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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA FAMÍLIA NO LIMIAR DO NOVO MILÊNIO  Dom João Carlos Petrini,  Bispo de Camaçari e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral.

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2 DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA FAMÍLIA NO LIMIAR DO NOVO MILÊNIO  Dom João Carlos Petrini,  Bispo de Camaçari e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Vida e Família  Dom João Carlos Petrini,  Bispo de Camaçari e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Vida e Família

3 Introdução  é o modo melhor de viver o amor humano, a maternidade, a paternidade.  A família constituída por um homem, uma mulher e eventuais filhos, fundada sobre o um vínculo indissolúvel do matrimônio, é o modo melhor de viver o amor humano, a maternidade, a paternidade.  Porque corresponde ao desígnio de Deus, é o caminho da maior realização humana e, ao mesmo tempo, constitui o bem mais decisivo para a paz na sociedade.

4 Introdução  O debate cultural no qual a Igreja é chamada a dar as razões de sua esperança é a respeito do humanum.  “A família encontra-se no meio de uma tempestade”. (Bento XVI)  O futuro da humanidade passa através da família” (Bem-aventurado João Paulo II)  O debate cultural no qual a Igreja é chamada a dar as razões de sua esperança é a respeito do humanum.  “A família encontra-se no meio de uma tempestade”. (Bento XVI)  O futuro da humanidade passa através da família” (Bem-aventurado João Paulo II)

5 Introdução   Retomar o desígnio de Deus sobre a pessoa, o matrimônio e a família.  Explicitar o recurso que a família constitui para toda a sociedade, pois a sociedade globalizada sofre uma forte perda de virtudes sociais  “A cada um, nos toca recomeçar de Jesus Cristo”.   Fundamental acompanhar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil

6 NOVA ETAPA DA PASTORAL FAMILIAR  de uma concepção prevalentemente jurídica e naturalista dos fins do matrimônio a uma concepção sempre mais personalista.  Passamos de uma concepção prevalentemente jurídica e naturalista dos fins do matrimônio a uma concepção sempre mais personalista.  O Concílio Vaticano II definiu a família como uma “ínitma comunidade de vida e de amor”, uma instituição que nasce “do ato humano com o qual os cônjuges de dão e se recebem” (GS 48).

7 FAMÍLIA E COMUNHÃO  Em Puebla, João Paulo II afirmou: “O nosso Deus não é uma solidão, mas uma família, porque nele existem a paternidade, a filiação e a essência da família que é o amor. Este amor, na família divina é o Espírito Santo. Assim, o tema famíllia não é estranho à essência divina”.  A vida trinitária, Jesus Cristo em sua missão terrena e também o amor esponsal que une um homem e uma mulher e filhos se caracterizam pelo dom sincero de si até o próprio sacrifício.

8 CONTRAPONTOCONTRAPONTO  Evangelium Vitae denuncia a difusão de uma cultura da morte e de uma verdadeira “conjura contra a vida” (EV, 17), que dá o privilégio ao critéio da utilidade e da conveniência para si mesmo, até o sacrifício da vida de outros, inclusive de inocentes.  Mas o casal, olhando à Trindade e a Jesus, vive o dom sincero de si até o próprio sacrifício.  Evangelium Vitae denuncia a difusão de uma cultura da morte e de uma verdadeira “conjura contra a vida” (EV, 17), que dá o privilégio ao critéio da utilidade e da conveniência para si mesmo, até o sacrifício da vida de outros, inclusive de inocentes.  Mas o casal, olhando à Trindade e a Jesus, vive o dom sincero de si até o próprio sacrifício.

9 O ser humano é pessoa  O ser humano existe somente em relação, nasce de uma relação, cresce e desenvolve a sua identidade na medida em que é inserido numa trama de relações.  O ser humano descobre-se ‘pessoa’ pela relação com o Criador.  Existe porque é criado, querido, amado.  “Ninguém tem o direito de servir-se de uma pessoa, de usá-la como um meio” (João Paulo II)

10 “A imagem de Deus Ele o criou, homem e mulher o criou”  Adão não encontrou nenhum animal que lhe servisse como companhia: deparou-se com a solidão originária.  “Não é bom que o homem esteja só. Façamos-lhe uma compenheira adequada”.  “Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus Ele o criou, homem e mulher Ele o criou” (Gn 1, 27).

11 A diferença sexual desde o princípio aponta a comunhão  “Trata-se de compreender a razão e as conseqüências da decisão do Criador de fazer existir o ser humano sempre e somente como mulher e como varão” (MD, 1)  O ser humano não pode existir sozinho; pode existir somente como unidade de dois e, portanto, em relação com outra pessoa humana.  A Comunhão está na origem da existência, indica i nosso destino último e o método para viver no quotidiano.  A condição para a realização da pessoa é “ser para o outro”.

12 COMUNHÃO??COMUNHÃO??  É evidente o contraponto com a visão individualista segundo a qual o outro é o concorrente, o adversário, o inimigo, ou o inferno, como a personagem Garcin da obra “Entre quatro paredes”, de Sartre, diz quando afirma: “O inferno são os outros”.

13 O DESÍGNIO DE DEUS  O desejo de felicidade pode encontrar a própria satisfação somente no encontro com o outro, na comunhão com ele.  A família, fundada no matrimônio, corresponde ao desígnio de Deus e permanece como o espaço onde as exigências humanas encontram maior correspondência.

14 O significado do corpo  O ser humano pertence simultaneamente ao mundo visível da matéria e ao mundo invisível do espírito.  Na pessoa essas dimensões encontram-se profundamente unidas.  O corpo humano é “impregnado de toda a realidade da pessoa e da sua dignidade”. (João Paulo II)  O corpo manifesta a pessoa na sua visibilidade. João Paulo II definiu o corpo “sacramento” da pessoa, manifestação visível de uma realidade invisível.

15 O significado do corpo  O corpo humano com o seu sexo, com sua masculinidade e feminilidade, não somente é nascente de fecundidade e de procriação, mas encerra desde ‘o princípio’ o atributo ‘esponsal’, isto é, a capacidade de exprimir o amor: aquele amor no qual o homem-pessoa torna-se dom e, por meio deste dom, realiza o sentido mesmo do seu ser e existir.  O corpo, então, não é puro material destinado ao trabalho e ao prazer! É o lugar onde se vivem significados.

16 Amor no casamento: dom sincero de si  A diferença sexual não é somente um limite mas é também um bem, é promessa de felicidade na relação de amor.  A solidão torna-se, assim, espera de comunhão.  “O só pode se encontrar plenamente no dom sincero de si”. (GS)  O ser humano, homem e mulher, realiza-se no amor.  A comunhão entre pessoas, que se concretiza na família prepara uma morada adequada para o homem, para a mulher e para os filhos que gerarem.  A diferença sexual não é somente um limite mas é também um bem, é promessa de felicidade na relação de amor.  A solidão torna-se, assim, espera de comunhão.  “O só pode se encontrar plenamente no dom sincero de si”. (GS)  O ser humano, homem e mulher, realiza-se no amor.  A comunhão entre pessoas, que se concretiza na família prepara uma morada adequada para o homem, para a mulher e para os filhos que gerarem.

17 O DOM SINCERO DE SI ??  É evidente o contraponto com a mentalidade segundo a qual a dignidade e a grandeza humana são afirmadas derrotando o adversário (como o gladiador), ou que a esperteza consiste em destruir outros para alimentar-se de seu sangue (o vampiro) ou de seu cérebro (o predador).

18 No sacramento do matrimônio a plenitude do amor  A comunhão trinitária está na origem deste caminho que tem como dinâmica o dom de si ao outro.  No sacramento, o casal vive imerso na fonte que é o coração trespassado de Cristo e participa do seu dom esponsal para a Igreja, abrindo assim a nascente deste amor no coração do amor conjugal

19 No sacramento a plenitude do amor  O amor do casal é assumido no amor de Cristo e da Igreja. Dessa maneira, a graça matrimonial fecunda desde dentro, mediante a efusão do Espírito Santo, as relações familiares de esponsalidade, paternidade, maternidade, filiação, fraternidade (FC 15).

20 Família Igreja doméstica...  “como ‘pequena igreja’, a família cristã é chamada à semelhança da ‘grande igreja’ a ser sinal de unidade para o mundo e a exercer desse modo seu papel profético, testemunhando o Reino e a paz de Cristo, rumo à qual o mundo inteiro caminha” (FC 38).

21 E sujeito de envangelização  “Uma auténtica família, fundada no matrimônio, é em si mesma uma “boa notícia” (um Evangelho) para o mundo. Além disso, no nosso tempo, são sempre mais numerosas as famílias que colaboram ativamente à evangelização,... É a hora da família missionária”. João Paulo II

22 PASTORAL FAMILIAR INTENSA E VIGOROSA  1. DIMENSÃO ECLESIAL  A) Grupos de vida fraterna de famílias  B) Presença transversal em outras pastorais  C) Semana da Família  D) Semana da Vida

23 PASTORAL FAMILIAR INTENSA E VIGOROSA   2. DIMENSÃO SOCIAL   A) Associação de famílias   B) Dia municipal da família   C) Peregrinação da família a Aparecida

24 PASTORAL FAMILIAR INTENSA E VIGOROSA   3. DIMENSÃO FORMATIVA   A) Cursos INAPAF   B) Escolas de Família   C) Seminários, Congressos,   D) Subsídios


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