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FLÁVIA VENTURA - 2008 ATIVIDADE ELÉTRICA NA PELE RELACIONADA ÀS FERIDAS E A CICATRIZAÇÃO.

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1 FLÁVIA VENTURA - 2008 ATIVIDADE ELÉTRICA NA PELE RELACIONADA ÀS FERIDAS E A CICATRIZAÇÃO

2 FLÁVIA VENTURA - 2008 Problemas associados às feridas crônicas  Cicatrização lenta  Cicatrização venosa crônica  Escaras ou úlceras de decúbito

3 FLÁVIA VENTURA - 2008 Cicatrização venosa crônica e úlcera de decúbito (escara)

4 FLÁVIA VENTURA - 2008 Cicatrização venosa crônica e úlcera de decúbito (escara)

5 FLÁVIA VENTURA - 2008 Bases biológicas:dois aspectos distintos 1- Fechamento do epitélio 1- Fechamento do epitélio 2- Cicatrização da derme 2- Cicatrização da derme  A recuperação da derme determina ao final a “resistência da ferida”.  Ferida aberta  porta para infecção!!!!!

6 FLÁVIA VENTURA - 2008 Estimulação elétrica (EE)para incremento da cicatrização  Interferência em um ou mais níveis da cascata de eventos associados a qualquer processo de cicatrização. 1-Incapacidade de formação do coágulo sangüíneo. 2-Incapacidade de produção de novas células ou componentes da cicatriz em quantidade e/o qualidade. 3-Incapacidade de organização da cicatrização em um conjunto funcional e/ou cosmético apropriado.

7 FLÁVIA VENTURA - 2008 Problemas na cicatrização  Fatores Locais: infecção, fluxo sangüíneo inadequado, má nutrição e estresse repetido exercido sobre a ferida.  Fatores Sistêmicos: idade, problemas hormonais.

8 FLÁVIA VENTURA - 2008 Grupos de risco  Lesão medular espinhal (redução do movimento, diminuição da sensibilidade e distúrbios de fluxo sangüíneo).  Doença vascular periférica (isquemia, congestão de tecidos).  Indivíduos idosos (quando há diminuição dos movimentos e multipatologia adicional).

9 FLÁVIA VENTURA - 2008 Baterias cutâneas  Epiderme humana  contém uma bateria cutânea capaz de impulsionar correntes substanciais até as feridas.  O tecido vivo possui eletropotenciais de corrente direta que aparentemente regulam, pelo menos em parte, o processo de cicatrização.  Na lesão do tecido vivo é gerada uma “corrente de lesão” que dispara o reparo biológico.  Foi demonstrado que estímulos exógenos incrementam a cicatrização de feridas.

10 FLÁVIA VENTURA - 2008 Baterias cutâneas  As feridas em mamíferos cicatrizam mais lentamente quando estão secas, em comparação com feridas umedecidas.  Na ferida “seca” a corrente é desligada e o gradiente de voltagem lateral é eliminado.  Bateria cutânea dos mamíferos  voltagens de potenciais transcutâneos de até 80mV e impulsão de corrente da ordem de 1  A/mm de comprimento da ferida.

11 FLÁVIA VENTURA - 2008 Baterias cutâneas  Baker et al. (1982), demonstraram na pele adjacente a uma ferida, um potencial transcutâneo de 40-80 mV e na ferida que foi praticada diretamente através da epiderme, o potencial foi de zero.  Junto a ferida, a superfície externa da camada viva é positiva em relação a camada externa viva afastada da ferida.

12 FLÁVIA VENTURA - 2008 Correntes de Lesão

13 FLÁVIA VENTURA - 2008 Baterias cutâneas

14 FLÁVIA VENTURA - 2008 Baterias cutâneas  No estudo de Jaffe e Vanable, (1984) e Foulds e Baker (1993), foi sugerido que os gradientes de voltagem lateral podem ser responsáveis pela migração de células epidérmicas através de uma ferida em processo de cicatrização.

15 FLÁVIA VENTURA - 2008 MUDANÇAS NO CAMPO BIOELÉTRICO EM RESPOSTA À LESÃO  Amputação do membro de uma salamamdra: Corrente normal  - 10 mV Amputação  + 20 mV Na finalização do processo de cicatrização o potencial volta ao normal!!!!

16 FLÁVIA VENTURA - 2008 Corrente de lesão  O corpo humano é polarizado positivamente ao longo do eixo central e negativamente perifericamente.

17 FLÁVIA VENTURA - 2008 Bioeletricidade

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19 Baterias cutâneas  Além das baterias cutâneas, potenciais piezoelétricos (pressão) e piroelétricos (calor) também exercem influência no tecido em processo de cicatrização.  Através de vários estudos, os autores foram levados a concluir que os tecidos são eletricamente ativos, e que em seguida a alguma lesão o comportamento desta atividade elétrica fica modificado, voltando ao normal no decorrer do processo de reparo.

20 FLÁVIA VENTURA - 2008 Precauções e contra-indicações  A EE é contra-indicada em feridas associadas com osteomielite  Pacientes com câncer  Pacientes com marca-passo  Gravidez


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