A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

EQUIPE: Clauciane Angelim Hilário Souza Larisse Lopes Leiliane Barbosa Thamires Macedo Pessoas com necessidades especiais e Inclusão no Mercado de Trabalho.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "EQUIPE: Clauciane Angelim Hilário Souza Larisse Lopes Leiliane Barbosa Thamires Macedo Pessoas com necessidades especiais e Inclusão no Mercado de Trabalho."— Transcrição da apresentação:

1 EQUIPE: Clauciane Angelim Hilário Souza Larisse Lopes Leiliane Barbosa Thamires Macedo Pessoas com necessidades especiais e Inclusão no Mercado de Trabalho

2  Valorização do indivíduo, reconhecimento de sua independência;  “A ideia de inclusão se fundamenta no princípio do reconhecimento da diversidade na vida em sociedade, o que garantiria o acesso de todos os indivíduos às oportunidades, independente de suas peculiaridades”. (ARANHA, 2001)  Organização Internacional do Trabalho (OIT): 2007 – 650mi de pessoas c/ deficiência e destas, 450mi em idade de trabalhar;  Maioria está em situação de pobreza e desemprego;  Década de 80: Década Internacional das Pessoas Deficientes – Convenção 159 (1983) que garantiu o direito de ingresso no Mercado de Trabalho;  Lei não garante o ingresso: baixa escolarização e profissionalização dessas pessoas.

3  Variedade dos perfis de atuação nas empresas;  Na hora da contratação: diagnosticar as particularidades da vaga e as habilidades do candidato, identificar e adaptar as condições físicas do local e integração e flexibilidade das partes interessadas.

4  Ministério do Trabalho – Principal obstáculo é a falta de qualificação e a baixa escolaridade;  SINE: 2007 – no Brasil havia vagas p/ PNE’s, porém somente (20%) foram preenchidas;  Desafio: Contratar não por assistencialismo, pois prejudica o desempenho da empresa, mas por aptidão da pessoa, tratando com critério de igualdade a todos, já que se trata de uma questão de qualificação.

5  Lei 8.213/91, de 24 de julho de 1991 (Lei de Cotas  Determina às organizações públicas e privadas, destinar uma porcentagem de seus postos de trabalho às pessoas portadoras de necessidades especiais  Tipos de Deficiência: física, auditiva, visual, mental e deficiência múltipla.

6  Art. 93 da Lei 8.213/91 A empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de 2%s a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência, na seguinte proporção: - até 200 funcionários % - de 201 a 500 funcionários % - de 501 a 1000 funcionários %; - de 1001 em diante funcionários %.

7 "A idéia de inclusão se fundamenta no princípio do reconhecimento da diversidade na vida em sociedade, o que garantiria o acesso de todos os indivíduos às oportunidades, independente de suas peculiaridades." (ARANHA, 2001).

8  Empecilhos para a empregablidade de PNE’s - Baixa escolarização - Falta de capacitação profissional (preparo, qualificação e oportunidade de cursos e estudos) - Adequação do candidato ao perfil da vaga disponível - A acessibilidade das organizações - Falta de condições do meio público

9  A inclusão social não depende apenas do empenho da pessoa com necessidades especiais, mas sim de toda a sociedade, pois o intuito é buscar mudanças e eliminar as barreiras e os paradigmas históricos de preconceito e discriminação.

10  Qualificação profissional/Deficiência/Execução da atividade;  Atração ◦ Parceria com SINE; ◦ Atração (cartazes, indicações dos colaboradores); ◦ Demanda espontânea.  Escolaridade

11  Parceria com Serviço Social e Saúde, Segurança do Trabalho e Gestores;  Restrições ocupacionais definidas pelo médico;  Alocação nas funções;  Visita à fábrica;  Integração.

12  Momento de Acolhimento;  Regras da empresa;  Direitos dos funcionários, benefícios ◦ Familiares neste processo.

13  Possíveis Intervenções: ◦ Alfabetização; ◦ Cursos profissionalizantes; ◦ Oficinas sobre trabalho em instituições de encaminhamento. ◦ Acompanhamento profissional

14 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ SEGUNDO A PREVIDÊNCIA SOCIAL: Benefício concedido aos trabalhadores que, por doença ou acidente, forem considerados pela perícia médica da Previdência Social incapacitados para exercer suas atividades ou outro tipo de serviço que lhes garanta o sustento. Quem recebe aposentadoria por invalidez tem que passar por perícia médica de dois em dois anos, se não, o benefício é suspenso. A aposentadoria deixa de ser paga quando o segurado recupera a capacidade e volta ao trabalho. Para ter direito ao benefício, o trabalhador tem que contribuir para a Previdência Social por no mínimo 12 meses, no caso de doença. Se for acidente, esse prazo de carência não é exigido, mas é preciso estar inscrito na Previdência Social.

15  VALOR DO BENEFÍCIO: A aposentadoria por invalidez corresponde a 100% do salário de benefício, caso o trabalhador não esteja em auxílio-doença. O salário de benefício dos trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999 corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de Para os inscritos a partir de 29 de novembro de 1999, o salário de benefício será a média dos 80% maiores salários de contribuição de todo o período contributivo. O segurado especial (trabalhador rural) terá direito a um salário mínimo, se não contribuiu facultativamente. Se o trabalhador necessitar de assistência permanente de outra pessoa, atestada pela perícia médica, o valor da aposentadoria será aumentado em 25% a partir da data do seu pedido.

16  OUTROS CASOS DE BENEFÍCIOS: O filho ou o irmão inválido maior de 21 anos somente figurarão como dependentes do segurado se restar comprovado em exame médico-pericial, cumulativamente, que:  a incapacidade para o trabalho é total e permanente;  a invalidez é anterior à eventual causa de emancipação civil ou anterior à data em que completou 21 anos;  a invalidez manteve-se de forma ininterrupta até o preenchimento de todos os requisitos de elegibilidade ao benefício.  O irmão ou o filho maior inválido terão direito à pensão por morte desde que a invalidez seja anterior ou simultânea ao óbito do segurado e o requerente não tenha se emancipado até a data da invalidez.

17  CARÊNCIA:  É o tempo mínimo de contribuição que o trabalhador precisa comprovar para ter direito a um benefício previdenciário. Varia de acordo com o benefício solicitado. No caso de Aposentadoria por Invalidez, a carência é de 12 contribuições mensais, conforme o Ministério da Previdência Social.  DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Número de Identificação do Trabalhador – NIT (PIS/PASEP) ou número de inscrição do contribuinte individual/facultativo;  Atestado médico, exames de laboratório, atestado de internação hospitalar, atestados de tratamento ambulatorial, dentre outros que comprovem o tratamento médico;  Documento de identificação (Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho e Previdência Social, entre outros);  Cadastro de Pessoa Física – CPF.  Documentos complementares, quando necessários para a regularização dos dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS.

18  cotas-para-pessoas-com-necessidades-especiais-as-dificuldades- de-inclusao-ao-mercado-de-trabalho/35536/. Acesso em 20/12/2011 às 07:40 cotas-para-pessoas-com-necessidades-especiais-as-dificuldades- de-inclusao-ao-mercado-de-trabalho/35536/  para-deficientes-e-pessoas-com-deficiencia___77.html. Acesso em: 21/12/2011 às 8:20 para-deficientes-e-pessoas-com-deficiencia___77.html


Carregar ppt "EQUIPE: Clauciane Angelim Hilário Souza Larisse Lopes Leiliane Barbosa Thamires Macedo Pessoas com necessidades especiais e Inclusão no Mercado de Trabalho."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google