum. mas pode ser alterada, ou transportada de um tecido para outro, tornando-se ecologicamente inadaptada, e aí sim pode ocasionar um processo infeccioso.

24 Microbiota ou “Flora Microbiana Transitória Colonizam os tecidos temporariamente, por horas, dias ou semanas, não sendo restabelecidas por si só. A sua interação com os tecidos é reversível podendo ser removida com água e sabão.

25 Geralmente origina- se do meio ambiente ou de outros tecidos do próprio indivíduo. Não apresenta problema se a Flora residente estiver intacta. As mãos são o principal fator de sua veiculação. É facilmente removida com água e sabão, ou morre em 01 hora “se não encontrar ambiente favorável”.

26 Fatores que Alteram Microbiota: Condições da pele; Idade; Dieta; Hábitos de higiene; Doenças; Poluição do ar; Saneamento básico; Flora Normal?Doenças?

27 3- A Distribuição da Microbiota 10 vezes Estima-se que nos seres humanos o n° de células microbianas seja 10 vezes maior que o n° de células próprias do organismo. A microbiota está presente principalmente na pele e anexos. Mas alguns órgãos internos são colonizados e outros são totalmente livres de microorganismos. Colonização Células Humanas

28 Classificação dos Procedimentos Quanto à Distribuição da Microbiota: Invasivos: ultrapassam as barreiras naturais do organismo. Exigem técnicas rigorosamente assépticas. Apresentam maior risco de infecção. Ex: punção venosa, cirurgias, aspiração, Sondagem Vesical...

29 Classificação dos Procedimentos Quanto à Distribuição da Microbiota: Não invasivos: se restringem a áreas colonizadas. Exigem cuidados de limpeza. Ex: verificação de dados vitais, banho do paciente com pele íntegra, alimentação do paciente...

30 4-Classificação dos Microorganismos patogênicos Príons; Vírus; Bactérias; Fungos; Protozoários.

31 Príons São proteínas infectantes, não possuem estrutura celular, causam doenças principalmente no SNC; (“vaca-louca”). Ex: Encefalopatia espongiforme (“vaca-louca”).

32 Vírus: parasitas intracelulares obrigatórios São parasitas intracelulares obrigatórios, isto é precisam de uma célula viva para se multiplicar, pois não possuem metabolismo próprio. Ex: hepatites, AIDS, herpes, rubéola, sarampo, meningite, resfriado, gripe... HPV- Herpesvirus 8- Nota: os vírus além de serem agentes infecciosos possuem potencial oncogênico - Ex: HPV- Carcinomas genitais, Herpesvirus 8- Sarcoma de Kaposi e o Vírus da Hepatite C – hepatocarcinoma.

33 Bactérias - Classificação De acordo com a coloração* da parede celular são classificadas como Gram-positivas ou Gram-negativas; De acordo com o metabolismo aeróbias e anaeróbias. *Trata-se de um método de coloração diferencial. Esta diferenciação baseia-se no teor lipídico, da parede celular de bactérias Gram positivas e Gram negativas.

34 Bactéria- Morfologia

35 PRINCIPAIS DOENÇAS Tuberculose Agente: Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch). Hanseníase Agente: Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen). SÍFILIS Agente: Treponema pallidum (espiroqueta). Meningite Meningocócica Agente: Neisseria meningitidis (meningococo).

36 Fungos As doenças causadas por fungos são as micoses, podem ser superficiais (tineas, ptiríase versicolor) ou sistêmicas (paracoccioidemicose). São classificadas como infecções oportunistas quando acometem indivíduos com baixa resistência imunológica.

37 5 – Relação Entre os Seres Vivos Relação Harmônica: Comensalismo: um dos seres obtém vantagem sem que o outro se prejudique; Simbiose: benefício é mútuo, e um não vive sem o outro. Na flora microbiana do homem temos exemplos de simbiose e comensalismo

38 5 – Relação entre os seres vivos Relação Desarmônica Predação: o maior destrói o menor; Parasitismo: um causa dano ao outro, dano este que pode ou não levar a morte. O parasitismo no homem pode causar infecção ou infestação

39 Patogenicidade Patogenicidade :Dizer que um microorganismo é patogênico significa dizer que ele é capaz de causar doença. Mas para que a doença se manifeste dependerá de outros fatores como o tempo de exposição, a suscetibilidade do hospedeiro, a virulência deste agente.

40 Virulência: Dizer que um microorganismos é altamente virulento quer dizer que ele tem poder de causar a doença mesmo com um pequeno número de agentes infectantes e mesmo em pessoas com o estado imunológico ótimo. Só é virulento o microoganismo que é patogênico.

41 Os microorganismos penetram no corpo, através: Orofaringe; Vetores; Soluções de continuidade; Via hematogênica; Via Linfática; Via placentária; Relação sexual; Outros.

42 O Mecanismo de Produção de Doenças Depende de: Quantidade de invasores; Fatores de virulência; Resistência do hospedeiro; Estado Vacinal do hospedeiro;

43 6 – Mecanismos de defesa I nespecífica: Atua indiretamente Epitélio ciliado da traquéia Suor Saliva Lágrima Muco vaginal Flora bacteriana Tosse pigarro espirro A pele íntegra Acidez estomacal Peristaltismo

44 Específica: age especificamente contra o agente infeccioso. Passiva: 1.Natural 2.Artificial Ativa: 1.Natural 2.Artificial

45 Passiva – Esta forma de defesa é temporária Natural: a criança que recebe os anticorpos via transplacentária e através do aleitamento materno. Artificial: quando o indivíduo adoece e não foi vacinado ele recebe um soro contendo anticorpos prontos para agirem imediatamente na defesa contra o agente agressor. Ex: soro antitetânico, e antiofídico.

46 Ativa – confere memória imunológica temporária ou permanente 1.Natural: o organismo desenvolve imunidade pelo contato direto com a doença. 2.Artificial: o organismo desenvolve umunidade pela administração de vacinas.

47 Infecção Comunitária: Constatada ou em período de incubação no ato de admissão do paciente, desde que não relacionada à internação anterior;

48  Associada à complicação ou extensão da infecção já presente na admissão, desde que não haja troca de microorganismos;

49  Em Recém Nascidos, adquirida de forma transplacentária;

50 Em RN associadas a tempo de bolsa rota superior a 24 horas.

51 Infecção Hospitalar  Adquirida após a admissão do paciente e que se manifeste durante a internação ou após a alta, quando poder ser relacionada com a internação ou a procedimentos invasivos.

52 Infecção Hospitalar  Toda infecção adquirida após 72 horas de internação, quando se desconhece o período de incubação do microorganismo.

53 Infecção Hospitalar  Aquelas manifestadas antes de 72 horas de internação, desde que esteja relacionada com procedimentos diagnósticos ou terapêuticos, realizados durante este período.

54 Fatores que Interferem nas Taxas de Infecção Hospitalar Gravidade dos pacientes internados; Disponibilidade de técnicas invasivas; Grau de atuação e de atualização da CCIH; Qualidade técnica e nível de compromisso da equipe de saúde; Higiene hospitalar que compreende higienização das mãos, processamento de artigos e limpeza ambiental.

55 Origem da Infecção Endógena – quando a fonte é um local do corpo do paciente, como a pele, o nariz, a boca, o trato gastrintestinal ou vaginal.

56 Origem da Infecção Exógena – quando a fonte é externa ao paciente, como o pessoal que lhe presta assistência, visitantes, equipamentos, instrumentais e materiais de uso médico-hospitalar ou o próprio ambiente.

57 Cuidados com o Material Os materiais são classificados de acordo com o risco de infecção em: Artigos críticos Artigos semi-críticos Artigos não críticos

58 Artigos Críticos Usados em procedimentos invasivos, precisam ser esterilizados. Ex: agulhas e cateteres, material de implante

59 Artigos Semi-críticos Entram em contato com pele não íntegra, mucosas íntegras, devem sofrer desinfecção de médio a alto nível. Ex: espéculo vaginal, material de aerossolterapia.

60 Artigos Não Críticos Entram em contato com pele íntegra, ou não entram em contato com paciente, devem sofrer limpeza ou desinfecção de baixo nível, e dependendo do uso anterior ou próximo, esterilização. Ex: termômetro, bacias, cuba rim.

61 Regras Gerais Conceitos Descontaminação Limpeza Biofilme Esterilização Desinfecção ou assepsia Anti-sepsia

62 Descontaminação Entende-se por descontaminação o processo de desinfecção prévia de artigos contaminados, ou seja, que tiveram contato com matéria orgânica

63 Limpeza É o procedimento utilizado para remoção de sujidade presente em qualquer superfície de artigo, utilizando- se de ação manual ou automatizada.

64 Biofilme – “crostas” Os processos de desinfecção e esterilização se tornam ineficientes na presença de sujidade. Matéria orgânica = biofilme

65 Esterilização Uso de processos físicos ou químicos com a finalidade de destruir microorganismos viáveis Desinfecção ou assepsia Uso de processos físicos ou químicos, sobre objetos inanimados, para eliminar microorganismos patogênicos conhecidos Anti-sepsia Aplicação de germicida sobre a pele ou tecido vivo com a finalidade de destruir microorganismos ou inibir o seu crescimento

66 Limpeza Ambiental Abolir varredura seca, usar como técnica de limpeza a varredura úmida; Usar para limpeza, como regra geral, apenas água e sabão; Usar vários panos, mantendo-os sempre limpos ( pano de chão deve ser branco ), o ideal é usar “esfregão” tipo “mops”; Jamais reutilizar esponjas de limpeza usadas em banheiros.

67 Tipos de Limpeza Hospitalar Limpeza concorrente Limpeza concorrente É aquela realizada, de forma geral, diariamente e sempre que necessário. limpeza úmida Utiliza-se a limpeza úmida e o uso de água e sabão.

68 Limpeza terminal É uma limpeza mais completa, abrangendo todo o ambiente e todos os materiais e equipamentos, em todas as suas superfícies externas e internas, em todos os cantos.

69 Cuidados com o Ambiente Deve-se usar os produtos químicos apenas onde o seu uso é imprescindível, como: Na presença de secreções e excreções tais como nos ambientes com pessoas susceptíveis em adquirir infecção - creches, asilos, escolas, hospitais, no domicílio que tenham pessoas acamadas/doentes. Nota: os produtos devem ser usados com indicação e dose correta. Lembre- se os microorganismos possuem a capacidade de adquirir resistência quanto a ação dos produtos químicos.

70 Cloro Orgânico (em pó) Indicação: Desinfecção de pisos em geral: 0,05% em 10 min; Descontaminação de matéria orgânica: 2% em 10 min. Observações: Colocar apenas sobre a matériaria orgânica; Não é inativado por matéria orgânica; Não precisa frasco escuro; Preparar no momento do uso; Menos corrosivo que o hipoclorito de sódio; válido por 12 meses.

71 Hipoclorito de Sódio a 1% Indicação: Desinfecção de áreas e itens Branqueador Desodorizador Tratamento de água Observações: É inativado por matéria orgânica; Precisa frasco escuro – é inativado pela luz; É tóxico e muito corrosivo; válido apenas por 24 horas.

72 Álcool à 70 % Indicação: Desinfecção de artigos semi críticos; Desinfecção de pequenas superfícies: mesas, banca das, e similares; Desinfecção de superfície de equipamentos Observações: É importante limpeza prévia com água e sabão. Secar após a limpeza. Passar o álcool e deixar secar, Repetir a operação 3 vezes

73 Glutaraldeído Indicação: Desinfecção de alto nível, principalmente de endoscópios, equipamentos de anestesia e de terapia respiratória. Observações: Pode ser usado como esterilizante, quando aumentado o tempo de exposição. É importante limpeza prévia c/água e sabão. secar após a limpeza. Imergir todo material pelo tempo indicado pelo fabricante.

74 PVPI Indicação: Degermação; Anti-sepsia. Observações: É inativado por matéria orgânica; Causa irritação em pele e mucosa; É tóxico para pessoas sensíveis

75 Clorehexidina Indicação: Degermação; Anti-sepsia; Procedimentos de maior risco, mais demorados, Pacientes com sensibilidade ao iodo, Pacientes debilitados Observações: Não é inativado por matéria orgânica; Baixa toxicidade; Perde a ação na presença de iodo;

76 Álcool à 70 % Indicação: Após a lavagem das mãos, como antissepsia complementar; Antissepsia das mãos, na impossibilidade de lavagem das mesmas. Observações: É inativado por matéria orgânica; Causa ressecamento na pele.

77 Sabão Líquido Indicação: Lavagem simples das mãos. Observações: Lavar as mãos antes e após qualquer procedimento;

78 Lavagem das mãos: A LAVAGEM DAS MÃOS é o principal fator na prevenção da IH. Regras e Ações importantes  Direito do paciente;  Segurança do profissional.

79 Como Proceder a Lavagem das Mãos: rigor aos passos atençãoáreas propícias squecimento  Não existe rigor em relação aos passos indicados para a lavagem das mãos, e sim atenção especial com as áreas mais propícias ao esquecimento no momento da lavagem.

80 esquecidas Áreas esquecidas durante a lavagem das mãos:

81 Técnica de Lavagem das Mãos 1. Abra a torneira, não toque na pia (a água deve ser preferencialmente em temperatura ambiente). 2. Coloque sabão nas mãos, em quantidade para fazer espuma abundante (a espuma é importante para eliminar a sujidade -flora microbiana. transitória).

82 3) Ensaboe as mãos esfregando uma na outra, por aproximadamente 01 minuto (O tempo depende do fator que motivou a lavagem das mãos, ou da atividade que se vai ser executada)

83 Dê atenção especial à: Todas as faces das mãos.

84 Espaços Interdigitais:

85 Ponta de dedos e polegar.

86 E unhas :

87 Finalmente: 5. Enxágüe em água abundante; 6. Enxugue as mãos com papel toalha descartável; 7. Não encoste na pia e nem torneira, feche-a usando o papel toalha.

88 Considerações sobre o sabão  Não existe indicação de marca. qualquer sabão, líquido.  Pode-se usar qualquer sabão, desde que tenha boa capacidade emulsificante, e que seja líquido.  Preferencialmente  Preferencialmente deve ser glicerinado.

89 Pense Nisso !! “O combate a infecção depende da medicina e da ciência. A prevenção da infecção depende de água, sabão e da NOSSA CONSCIÊNCIA”. Adriana M. Falcão*

90 Biossegurança - Acidente Biológico Muitos são os cuidados que devem ser tomados pelos profissionais e/ou pelas entidades de saúde. Destacamos os principais pontos: O trabalhador deve ser informado do quadro clínico do paciente; O trabalhador deve ser capacitado continuamente;

91 A empresa tem o dever de fornecer EPI para todos os funcionários e capacitá-los com a forma de uso correto de cada equipamento.

92 O trabalhador deve receber apoio total em casos de acidentes biológicos;

93 Outros Cuidados Importantes: O trabalhador deve ser vacinado contra os agentes que se expõe no ambiente de trabalho;

94 Vacinas Fortemente Recomendadas: Hepatite B Influenza MMR Varicela BCG Tétano

95 Vacinas que Podem Ser Recomendadas : Hepatite A Meningocócica Coqueluche Febre tifóide Outras: difteria e pneumocócica

96 A empresa deve estabelecer normas e rotinas de prevenção de acidentes biológicos fornecer infra-estrutura para seu funcionamento, e supervisionar para que as mesmas não sejam negligenciadas.

97 Biossegurança Conceito geral: É o conjunto de estudos e procedimentos que visam evitar ou controlar os eventuais problemas suscitados por pesquisas biológicas e/ou por suas aplicações. Símbolo internacional de identificação de riscos biológicos

98 Biossegurança – Em Relação à Saúde do Trabalhador. Conjunto de medidas técnicas, administrativas, educacionais, médicas e psicológicas, empregadas para prevenir acidentes em ambientes biotecnológicos.

99 O Conceito Aplicado em sua Totalidade Biossegurança é o conjunto de ações disciplinares, educativas e administrativas, que somadas ao comportamento e às atitudes éticas dos profissionais no contexto da prática assistencial, vão efetivar as medidas adotadas pela equipe para a prevenção, minimização ou eliminação do risco a que ficam expostos não só o profissional como também o usuário do serviço.

100 Nível de Biossegurança – NB-1: O Nível de Biossegurança 1, é o nível que se aplica aos laboratórios de ensino básico, onde são manipulados os microrganismos pertencentes a classe de risco 1. Esses microrganismos têm baixa probabilidade de provocar infecções no homem ou em animais. Exemplos: Bacillus subtilis - bactéria usada na produção de enzimas -industrialmente importante e geralmente, não patogênica.

101 O NB-2, diz respeito ao laboratório onde são manipulados microrganismos da classe de risco 2. São microrganismos que podem provocar infecções, porém, dispõe-se de medidas terapêuticas e profiláticas eficientes. Exemplos: Vírus da Febre Amarela e Schistosoma mansoni. Nível de Biossegurança – NB-2:

102 Se aplica aos laboratórios clínicos ou hospitalares, sendo necessário, além da adoção das boas práticas de Biossegurança, o uso de cabine de segurança biológica e EPI.

103 Nível de Biossegurança – NB-3: O NB-3 é destinado ao trabalho com microrganismos da classe de risco 3*. Esses patógenos podem provocar infecções no homem e nos animais na forma grave, podendo se propagar de indivíduo para indivíduo, porém existem medidas terapêuticas e de profilaxia. Exemplo: Mycobacterium tuberculosis. *Ou para manipulação de grandes volumes e altas concentrações de microrganismos da classe de risco 2.

104 Para este nível são requeridos além dos itens referidos no nível 2, deve ser mantido controle rígido quanto a operação, inspeção e manutenção das instalações e equipamentos e o pessoal técnico deve receber treinamento específico sobre procedimentos de segurança para a manipulação destes microrganismos.

105 Níveis de Biossegurança - NB-4 O NB-4, destina-se a manipulação de microrganismos da classe de risco 4. São microrganismos que representam sério risco para o homem e para os animais, sendo altamente patogênicos, de fácil propagação, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas. Exemplos: Vírus Ebola.

106 Para melhor entendimento desse tema, consulte: is/lab_virtual/nb1.html is/lab_virtual/nb2.html is/lab_virtual/nb3.html is/lab_virtual/nb4.html

107 Medidas gerais, e condutas de segurança Ser treinado de forma adequada antes de assumir suas atividades; Ter cópia das “Normas para atendimento de Emergências” no local de trabalho;

108 Considerar todo material biológico infecctado; Usar EPI de forma adequada;

109 Nunca sair do local de trabalho usando EPI, inclusive jalecos; Nunca reencapar ou dobrar agulhas;

110 Nunca pipetar com a boca; Nunca fumar, comer ou beber no local de trabalho; Não mastigar ou colocar na boca lápis/caneta;

111 Lavar as mãos após tirar as luvas: nunca lavar as mãos enluvadas; Lavar as mãos após sair do local de trabalho; Não tocar em maçanetas, interruptores ou telefones de luvas;

112  Manter controle rotineiro dos insetos e roedores;  Para trabalhos com animais, seguir as normas básicas para trabalho em laboratório;  Manter limpos todos os equipamentos e as áreas de trabalho;

113 Descartar materiais contendo resíduos biológicos em sacos brancos específicos para RSS: Resíduo de serviços de Saúde;

114  Respeite as marcações existentes na caixa para descarte de material pérfuro- cortante  O preenchimento do recipiente não deve ultrapassar 2/3 de sua capacidade;

115  Nunca usar sandálias - os sapatos devem ser fechados. Evite sapatos/tênis de tecido;  Usar EPI de acordo com o risco: máscara, viseira, óculos, 1 ou 2 luvas, capote, gorro, etc..

116 Lavar a área exposta - Pele: água e sabão - Mucosa: soro fisiológico Comunicar o acidente ao profissional plantonista: Enfermeiro, supervisor administrativo..... Encaminhar o funcionário para o PA, para obter o laudo médico Se indicado uso de medicação profilática, encaminhar o funcionário para a farmácia Colher sangue do paciente e do funcionário. Notificar o acidente por escrito à CCIH, SESMT, gerência. Controle clínico CAT/carteira de trabalho/INSS RH Acompanhamento Fluxograma do Acidente com Material Biológico

117 DoençasPeríodo estimado de afastamento Conjuntivite03 a 07 dias Hepatite BProfissionais que exercem atividade cirúrgica devem aguardar a negativação do HbeAG e HbsAG TBCAté melhora clínica e negativação de baciloscopia, em média 21 a 30 dias FurunculoseNa duração da doença, e se trabalhar com paciente imunodeprimido, após controle bacteriológico negativo de SWAB nasal Herpes Simples Remanejar profissionais que trabalhem com pacientes imunodeprimidos, pós transplantados

118 Precaução Padrão e Isolamento Historicamente a atuação dos profissionais quanto a prevenção de infecções sofreu várias mudanças. Nos tempos antigos era preconizado o Isolamento do doente haja visto os sanatórios – locais de reclusão dos doentes de tuberculose e hanseníase. Ex.: Hospital de hansenianos na Ilha da Pólvora – na Baía de Vitória.

119 Com o passar do tempo foi utilizado as Precauções Universais, e hoje a atividade mais correta é a PRECAUÇÃO PADRÃO, ou seja a padronização do cuidado frente a situação apresentada.

120 As Precauções Padrão Devem ser Seguidas: 1.No atendimento a TODO e QUALQUER Paciente 2.E sempre que houver a possibilidade de Manipular sangue ou outras secreções, mucosas e pele não integra

121 No Rastro da AIDS Todas essas mudanças veio devido a mudança de conduta provocada pela surgimento da AIDS. No entanto, o Risco de contaminação acidental com a AIDS é bem pequeno. AIDS………………..0,3 % Hepatite B….30 a 40 % Hepatite C a 10 %

122 As Precauções Padrão Incluem o Uso de Barreira O uso será de acordo com o risco e a forma de contágio da doença. Isto compreende o uso dos Equipamentos de Proteção Individual ou EPIs: Luvas; Máscaras; Óculos ou viseiras; Avental; Gorros; Etc.

123 A Escolher do EPI Patologia do paciente; Cuidado a ser executado; Riscos de respingos; A condição individual do funcionário. Os funcionários devem ser capacitados para a escolha mais adequada do EPI, levando em conta:

124 Modos de Transmissão de Microorganismos Transmissão por contato 1.Direto 2.Indireto Transmissão por via aérea 3.Gotículas 4.Aerossóis Transmissão por exposição a sangue e outros fluídos corpóreos

125 Transmissão por Contato 1.Direto - a transmissão é através do contato com a pele. São exemplos de agentes os estafilococos, estreptococos, enterococos, herpes, etc. Características: Microorganismos com alto poder de infectividade; Bactérias multirresistentes; Geralmente causam Surtos.

126 Transmissão por Contato 2.Indireto : a transmissão é através de vetores (insetos, roedores, mamíferos, etc) ou fômites (artigos, equipamentos, ambiente contaminados).

127 Transmissão por Via Respiratória 3.Por Gotículas: acontece através da tosse, espirros, respiração, procedimentos como aspiração de secreções e nebulização. Características: Atingem até um metro de distância, e rapidamente se depositam no chão. A transmissão não ocorre por períodos prolongados. Não atingem longas distâncias, e nem ficam suspensas no ar.

128 Transmissão por Via Respiratória 4.Por Aerossóis : algumas partículas eliminadas através da fala, respiração, tosse ou espirro, se ressecam e ficam suspensas, por horas, podendo ser carreadas por corrente de ar. Exemplo: bacilo da Tuberculose.

129 Transmissão por Sangue e Secreções Ocorre por exposição da pele não íntegra ou mucosa. Exemplo: HIV, hepatite B e C, Malária, Treponema Pálidum, Tripanossoma Cruzi. O risco varia de acordo com características próprias do microorganismo, e com o tipo e gravidade da infecção.

130 Sistema de Precaução e Isolamento Precaução padrão Precaução de Contato Precaução para aerossóis Precaução para gotícula Precaução de Contato e gotícula Precaução de Contato e aerossóis

131 Tipos de Precauções e Pacientes que Requerem Precauções Tipo de precauçãoPacientes Precaução padrãoTodos Precaução com aerossolTuberculose, varicela, sarampo Precaução com gotículaMeningite, caxumba, rubéola Precaução de contatoInfecções cutâneas, gastrointestinais, colonização por agentes multirresistentes.

132 Precaução Padrão lavar as mãos antes e após contato com o paciente, usar avental luvas, viseira e máscara, quando na possibilidade de contato com sangue e secreções, descarte adequado de RSS. estas recomendações valem para todos os tipos de isolamento

133 Precaução por Contato Luvas não estéril ao manusear o paciente ou mobiliário; Lavar as mãos antes e após o uso de luvas; Material de aferição de sinais vitais individual; Uso de avental e luvas.

134 Precaução para Aerossóis Quarto privativo manter portas fechadas e a janela aberta; Máscara N 95 para o profissional (vestir antes de entrar no quarto) Transporte:o paciente deve usar máscara cirúrgica. Ex.:Sarampo;Tuberculose bacilífera

135 Precaução para Gotícula Quarto privativo; Máscara comum para profissional e paciente

136 Precaução de Contato e Gotícula Quarto privativo manter portas fechadas; Usar avental e luvas; Máscara comum para o profissionais dentro do quarto (desprezá-la no quarto); Para o paciente máscara comum para transportá- lo.

137 Precaução Respirtatória + Contato Quarto privativo: manter portas fechadas. Máscara c/ filtro N-95: apenas para profissional de saúde e visitantes não imunes. Transporte: o paciente deve usar máscara cirúrgica ao sair do quarto. Luvas de procedimento e capote de mangas longas. Lavar as mãos antes de entrar no quarto e após a retirada das luvas Varicela, Zoster disseminado, Zoster localizado em pacientes imunossuprimidos

138 Pacientes com SARG (Pneumonia Asiática) Restringir ao máximo o número de entrada de profissionais. Visitas estão proibidas. Quarto privativo c/ filtro HEPA: manter portas fechadas, na indisponibilidade deste quarto, manter janelas abertas. Coloque a máscara c/ filtro N-95 antes de entrar na ante-sala. Coloque na ante-sala: luvas de procedimento, capote de mangas longas, óculos de proteção e gorro.

139 Lavagem das Mãos Barreiras físicas: tipos de torneiras, altura das pias, localização do lavabo em relação ao procedimento. Operacionais: na impossibilidade de lavar as mãos em todas as enfermarias deve-se optar pelo uso do álcool a 70%, que deve estar disponível em recipientes individuais que poderão ser carregados no bolso. Em situações de emergência: usar álcool a 70% e manter sempre um par de luvas de procedimento no bolso para o atendimento ágil.

140 Uso de Máscaras, Óculos, Protetores Faciais Colocar e retirar imediatamente após o cuidado; Jamais usar pendurada no pescoço; Proteção sem conversar: 4 hs; Proteção conversando: 02 hs; Devem proteger mucosas de olhos, nariz, boca e pele facial não íntegra.

141 Uso de Luvas Todos os funcionários devem conhecer a finalidade de cada tipo de luva; Técnica correta de calçar e retirar a luva esterilizada, deve ser seguida; Calçar a luva imediatamente antes do cuidado; Retirar a luva imediatamente após o cuidado; Jamais lavar a mão enluvada; Lavar as mãos antes e após o uso de luvas.

142 Avental Escolher o avental apropriado de acordo com a situação: impermeável ou não impermeável esterilizado ou não esterilizado; Colocar o avental imediatamente antes do cuidado; Retirar o avental imediatamente após o cuidado; Lavar as mãos antes e após o uso de aventais.

143 Riscos AmbientaisCores Representativas Agentes F í sicos Verde Agentes Qu í micos Vermelho Agentes Biol ó gicos Marrom Agentes Ergonômicos Amarelo Agentes Mecânicos Azul Riscos Locais Laranja Riscos OperacionaisPreto Cores Representativas dos Riscos Ambientais

144 Resíduos de Serviços de Saúde - RSS Os resíduos de serviços de saúde são os resíduos gerados em estabelecimento caracterizado como Serviço de Saúde ou naquele que, embora de interesse à saúde, não tenha suas atividades vinculadas diretamente à prestação de assistência à saúde humana ou animal.

145 São geradores de RSS: Os hospitais, clínicas, serviços ambulatoriais de atendimento médico e odontológico, serviços veterinários; serviços de ensino e pesquisa na área de saúde; serviços de acupuntura e de tatuagem; serviços de atendimento radiológico, de radioterapia, de medicina nuclear e de tratamento quimioterápico; serviços de hemoterapia e unidades de produção de hemoderivados;

146 laboratórios de análises clínicas e de anatomia patológica; necrotérios e serviços que realizam atividades de embalsamamento e de medicina legal; drogarias, farmácias, inclusive as de manipulação; unidades de controle de zoonoses; indústrias farmacêuticas e bioquímicas; unidades móveis de atendimento à saúde; demais serviços relacionados ao atendimento à saúde, que gerem resíduos perigosos.

147 Os RRS Podem Ser Um Fator de Risco: Risco à saúde – decorrentes da exposição humana a agentes físicos, químicos e biológicos; Risco para o meio ambiente – decorrentes da ação de agentes físicos, químicos ou biológicos, causadores de condições ambientais potencialmente perigosas que favoreçam a persistência, disseminação e/ou modificação desses agentes no ambiente;

148 Gerenciamento de Risco Envolve uma série de medidas, que devem ser seguidas a fim de proteger a saúde humana e promover a preservação ambiental.

149 Gerenciando o Resíduo de Serviço de saúde - RSS As medidas de responsabilidade da instituição hospitalar, tem início no momento em que o RSS é gerado e termina no seu recolhimento pela coleta pública ou privada

150 Fatores de Classificação e a Seleção do RSS 1.Procedimento que gerou o RSS: Presença de matéria orgânica (lixo infectante) ou não (lixo comum); Ligação direta com procedimentos invasivos etc..

151 Fatores de Classificação e a Seleção do RSS 2.Grau de periculosidade do RSS Pérfuro-cortantes; Líquidos; Corrosivos; Tóxicos; Radioativos. RESÍDUO BIOLÓGICO RESÍDUO TÓXICO REJEITO RADIOATIVO

152 RDC ANVISA 33/2003  GRUPO A – POTENCIALMENTE INFECTANTES;  GRUPO B – QUÍMICOS;  GRUPO C – REJEITOS RADIOATIVOS;  GRUPO D – COMUNS;  GRUPO E –PERFUROCORTANTES

153 Aplicação dos Símbolos de Identificação aos Grupos: CD A e E B

154 GRUPO A (POTENCIALMENTE INFECTANTES Vasilhames de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados. Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes. Vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos.

155 GRUPO B (QUÍMICOS) -Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; citostáticos; antineoplásicos. -Produtos considerados perigosos, conforme classificação da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).

156 Rejeitos radioativos ou contaminados com radionuclídeos (que emitem radiação), provenientes de laboratórios de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia. GRUPO C (REJEITOS RADIOATIVOS)

157 -Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, resto alimentar de paciente, material utilizado em anti- sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados como A1; -Sobras de alimentos e do preparo de alimentos; -Resto alimentar de refeitório; -Resíduos provenientes das áreas administrativas; -Resíduos de varrição, flores, podas e jardins; -Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde. GRUPO D (RESÍDUOS COMUNS)

158 GRUPO E (PERFUROCORTANTES) Agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares

159 Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos LARANJA: LARANJA: resíduos perigosos; BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde; ROXO: resíduos radioativos; MARROM: resíduos orgânicos; CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.

160 Sugestão: Sangue, fezes, pus, urina, líquor e outros líquidos orgânicos — devem ser recolhidos e despejados no vaso sanitário, acionando- se a descarga imediatamente;

161 Resíduos líquidos ou pastosos de origem radioativa — seguem as regras da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);

162 Lâminas de aço, agulhas, fragmentos de vidro, ampolas, lâmpadas etc Descartar em caixa de paredes rígidas, impermeável, encher até 2/3 do recipiente, fechar e descartar no lixo do expurgo.

163 Tubos ou plásticos contendo cultura de microrganismos ou tecidos — deverão ser esterilizados antes de ser encaminhados para a coleta. O local de espera para o serviço de coleta deve ser uma dependência coberta, arejada e iluminada, com janelas com telas, porta sem frestas, paredes e piso laváveis;

164 Fetos, placenta, membros, órgãos etc — a legislação determina o sepultamento dessas peças anatômicas;

165 Gaze, algodão, curativos, fraldas - Embalar no local onde é gerado e descartar no lixo do expurgo.

166 Materiais que não tenham contato com matéria orgânica: Descartar em saco plástico comum no local onde é gerado - quarto, enfermaria, sala de cirurgia, carro de medicação.

167 Em Resumo, O lixo infectante deve ser acondicionado em saco branco leitoso; O comum em sacos de outra cor, que pode ser definida pela instituição (geralmente preta), e O pérfuro-cortante em coletores rígidos adequados e identificados pela cor amarela.

168 FIM!!!


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